《Sense Atividade》
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Espiritualidade, atendimentos em cartomancia, esoterismo, astrologia, mediunidade, quântica, filosofia de vida e etc.

Nascido em 27 de janeiro de 2017.

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Vanessa
Maria T
Filipe Albani

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Bom dia, sense ativistas! ^^

Desejo-lhes um dia repleto de luz e anergias positivas.

Se possível, pare agora por alguns segundos, feche os olhos e decrete com vontade, quantas vezes quiser e em qualquer momento do dia, a si mesmo(a) a frase "o meu sorriso prevalece".
Depois de decretar a frase energizada, venha ler o texto a seguir.

É um artigo bastante útil, detalhando pontos importantes da tão atuante e incompreendida (em certos pontos) Lei do Retorno.

O interessante é que a maioria das pessoas acreditam nela, mas essa mesma maioria não lembra dela quando comete algum ato negativo, ou só lembra quando o ato é cometido por terceiros.

Boa leitura e reflexão!
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Tudo retornará
A LEI DO RETORNO

A princípio, é importante esclarecer que a Lei do Retorno, não é um sistema de punitivo. É um equívoco o pensamento de a Lei do Retorno é uma forma de vingança ou punição semelhante as leis do homem. Na verdade, não tem nada a ver com o sentido do sistema jurídico-criminal do homem.

Um outro ponto importante, é que a Lei do Retorno sempre existiu, ou seja, não foi algo que passou a existir no momento em que as religiões modernas lhe deram um nome mais específico. Por isso, cabe salientar que ela não é uma Lei propriedade de uma religião, ela é um fato universal que a espiritualidade atribuiu uma grande importância.

QUAL O PRINCÍPIO-CHAVE DA LEI DO RETORNO?

A Lei retorno, parte do princípio básico de que tudo que você fizer retornará a ti com uma potência mais elevada. Na especificação de religiões mais modernas, seria três vezes maior.

NÃO TÃO TRÊS ASSIM...

Quando o três vezes é citado, não está se referindo a um valor exato e sim a um valor que pode ter excedente como, por exemplo, quando há casas decimais após a vírgula (3, 2O3...).
Essa explicação pode parecer desnecessária, mas não é, pelo fato de que a Lei do Retorno obedece uma outra Lei bastante conhecida, a da ação e reação. Sim, a intensidade da ação é a mesma da reação, porém as influências periféricas (ao redor) e subjetivas são tão relevantes e atuantes a ponto de multiplicar a proporção dessa força retornante.

Generalizadamente, diz-se, assim, que a força retornante é multiplicada por três, mas de uma forma um pouco mais clara (porque ainda não é a exata) é multiplicada por 3, 14. Basicamente o misterioso número pi, usando apenas três casas decimais para simplificar. Essa lógica é apenas para deixar claro, que, além de retorno proporcional, há influentes marginais (periféricos, ao redor) que se agregam.

A LEI DA ATRAÇÃO, ONDE SE INCLUI?

Anteriomente, foram citados os influentes marginais. Eles são, fatalmente, consequentes da atratividade. Ou seja, os agregados que multiplicam a intensidade da força retornante vêm da Lei da Atração, com uma lógica acumulativa. Você atrai energias com vibrações similares as que você emana, elas se envolvem em você, não adiantando tentar anulá-la com boas ações (independente de serem espontâneas ou premeditadas realizadas com mau grado) feitas no futuro, pois a causa de uma ação não anulará o efeito de uma outra ação.

A CONTRADIÇÃO NO EXEMPLO DA "DÍVIDA".

Uma incoerência bastante recorrente quando se debate sobre a Lei do Retorno é fazer analogia com o saldo bancário, exemplo no qual excedemos esse saldo e criamos uma dívida. A diferença entre o total (valor limite + o que foi excedido) e o valor limite seria a "dívida", aquilo que temos que pagar - o dito retorno. Porém, tal exemplo deturpa e causa mais confusão de sentido, pois a devolução, retorno, ou colheita, não tem a mesma ideia de dívida (isso fica bem claro).

Se caso a analogia da dívida fosse uma assertiva madura, o que seriam e como se incluiriam os fatos existentes antes de bater o limite para criar uma dívida? O pago seria apenas o que foi feito depois do limite? Isso não faz sentido quando diante da noção de retorno. Não há um limite a ser batido... e só depois de ser batido que será considerado como parte a ser "paga", isso não procede.
SOBRE O TEMPO DO RETORNO E A SUA DISTRIBUIÇÃO.

É muito comum o ato de acusar a Lei do Retorno de injusta, em muitos casos, pois, geralmente, os indivíduos não percebem a ação dessa Lei Universal e a tratam como algo imediatista, que deve ocorrer de forma bem direta, visível e no minuto após o ato, mas não é bem assim. Reforçando, não é aglo punitivo. É o retorno de um boomerang que você lançou para o Universo. Ocorre para te ensinar e não para uma espécie de vingança, longe disso.

A reação é imediata, porque você a decreta a partir do momento de sua ação, mas a trajetória, o percurso dessa força retornante até você, não necessariamente é curta.

Nesse contexto, faz-se necessário por em pauta a forma de distribuição dessa energia retornável.
Ela pode voltar fragmentada (por partes) ou totalmente em um curto, médio ou longo espaço de tempo. Existem indivíduos que colhem poucos segundos após o momento que plantaram e indivíduos que colhem o que plantaram na próxima vida, por exemplo. Ainda não se tem explicações mais profundas a respeito desse mecanismo, mas pode ter relação com o sistema de probabilidade de contextos propíceis e com a Lei da Atração acumulativa.

Tal formato é, muitas vezes, não aceito pelas pessoas, pois elas, em sua maioria, sentem a necessidade de presenciar e visualizar, de modo bem direto, o "sofrimento" alheio, mas não é assim que a roda gira. A maioria das ações de retorno nas pessoas que você tem desavenças, certamente, você sequer vai perceber (o retorno não é um show feito para você assistir e se sentir justiçado, o retorno é um aprendizado para quem o recebe), porque muitas ocorrem em caráter emocional ou íntimo.

Da mesma forma, é muito recorrente a reclamação sobre a fragmentação da força retornante, pois é considerada uma forma de atenuar, de deixar a energia mais "leve", porém isso não procede. Uma força distribuída de forma extendida costuma ser bem mais difícil de lidar quando comparada com uma que é devolvida totalmente em um único momento.

Também é citável os casos em que um ser humano vive a ação do retorno na sua próxima vida. No caso de uma força negativa (proveniente de um ato negativo da pessoa em uma vida passada), torna-se ainda mais angustiante, pois parece não fazer o menor sentido (como uma impressão de uma reação gratuita, sem motivos), uma vez que a maioria das pessoas desconhece totalmente o contexto de suas vidas passadas. Quem nunca se deparou com aquele cidadão do bem que passa por vários sofrimentos, ou um sofrimento muito forte, e para o olhar de quem não conhece as vidas passadas daquele ser humano parece ser algo injusto? Nesses casos o que podemos fazer é ajudar essa pessoa a passar por essa fase de cabeça erguida e respeitando cada aprendizado que ela proporcionará.

Outro caso muito superficialmente julgado é o dos indivíduos com um alto poder material (riquezas materiais) ou que tem facilidade para acumulá-las e são de uma personalidade esnobe, de superioridade e etc... para o olhar superficial dos telespectadores isso seria injusto, porém são pessoas que, geralmente, são condenadas a uma vida solitária e cercada de pessoas interesseiras e superficiais, um dos piores contextos de vida que se pode ter.
A PERCEPÇÃO HUMANA NA IDENTIFICAÇÃO E LOCALIZAÇÃO DIANTE DA AÇÃO RETORNADA.

Sim, o ser humano tem bastante dificuldade de perceber e localizar o sentido ou causa da ação retornada, porque além de ocorrer vários retornos eles ocorrem em tempos diferentes, sem obedecer a ordem das ações cometidas pela pessoa, o que torna muito difícil a percepção e entendimento total desses ocorridos.

CUIDADO! CARMA E LEI DO RETORNO NÃO SÃO SINÔNIMOS.

Muitos veículos de textos espiritualistas, encaram o Carma e a Lei do Retorno como a mesma coisa, porém isso não procede. Em uma das interpretações espiritualistas, o pesquisador e estudioso do espiritualismo (pessoas que abrangem para si vários pontos de várias religiões) considera o Carma como um espectro, como um conjunto, no qual várias leis universais estão inclusas, como a do retorno, da atração e etc. Tais denominações, por trabalharem com nomenclaturas, exigem uma explicação mais profunda sobre o nome que se deve dar a cada coisa, o que não é o foco desse artigo.

AS ÁREAS DE DEVOLUÇÃO.

Se você acha que um soco que você deu na face de alguém, retornará a ti com um soco em sua face e que a Lei do Retorno segue sempre esse padrão, você está redondamente enganado(a). A força retornante pode vir em uma forma completamente diferente da forma que essa força foi emitida no ato da ação. Esse mecanismo torna a percepção e entendimento da causa (ponto discutido anteriormente) ainda mais difícil.
Existem áreas de devolução, ou seja, áreas em que a reação será aplicada, que não necessariamente são as mesmas em que a ação atuou.

São elas as áreas:
▪Material
▪Físico-corporal
▪Emocional
▪Espiritual

Cada uma tem sua autonomia, mas são absolutamente correlacionadas. Uma ação negativa que você causa na área material de alguém, pode proporcionar uma reação negativa na sua área físico-corporal.

Noentanto, muito vai depender da gravidade e sentido (causa) da ação. Um mal físico-corporal muito grave feito a uma coletividade de pessoas, pode ocasionar uma reação negativa na área emocional ou espiritual de uma forma também mais grave. Hitler, por exemplo, na sua vida posterior a sua morte após o fim da segunda guerra mundial, teve (e ainda deve ter) problemas graves em todas as áreas de devolução.
FALSAS BENEVOLÊNCIAS, ESSE "JEITNHO" NÃO FUNCIONA.

É, sem dúvidas, muito melhor passar um tempo sabático, refletindo para despertar a sua consciência para a importância e o sentido do ato de fazer o bem do que fazer vários "atos de bondade" como moeda de troca para tentar anular um ato negativo que você cometeu (até porque já é sabido que isso não funciona, porque foi esclarecido anteriormente no ponto "A Lei da atração, onde se inclui?").

Tentar fazer boas ações sem o espírito de bondade, de boa vontade, para tentar fugir das responsabilidades de atos negativos do passado, torna-se algo negativo de sentido e isso é péssimo.

AS DUAS VIAS DE RETORNO.

Nesse artigo, por exemplo, muito se foi citada as ações negativas como precursoras de reações negativas, pelo fato de que as elas são, naturalmente, as que mais prendem a atenção e preocupa as pessoas. Entretanto, a Lei do Retorno atua, exatamente e absolutamente, da mesma forma nas ações positivas. Tudo o que foi explicado até então baseia as duas vias de retorno, a via positiva e a via negativa.

Se você fizer o bem, um dia o bem retornará a ti multiplas vezes mais forte. Se você fizer o mal, um dia o mal retonará a ti multiplas vezes mais forte.
Uma minoria de pessoas tem uma boa percepção extrassensorial e uma boa maturidade espiritual, tais pessoas sabem que a Lei do Retorno é inevitável, e de extrema importância para o aprendizado individual, por isso a tratam como um forte princípio em suas vidas.

Cabe a cada um de nós buscarmos esse entendimento, vivendo em nossa própria pele, em nosso próprio emocional, as consequências positivas das nossas benevolências e as consequências negativas das nossas malevolências, assim entendendo as cicatrizes e as carícias da infalível Lei do Retorno.

Postado em:@SenseAtividade
Texto de: Tess

#LeiDoRetorno #Atração #energias
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O que a sua "personalidade pássaro" revela sobre você?
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QUAL PÁSSARO MAIS REPRESENTA A SUA PERSONALIDADE?

Conheça o pássaro que melhor representa a sua personalidade:

Nós amamos testes de personalidade porque eles nos ensinam mais sobre nós mesmos, e agora você pode aprender o que seu pássaro preferido diz sobre sua personalidade. Yasir Osman, da
Leadernomics.com, diz que esse teste de personalidade divide as pessoas em quatro grupos de pássaros, ou seja, a “pomba neutra”, “coruja analítica”, “pavão relacional” e “águia decisiva”. ” Estes grupos de pássaros representam personalidades diferentes. Todos os pássaros têm seus diferentes desejos básicos, necessidades emocionais, fatores de controle e características”.

O que a sua “personalidade pássaro” revela sobre você?

O Teste de personalidade dos 4 pássaros foi criado como uma forma das pessoas se relacionarem facilmente a quatro categorias de personalidade. Como estamos familiarizados com os 4 pássaros usados, pomba, coruja, pavão e águia, podemos relacionar a imagem do animal e os traços de personalidade típicos, que podemos atribuir a cada um. Isso torna mais fácil lembrar seu próprio estilo de personalidade, representado por um pássaro. Representar estilos de personalidade com um dos quatro pássaros também ajuda a imaginar um colega de trabalho, amigo, membro da família ou parceiro romântico como um estilo diferente do seu. Conhecer o estilo de personalidade daqueles ao seu redor ajuda a nos associar melhor a eles, porque podemos ver que têm perspectivas, estratégias e preferências diferentes. Cada tipo de personalidade de pássaro tem uma maneira diferente de lidar com relacionamentos, emoções, comunicação e conflito. Richard M. Stephenson, da
Richardstep.com, criou o teste “baseado no teste de quatro tipos de personalidade original formulado pelo Dr. Gary Couture”.

Podemos facilmente entender os traços de personalidade mais intimamente associados a estes quatro pássaros.

As seguintes características se aplicam aos quatro tipos de personalidade pássaro:

▪Pomba – amante da paz e gentil
▪Coruja – lógica e inteligente
▪Pavão – vistoso e extrovertido
▪Águia – ousada e decisiva

Ferramentas de personalidade como este teste, podem ajudar as pessoas a se tornarem mais conscientes de suas próprias respostas instintivas ao conflito. Um estudo realizado pela Marquette University Law School descobriu que esses tipos de testes de personalidade ajudam as pessoas a entenderem o comportamento dos outros, especialmente quando se trata de negociar conflitos. O conhecimento da personalidade de outra pessoa dá-lhe uma visão de seus pontos fortes e fracos. Também ajuda a aprender sua maneira preferida de tomar decisões, certificar-se de fornecer toda a informação necessária, ajudá-las a gerenciar seus sentimentos sobre as decisões e tentar criar um ambiente de ganho mútuo.‌
Vejamos mais profundamente o que sua personalidade de pássaro revela sobre você:

■Pomba

A pomba tem uma alta inteligência emocional, sendo muito passiva com a comunicação.

●Traços positivos da pomba:

•Paciente
•Doadora
•Confiável
•Introvertida
•Evita riscos
•Respeitosa
•Honesta
•Maleável

●Traços negativos da pomba:

•Dependente de outros
•Previsível
•Obediência cega
•Crédula demais‌

■Coruja

A coruja tem uma alta inteligência lógica, sendo muito passiva com a comunicação.

●Traços positivos da coruja:

•Introvertida
•Calma
•Meticulosa
•Tranquila
•Atenta
•Determinada
•Conservadora
•Detalhista
•Cuidadosa
•Curiosa

●Traços negativos da coruja:

•Desconfiada
•Autocentrada
•Indecisa
•Vingativa
•Não ambiciosa‌

■Pavão

O pavão tem alta inteligência emocional, ao mesmo tempo em que é muito ativo com a comunicação.

●Traços positivos do pavão:

•Falante
•Mente aberta
•Enérgico
•Emocional
•Carismático
•Social
•Entusiasmado
•Aventureiro
•Competitivo

●Traços negativos do pavão:

•Disperso
•Emocional
•Egoísta
•Controlador
•Dominador
•Faminto por poder‌

■Águia

A Águia tem alta inteligência lógica, sendo muito ativa com a comunicação.

●Traços positivos da águia:

•Carismática
•Honesta
•Toma iniciativa
•Independente
•Focada
•Motivada
•Atraente
•Destemida

●Traços negativos da águia:

•Insensata
•Egoísta
•Controversa
•Impaciente
•Teimosa

A águia é o tipo de personalidade mais comum dos quatro pássaros, pouco mais de 29% da população se encaixa com ela.

Postado em: @Psiquenaltas
Por: Luiza Fletcher
Traduzido pela equipe de O Segredo  Fonte: Power of Positivity

#personalidade #pássaro
◇RELIGIÕES NA TERRA◇
Parte: 24
Assunto: Islamismo.
Islamismo, Islão (português europeu) ou islã (português brasileiro) (em árabe: إسلام; transl.: Islām), é uma religião abraâmica monoteísta articulada pelo Alcorão, um texto considerado pelos seus seguidores como a palavra literal de Deus (Alá, em árabe: الله ; transl.: Allāh), e pelos ensinamentos e exemplos normativos (a chamada suna, parte do hádice) de Maomé, considerado pelos fiéis como o último profeta de Deus. Um adepto do islamismo é chamado de muçulmano.

Os muçulmanos acreditam que Deus é único e incomparável e o propósito da existência é adorá-Lo. Eles também acreditam que o islã é a versão completa e universal de uma fé primordial que foi revelada em muitas épocas e lugares anteriores, incluindo por meio de Abraão, Moisés e Jesus, que eles consideram profetas. Os seguidores do islã afirmam que as mensagens e revelações anteriores foram parcialmente alteradas ou corrompidas ao longo do tempo, mas consideram o Alcorão (ou Corão) como uma versão inalterada da revelação final de Deus. Os conceitos e as práticas religiosas incluem os cinco pilares do islã, que são conceitos e atos básicos e obrigatórios de culto, e a prática da lei islâmica, que atinge praticamente todos os aspectos da vida e da sociedade, fornecendo orientação sobre temas variados, como sistema bancário e bem-estar, à guerra e ao meio ambiente.

A maioria dos muçulmanos pertence a uma das duas principais denominações; com 80% a 90% sendo sunitas e 10% a 20% sendo xiitas. Cerca de 13% de muçulmanos vivem na Indonésia, o maior país muçulmano do mundo. 25% vivem no Sul da Ásia, 20% no Oriente Médio, 2% na Ásia Central, 4% nos restantes países do Sudeste Asiático e 15% na África Subsaariana. Comunidades islâmicas significativas também são encontradas na China, na Rússia e em partes da Europa. Comunidades convertidas e de imigrantes são encontradas em quase todas as partes do mundo. Com cerca de 1,41-1,57 bilhão de muçulmanos, compreendendo cerca de 21-23% da população mundial, o islão é a segunda maior religião e uma das que mais crescem no mundo. Contudo, estes dados devem ser aceites com alguma reserva, dado que, por motivos óbvios, não existem estatísticas fiáveis sobre o número de muçulmanos que abandonam a religião .
Etimologia

Islã provem do árabe Islām, que por sua vez deriva da quarta forma verbal da raiz slm, aslama, e significa "submissão (a Alá)". Segundo o arabista e filólogo José Pedro Machado, a palavra "Islão" não teria surgido na língua portuguesa antes de 1843, ano em que aparece no capítulo IX da obra Eurico, o Presbítero, de Alexandre Herculano.

O Islã é descrito em árabe como um "diin", o que significa "modo de vida" e/ou "religião" e possui uma relação etimológica com outras palavras árabes como Salaam ou Shalam (Shalaam / Shalom), que significam "paz".

Muçulmano, por sua vez, deriva da palavra árabe muslim (plural, muslimún), particípio activo do verbo aslama, designando "aquele que se submete". O vocábulo pode ter penetrado no português a partir do castelhano, sendo provável que essa língua o tenha tomado do italiano ou do francês, línguas nas quais o vocábulo surge em 1619 e 1657, respectivamente (no primeiro caso como mossulmani, na obra Viaggi, de Pietro della Valle, e no segundo como mousulmans, na obra Voyages, de Le Gouz de la Boullaye).

Em textos mais antigos, os muçulmanos eram conhecidos como "maometanos", este termo tem vindo a cair em desuso porque implica, incorrectamente, que os muçulmanos adoram Maomé (como, durante alguns séculos, por completo desconhecimento, o Ocidente pensou), o que torna o termo ofensivo para muitos muçulmanos. Durante a Idade Média e, por extensão, nas lendas e narrativas populares cristãs, os muçulmanos eram também designados como sarracenos e também por mouros (embora este último termo designasse mais concretamente os muçulmanos naturais do Magrebe, que se encontravam na Península Ibérica).

Islão pode se referir também ao conjunto de países que seguem esta religião (a jurisprudência islâmica utiliza nesse caso a expressão Dar-al-Islam, "casa do Islão").
História

Maomé (610-632)

Na tradição muçulmana, Maomé (c 570 - 8 de junho de 632) é visto como o último de uma série de profetas principais. Durante os últimos 22 anos de sua vida, começando aos 40 anos, em 610, de acordo para as primeiras biografias restantes, Maomé relatou revelações que ele acreditava serem de Deus, transmitidas a ele através do arcanjo Gabriel (Jibril). O conteúdo dessas revelações, conhecido como o Alcorão, foi memorizado e gravado por seus companheiros.

Durante esta época, Maomé pregava ao povo na cidade de Meca, implorando-los a abandonar o politeísmo e adorar um Deus. Embora alguns tenham se convertido ao Islã, Maomé e seus seguidores foram perseguidos pelas autoridades de Meca. Isso resultou na migração para a Abissínia de alguns muçulmanos (ao Império Axumita). Muitos dos primeiros convertidos ao Islã eram os pobres e ex-escravos como Bilal Ibn Rabah al-Habashi. A elite de Meca acreditava que Maomé iria desestabilizar a ordem social através da pregação de uma religião monoteísta, da igualdade racial e do processo de dar ideias aos pobres e seus escravos.

Depois de 12 anos de perseguição de muçulmanos por os habitantes de Meca, Maomé, sua família e os primeiros muçulmanos realizaram a Hégira ("emigração") para a cidade de Medina (anteriormente conhecida como Iatrebe) em 622. Lá, com os convertidos de Medina (Ansar) e os migrantes de Meca (muhajirun), Maomé estabeleceu sua autoridade política e religiosa. Um Estado foi estabelecido em conformidade com a jurisprudência econômica islâmica. A Constituição de Medina foi formulada, instituindo uma série de direitos e responsabilidades para os muçulmanos, judeus, cristãos e para as comunidades pagãs de Medina, unindo-os dentro de uma comunidade - a Umma.

A Constituição estabeleceu: a segurança da comunidade, a liberdade religiosa, o papel de Medina como um lugar sagrado (com proibição da violência e de armas), a segurança das mulheres, as relações tribais estáveis ​​dentro de Medina, um sistema fiscal para apoiar a comunidade, os parâmetros para alianças políticas exógenas, um sistema de concessão de proteção das pessoas importantes e um sistema judicial para a resolução de litígios em que os não-muçulmanos também poderia usar as suas próprias leis. Todas as tribos assinaram o acordo para defender Medina de todas as ameaças externas e de viver em harmonia entre si. Dentro de alguns anos, duas batalhas foram travadas contra as forças de Meca: a primeira, a Batalha de Badr em 624, foi uma vitória muçulmana, e, em seguida, um ano depois, quando os habitantes de Meca retornaram a Medina, houve a Batalha de Uhud, que terminou de forma inconclusiva.

As tribos árabes no resto da Arábia, em seguida, formaram uma confederação e durante a Batalha da Trincheira sitiaram Medina com a intenção de acabar com o Islã. Em 628, o Tratado de Hudaybiyah foi assinado entre Meca e os muçulmanos e foi quebrado por Meca dois anos depois. Após a assinatura do tratado muito mais pessoas se converteram ao Islã. Ao mesmo tempo, as rotas comerciais de Meca foram cortadas quando Maomé trouxe as tribos do deserto circundantes para o seu controle. Em 629, Maomé foi vitorioso na conquista, quase sem derramamento de sangue, da cidade de Meca, e até ao momento da sua morte, em 632 (com a idade de 62), ele conseguiu unir as tribos da Arábia sob um único sistema político e religioso.
História

Expansão e conflitos civis (632-750)

Com a morte de Maomé, em 632, a discordância eclodiu sobre quem iria sucedê-lo como líder da comunidade muçulmana. Abacar, um companheiro e amigo próximo de Maomé, foi nomeado o primeiro califa. Durante a liderança de Abacar os muçulmanos se expandiram à Síria depois de derrotar uma rebelião de tribos árabes em um episódio conhecido como as guerras Ridda, ou "Guerras de Apostasia". Neste período, o Alcorão foi compilado em um único volume.

A morte de Abacar, em 634, resultou na sucessão de Omar como o califa, seguido por Otomão, Ali e Haçane ibne Ali. Os primeiros califas são conhecidos como al-khulafā' ar-rāshidūn ("califas bem orientados"). No governo deles, o território sob o domínio muçulmano expandiu profundamente em regiões persas e em territórios bizantinos.

Quando Omar foi assassinado pelos persas em 644, a eleição de Otomão como sucessor foi recebida com uma crescente oposição. Cópias padrão do Alcorão também foram distribuídos em todo o Estado islâmico. Em 656, Otomão também foi morto e Ali assumiu o cargo de califa. Após a primeira guerra civil (a "Primeira Fitna"), Ali foi assassinado por carijitas em 661. Após um tratado de paz, Moáuia I chegou ao poder e começou o Califado Omíada.

Estas disputas pela liderança política e religiosa daria origem ao cisma na comunidade muçulmana. A maioria que aceitava a legitimidade dos três governantes antes de Ali ficou conhecida como os sunitas. A minoria discordante, que acreditava que somente Ali e alguns de seus descendentes deviam governar, ficou conhecida como os xiitas.[36] Após a morte de Moáuia em 680, o conflito sobre a sucessão eclodiu novamente em uma guerra civil conhecida como o "Segunda Fitna".

A dinastia Omíada conquistou o Magrebe, a Península Ibérica, a Gália Narbonense e Sinde. As populações locais de judeus e de cristãos nativos eram perseguidas por serem minorias religiosas e os muçulmanos tributavam-nas pesadamente para financiar as guerras bizantino-sassânidas, o que ajudou os muçulmanos a tomarem terras de bizantinos e persas, resultando em conquistas excepcionalmente rápidas. A partir da Constituição de Medina, os judeus e os cristãos continuaram a usar suas próprias leis no Estado islâmico e tinham seus próprios juízes.

Os descendentes do tio de Maomé, Abas, reuniram os convertidos descontentes não-árabes (Mawali), árabes pobres e alguns xiitas contra os omíadas e derrubou a dinastia com a ajuda do general Abu Muslim, o que deu início do Califado Abássida em 750.
Crenças

O islão ensina seis crenças principais:

a crença em um único Deus;

a crença nos anjos, seres criados por Deus;

a crença nos livros sagrados, entre os quais se encontram a Torá, os Salmos e o Evangelho. O Alcorão é o principal e mais completo livro sagrado, constituindo a colectânea dos ensinamentos revelados por Deus ao profeta Maomé;

a crença em vários profetas enviados à humanidade, dos quais Maomé é o último;

a crença no dia do Julgamento Final, no qual as ações de cada pessoa serão avaliadas;

a crença na predestinação: Deus tudo sabe e possui o poder de decidir sobre o que acontece a cada pessoa.
Crenças

Deus

A pedra basilar da fé islâmica é a crença estrita no monoteísmo. Deus é considerado único e sem igual. Cada capítulo do Alcorão (com a exceção de um) começa com a frase "Em nome de Deus, o clemente, o misericordioso". Uma das passagens do Alcorão frequentemente usadas para ilustrar os atributos de Deus é a que se encontra no capítulo (sura) 59: "Ele é Deus e não há outro deus senão Ele, que conhece o invisível e o visível. Ele é o Clemente, o Misericordioso! Ele é Deus e não há outro deus senão Ele. Ele é o Soberano, o Santo, a Paz, o Fiel, o Vigilante, o Poderoso, o Forte, o Grande! Que Deus seja louvado acima dos que os homens lhe associam! Ele é Deus, o Criador, o Inovador, o Formador! Para ele os epítetos mais belos" (59, 22-24).

Os muçulmanos acreditam que a criação de tudo no universo foi pura ordem de Deus, "Seja e por isso é", e que o propósito da existência é adorar a Deus. Ele é visto como um Deus pessoal que responde sempre que uma pessoa está em necessidade ou quando clamam por seu socorro. Não há intermediários, como um clero, para entrar em contato com Deus, que afirma: "Eu sou mais perto dele do que (sua) veia jugular." A reciprocidade é mencionada no hádice: "Eu sou como o meu servo acha (espera) que sou."
Crenças

Os anjos

Os anjos são, segundo o islão, seres criados por Deus a partir da luz. Não possuem livre arbítrio, dedicando-se apenas a obedecer a Deus e a louvar o seu nome. Maomé nada disse sobre o sexo dos anjos, mas rejeitou a crença dos habitantes de Meca, de acordo com a qual eles seriam os filhos de Deus. Desempenham vários papéis, entre os quais o anúncio da revelação divina aos profetas; protegem os seres humanos e registram todas as suas ações. O anjo mais famoso é Gabriel, que foi o intermediário entre Deus e o profeta.

Para além dos anjos, o islamismo reconhece a existência dos jinnis, espíritos que habitam o mundo natural e que podem influenciar os acontecimentos. Ao contrário dos anjos, os jinnis possuem vontade própria; alguns são bons, mas de uma forma geral são maus. Um desses espíritos maus é Iblis (Azazel), também ele um jinn, segundo a crença islâmica, que desobedeceu a Deus e dedica-se a praticar o mal.