Em sânscrito, a palavra mantra significa “instrumento para o pensamento [adequado]” (man = pensamento, mente; tra = instrumento). Basicamente, é um som que tem um significado e tem como objetivo lembrar algo importante para o praticante.
Os mantras têm a capacidade de servir como foco para que a mente se concentre. Ela tem a sua própria agenda e dificilmente pode ser controlada. Se você percebe essa dificuldade na sua meditação, respire aliviado: acontece com todo mundo e significa que sua mente é totalmente normal. Seu trabalho durante o mantra consiste justamente em voltar incessantemente a sua atenção para o som do mantra e refletir sobre seu significado. Isso traz como conseqüência o aquietamento. Essa paz mental não é um fim em si mesmo, mas um meio para conseguir o discernimento, para preparar-se para a libertação, moksha. Na tradição hindu, os mantras são considerados Shruti, revelação. Isso significa que não foram criados por um autor humano, mas percebidos em estado de meditação pelos sábios da antigüidade, chamados rishis. Esses sons descrevem as diferentes revelações que estes sábios tiveram, e servem como indicadores para orientar os humanos em direção ao autoconhecimento. Por exemplo, os mahavakyas, as grandes afirmações da tradição dizem: aham Brahma’smi, “eu sou a Consciência do universo”, tat tvam asi, “tu és Isso (Brahman)”, etc.
A língua sânscrita é considerada uma língua revelada, portanto sagrada, assim como o aramaico, o hebraico ou o latim são para a religião judaico-cristã. Como língua, o sânscrito tem a virtude de conseguir comunicar nuanças de significados muito sutis, e sua vibração sonora produz efeitos não somente na mente mas também, por ressonância, nos corpos energético e material.
Os mantras têm a capacidade de servir como foco para que a mente se concentre. Ela tem a sua própria agenda e dificilmente pode ser controlada. Se você percebe essa dificuldade na sua meditação, respire aliviado: acontece com todo mundo e significa que sua mente é totalmente normal. Seu trabalho durante o mantra consiste justamente em voltar incessantemente a sua atenção para o som do mantra e refletir sobre seu significado. Isso traz como conseqüência o aquietamento. Essa paz mental não é um fim em si mesmo, mas um meio para conseguir o discernimento, para preparar-se para a libertação, moksha. Na tradição hindu, os mantras são considerados Shruti, revelação. Isso significa que não foram criados por um autor humano, mas percebidos em estado de meditação pelos sábios da antigüidade, chamados rishis. Esses sons descrevem as diferentes revelações que estes sábios tiveram, e servem como indicadores para orientar os humanos em direção ao autoconhecimento. Por exemplo, os mahavakyas, as grandes afirmações da tradição dizem: aham Brahma’smi, “eu sou a Consciência do universo”, tat tvam asi, “tu és Isso (Brahman)”, etc.
A língua sânscrita é considerada uma língua revelada, portanto sagrada, assim como o aramaico, o hebraico ou o latim são para a religião judaico-cristã. Como língua, o sânscrito tem a virtude de conseguir comunicar nuanças de significados muito sutis, e sua vibração sonora produz efeitos não somente na mente mas também, por ressonância, nos corpos energético e material.
Os mantras além de grandes purificadores, são capazes de diminuir a ansiedade e as tensões que carregamos, substituindo a inquietude da mente pela alegria e paz interior. Entoar mantras é uma forma incrível de atingir o estado meditativo. São Sons sagrados que ajudam que ajudam a expandir sua consciência são palavras de poder, palavras sagradas que devem ser usadas com propriedade e consciência.
Como entoar mantras? Há três formas de entoar um mantra: Em voz alta, sussurrando e mentalmente. Mas não adianta ficar rezando ou entoando um mantra com o pensamento em outra coisa, ausente ou disperso. É de extrema importância conectar-se consigo mesmo e estar presente, para ativar a ligação energética que existe em cada mantra.
Aliás, se você perceber que está perdendo a concentração e se distraindo, é aconselhado mudar de técnica. Por exemplo, se estiver entoando o mantra mentalmente, passe para a verbalização ou vice-versa.
Dica:
- Entoe o mantra durante um tempo mínimo de três minutos;
- A poder do mantra está na entonação correta, na mentalização adequada e no sentimento de gratidão pelo momento vivenciado.
Aliás, se você perceber que está perdendo a concentração e se distraindo, é aconselhado mudar de técnica. Por exemplo, se estiver entoando o mantra mentalmente, passe para a verbalização ou vice-versa.
Dica:
- Entoe o mantra durante um tempo mínimo de três minutos;
- A poder do mantra está na entonação correta, na mentalização adequada e no sentimento de gratidão pelo momento vivenciado.
Benefícios dos Mantras. - Aumento da Energia Vital;
- Auxilia na evolução espiritual;
- Aumento da concentração, atenção e a consciência;
- Ajuda a reduzir preocupações, medos e ansiedades;
- Melhora a saúde mental e física;
- Conexão com o eu interior.
Falando agora do ponto de vista fisiológico, os harmônicos vocais, criam mudanças em nossos batimentos cardíacos, em nossa respiração e nas ondas cerebrais no momento em que entoamos um mantra. Isso causa uma alteração da consciência e faz com fiquemos mais receptivos às viagens espirituais.
- Auxilia na evolução espiritual;
- Aumento da concentração, atenção e a consciência;
- Ajuda a reduzir preocupações, medos e ansiedades;
- Melhora a saúde mental e física;
- Conexão com o eu interior.
Falando agora do ponto de vista fisiológico, os harmônicos vocais, criam mudanças em nossos batimentos cardíacos, em nossa respiração e nas ondas cerebrais no momento em que entoamos um mantra. Isso causa uma alteração da consciência e faz com fiquemos mais receptivos às viagens espirituais.
7 Mantras para meditar e seus significados. 1- Mantra Om
O mantra Om é o mais conhecido de todos, e também o mais poderoso, ele está associado à origem do Universo, "e no princípio era o verbo e o verbo era Deus". O mantra Om está em todos e em tudo, é conhecido como "white sound" ou "som branco" pelos físicos.
Conforme o professor Hermógenes explica em seu livro "O que é Yoga"... "A eficácia psicoterapêutica do Om é considerada sem limites."
Dica: Ao repetir o mantra Om, sinta a energia criadora divina que mora também em seu coração.
2- Mantra Om Gum Ganapatye Namaha
Para a remoção de obstáculos e prosperidade.
3- Om Mani Padme Hum
Esse mantra significa: “Da lama nasce a flor de lótus”, ou seja, nas maiores dificuldades encontramos oportunidades preciosas. É um dos mantras mais praticados no mundo, pois harmoniza os Chákras.
4- Om Shanti Om
Mantra da paz do Hinduísmo, se repetido várias vezes pode-se obter um estado de relaxamento profundo e paz interior.
5- Om Klim Krishnaya Namah
Mantra para paz, coragem e poder.
6- Almanah Mare Ãlbeha Arehail
Mantra para proteção.
7- Ram Yam Kam
Mantra para equilibrar as energias do ambiente.
O mantra Om é o mais conhecido de todos, e também o mais poderoso, ele está associado à origem do Universo, "e no princípio era o verbo e o verbo era Deus". O mantra Om está em todos e em tudo, é conhecido como "white sound" ou "som branco" pelos físicos.
Conforme o professor Hermógenes explica em seu livro "O que é Yoga"... "A eficácia psicoterapêutica do Om é considerada sem limites."
Dica: Ao repetir o mantra Om, sinta a energia criadora divina que mora também em seu coração.
2- Mantra Om Gum Ganapatye Namaha
Para a remoção de obstáculos e prosperidade.
3- Om Mani Padme Hum
Esse mantra significa: “Da lama nasce a flor de lótus”, ou seja, nas maiores dificuldades encontramos oportunidades preciosas. É um dos mantras mais praticados no mundo, pois harmoniza os Chákras.
4- Om Shanti Om
Mantra da paz do Hinduísmo, se repetido várias vezes pode-se obter um estado de relaxamento profundo e paz interior.
5- Om Klim Krishnaya Namah
Mantra para paz, coragem e poder.
6- Almanah Mare Ãlbeha Arehail
Mantra para proteção.
7- Ram Yam Kam
Mantra para equilibrar as energias do ambiente.
◇RELIGIÕES NA TERRA◇
Parte: 7.
Assunto: Vixnuísmo ou Vaishnavismo.
Parte: 7.
Assunto: Vixnuísmo ou Vaishnavismo.
VIXNUÍSMO
O vixnuísmo ou vaishnavismo (sânscrito : वैष्णव धर्म, vaishnava dharma) é uma tradição do hinduísmo, que se distingue de outras escolas por sua adoração a Krishna e suas extensões (Rama e Vishnu), o reconhecendo como Deus.
Seus conhecimentos e práticas baseiam-se em grandes textos nos Upanishads, no Bhagavad Gita, [[Padma Purana],
Os seguidores do vaishnavismo são referidos como vaishnavas, vaishnavitas ou vishnuítas. Embora a maior parte dos vaishnavas esteja presente na Índia, a crença tem aumentado significativamente em número de seguidores fora da Índia no último século, principalmente a partir da expansão geográfica do Movimento Hare Krishna, fundado em Nova York no ano de 1966 por Bhaktivedanta Swami.
Sampradayas vaishnavas
Dentro do vaishnavismo há quatro grandes linhagens de sucessão discipular (sampradayas), cada qual representada por uma personalidade védica específica.
Cada sampradaya tem peculiaridades na abordagem filosófica sobre a relação entre a alma (jiva) e Deus, além de diferenças sutis de culto e estilo de vida, embora a maioria das crenças fundamentais sejam compartilhadas.
As linhagens vaishnavassão:
Lakshmi-sampradaya: linhagem originada por Lakshmi, a deusa da fortuna e esposa de Vishnu. Tem como filosofia o sistema Vishishtadvaita ("não-dualismo qualificado"), defendido por Ramanujacharya
Brahma-sampradaya: linhagem originada por Brahma; segue a filosofia dvaita("dualismo puro"), defendida por Madhvacharya; e a filosofia Achitnya Bheda abheda ("inconcebível dualismo não-dualista"), defendida por Caitanya Mahaprabhu.
Kumara-sampradaya: linhagem originada pelos quatro Kumaras, segue a filosofia Dvaitadvaita ("dualismo não-dualista" ou "dualidade na unidade"), cujo principal pregador foi Nimbarka.
Rudra-sampradaya: linhagem originada por Shiva, preconiza o sistema filosófico Shuddhadvaita ("não-dualismo puro"), defendido por Vishnuswami e Vallabhacharya.
Existem ainda os ramos asampradaya, ou seja, tradições espirituais não-ortodoxas, que não se enquadram em nenhuma das sampradayas acima mencionadas. Destacam-se nesta categoria: o Movimento Ramanandi (iniciado no século XIV, com influência sobre Tulsidas e Kabir), o Mahapuruxiya Dharma (século XV), a Vaishnava-sahajiya (ligada ao Tantra) e a Fé Swaminarayan (século XIX).
O vixnuísmo ou vaishnavismo (sânscrito : वैष्णव धर्म, vaishnava dharma) é uma tradição do hinduísmo, que se distingue de outras escolas por sua adoração a Krishna e suas extensões (Rama e Vishnu), o reconhecendo como Deus.
Seus conhecimentos e práticas baseiam-se em grandes textos nos Upanishads, no Bhagavad Gita, [[Padma Purana],
Os seguidores do vaishnavismo são referidos como vaishnavas, vaishnavitas ou vishnuítas. Embora a maior parte dos vaishnavas esteja presente na Índia, a crença tem aumentado significativamente em número de seguidores fora da Índia no último século, principalmente a partir da expansão geográfica do Movimento Hare Krishna, fundado em Nova York no ano de 1966 por Bhaktivedanta Swami.
Sampradayas vaishnavas
Dentro do vaishnavismo há quatro grandes linhagens de sucessão discipular (sampradayas), cada qual representada por uma personalidade védica específica.
Cada sampradaya tem peculiaridades na abordagem filosófica sobre a relação entre a alma (jiva) e Deus, além de diferenças sutis de culto e estilo de vida, embora a maioria das crenças fundamentais sejam compartilhadas.
As linhagens vaishnavassão:
Lakshmi-sampradaya: linhagem originada por Lakshmi, a deusa da fortuna e esposa de Vishnu. Tem como filosofia o sistema Vishishtadvaita ("não-dualismo qualificado"), defendido por Ramanujacharya
Brahma-sampradaya: linhagem originada por Brahma; segue a filosofia dvaita("dualismo puro"), defendida por Madhvacharya; e a filosofia Achitnya Bheda abheda ("inconcebível dualismo não-dualista"), defendida por Caitanya Mahaprabhu.
Kumara-sampradaya: linhagem originada pelos quatro Kumaras, segue a filosofia Dvaitadvaita ("dualismo não-dualista" ou "dualidade na unidade"), cujo principal pregador foi Nimbarka.
Rudra-sampradaya: linhagem originada por Shiva, preconiza o sistema filosófico Shuddhadvaita ("não-dualismo puro"), defendido por Vishnuswami e Vallabhacharya.
Existem ainda os ramos asampradaya, ou seja, tradições espirituais não-ortodoxas, que não se enquadram em nenhuma das sampradayas acima mencionadas. Destacam-se nesta categoria: o Movimento Ramanandi (iniciado no século XIV, com influência sobre Tulsidas e Kabir), o Mahapuruxiya Dharma (século XV), a Vaishnava-sahajiya (ligada ao Tantra) e a Fé Swaminarayan (século XIX).
◇RELIGIÕES NA TERRA◇
Parte: 8
Assunto: Israelitas Negros.
Parte: 8
Assunto: Israelitas Negros.
Para quem pensa que para não ser discriminado entre os judeus basta ser judeu infelizmente temos que dizer que não é bem assim. Os chamados Israelitas Negros ou hebreus negros são judeus que possuem ascendência africana e que sofrem continuamente com a discriminação pelo fato de haver uma ideia pré-estabelecida que todos os judeus tem ascendência europeia.
Esse grupo tem a crença de que são descendentes dos antigos Israelitas e hoje em dia estão concentrados em maior número nos Estados Unidos. O grupos segue em níveis diferentes os preceitos do judaísmo, devemos observar que esses grupos tendem a apresentar graus diferentes de religiosidade. A cor da pele é motivo para esses Israelitas sejam discriminados pela comunidade judaica tradicional.
Esse grupo tem a crença de que são descendentes dos antigos Israelitas e hoje em dia estão concentrados em maior número nos Estados Unidos. O grupos segue em níveis diferentes os preceitos do judaísmo, devemos observar que esses grupos tendem a apresentar graus diferentes de religiosidade. A cor da pele é motivo para esses Israelitas sejam discriminados pela comunidade judaica tradicional.
O Crescimento no Final do Século XIX
Grupos de Israelitas Negros com muitos indivíduos surgiram especialmente no final do século XIX e começo do século XX. Para se ter uma ideia na década de 1980 a quantidade desses israelistas ficava entre 25 e 40 mil nos Estados Unidos, número que saltou para mais de 200 mil no começo dos anos 2000.
Os principais grupos dentro do grupo geral de Israelitas Negros são: Israelitas hebreus africanos de Jerusalém; Igreja de Deus e dos Santos de Cristo e Observadores do Mandamento. Como dissemos acima existem algumas diferenças entre os grupos dentro do grupo geral desses Israelitas com ascendência afro.
Grupos de Israelitas Negros com muitos indivíduos surgiram especialmente no final do século XIX e começo do século XX. Para se ter uma ideia na década de 1980 a quantidade desses israelistas ficava entre 25 e 40 mil nos Estados Unidos, número que saltou para mais de 200 mil no começo dos anos 2000.
Os principais grupos dentro do grupo geral de Israelitas Negros são: Israelitas hebreus africanos de Jerusalém; Igreja de Deus e dos Santos de Cristo e Observadores do Mandamento. Como dissemos acima existem algumas diferenças entre os grupos dentro do grupo geral desses Israelitas com ascendência afro.
Embate Entre Judeus Brancos e Judeus Negros
Existem inúmeros conflitos entre diferentes etnias, motivadas por questões raciais, e nem mesmo o campo da religião escapa desses embates. Para quem conhece, mesmo que superficialmente, os conflitos entre Israel e Palestina sabe que a minoria de árabes que vive na região não tem vida fácil devido a intensa discriminação que sofre por não ser judeu.
Mas, para quem pensa que para ser aceito e bem tratado em Israel basta ser judeu está enganado. Os judeus negros sofrem intensa discriminação por parte dos próprios judeus. Muitos alegam que são tratados como árabes inclusive tendo suas manifestações reprimidas com o mesmo grau de violência atribuída aos palestinianos.
Sendo assim outro conflito ganha contornos dentro dessa região, aquele entre os judeus de origem europeia e os judeus de origem etíope. Os Israelitas Negros por sua vez também fomentam o conflito a partir de crenças discriminatórias em que apresentam os judeus brancos como a personificação do mal e os de descendência africana como os únicos judeus legítimos
Existem inúmeros conflitos entre diferentes etnias, motivadas por questões raciais, e nem mesmo o campo da religião escapa desses embates. Para quem conhece, mesmo que superficialmente, os conflitos entre Israel e Palestina sabe que a minoria de árabes que vive na região não tem vida fácil devido a intensa discriminação que sofre por não ser judeu.
Mas, para quem pensa que para ser aceito e bem tratado em Israel basta ser judeu está enganado. Os judeus negros sofrem intensa discriminação por parte dos próprios judeus. Muitos alegam que são tratados como árabes inclusive tendo suas manifestações reprimidas com o mesmo grau de violência atribuída aos palestinianos.
Sendo assim outro conflito ganha contornos dentro dessa região, aquele entre os judeus de origem europeia e os judeus de origem etíope. Os Israelitas Negros por sua vez também fomentam o conflito a partir de crenças discriminatórias em que apresentam os judeus brancos como a personificação do mal e os de descendência africana como os únicos judeus legítimos
Os Judeus de Origem Etíope
A grande dificuldade de relacionamento entre os judeus brancos e os judeus negros reside numa das questões mais antigas e mais perturbadoras da humanidade, o racismo. Uma pessoa discriminar outra pela sua cor ao mesmo tempo que parece difícil de compreender com toda a evolução do mundo ainda é um assunto que não está resolvido.
O estado de Israel é judeu e devido a isso era de se esperar que os Israelitas Negros seriam respeitados pelo simples fatos de serem judeus também, contudo, a realidade não é essa. Mesmo quando assumem postos de comando como na polícia ou como carcereiros em prisões ainda são desrespeitados e destituídos de seu poder. A grande questão que se apresenta é a do racismo.
A grande dificuldade de relacionamento entre os judeus brancos e os judeus negros reside numa das questões mais antigas e mais perturbadoras da humanidade, o racismo. Uma pessoa discriminar outra pela sua cor ao mesmo tempo que parece difícil de compreender com toda a evolução do mundo ainda é um assunto que não está resolvido.
O estado de Israel é judeu e devido a isso era de se esperar que os Israelitas Negros seriam respeitados pelo simples fatos de serem judeus também, contudo, a realidade não é essa. Mesmo quando assumem postos de comando como na polícia ou como carcereiros em prisões ainda são desrespeitados e destituídos de seu poder. A grande questão que se apresenta é a do racismo.
O Que Significa ser um Judeu Negro em Israel?
Pessoas que tem a pele minimamente morena e que moram em Israel sofrem com a discriminação que impõem não somente a segregação social, mas também situações limite em que ocorrem espancamentos pela polícia e a presunção de que sua fé é menos relevante e forte que a dos demais judeus de origem europeia. Muitos judeus de origem etíope descrevem que são tratados como se fossem árabes, isso no território de Israel significa sofrer com intensa discriminação
Pessoas que tem a pele minimamente morena e que moram em Israel sofrem com a discriminação que impõem não somente a segregação social, mas também situações limite em que ocorrem espancamentos pela polícia e a presunção de que sua fé é menos relevante e forte que a dos demais judeus de origem europeia. Muitos judeus de origem etíope descrevem que são tratados como se fossem árabes, isso no território de Israel significa sofrer com intensa discriminação
Curiosidade – Seriam os Verdadeiros Hebreus Negros?
O motivo pelo qual o grupo de Israelitas Negros se consideram descendentes dos hebreus é pelo fato de que existem teorias que atribuem a pele negra para esse povo. De acordo com essas teorias a forma como os hebreus que escaparam da escravidão no Egito e foram liderados por Moisés é retratada atualmente é errônea uma vez que se trataria de um povo de origem negra e não branca.
O motivo pelo qual o grupo de Israelitas Negros se consideram descendentes dos hebreus é pelo fato de que existem teorias que atribuem a pele negra para esse povo. De acordo com essas teorias a forma como os hebreus que escaparam da escravidão no Egito e foram liderados por Moisés é retratada atualmente é errônea uma vez que se trataria de um povo de origem negra e não branca.
Manchas Brancas
Moisés seria também um homem negro que para ter a prova do poder de Deus teria visto a palma de sua mão se tornar branca como neve (leprosa) em contraposição a cor de sua pele, negra. Os egípcios que também são retratados como brancos na verdade seriam negros como as populações de outros pontos do continente africano. Teria sido a posterior miscigenação com romanos e gregos que teria resultado nas diferenças de aparência entre os egípcios e os demais africanos.
Essas teorias tem sustentação em passagens da Bíblia e a forma como os dois povos eram retratados e descritos em registros históricos. De acordo com uma passagem da Bíblia a irmã de Moisés, Miryahm teria sido castigada por Deus por ter falado contra o próprio irmão tendo a sua pele manchada pela lepra que é referida nesses trechos como máculas brancas que ganham grande destaque em sua pele, que para os defensores da ideia seria negra.
Moisés seria também um homem negro que para ter a prova do poder de Deus teria visto a palma de sua mão se tornar branca como neve (leprosa) em contraposição a cor de sua pele, negra. Os egípcios que também são retratados como brancos na verdade seriam negros como as populações de outros pontos do continente africano. Teria sido a posterior miscigenação com romanos e gregos que teria resultado nas diferenças de aparência entre os egípcios e os demais africanos.
Essas teorias tem sustentação em passagens da Bíblia e a forma como os dois povos eram retratados e descritos em registros históricos. De acordo com uma passagem da Bíblia a irmã de Moisés, Miryahm teria sido castigada por Deus por ter falado contra o próprio irmão tendo a sua pele manchada pela lepra que é referida nesses trechos como máculas brancas que ganham grande destaque em sua pele, que para os defensores da ideia seria negra.
Jesus Seria Negro?
Nessas teorias de que os verdadeiros hebreus eram negros também é citada a possibilidade de que Jesus não teria a aparência com que sempre é retratado. De acordo com alguns historiadores que defendem essas teorias seria impossível que Jesus tivesse a pele e olhos claros como é representado.
O reforço dessas teorias pode ser dado por algumas imagens e obras de arte espalhadas pelo mundo que retratam Jesus como sendo um homem de pele bastante escura e cabelos crespos. Um exemplo é um afresco encontrado no teto de uma capela de Lucina presente na Catacumba de Callxtus em Roma em que Jesus é retratado como um homem negro.
O desvio da real cor da pele de tão importantes personagens bíblicos teria ocorrido por conflitos posteriores entre povos brancos e povos negros. Se os hebreus eram ou não negros não há como comprovar. O que sabemos é que a fé não deve ser um motivo de separação ou geração de conflitos independentemente da cor da pele.
Fonte: http://bit.ly/2vTpeFx
Nessas teorias de que os verdadeiros hebreus eram negros também é citada a possibilidade de que Jesus não teria a aparência com que sempre é retratado. De acordo com alguns historiadores que defendem essas teorias seria impossível que Jesus tivesse a pele e olhos claros como é representado.
O reforço dessas teorias pode ser dado por algumas imagens e obras de arte espalhadas pelo mundo que retratam Jesus como sendo um homem de pele bastante escura e cabelos crespos. Um exemplo é um afresco encontrado no teto de uma capela de Lucina presente na Catacumba de Callxtus em Roma em que Jesus é retratado como um homem negro.
O desvio da real cor da pele de tão importantes personagens bíblicos teria ocorrido por conflitos posteriores entre povos brancos e povos negros. Se os hebreus eram ou não negros não há como comprovar. O que sabemos é que a fé não deve ser um motivo de separação ou geração de conflitos independentemente da cor da pele.
Fonte: http://bit.ly/2vTpeFx
◇RELIGIÕES NA TERRA◇
Parte: 9
Assunto: Igreja Messiânica.
Parte: 9
Assunto: Igreja Messiânica.
A Igreja Messiânica Mundial foi fundada no Japão em 1º de janeiro de 1935 por Mokiti Okada, chamado pelos messiânicos Meishu-Sama, que, em português, significa “Senhor da Luz”. No Brasil, a Igreja foi introduzida em junho de 1955 e, atualmente, possui 509 unidades denominadas Johrei Centers, com cerca de dois milhões e meio de messiânicos entre ministrantes de Johrei e simpatizantes, e filiais em mais de 70 países.
O objetivo principal da Igreja Messiânica é a construção do Paraíso Terrestre – um mundo isento de doença, miséria e conflito – criando e difundindo uma civilização religiosa que se desenvolva lado a lado com o progresso material. Tem no Johrei o seu principal instrumento de difusão religiosa e atua em áreas distintas como arte, educação, cultura e meio ambiente.
Para a concretização do Mundo Ideal, onde haja Verdade-Bem-Belo, os messiânicos se empenham para fazer sempre o melhor, difundindo e trabalhando incansavelmente na busca do equilíbrio de cada indivíduo, por meio do Johrei, cultos, palestras e trabalhos voluntários.
Mais do que uma simples religião, a Igreja Messiânica acredita no seu papel de ultrarreligião devido às suas várias atividades realizadas em parcerias com instituições que desenvolvem trabalhos embasados nos ensinamentos de Meishu-Sama. São eles: Fundação Mokiti Okada; Centro de Pesquisa Mokiti Okada; Ikebana Sanguetsu; Faculdade Messiânica; Korin Agropecuária Ltda.; Korin Meio Ambiente; Korin Construtora Novo Mundo e Korin Alimentação.
Meishu-Sama, seguindo o exemplo da natureza, em que tudo se desenvolve a partir de uma pequena forma ou de um pequeno modelo, iniciou, em 1945, no Japão, a construção de protótipos do Paraíso Terrestre os quais chamou de Solos Sagrados. No Brasil, possuímos um Solo Sagrado localizado em São Paulo, às margens da represa de Guarapiranga (www.solosagrado.org.br). Inaugurado em 1995, é considerado um dos maiores e mais belos parques de contemplação da natureza existentes no País, sendo frequentado por pessoas de diversas instituições públicas, privadas e religiosas.
O objetivo principal da Igreja Messiânica é a construção do Paraíso Terrestre – um mundo isento de doença, miséria e conflito – criando e difundindo uma civilização religiosa que se desenvolva lado a lado com o progresso material. Tem no Johrei o seu principal instrumento de difusão religiosa e atua em áreas distintas como arte, educação, cultura e meio ambiente.
Para a concretização do Mundo Ideal, onde haja Verdade-Bem-Belo, os messiânicos se empenham para fazer sempre o melhor, difundindo e trabalhando incansavelmente na busca do equilíbrio de cada indivíduo, por meio do Johrei, cultos, palestras e trabalhos voluntários.
Mais do que uma simples religião, a Igreja Messiânica acredita no seu papel de ultrarreligião devido às suas várias atividades realizadas em parcerias com instituições que desenvolvem trabalhos embasados nos ensinamentos de Meishu-Sama. São eles: Fundação Mokiti Okada; Centro de Pesquisa Mokiti Okada; Ikebana Sanguetsu; Faculdade Messiânica; Korin Agropecuária Ltda.; Korin Meio Ambiente; Korin Construtora Novo Mundo e Korin Alimentação.
Meishu-Sama, seguindo o exemplo da natureza, em que tudo se desenvolve a partir de uma pequena forma ou de um pequeno modelo, iniciou, em 1945, no Japão, a construção de protótipos do Paraíso Terrestre os quais chamou de Solos Sagrados. No Brasil, possuímos um Solo Sagrado localizado em São Paulo, às margens da represa de Guarapiranga (www.solosagrado.org.br). Inaugurado em 1995, é considerado um dos maiores e mais belos parques de contemplação da natureza existentes no País, sendo frequentado por pessoas de diversas instituições públicas, privadas e religiosas.