《Sense Atividade》
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Espiritualidade, atendimentos em cartomancia, esoterismo, astrologia, mediunidade, quântica, filosofia de vida e etc.

Nascido em 27 de janeiro de 2017.

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Vanessa
Maria T
Filipe Albani

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Teologia da Prosperidade

O ensino da Teologia da Prosperidade é por vezes criticada como materialismo disfarçado de teologia, com fórmulas simplistas, com base nesta última crítica, o evangelho da prosperidade é às vezes pejorativamente conhecido como "Diga o que quer e reivindique" (em inglês "Name-It-Claim-It"). Muitas vezes essa doutrina é considerada por alguns dentro da comunidade cristã como antítese ao ensinamento bíblico tradicional, e, mais genericamente como exploração de seus adeptos, com excessos financeiros e falta de transparência financeira na sua liderança. Os críticos argumentam que a Bíblia condena a busca de riquezas, e que a acumulação de bens materiais não serve ao propósito do Evangelho. Além disso, alguns comentaristas, como Robert Lowery também argumentam que o próprio Jesus não viveu ou procurou o que seria considerado uma vida de "prosperidade".

Críticos proeminentes dentro do próprio prostestantismo incluem o pastor e escritor Rick Warren, o teólogo reformado John Piper, e o ministro pentecostal Donnie Swaggart. O caso mais famoso de um crítico é o de Tammy Faye Bakkers, proprietário do PTL Club ministry (uma série televangelista), inicialmente defensor da teologia da Prosperidade foi preso por fraude, e em seguida, detalhou sua renúncia a essa teologia, dizendo que estava errado, em seu livro: I Was Wrong: The Untold Story of the Shocking Journey from PTL Power to Prison and Beyond. O jornalista Hanna Rosin argumenta que os milhões de adeptos do evangelho da prosperidade podem ter influenciado o problema no mercado imobiliário, que causou a crise econômica de 2008-2009, por ignorar fatores como salários por hora e extrato de conta bancária, bem como causa e efeito, e um cálculo prudente dos gastos oferecidos,, em favor de "milagres financeiros e a ideia de que o dinheiro é uma substância mágica que vem como um dom do alto".
Igreja Universal do Reino de Deus

A Igreja Universal do Reino de Deus é uma igreja neopentecostal que surgiu na década de 1970 no Brasil. Em 1992, Edir Macedo foi preso após o Ministério Público denunciar o líder da Universal por "delitos de charlatanismo, estelionato e lesão à crendice popular". Após ficar 15 dias detido, Macedo foi solto e livrou-se das acusações. A Rede Globo apresentou em 1995 uma reportagem na qual Edir Macedo ensinava pastores a convencer fiéis a doar dinheiro para a Igreja Universal.

Em 12 de outubro de 1995, data em que os católicos celebram Nossa Senhora Aparecida, o então bispo da Igreja Universal Sérgio Von Helde chutou e deu socos em uma imagem da santa, durante os programas "Despertar da Fé" e "Palavra da Vida", da Rede Record. Von Helde foi indiciado na Justiça por ofensa à fé alheia.

Com base em uma denúncia do então deputado estadual de São Paulo Afanásio Jazadji, a Polícia Federal abriu em 2007 investigação contra Macedo pela suposta prática de crimes de falsidade ideológica, contra a fé pública, sonegação fiscal e lavagem de dinheiro. Em 2009, a Justiça brasileira aceitou denúncia do Ministério Público Federal paulista contra o fundador e líder da Igreja Universal do Reino de Deus, Edir Macedo, e mais nove integrantes dessa entidade religiosa, pelas acusações de formação de quadrilha e de lavagem de dinheiro. Segundo a investigação, ao menos 50 empresas como emissoras de rádio e TV (em especial, a Rede Record), gráficas e agências de turismo controladas direta ou indiretamente por integrantes da Igreja Universal são beneficiadas por doações feitas por fiéis em todo o país. Pela maneira de como eles exploram os pobres, a IURD foi excluída da Aliança Evangélica Portuguesa em 1992.

Desde 1995 a Federação de Entidades Religiosas Evangélicas da Espanha (Ferede) não reconhece a IURD como igreja evangélica. Em 1997, a Câmara dos Representantes da Bélgica descreveu a Universal como uma "associação criminosa, cujo único objetivo é o enriquecimento", "uma forma extrema de mercantilismo da fé ", cujas "atividades na Bélgica pode ser apenas uma fachada para ocultar atividades ilegais"; em Luxemburgo, "são talvez um sinal de que a organização está também envolvida em lavagem de dinheiro".

Outra polêmica também é o apoio de Edir Macedo ao aborto, ao qual ele se mantém favorável, assim como a Rede Record.

Fonte: http://bit.ly/2hVNroz
◇RELIGIÕES NA TERRA◇
Parte: 20
Assunto: Nestorianismo.
O nestorianismo é uma doutrina cristológica proposta por Nestório, Patriarca de Constantinopla (428–431). A doutrina, que foi formada durante os estudos de Nestório sob Teodoro de Mopsuéstia na Escola de Antioquia, enfatiza a desunião entre as naturezas humana e divina de Jesus. Os ensinamentos de Nestório o colocaram em conflito com alguns dos mais proeminentes líderes da igreja antiga, principalmente Cirilo de Alexandria, que criticou-o particularmente por negar o título Theotokos ("Mãe de Deus") para a Virgem Maria. Nestório e seus ensinamentos foram condenados como heréticos no Primeiro Concílio de Éfeso em 431 e no Concílio de Calcedônia em 451, o que acabou por provocar o cisma nestoriano, no qual as igrejas que apoiavam Nestório deixaram o corpo da Igreja.

Porém, o crescimento da Igreja do Oriente no século VII e nos seguintes espalhou o nestorianismo por toda a Ásia. Há que se distinguir porém que nem todas as igrejas afiliadas com a Igreja do Oriente parecem ter seguido a cristologia nestoriana. A Igreja Assíria do Oriente, por exemplo, que reverencia Nestório, não segue a doutrina nestoriana histórica.
Doutrina e a controvérsia nestoriana

Nestório desenvolveu a sua cristologia como uma tentativa dedutiva e emocional de explicar e entender a encarnação do divino Logos, a segunda pessoa da Trindade, no homem Jesus Cristo. Ele estudou em Antioquia, onde seu mentor fora Teodoro de Mopsuéstia. Ele e outros teólogos da escola já vinham há muito tempo ensinando uma interpretação literal da Bíblia e enfatizavam a diferença entre as naturezas humana e divina de Jesus. Nestório levou consigo estas crenças quando foi apontado Patriarca de Constantinopla pelo imperador Teodósio II em 438

Os ensinamentos dele se tornaram então a raiz da controvérsia quando ele publicamente criticou o já tradicional título de Theotokos ("Mãe de Deus") para a Virgem Maria. Ele sugeriu que o título negava a humanidade plena de Cristo, argumentando que Jesus tinha duas naturezas vagamente relacionadas, a do divino Logos e a do humano Jesus. Assim, ele propôs o título Christotokos ("Mãe do Messias") como sendo mais adequado para Maria.

Os oponentes de Nestório acharam que este ensinamento estava muito próximo da já condenada heresia do adocionismo - a ideia que Cristo teria nascido um homem que foi depois "adotado" (escolhido) como filho de Deus. Nestório foi especialmente criticado por Cirilo, Patriarca de Alexandria, que argumentou que os ensinamentos de Nestório minavam a unidade entre as naturezas divina e humana de Cristo na Encarnação. Nestório por sua vez sempre insistiu que a sua visão seria a ortodoxa, mesmo depois que ela já tinha sido considerada herética pelo Concílio de Éfeso em 431, levando ao cisma nestoriano.

O Nestorianismo é uma forma de diofisismo e pode ser entendido como a antítese do monofisismo, que emergiu justamente como reação a ele. Enquanto o primeiro sustenta que Cristo teria duas naturezas vagamente unidas (divina e humana), o monofisismo contesta que ele teria apenas uma única natureza, a humana absorvida pela sua divindade. O monofisismo sobreviveu até hoje, transformado no miafisismo das modernas igrejas do oriente.
Primeiros anos e o cisma nestoriano

Nestorianismo se tornou uma seita distinta logo após o cisma nestoriano, iniciado na década de 430 Nestório tinha caído sob o ataque dos teólogos ocidentais, principalmente Cirilo. Este tinha tanto motivos teológicos quanto políticos para atacar Nestório, uma vez que além de acreditar que ele estava incorreto em suas crenças, ele também queria enfraquecer o líder de um patriarcado competidor. Cirilo e Nestório pediram ao Papa Celestino I que interviesse no assunto e ele entendeu que o título Theotokos era ortodoxo, mas autorizou que ambos se desculpassem. Porém, Cirilo se utilizou esta opinião para atacar ainda mais Nestório, que acabou por solicitar ao imperador Teodósio II que convocasse um concílio para que todas as mágoas fossem endereçadas corretamente.

Em 431, Teodósio convocou o Primeiro Concílio de Éfeso. Porém, o concílio acabou finalmente ficando ao lado de Cirilo, defendendo que Cristo é uma substância e uma natureza, e que a Virgem Maria é a mãe de Deus. O concílio também acusou Nestório de heresia e o depôs. O nestorianismo foi então oficialmente anatemizado, uma decisão posteriormente reforçada em Calcedônia em 451. Porém, uma quantidade de igrejas, principalmente as associadas com a Escola de Edessa, apoiaram Nestório - ainda que não necessariamente a sua doutrina completa - e se separaram das igrejas do ocidente. Após o cisma, muitos dos que apoiavam Nestório se mudaram para o Império Sassânida (Pérsia), onde eles se afiliaram às igrejas locais, conhecidas coletivamente como Igreja do Oriente.
Nestorianismo e a Igreja do Oriente

A Pérsia há muito já era refúgio de uma comunidade cristã que vinha sendo perseguida pela maioria zoroástrica, sob a acusação de ter "inclinações" romanas. Em 424, a igreja persa se declarou independente da igreja bizantina e de todas as outras igrejas, justamente para refutar estas acusações. Logo após o cisma, a Igreja da Pérsia cada vez mais se alinhou com os nestorianos, uma medida que foi encorajada pelas lideranças zoroástricas e que, com o passar dos anos, levou-a a se tornar mais e mais nestoriana, ampliando assim o cisma entre ela e igreja calcedoniana.

Em 486, o metropolita de Nísibis (atual Nusaybin), Barsauma, publicamente aceitou o mentor de Nestório, Teodoro de Mopsuéstia, como uma autoridade espiritual. Em 489, quando a Escola de Edessa (em Edessa, Mesopotâmia) foi fechada pelo imperador bizantino Zenão I por suas tendências nestorianas, ela se mudou para sua cidade original, Nísibis, e se tornou novamente a Escola de Nísibis, provocando uma onda de migração nestoriana para a Pérsia. O patriarca dali, Mar Babai I (497–502), reiterou e expandiu a alta estima da igreja por Teodoro, solidificando então a adoção do nestorianismo entre membros da Igreja do Oriente.

A igreja emergiu mais forte após este período de atribulações e ampliou para ainda mais longe os seus esforços missionários. Missionários estabeleceram dioceses na península arábica e no subcontinente indiano entre os cristãos de São Tomé. Eles fizeram alguns avanços sobre o Egito, apesar da forte presença monofisista lá[3]. Missionários foram também até a Ásia central e tiveram significativos sucessos em converter as tribos tártaras. Eles também se firmaram na China durante a dinastia Tang (618–907).

Atualmente subsistem a Igreja Assíria do Oriente na Índia e no Iraque, Irã, China e nos Estados Unidos e em outros lugares onde haja migrado comunidades cristãs dos países citados.

A Igreja Assíria do Oriente, que defende não ser totalmente nestoriana, teve um papel fundamental na conservação de antigos textos gregos que foram traduzidos para o siríaco . Mais tarde foram traduzidos para o árabe e no século XIII para o latim.

Os historiadores eclesiásticos Wilhelm Baum e Dietmar W. Winkler esclarecem que a Igreja do Oriente "não era propriamente nestoriana" em termos de doutrina.

A Igreja Assíria do Oriente moderna evita o rótulo "nestoriana". O atual líder da igreja, o católico Mar Dinkha IV, rejeitou explicitamente o termo por ocasião de sua consagração em 1976. Em 1994 Mar Dinkha IV e o papa João Paulo II assinaram uma "Declaração cristológica comum entre a Igreja Católica e a Igreja Assíria do Oriente" reforçando o caráter não nestoriano da Igreja do Oriente.

Fonte: http://bit.ly/2hhY5q7
◇RELIGIÕES NA TERRA◇
Parte: 14
Assunto: Sikhismo.
Sikhismo

A palavra Sikhismo deriva do termo em sânscrito "sisya", que significa discípulo. O Sikhismo é uma religião fundada por Baba Nanak, que tinha por objetivo criar uma religião que fosse a fusão entre o islamismo e o hinduísmo. O livro sagrado dos seguidores do Sikhismo, chamados sikhs, é o Adi Granth. Uma das ideias pregadas pelo Sikhismo indica que existe um karma, uma influência, na vida atual, de ações cometidas nas vidas anteriores. Além disso, os sikhs são defensores da tolerância e da igualdade e acreditam que somente através de nossos próprios esforços somos capazes de nos libertar.

Desta forma, o Sikhismo indica que os seres humanos estão separados de Deus por serem egocêntricos. Na religião sikh, haumai é a palavra que denomina o egocentrismo humano e samsara significa o ciclo de renascimentos em que os seres humanos ficam presos por serem individualistas. A libertação é a união com Deus, que se revela aos homens por sua graça, que é denominada Nadar. De acordo com os ensinamentos do Guru Nanak, somente a recordação devotada do nome “nam simaram” e a repetição do nome “nam japam” em murmúrios permitem a libertação do haumai e a união com Deus.

Os três pilares do Sikhismo enfatizam o cumprimento de deveres fundamentais para a religião:

Ter Deus presente na mente em todos os momentos (Nam Japam).Sustentar-se pela prática do trabalho honesto (Kirt Karni).Compartilhar o que se consegue no trabalho com os necessitados  (Vand Chhakna).

No Sikhismo existem diversos rituais. Um deles é o de nascimento, no qual o recém-nascido é levado a um gurdwara, local onde se abre o Guru Granth Sahib em uma página aleatória. Então o nome da criança é escolhido de acordo com a primeira letra da primeira palavra da página aberta do lado esquerdo.

Já no ritual de casamento, denominado Anand Karai, os noivos dão quatro voltas contornando o Guru Granth Sahib enquanto entoam hinos religiosos. Outro ritual é o funerário, onde há cremação após diversos hinos serem recitados. Geralmente as cinzas são jogadas em rios como o Ganges.

O número de praticantes do Sikhismo chega a 23 milhões. Deste número, estima-se que 19 milhões vivam na Índia, a maior parte no estado do Panjabi. Apesar da totalidade estar em território indiano, há comunidades sikhs no Reino Unido, Canadá e Estados Unidos. Além disso, existem pequenos grupos em Singapura e na Malásia.

Fontes:
REEBER, Michel. Religiões: mais de 400 termos, conceitos e ideias, Rio de Janeiro: Ediouro, 2002.

Postado em: @SenseAtividade

#Sikhismo #religião
◇RELIGIÕES NA TERRA◇
Parte: 21
Assunto: Seicho-No-Ie.
O que é a Seicho-No-Ie

É um ensinamento de amor que prega que o ser humano é filho de Deus, que o mundo da matéria é projeção da mente e, também, nos revela qual é a nossa verdadeira natureza. É uma filosofia que transcende o sectarismo religioso, pois acredita que todas as religiões são luzes de salvação que emanam de um único Deus.

Ano de Fundação

Fundada por Masaharu Taniguchi, em 1° de março de 1930, no Japão.

Quem foi Masaharu Taniguchi

Dentre os líderes espirituais do Japão, Masaharu Taniguchi é um dos mais conhecidos e influentes. Através de suas preleções, livros, artigos, etc., atinge milhões de pessoas. Suas mensagens são simples, objetivas e capazes de modificar vidas.

A SEICHO-NO-IE é Religião ou Filosofia?

A Seicho-No-Ie pode ser considerada uma filosofia de vida e também uma religião, não há rigidez de conceito neste sentido. Ela tem como objetivo despertar no coração das pessoas a verdade de que todos são filhos de Deus e fazer com que, através de atos, palavras e pensamentos, tornemos este mundo um mundo melhor.

A Felicidade de Quem Pratica

Aqueles que praticam os ensinamentos da Seicho-No-Ie aprendem a reconhecer sua verdadeira natureza de filho de Deus e, em conseqüência disso, começam então a ocorrer fatos milagrosos como a cura de doenças, reconciliação de lares em desarmonia, exteriorização de grandes talentos, êxito profissional, solução de problemas econômicos e amorosos etc.

Para Quem já tem uma Religião

Existem pessoas que, mesmo já sendo adeptas de uma religião e freqüentando assiduamente suas atividades, sentem-se muito bem e felizes ao entrar em contato com os ensinamentos da Seicho-No-Ie, que por sua vez recebe, com muito amor e carinho, todas as pessoas, sem nenhuma restrição.

Postado em: @SenseAtividade

#Seicho-no-ie #religião #filosofia
Bom dia Senses, ^^. Por agora, uma postagem consequência Halloween♡.

☺
ROSTO DE BRUXA ESCOCESA É RECONSTRUÍDO 300 ANOS APÓS SUA MORTE.
Lilias Adie era uma mulher que morava em Torryburn, em Fife, na Escócia, na virada do século XVIII. Ela foi condenada por feitiçaria e por ter tido relações sexuais com o diabo – crimes os quais “confessou” e por isso fora jogada na prisão. Em 1704, ela morreu em sua cela (alguns dizem que por suicídio) enquanto esperava ser queimada na estaca. Agora, a tempo de Halloween, ela foi “trazida de volta” da morte.

O programa Time Travels da BBC Radio Scotland juntou-se com um cientista forense do Centro de Anatomia e Identificação Humana da Universidade de Dundee para recriar o rosto de Adie usando imagens de seu crânio e por uma impressora em 3D de última geração.

Na foto do artista, Adie não parece ser malvada ou mesmo maluca. Em vez disso, ela parece ser até mesmo uma senhorinha amiga de sua vó.
“Aqui está o rosto de uma mulher com a qual você poderia conversar, embora conhecesse sua história”, disse a apresentadora do show, Susan Morrison.

Adie revela-se uma mulher mais velha e frágil, possivelmente em seus sessenta anos. Mas, apesar de suas limitações físicas, ela era aparentemente mental e emocionalmente forte. De acordo com a historiadora do programa, Louise Yeoman, Adie recusou-se a delatar suas irmãs “bruxas”, dizendo aos inquisidores que elas usavam máscaras nos encontros para manter suas identidades escondidas.

“Ela só deu nomes daquelas que já eram conhecidas e manteve os nomes das outras escondido, apesar de ter sido torturada”, explicou Yeoman.

Seus restos foram descobertos sob uma laje de pedra, colocadas lá, dizem os historiadores, para evitar que ela se levante dos mortos e assombra-se os habitantes locais. No século 19, os antiquários desenterraram o túmulo para estudar e exibir os seus restos. Esses restos desapareceram no século 20, mas não antes que as fotografias do crânio fossem tomadas e armazenadas na Biblioteca Nacional da Escócia.

O Dr. Christopher Rynn, o artista forense envolvido na pesquisa, explicou como o processo funciona.
“Quando a reconstrução é compatível com a camada de pele, é um pouco como conhecer alguém e eles começam a lembrá-lo de pessoas que você conhece, como você está aperfeiçoando a expressão facial e adicionando texturas fotográficas”, revelou.

“Não havia nada na história de Lilias que me sugerisse que hoje em dia ela seria considerada outra coisa senão vítima de circunstâncias horríveis, então não vi motivo algum para deixar seu rosto com uma expressão desagradável ou má. Por isso ela acabou tendo um semblante bastante gentil.”

A equipe por trás da reconstrução facial acredita que essa é a única reconstrução precisa de uma “bruxa” escocesa.


Postado em: @SenseAtividade
Fonte: Dundee

#bruxa #tecnologia #antepassado
Boa tarde, senses. ^^
Deem uma olhada nesse texto super interessante postado no @Psiquenaltas.
Suponho que muitos irão se identificar.
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