《Sense Atividade》
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Espiritualidade, atendimentos em cartomancia, esoterismo, astrologia, mediunidade, quântica, filosofia de vida e etc.

Nascido em 27 de janeiro de 2017.

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Vanessa
Maria T
Filipe Albani

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Cultura

O termo "cultura islâmica" pode ser usado para indicar aspectos da cultura que dizem respeito à religião, como festivais e códigos de vestimenta. Também é comumente utilizado para designar os aspectos culturais de povos tradicionalmente muçulmanos, como os árabes. Por fim, "a civilização islâmica" também pode se referir aos aspectos da cultura sintetizada dos primeiros califados.
Cultura

Arte e arquitetura

A arte islâmica engloba as artes visuais produzidas a partir do século VII em diante por pessoas (não necessariamente muçulmanos) que viveram no território que era habitada por populações muçulmanas. Ela inclui áreas tão variadas como a arquitetura, a caligrafia, pintura e a cerâmica, entre outras. Talvez a expressão mais importante da arte islâmica seja a arquitetura, em especial a de mesquitas. Através desses edifícios, o efeito da variação de culturas dentro da civilização islâmica pode ser ilustrado. A arquitetura islâmica do Norte da África e Península Ibérica, por exemplo, tem elementos romanos e bizantinos, como visto na Grande Mesquita de Cairuão, que contém colunas de mármore e pórfiro de edifícios romanos e bizantinos, no palácio de Alhambra, Granada, ou na Grande Mesquita de Córdoba.
Cultura

Calendário

O início formal da era muçulmana foi escolhido para ser a Hégira em 622, que foi um importante ponto de virada na vida de Maomé. A atribuição deste ano como o ano 1 AH (Ano da Hégira) no calendário islâmico teria sido feita pelo califa Omar. É um calendário lunar, com dias que duram de Sol a Sol. Os dias sagrados islâmicos caem em datas fixas do calendário, o que significa que elas ocorrem em diferentes estações do ano e em diferentes anos do calendário gregoriano. Os festivais islâmicos mais importantes são o Eid al-Fitr (em árabe: عيد الفطر) no dia 1 do Shawwal, marcando o fim do mês de jejum do Ramadã, e o Eid al-Adha (em árabe: عيد الأضحى) no dia 10 do Dhu al-Hijjah, coincidindo com a peregrinação a Meca.
Cultura

Lugares sagrados

A Caaba ("O Cubo"), um edifício situado dentro da mesquita principal de Meca (A Masjid al-Haram), na Arábia Saudita, é o local mais sagrado do islão. De acordo com o Alcorão, ela foi construída por Abraão (Ibrahim) para que todas as pessoas fossem ali celebrar os ritos da haje. O segundo local sagrado do islamismo é a mesquita Al-Masjid an-Nabawi, na cidade de Medina, cidade para a qual Maomé e os primeiros muçulmanos fugiram (num movimento conhecido como Hégira), e onde se encontra o seu túmulo. A cidade de Jerusalém é o terceiro local sagrado do islão. Este estatuto advém da sua associação aos profetas anteriores a Maomé e sobretudo pelo facto de os muçulmanos acreditarem que o profeta teria viajado para esse local durante a noite, cavalgando um ser denominado Buraq, numa viagem conhecida como Isra. Uma vez em Jerusalém, ele teria ascendido ao céu (Mi’raj), onde dialogou com Deus e outros profetas, entre os quais Moisés e Jesus. No local de Jerusalém onde se acredita que Maomé subiu ao céu, foi construída a Cúpula da Rocha, em cerca de 690, e a mesquita de Al'Aqsa, sobre as ruínas do antigo Templo de Salomão dos judeus.

Os muçulmanos xiitas consideram ainda como sagradas as cidades de Karbala e Najaf, ambas no Iraque. Na primeira, ocorreu o martírio de Hussein (filho de Ali e neto de Maomé) e dos seus companheiros, quando este contestava o Califado Omíada. No Irão, devem também ser salientadas duas cidades sagradas para os xiitas, Mashhad e Qom.
Perspectiva islâmica de outras religiões

O islamismo reconhece elementos de verdade no judaísmo e no cristianismo. Todos os profetas do judaísmo são reconhecidos também como profetas no islão, assim como Jesus, que de acordo com a perspectiva muçulmana teria anunciado a vinda de Maomé. Para os seguidores dessas duas crenças, o Alcorão reservou a noção de "Povos do Livro" (Ahl al-Kitab), estabelecendo que devem ser tolerados devido ao facto de possuirem escrituras sagradas. À medida que os muçulmanos tomaram contacto com outras religiões detentoras de revelações escritas, acabaram em alguns casos por conceder-lhes também esse estatuto (caso do zoroastrismo).

Porém, se o islão reconhece o papel preparatório do judaísmo e do cristianismo, considera igualmente que os seguidores dessas religiões acabaram por seguir caminhos errados. Os judeus tendo tornado-se idólatras e procederam mal ao adorarem o bezerro de ouro, e por rejeitarem Jesus como profeta de Deus. Os muçulmanos acreditam que os cristãos erraram ao considerar Jesus como filho de Deus e ao defender doutrinas como a da Santíssima Trindade, porém acreditam que Jesus é uma criatura de Deus e um profeta de Alá, assim como Adão. Tais erros, segundo os muçulmanos, acarretaram a vinda de outro e último profeta enviado por Deus, Maomé.

Fonte: http://bit.ly/2jGrxGI
Mulher diz ter feito sexo com 20 fantasmas e preferir espíritos a homens

Amethyst Realm não quer saber de homem. De carne e osso, para ser bem claro. A moradora de Bristol (Inglaterra) prefere levar para a cama fantasmas. Sim, fantasmas.

A inglesa de 27 anos se define com uma conselheira espiritual. Alguns anos atrás, Amethyst e o então noivo se mudaram para uma nova casa, contou ela no programa "This Morning", da ITV.

Nessa residência, Amethyst disse ter sentido a presença de uma "estranha entidade".

"Começou como uma energia, depois se tornou algo físico", comentou ela. "Houve uma pressão sobre as minhas coxas e um ar quente contra o meu pescoço. Eu me senti segura. Fiz sexo com um fantasma. É difícil explicar, havia peso e ao mesmo tempo faltava peso sobre mim", emendou.

O relacionamento com o fantasma durou três anos. Terminou quando o marido chegou em casa e viu um vulto masculino passar pela janela. A "traição" acabou em divórcio.

Mas o sexo espiritual não parou por aí. Amethyst já foi para a cama com 20 fantasmas.

Agora, a inglesa quer engravidar de um espírito!

"Já pesquisei sobre gravidez com fantasma. Há uma possibilidade se existe um fantasma dentro de você, mas ainda não se sabe como concluir o processo", disse a inglesa.

Desde tempos remotos podem ser encontrados casos de pessoas que alegadamente reivindicaram ter tido intimidade de cunho sexual com fantasmas, espíritos, entidades e seres demoníacos. O fenômeno é conhecido como espectrofilia.


Postado em: @Psiquenaltas
Por: Fernando Moreira

#espectrofilia
Channel photo updated
Olá, sense ativistas! Tudo bem com vocês? ^^

Espero, de coração, que esse ano de 2018 seja de muita luz, equilíbrio, consciência e amor, que nós nos esforcemos para tornar reais essas vertentes.

No mais, que, assim, retornemos às atividades nesse novo ciclo.

Muita luz! ♡
Ano passado eu tinha dito que estava produzindo um artigo mais detalhado sobre signos e mediunidade, pois vi textos muito rasos na web. Daí vários membros passaram cobrá-lo rsrsrsrs (com toda a razão, porque já deveria ter saído rsrs). Pois bem, esse ano sai, rsrsrsrs. Aguardem! ^^
◇RELIGIÕES NA TERRA◇
Parte: 25.
Assunto: Mitraísmo.
MITRAÍSMO

O mitraísmo (em persa: مهرپرستی) foi uma religião de mistérios nascida na época helenística (provavelmente no século II a.C.) no Mediterrâneo Oriental, tendo se difundido nos séculos seguintes pelo Império Romano.

Alcançou a sua máxima expansão geográfica nos séculos III e IV d.C, tendo se tornado um forte concorrente do cristianismo. O mitraísmo recebeu particular aderência dos soldados romanos. A prática do mitraísmo, assim como de outras religiões pagãs, foi declarada ilegal pelo imperador romano Teodósio I em 391.
 

 De suas remotas origens, na Índia, o culto a Mitra difundiu-se gradualmente e passou por diversas transformações, até alcançar lugar proeminente na Pérsia e representar, no mundo romano, o principal oponente do cristianismo nas primeiras etapas de sua expansão.

Na religião védica indiana, Mitra, cuja primeira menção data aproximadamente de 1400 a.C., era o deus que assegurava o equilíbrio e a ordem no cosmo. Por volta do século V a.C., passou a integrar o panteão do zoroastrismo persa -- primeiro, como senhor dos elementos; mais tarde, sob a forma definitiva de deus solar. Após a vitória de Alexandre o Grande sobre os persas, o culto a Mitra se estendeu por todo o mundo helenístico. Nos séculos III e IV da era cristã, as legiões romanas, identificadas com o caráter viril e luminoso do deus, transformaram o culto a Mitra na religião conhecida como mitraísmo. Os imperadores romanos Cômodo e Juliano o Apóstata foram iniciados, e Diocleciano consagrou, junto ao Danúbio, um templo a Mitra, "protetor do império".

A religião mitraica tinha raízes no dualismo zoroástrico (oposição entre bem e mal, entre matéria e espírito) e nos cultos helenísticos, como os mistérios de Dioniso e de Elêusis. Mitra era um deus supostamente do bem, criador da luz, em luta permanente contra a divindade obscura do mal. Seu culto estava associado à crença na existência futura absolutamente espiritual e libertada da matéria -- compatível com as idéias religiosas e filosóficas da época, como o gnosticismo e o neoplatonismo, e capaz de oferecer uma esperança de salvação, tal como o cristianismo.

Os mistérios de Mitra, acessíveis aos iniciados, celebravam-se em grutas sagradas. O evento central era o sacrifício de um touro, símbolo do sacrifício original do touro da fecundidade, de cujo sangue brotava a vida e que proporcionava a imortalidade. Com a ascenção do cristianismo, o mitraísmo entrou rapidamente em declínio. O dualismo do perpétuo conflito entre o bem e o mal, ou entre a luz e as trevas, sobreviveu na doutrina maniqueísta.

Postado em: @SenseAtividade
Fonte de pesquisa: Encyclopaedia Britannica do Brasil Publicações Ltda.

#mitraísmo #religião
Oi, senses. ^^

Achei muito interessante o texto que vou compartilhar com vocês agora, não pelo fato de explicar fatores que influênciaram a caça às bruxas, mas pelo fato da explicação vir de economistas, uma das minhas áreas de formação ♡.

Boa leitura e muita luz!
COMO UMA DISPUTA ENTRE RELIGIÕES EXPLICA A CAÇA ÀS BRUXAS, SEGUNDO ESTES ECONOMISTAS.

Economistas afirmam que julgamentos ocorreram com mais frequência onde havia ‘competição’ por fiéis entre os cristãos ligados à autoridade de Roma e protestantes.
FOTO: Thompkins H. Matteson/Wikimedia commons pintura retrata julgamento das "bruxas de Salém".
Entre os anos 900 e 1400, autoridades cristãs ligadas à igreja de Roma (o termo ‘católico’ começa a se fortalecer nesta época) não admitiam a existência de bruxas, apesar de a crença ser difundida entre a população europeia.

A partir de 1550, porém, as criaturas passam não só a serem tidas como reais, como tem início uma violenta caça às bruxas. Até 1700, mais de 80 mil pessoas foram julgadas por bruxaria na Europa, e metade foi executada. Depois disso, os julgamentos pararam. O que justifica essa mudança de atitude?

Os economistas Peter Leeson e Jacob Russ, da Universidade George Mason, nos Estados Unidos, afirmam em artigo publicado no The Economic Journal que a caça às bruxas foi provocada por uma “disputa de mercado” entre a igreja católica e as recém-surgidas igrejas protestantes. Segundo eles, os caçadores de bruxas “faziam propaganda do compromisso e do poder de sua igreja de proteger cidadãos das manifestações mundanas de Satã”.

A pesquisa, segundo os autores, é importante porque o uso do medo para convencer pessoas se repetiu em outros momentos históricos. Os julgamentos realizados por Joseph Stálin na União Soviética, nos anos 1930, também serviram para mostrar a força do stalinismo e enviar uma mensagem aos cidadãos sobre qual grupo deveriam apoiar. “O fenômeno que documentamos – o uso de julgamentos públicos em alguma dimensão como forma de competição estratégica – vai muito além da caça às bruxas na Europa”, escrevem. Outro episódio lembrado é o das Bruxas de Salem, em Massachusetts (EUA), no século 17.
Como a pesquisa foi feita

O período de caça às bruxas na Europa ocorreu durante os movimentos de Reforma, iniciados em 1517 por Martinho Lutero, e Contra-Reforma católica. Nesse momento surgiram as igrejas protestantes, desafiando a então hegemonia da igreja de Roma, e os católicos reagiram. Foi a primeira vez em que os cristãos tiveram uma opção: continuar seguindo a igreja católica ou aderir a outra fé cristã.

Os economistas analisaram documentos e dados sobre 43 mil julgamentos realizados em 21 países europeus entre 1300 e 1850. Depois, compararam o número de julgamentos com a intensidade dos conflitos religiosos entre 1500 e 1699.

Os resultados mostram que houve mais julgamentos em locais onde a disputa entre católicos e protestantes era mais intensa. Mais de 75% dos julgamentos ocorreram na Alemanha, Suíça, França, Inglaterra e Holanda, onde as disputas religiosas eram mais intensas. Países como Espanha, Portugal, Itália e Irlanda, onde a fé católica era mais estabelecida, foram palco de apenas 6% dos julgamentos.

De acordo com o artigo, a caça às bruxas teve início com os católicos que tentavam manter seus devotos. A prática, depois, se estendeu aos protestantes, com o próprio Martinho Lutero e João Calvino tendo aprovado a execução de supostas bruxas.

“Da mesma forma que candidatos republicanos e democratas focam a atividade de campanha nos estados de maior disputa política para atrair a lealdade de eleitores indecisos, autoridades católicas e protestantes focavam a atividade de caça às bruxas em locais de disputa religiosa durante a Reforma e Contra-Reforma para atrair a lealdade de cristãos indecisos”, diz o artigo.

Segundo ele, a batalha teve seu pico entre 1555 e 1650. A disputa foi encerrada após os acordos conhecidos como Paz de Westfália, série de tratados que, entre outras coisas, deram fim à chamada Guerra dos Trinta Anos, que opôs católicos e protestantes na Europa. De acordo com o artigo, esses tratados “congelaram” a posição religiosa dos Estados. Ou seja, eles se manteriam com a mesma fé que tinham em 1624, e isso não mudaria mesmo se o príncipe optasse por outra religião. “Depois de 1648, religiosos católicos ou protestantes não podiam mais mudar a denominação religiosa dos territórios europeus, reduzindo muito sua motivação para competir.”

Os pesquisadores não examinam o motivo de, apesar de o acordo datar de 1648, os julgamentos de bruxas terem continuado até 1700. Eles sugerem, porém, que os devotos poderiam estar acostumados aos julgamentos, e que levou um tempo até que esse costume desaparecesse.
Outros fatores que podem ter provocado a caça às bruxas

Leeson e Russ também analisam outros fatores que já foram apresentados como justificativa para a caça às bruxas. Dentre eles estão:

1 - Mau tempo: A explicação mais conhecida, segundo os pesquisadores, seria a que alega que temperaturas muito frias pioraram a situação econômica da população e levaram, consequentemente, à busca de bodes expiatórios. Como a crença europeia via as bruxas como capazes de controlar o tempo, elas acabaram levando a culpa.

2 - Choques negativos de renda: Uma teoria parecida, mas que não defende o uso de bodes expiatórios. Nesse sentido, pessoas teriam sido mortas por serem consideradas culpadas pela falta de dinheiro da população.

3 - Governo fraco: Uma terceira hipótese afirma que governos fracos foram responsáveis pela caça às bruxas. De acordo com essa tese, os Estados em que o governo central era mais fraco tiveram mais julgamentos de bruxas, porque o poder central não conseguia impor a lei. Autoridades locais, então, faziam os julgamentos de acordo com sua vontade. Na análise dos pesquisadores, nenhuma dessas três teorias teve impacto mais significativo do que a tese da competição por fiéis (uma competição ‘mercadológica’, é o termo usado).

O que ficou de fora

Os pesquisadores não citam, em sua pesquisa, a relação da caça às bruxas com teorias feministas. A única referência feita a isso é uma nota de rodapé, que afirma que uma outra pesquisa afirma que mulheres foram escolhidas preferencialmente como bodes expiatórios devido à misoginia. O artigo só usa a palavra “mulheres” duas vezes, incluindo essa nota de rodapé.

Diversas pesquisadoras feministas, no entanto, relacionam a caça às bruxas – cuja vítimas eram em grande parte mulheres – a uma atividade de controle do corpo das mulheres, no período inicial do capitalismo. Uma das mais conhecidas é a pesquisa da historiadora italiana Silvia Federici, professora emérita da Universidade Hofstra, nos Estados Unidos. Ela argumenta que, até então, mulheres tinham autonomia econômica e sobre seus corpos: muitas eram lavradoras, pedreiras, parteiras e curandeiras.

A caça às bruxas, segundo ela, “constituiu um ponto decisivo na história das mulheres na Europa, o ‘pecado original’ no processo de degradação social que as mulheres sofreram com a chegada do capitalismo”. Os assassinatos resultaram em perda de liberdade econômica e da autonomia das mulheres, que passaram a exercer prioritariamente atividades domésticas e reprodutivas, que foram ainda mais controladas.


Postado em: @SenseAtividade.
Fonte: nexojornal.com.br

#intolerância #disputas #religião #caça #bruxas #explicações #economistas
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◇ RELIGIÕES NA TERRA ◇
Parte: 26
Assunto: Sunismo.
Os sunitas formam o maior ramo do Islão, ao qual no ano de 2006 pertenciam 80% do total dos muçulmanos. A maioria dos sunitas acredita que o nome deriva da palavra Suna (Sunna), que se refere aos preceitos estabelecidos no século VIII baseados nos ensinamentos de Maomé e dos quatro califas ortodoxos. Alguns afirmam, porém, que o termo deriva de uma palavra que significa "um caminho moderado", referindo-se à ideia de que o sunismo toma uma posição mais neutra do que aquelas que têm sido percebidas como mais extremadas, como é o caso dos xiitas e dos carijitas.

Esta última visão, no entanto, criou uma simplificação das diferenças entre sunitas e xiitas e acerca de suas posições políticas e religiosas. A ideia de que xiita é sinônimo de radical e sunita de moderado não é coerente com o posicionamento de alguns grupos fundamentalistas atualmente. Para dar alguns exemplos, é interessante lembrar que a Al-Qaeda, o Estado Islâmico e o Boko Haram, considerados fundamentalistas, não são sunitas na aplicabilidade exata, já que descumprem diversos pilares do islamismo, assim como o wahabismo, uma versão ortodoxa e extremista do islamismo, que é dominante na Arábia Saudita.