《Sense Atividade》
196 subscribers
464 photos
32 videos
16 files
177 links
Espiritualidade, atendimentos em cartomancia, esoterismo, astrologia, mediunidade, quântica, filosofia de vida e etc.

Nascido em 27 de janeiro de 2017.

Postagens por:
Vanessa
Maria T
Filipe Albani

Parceiros do Sense: @ParceirosDoSenseAtividade
Download Telegram
Doutrinas

não posse (aparigraha)

A posse de qualquer bem é vista como relacionada com a violência, e até uma forma de violência física e psíquica. A violência em todas as suas formas tem origem no desejo de possuir, dominar, e controlar. Os ascetas jainas recusam possuir seja o que for, mas para os leigos a posse de algumas coisas é necessária para a realização das tarefas diárias. A possessividade transitória (usar um ser para deitá-lo fora) é uma forma de apego e baseia-se em relações de exploração de poder, por parte de um dos lados, em vez de amor e equanimidade incondicional.
não absolutismo (anekantavada)


Assumir que alguém tem acesso privilegiado à verdade é o mais potente motor de conflito entre os seres humanos. O conceito de não absolutismo refere-se ao pluralismo de opiniões, e à noção de que os vários pontos de vista sobre a verdade não são a própria verdade. O jainismo encoraja os seus seguidores a considerarem os pontos de vista de outras filosofias, e consideram que quando qualquer uma destas filosofias, incluindo a jaina, se apega demais às suas próprias ideias está a cometer o erro de considerar o seu ponto de vista absoluto. A ideia é representada pela parábola dos homens cegos e do elefante, em que vários cegos tocam em partes do elefante, como as orelhas e as pernas, e descrevem, de forma contraditória, o que pensam ser o animal completo, partindo do pressuposto de que a parte que tocaram representava a verdade completa. O conceito de " syadvada" ou "talvez-ismo" diz que se deve considerar que todas as proposições são apenas parcialmente verdadeiras (e parcialmente falsas). Os pontos de vista parciais da verdade são chamados de "naya". Segundo o princípio chamado de "nayavada" , através da abertura a diversos pontos de vista, o jainismo pretende que o praticante integre os diversos pontos de vista parciais, ou "naya", numa teoria abrangente.
não violência (ahimsa)


A não violência é o cerne do jainismo e o ponto onde todas as doutrinas se intersectam. A violência é a agressão intencional ou não intencional. Os jainistas tentam evitar a agressão em todas as suas formas, seja através de ações, palavras, ou pensamentos, a todo e qualquer ser vivo, ou aos ecossistemas. O jainismo considera o lacto-vegetarianismo como o mínimo que deve ser feito pelos adeptos, e os estudiosos jainas defendem o veganismo, porque a produção de leite é agressiva para as vacas. Os jainas também não comem tubérculos. Os jainas também têm um cuidado especial para evitar possíveis danos a pequenos insetos, por exemplo ao colocarem um pano sobre as suas bocas para não os aspirarem ou varrendo o chão à sua frente quando andam para evitar pisá-los.
O tempo

Os jainas consideram que o tempo é infinito e cíclico. Ele é visto como uma grande roda dividida em duas partes idênticas: uma realiza um movimento ascendente (Utsarpini), enquanto que a outra um movimento descendente (Avasarpini). Cada uma destas partes divide-se em seis eras (ara). Durante o período ascendente os seres humanos progridem ao nível do saber, estatura e felicidade, enquanto que o período descendente caracteriza-se pela degradação do mundo, pelo esquecimento da religião e pela perda de qualidade de vida pelos humanos.

Segundo os jainas, vivemos actualmente num período de movimento descendente, numa era de infelicidade (Dukham Kal), que começou há 2500 anos e que durará 21 mil anos.
O universo e os cinco mundos

Segundo o jainismo, o universo divide-se em cinco mundos, sendo cada um deles habitado por determinado tipo de seres. O universo é eterno, não tendo sido criado por nenhum ser superior.

No topo do universo está a morada suprema (siddhashila), que é o local onde habitam as almas que alcançaram a libertação (estas almas são denominadas Siddhas). Abaixo encontram-se trinta céus, habitados por seres celestiais, alguns dos quais caminham para a morada suprema.

O mundo médio (madhyaloka) inclui vários continentes separados por mares. No centro deste mundo encontra-se o continente Jambudvipa, considerado o único continente no qual as almas podem alcançar a libertação. Os seres humanos habitam este continente, bem como um segundo continente ao lado deste e parte do terceiro continente.

O mundo inferior (adholoka) consiste em sete infernos, onde os seres são atormentados por demónios e onde se atormentam uns aos outros. Abaixo do sétimo inferno encontra-se a base do universo (nigoda), habitada por inúmeras formas inferiores de vida.
Karma

À semelhança do hinduísmo e do budismo, o jainismo partilha da crença no karma, embora de uma forma diferente. O karma no jainismo não é apenas um processo em que determinadas ações produzem reações, mas também uma substância física que se agrega a uma alma. As partículas de karma existem no universo e associam-se a uma alma devido às acções dessa alma (por exemplo, quando uma alma mente, rouba ou mata esta provoca a o agregação de karma na sua alma). A quantidade e qualidade destas partículas determinam a existência que a alma terá, a sua felicidade ou infelicidade. Só é possível a uma alma alcançar a libertação quando desta se retirarem todas as partículas de karma.

O processo que permite a libertação das partículas de karma de uma alma denomina-se nirjara e inclui práticas como o jejum, o retiro para locais isolados, a mortificação do corpo e a meditação.Os seguidores do jainismo utilizam para isso um ritual mortuário chamado Sallekhana (também conhecido como Santhara, Samadhi-Marana, Samnyasa-Marana),que consiste em praticar a eutanásia através do jejum. Devido à natureza prolongada da sallekhana, é dado tempo ao indivíduo suficiente para refletir sobre sua vida e pedir perdão dos seus pecados aos deuses. O voto de sallekhana é tomado quando se sente que a vida tem servido o seu propósito. O objetivo é limpar karmas antigos e impedir a criação de novos. Existe uma prática hindu similar conhecido como Prayopavesa. De acordo com a revista Press Trust of India, em média, 240 jainistas praticam sallekhana até a morte a cada ano na Índia.
Formas de vida

Monges e monjas

O jainismo considera a vida monástica como o ideal de vida dos seres humanos. Entre os Svemtambara a entrada na vida monástica é autorizada aos dois sexos a partir dos sete anos, mas realiza-se em geral numa idade mais avançada. O noviço deve abandonar todos os seus bens; por altura da sua ordenação (diksa) a sua cabeça é raspada e ele toma os cinco votos, que segue numa versão mais rigorosa do que a dos leigos (mahavrata).

Os monges jainas levam uma vida itinerante, com excepção da época das monções, altura em que se recolhem numa determinada localidade. Dependem para a sua alimentação da caridade fornecida pelos leigos jainas, a quem oferecem em troca assistência espiritual.

Os monges do ramo Svetambara podem ser donos de pequenas coisas, como uma fina veste branca, uma tigela onde recebem os alimentos dos leigos e uma máscara de tecido usada sobre a boca (mukhavastrika), cujo objectivo é evitar a ingestão involuntária de pequenos insectos. Os monges Digambara interpretam o preceito do desapego de uma forma bastante rigorosa e por esta razão não usam roupas; as monjas deste ramo usam uma veste branca. Os monges Digambara não possuem uma tigela e usam a mãos como recipiente dos alimentos. Os monges "Svetambara" costumam se deslocar em pequenos grupos de cinco ou seis monges, enquanto que os Digambara geralmente viajam sozinhos.

Todos os monges devem seguir as três regras que evitam a conduta incorrecta (guptis: ter cuidado com os pensamentos, as palavras e as acções).

Entre os Svetambara o número de monjas ultrapassa o de monges. As monjas Digambara aceitam a doutrina que afirma que para se avançar no caminho espiritual é necessário nascer com um corpo masculino.
Leigos

Os jainas que não são monges devem observar oito regras de comportamento e devem tomar doze votos. As oito regras de comportamento variam, mas em geral incluem a prática absoluta e irrestrita de Ahimsa (não violência) que tem seu ponto forte na alimentação: não comer carne de nenhum tipo, não comer certos vegetais (cebola e alho) os quais se acredita serem de origem inferior e não usar nenhum produto de origem animal. Outras regras incluem não se alimentar à noite, não ingerir bebidas alcoólicas nem substâncias consideradas alteradoras da consciência (cafeína, teobromina) e praticar a caridade a todos os seres vivos. Ler sobre as qualidades transcendentais dos tirthankaras e recitar o Navkar Mantra também fazem parte das principais práticas diárias.

Quanto aos doze votos, eles podem ser divididos em três classes:

Anuvratas - são os cinco votos principais: abster-se de atos violentos, não mentir, não roubar, não cobiçar o parceiro de outra pessoa e limitar as possessões pessoais;

Gunavratas - são três votos que reforçam os cinco votos principais: restringir as atividades pessoais a uma área concreta (digvrata), restringir práticas que proporcionam prazer (bhogopabhogavrata), evitar atos que causam sofrimento (anarthadandavrata);

Siksavratas - são quatro votos de disciplina espiritual: meditar, limitar determinadas atividades a certos momentos, adotar a vida de um monge por um dia, fazer donativos aos monges ou aos pobres.
Formas de culto

Uma das principais formas de culto dos jainas leigos é prestar homenagem às estátuas dos tirthankaras. Os jainas lavam as estátuas e dedicam-lhes oferendas, como mel, flores, arroz, etc. Alguns grupos jainas, como os Sthanakavasis e os Terapanthis, são contra o culto de imagens.

O crente não adora a estátua em si, mas antes as qualidades associadas a ela, de modo a receber inspiração para seguir o mesmo caminho. As estátuas podem ser adoradas nos templos ou então em pequenos santuários existentes nas casas. São representadas em posição de meditação, sentadas ou em pé.

Não é possível estabelecer qualquer forma de contacto com os tirthankaras através desta forma de culto, uma vez que estes, tendo alcançado a libertação, ficam fora do contacto humano. Contudo, durante a Idade Média cada tirthankara foi associado a uma deusa protectora, em relação às quais se desenvolveram formas particulares de devoção. As deusas mais importantes são Ambika (associada ao 22º tirthankara, Arishtanemi), Padmavati (associada a Parshva), Lakshmi e Sarasvati.

As orações jainas fazem referência aos grandes actos dos tirthankaras e aos ensinamentos do Mahavira, sendo ditas num antigo dialecto do Bihar, o Ardha Magadhi. A principal oração é o Namaskara Sutra, através do qual o jaina presta homenagem às qualidades dos cinco grandes seres do jainismo.

O ato de fazer doações para a construção de templos é também considerado uma forma de culto, assim como a prática de peregrinações.
Festivais

Os principais festivais do jainismo são:

Mahavira Jayanti - decorre em março ou abril e celebra a data do nascimento do Mahavira. Neste dia estátuas do mahavira são levadas em procissões pelas ruas e os jainas reúnem-se nos templos para ouvir a leitura dos seus ensinamentos.

Paryushana: durante o mês de Bhadrapada (agosto-setembro) os membros do ramo Svetambara do jainismo celebram um dos seus festivais mais importantes, Paryushana. Este festival está dedicado ao perdão e consiste na prática do jejum durante oito dias. No último dia do festival (Samvatsari) os jainas pedem perdão uns aos outros por ofensas que possam ter causado; aqueles que conseguiram jejuar durante os oito dias seguidos são levados para os templos em procissão. O festival equivalente na tradição Digambara denomina-se Dashalakshanaparvan, e para além da prática do jejum, é lido nos templos um importante texto, o Tattvartha-sutra.

Divali (festa da luzes) - celebração comum a toda a Índia, é para os jainas a comemoração da altura em que o mahavira deu os seus últimos ensinamentos e alcançou a libertação. Ocorre no mês de Kaartika, que corresponde no calendário gregoriano a outubro-novembro.

Kartik Purnima - ocorre no dia de lua cheia do mês de Kaartika. Após terem permanecido numa determinada localidade durante os meses da monção, os monges e monjas jainas regressam à vida errante, sendo por vezes acompanhados por leigos no percurso que fazem para outro local. Neste dia muitos jainas realizam a peregrinação aos templos de Palitana, no estado indiano do Gujarate.

Mastakabhisheka - Cada doze anos os jainas (principalmente os do ramo Digambara) reúnem-se no santuário de Shravana Belgola no estado de Karnataka, onde se encontra uma estátua de dezessete metros de Bahubali, que é alvo de libações com água, mel, leite, flores, preparados de ervas e especiarias.
A suástica

O jainismo dá mais ênfase à suástica que o hinduísmo. Representa o sétimo jina (santo), o Tirthankara Suparsva. É considerada uma das 24 marcas auspiciosas, emblema do sétimo arhat dos tempos atuais. Todos os templos jainistas, assim como os livros santos jainistas, contêm a suástica. As cerimônias jainistas começam e terminam com o desenho da suástica feito várias vezes em volta do altar.

Os adeptos também usam o arroz para desenhar a suástica (também conhecida por "Sathiyo" no estado indiano de Gujarat) diante dos ídolos nos templos. Os jainistas colocam uma oferenda sobre esta suástica - geralmente uma fruta, um doce (mithai), uma fruta em passa ou ainda uma moeda ou cédula de dinheiro.

Fonte: tinyurl.com/y7ytbjgd
◇ RELIGIÕES NA TERRA ◇
Parte: 89
Assunto: Tenrikyo
A Tenrikyo (天理教 Tenrikyō) é uma religião monoteísta que originou-se a partir das revelações feitas a uma mulher japonesa chamada Miki Nakayama, cognominada de Oyassama pelos seus seguidores. Segundo a doutrina da religião, Deus, conhecido por vários nomes, incluindo o de "Tenri-O-no-Mikoto", revelou-se ao mundo através de Oyassama, tomando esta como seu sacrário.

O ensinamento baseia-se nos três textos originais (Ofudesaki, Mikagura-Uta e Osashizu) e na "vida modelo" (modelo de vida ensinado e vivido pela Oyassama), que pregam principalmente a vida plena de alegria e felicidade (Youkigurashi), na qual harmonizam-se Deus e os seres humanos.

A sede principal da religião está localizado onde anteriormente era a Vila Shoyashiki, atualmente parte da cidade de Tenri no província de Nara. O complexo do "Recinto de Reverência" principal se encontra em torno de Jiba, o local original da criação dos seres humanos. O líder religioso é chamado de Shimbashira (lit. Pilar Principal). A história do Tenrikyo é turbulenta, tendo sido estabelecida durante um tempo de grande mudança no Japão. Eventuais conexões modernas com o Xintoísmo podem ser explicados através do entendimento da perseguição pela qual os primeiros seguidores passaram.

A comunidade Tenrikyo incluia, segundo dados de 2016, 16 833 igrejas gerenciadas localmente no Japão. Estima-se que a religião tenha 2 000 000 de seguidores no Japão, 100 000 em Taiwan e mais de 4 milhões no mundo todo. Tenrikyo é classificado como um novo movimento religioso (shinshūkyō) na literatura popular, pois foi fundado no século XIX. É atualmente a maior religião que tem por fundadora uma mulher.
Conceitos

A Tenrikyo é uma religião monoteísta que tem Tenri-Ô-no-Mikoto (lit. Senhor da Razão do Céu) como Deus, que é definido como o criador e parentes (pai e mãe) cuidadoso para com toda a humanidade. É chamado também de Oyagamissama (Deus-Parens). A reencarnação contínua é uma parte da religião, mas não um ponto central. Os ensinamentos principais incluem: Moto-no-Ri - A Razão da origem; Kashimono-Karimono (coisa emprestada e tomada emprestada) – o relacionamento natural entre o corpo humano e Deus; Hinokishin – Todo e qualquer ato surgido do sentimento de gratidão pelo corpo emprestado estar sendo vivificado pelo trabalho de Deus-Parens; Tanno (Satisfação Sincera) – uma atitude construtiva com relação a problemas, doenças e dificuldades; e Juzen-no-Shugo – Dez Providências, envolvidas na criação do mundo e dos seres humanos.

Na Tenrikyo há três níveis sucessivos de entendimento da natureza de Deus: o primeiro é Kami, que é Deus propriamente dito, o segundo é Tsukihi (lit. Lua Sol), Deus como o criador da natureza e das leis naturais, e por último Oya (Parens), que é Deus como o Pai e Mãe dos seres humanos. Estes termos referem-se a três níveis sucessivos de entendimento de um único Deus conforme eles crescem em maturidade espiritual. Muitas metáforas sobre construção e carpintaria são usadas nos ensinamentos da Tenrikyo, que propõem a construção de um mundo melhor e mais feliz num processo progressivo no qual as pessoas podem tomar pequenos passos na direção do progresso através do trabalho cooperativo.

Os ensinamentos da Tenrikyo, apesar de enfatizarem o trabalho em grupo, permitem um grau significativo de individualidade em meio aos seguidores - diferenças são vistas como complementares, e a organização geral é subdividida em muitos diferentes grupos com objetivos comuns mas focos diferentes. Estes objetivos diferem dependendo do Daikyokai (lit. Igreja-Mor), desde grupos de atendimento a vítimas de desastres naturais, pessoal médico em hospitais, universidades, um enorme museu, uma das maiores bibliotecas do Japão, várias escolas e muitos outros.

O Judô de Tenri é renomado como um estilo competitivo de Judô de sucesso que já produziu muitos campeões, como o único tri-campeão olímpico Tadahiro Nomura(JPN), e também há outros grupos de interesse em artes e esporte dentro da religião tenrikiana.
Símbolos

Yo (陽) é "positivo", o mesmo caractere do Yang no Yin e Yang chinês.

Ki (氣) é "espírito" ou "energia", o mesmo caractere de Chi em chinês.

Yusan (遊山) é "uma caminhada pelas montanhas e campos" (lit. excursão), implicando vida em meio à natureza.

Gurashi (暮) é "vivência", implicando a vida num senso maior de dia a dia.


Fonte: tinyurl.com/y9u5sxtr
◇ RELIGIÕES NA TERRA ◇
Parte: 90
Assunto: Conscienciologia
Conscienciologia: A Conscienciologia é a ciência que estuda a consciência – ser, ego, alma, self, princípio inteligente – e suas diversas formas de manifestação. A consciência é você, um ser vivo autoconsciente que se manifesta em outras dimensões fora da vida humana. O termo conscienciologia vem do Latim: conscientia – com conhecimento e do Grego: logos – estudo.
A Conscienciologia estuda a consciência “inteira”, considerando todos os seus corpos, dimensões e existências, em um enfoque integrado. A consciência é a nossa realidade maior, mais do que a energia e a matéria, outras de nossas realidades. Nossa consciência não é o corpo físico nem um subproduto do cérebro humano. Na realidade, podemos nos manifestar além do corpo humano e, portanto, do cérebro. Esse fato pode ser verificado através das experiências fora do corpo.
A consciência pode se manifestar a partir de 4 estados básicos:

Estado consciencial intrafísico. Corresponde ao estado de consciência na dimensão física, imersa na matéria vitalizada do corpo físico.

Estado consciencial extrafísico. Corresponde ao estado de consciência na dimensão extrafísica, após ter desativado o corpo físico (morte biológica) ou antes do renascimento.

Estado consciencial projetivo. Corresponde ao estado de consciência projetado para fora do corpo físico, aquele em que o indivíduo se encontra temporariamente com seus veículos de manifestação em descoincidência.

Estado de consciência contínua. Corresponde ao estado de consciência completamente lúcido, no qual a pessoa percebe todo o processo de separação dos corpos, a soltura do energossoma, do psicossoma, podendo chegar à soltura do mentalsoma ou à projeção mental.

Para se manifestar a partir desses 4 estados conscienciais básicos, a consciência utiliza seu conjunto de corpos, ou seja, o holossoma:

Soma: corpo humano.

Energossoma: corpo energético.

Psicossoma: corpo emocional.

Mentalsoma: corpo mental.

Na vigília física, esses veículos estão coincididos. Na vida não-física (extrafísica), quando estamos projetados ou no estado extrafísico, ocorre a descoincidência entre esses veículos de manifestação consciencial, levando-nos a nos manifestar em múltiplas dimensões, além da dimensão física.
A consciência é multiexistencial. A vida humana atual é apenas uma dentre as várias existências da consciência. Já vivemos muitas vidas no passado e viveremos muitas outras no futuro. Em Conscienciologia, essa série de existências da consciência recebe o nome de seriéxis.
A base de manifestação de todas as consciências é constituída por 3 componentes indissociáveis, a que denominados de PENSENE: a idéia ou pensamento (PEN), a emoção ou sentimento (SEN) e a energia (ENE).
A consciência penseniza o tempo todo, ou seja, elabora pensamentos e emite energias sadias ou patológicas, conforme seu estado consciencial. Assim, interage emitindo e recebendo pensenes, em qualquer dimensão (física ou extrafísica) em que se encontre. Tal fato reforça a importância de conhecer mais a fundo seu padrão de pensamento, para identificar padrões externos e ser capaz de perceber quais os seus pensenes e quais os dos outros com os quais está interagindo. Daí a importância de promover a higienização ou a profilaxia dos próprios pensenes, para manifestar-se de modo mais sadio e maduro no local ou ambiente onde atua.
A partir dessas abordagens de estudo da consciência, a Conscienciologia oportuniza a potencialização de várias posturas prioritárias à evolução:

Entendimento da indestrutibilidade da consciência.

Vivência de emoções e sentimentos racionalizados.

Melhoria da capacidade de discernimento.

Reconhecimento de si próprio como agente catalisador da evolução de todos.

Organização racional das próprias idéias.

Ampliação do nível de originalidade do seu trabalho pessoal.

Obtenção de um nível máximo de desrepressão.

Especialidades
A Conscienciologia, ciência multidisciplinar e multidimensional, exige análise acurada de suas especialidades e sub-especialidades. O quadro sinóptico a seguir, mostra as interrelações dessas especialidades, considerando como c
ritério de ordenação, a abrangência espacial em 6 Ordens Lógicas. A elaboração do quadro sinóptico constitui-se de maneira análoga a um estudo anatômico, através do qual vamos situando espacialmente cada elemento (especialidade) em relação aos outros (partes) e ao todo (Conscienciologia).


Fonte: tinyurl.com/y7r6u4ly
◇ RELIGIÕES NA TERRA ◇
Parte: 91
Assunto: Reconstructionista moderno
O reconstrucionismo politeísta (Reconstrucionismo) é uma abordagem ao paganismo primeiro emergente no final de 1960 a inícios de 1970, e ganhou força na década de 1990 a década de 2000. O Reconstrucionismo tenta restabelecer religiões politeístas históricas no mundo moderno, em contraste com os movimentos sincréticos neopagãos como a Wicca, a Ásatrú, o Druidismo, também havendo outras correntes, não excluindo também a Teosofia.

Enquanto a ênfase no rigor histórico pode implicar uma recriação histórica, o desejo de continuidade nas tradições rituais (ortopraxia) é uma característica comum da religião em geral, como visto no ritualismo anglicano, ou em grande parte na liturgia cristã.