《Sense Atividade》
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Espiritualidade, atendimentos em cartomancia, esoterismo, astrologia, mediunidade, quântica, filosofia de vida e etc.

Nascido em 27 de janeiro de 2017.

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Vanessa
Maria T
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🔴 O NARCISISMO 🔴
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Indivíduos com características de personalidade advindas do narcisismo segundo Kernberg (2003) apresentam sentimentos grandiosos acerca de sua própria importância, exagerando seus talentos, esperando ser reconhecido como superior sem realizações comensuráveis, preocupação com fantasias de sucesso sem limites, poder, inteligência, beleza ou amor ideal. Acredita ser uma pessoa especial e única e de que somente pode ser compreendido ou somente deve associar-se às pessoas especiais ou às pessoas de condição elevada. Tendem a exigir dos outros admiração excessiva, apresenta sentimentos de pretensão criando expectativas irracionais de receber um tratamento especialmente favorável ou a obediência automática às suas expectativas. Nas relações interpessoais mantém um comportamento explorador a fim de atingir seus próprios objetivos. Uma outra característica marcante neste tipo de personalidade é a falta de empatia com relutância em reconhecer os sentimentos dos outros e as necessidades alheias, além de apresentar sentimentos de inveja em relação às pessoas e ter a crença de ser alvo da inveja alheia. Zimerman (2004) coloca que estes sujeitos passam a maior parte de suas vidas em busca de algo ou alguém que confirme o seu mundo ilusório, garantindo, assim, a preservação de sua auto-estima e do sentimento de identidade, que são permanentemente ameaçadas em virtude das demandas do mundo e da realidade.
Kernberg (2003) citando o DSM-IV coloca que apesar de a importância em relação a si mesmo ser destacada nos narcisistas, uma vulnerabilidade na auto-estima é uma característica associada. Esta hipersensibilidade o torna extremamente sensível à crítica e ao fracasso, devido à necessidade de serem os melhores, podendo reagir com desdenho, raiva e contra-ataque desafiador. Além disso, o fardo para manter a condição de ser uma pessoa especial, leva esses indivíduos a confrontações excessivas, com as dolorosas frustrações do dia-a-dia. Para Symington (2003) os narcisistas nas suas relações interpessoais usam o objeto em um relacionamento manipulador no qual o objeto é seduzido e controlado, mantendo assim o sujeito narcisista onipotente e encapsulado. Como narcísicos Freud (apud FENICHEL 2000, p.488) descreveu tipos que mais ou menos conservam o seu narcisismo e onipotência primários; não são pessoas governadas por um ego cuja força consiste em razoabilidade e comportamento adequado, com raiz na primazia genital: são tipos patológicos que conseguiram permanecer, subjetivamente, independentes do mundo exterior, não lhe dando importância.
Segundo Yorio (1996) em relações mais íntimas, como no casamento, uma personalidade com desordem narcisista não suporta intimidade com o outro e consigo mesmo, pois teme a vulnerabilidade diante de si e do outro. Vive esperando pelo caos, e é capaz de recorrer a todos os recursos que possui para evitá-lo. É na relação conjugal que os narcisistas encontram o campo mais favorável para que suas vivências se instalem: começando com a escolha do parceiro e dando continuidade no relacionamento diário. Fenichel (2000) explica que o tipo narcísico não dá, às pessoas dependentes qualquer esperança de amor verdadeiro e que, pelo contrário, às estimula às identificações prontas, os outros lutam por obter participação no poder do narcisista “onipotente”. São independentes de objetos reais e volta-se a tornarem-se subjetivamente dependentes sempre que os fatos externos os fazem duvidar de sua onipotência. As pessoas deste tipo tentam por todos os meios influenciar os objetos no sentido de que se comportem de maneira especial que corresponda ao ideal do sujeito.
De acordo com Fenichel (2000, p. 474):
"As pessoas narcísicas podem na sentença narcísica. “Eu me amo” projetar o me para outra pessoa e, depois, identificar-se com esta pessoa de modo a desfrutar o sentimento de serem amadas por si mesmas. Para consegui-lo precisam que os objetos se comportem tal qual o desejo inconsciente de identificação deseja que se comportem".
Pessoas com fortes traços de narcisismo para Kemberg (1984, apud LEWKOWICZ 2005, p.597)
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têm uma vida emocional muito superficial, com pouca capacidade de perceber os outros; assim por traz de uma superfície charmosa e envolvente, podem revelar-se frios e insensíveis. Além disso, não conseguem aproveitar o que recebem em função da grande inveja que isso lhes desperta ficando constantemente insatisfeitos e queixosos com os mais próximos. Segundo Mayer (1989) muitos desses sujeitos por suas intensas fixações narcisistas não puderam realizar uma boa elaboração do Complexo de Édipo, o que caracteriza uma vida adulta com poucos objetos com os que se vinculam afetivamente de um modo verdadeiro. Às vezes tem um único objeto que monopoliza seu interesse afetivo e dele esperam tudo, não buscando o que lhes possa trazer outros objetos.
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🔴ALGO A MAIS QUE IMPULSIVIDADE:
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Quantas e quantas vezes os pacientes chegam ao consultório e afirmam que “não consigo controlar, sou assim! Sinto raiva e não sei porquê… Sei que exagero mas, quando vejo, já fiz” ou “mesmo quando o meu companheiro demonstra afecto não consigo sentir-me amada. Sei que gosta de mim, mas, não sei porquê, tenho medo de que me deixe…”.
Já ouviu falar de perturbação de personalidade borderline? As pessoas tendem a ser socialmente agradáveis, simpáticas e com uma conduta bastante adequada. No entanto, nas relações mais íntimas apresentam um padrão comportamental instável e pouco tolerante a situações frustrantes. Embora tenham consciência de que em certas situações agem de forma desadequada, têm enorme dificuldade em conseguir controlar o comportamento explosivo, sendo muito susceptíveis a “ataques de raiva” na tentativa de obrigar o outro a reconhecer a sua importância.
Por vezes, as vivências traumáticas (reais ou imaginadas) na infância poderão intensificar ainda mais a vulnerabilidade do comportamento borderline (luto, abandono, negligência, abuso sexual, tortura física e/ou psicológica), que começa a manifestar-se na adolescência e permanece até à idade adulta.
É recorrente nestas pessoas a necessidade quase agoniante de terem alguém sempre consigo para nunca se sentirem sozinhas ou desamparadas. Procuram a todo o custo evitar o abandono (real ou imaginado) daqueles que amam, exigindo continuamente demonstrações de afecto. Nas relações íntimas, embora sejam propensas a terem relacionamentos intensos, apresentam um padrão comportamental bastante instável, com oscilações de humor recorrentes. Verifica-se nestes casos a tendência para quadros depressivos, comportamentos impulsivos, ataques de ansiedade, irritabilidade, ciúme patológico, gastos irresponsáveis, sexo inseguro, condução imprudente, comer de forma compulsiva, adicção ao álcool, abuso de substâncias e comportamentos manipuladores como a hetero/auto-agressividade, ameaças ou tentativas de suicídio.
As relações tendem a ser problemáticas pela dicotomia entre a sensação de dependência do outro e a aparente crueldade com que tratam os pares (irmãos, pais, familiares próximos, amigos, companheiros, etc.). Pessoas com perturbação de personalidade borderline atacam para tentar camuflar a sensação de dependência do outro. Nas relações conjugais, exigem uma proximidade intensa que chega a ser considerada sufocante, mesmo quando a relação é recente. As demonstrações de afecto do outro nunca são suficientes e são vistas como desvalorização dos seus sentimentos. É como se o outro não se importasse com os seus sentimentos (mesmo que não seja a realidade).
O tratamento desta perturbação passa pelo uso de medicamentos estabilizadores de humor (para conter a impulsividade). No entanto, é imprescindível o acompanhamento psicoterapêutico, que poderá ser longo, pois visa a clarificação de questões distorcidas e de necessidades não satisfeitas ao longo de vários anos. Será imprescindível esclarecer e responsabilizar a pessoa por todos os seus comportamentos reactivos e instáveis; mostrar que reacções automáticas ao medo da perda são geralmente pouco racionais e adequadas. A aprendizagem de novas capacidades em termos de eficácia interpessoal e de regulação emocional são pontos-chave a serem trabalhados.
A recuperação é uma escolha e por isso a pessoa deve ter consciência do que pode fazer para se sentir melhor. No processo terapêutico irá ser ajudada a regular-se emocionalmente, promovendo a interiorização de ferramentas mais eficazes para o controlo de comportamentos impulsivos e desajustados. No entanto, a recuperação depende essencialmente daquilo que cada um está disposto a trabalhar.
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REFERÊNCIAS:
American Psychiatric Association. (1994), “Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders” (4th ed.). Washington, DC: Author.
Ballone GJ, Moura EC.
“Personalidade Borderline” in. PsiqWeb, Internet, disponível emhttp://virtualpsy.locaweb.com.br/www.psiqweb.med.br/, revisto em 2008.
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NÍVEIS EVOLUTIVOS DE CADA SIGNO

Níveis evolutivos de Áries
1º nível de evolução: Um Áries reativo, que reage por mal-estar. A insegurança faz com que se afirme. A energia de Áries se manifesta de um modo compulsivo, condicionada pelo instinto e pelos desejos, que dominam a personalidade.

2º nível de evolução: É a fase da aprendizagem através do conflito. Passa a avaliar a qualidade de seus desejos pelas consequências das suas ações. O Áries aprende a ser mais reflexivo, conscientemente direcionado a um propósito altruísta, fruto da inteligência e da vontade.

3º nível de evolução: A energia de Áries já se encontra orientada para objetivos superiores, humanitários, transpessoais. São seguros e responsáveis, cientes da força que os liga ao Plano Cósmico e ao pensamento universal, determinados a iniciar movimentos capazes de iluminar o mundo.
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Níveis evolutivos de Touro:
1º nível de evolução: Amar a obscuridade da Matéria significa levar o Espírito ao seu Oposto. O Amor é vivido pelo prazer de possuir e de delimitar territórios. A emoção é ligada ao instinto, interiorizada, sensorial e sensual.

2º nível de evolução: Aprende sobre como a segurança material pode ser experimentada. Valoriza suas qualidades, seus talentos e seus dons. Cultiva o poder de se relacionar com a matéria e o amor. O que verdadeiramente considera seu é fruto de suas capacidades, conquistado pelo seu esforço.

3º nível de evolução: Aprende sobre o desapego em relação à matéria, o distanciamento emocional frente ao que possui. Desenvolve a forma como o espírito lida com a matéria e uma escala de valores que situa a matéria e os bens materiais no lugar que lhes compete.
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