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VENEZUELA | Povo venezuelano está na rua em defesa de sua soberania e contra as agressões dos Estados Unidos.
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#VenezuelaSoberana #ForaImperialismo #SolidariedadeLatina #PazNaAmericaLatina
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Toda vez que os Estados Unidos dizem estar “salvando” um povo, o resultado é destruição, mortes e instabilidade. A história da América Latina prova isso.
O bombardeio à Venezuela e o sequestro do presidente Nicolás Maduro escancaram mais uma vez a lógica imperialista de Washington, que se coloca acima do direito internacional, da soberania dos povos e da vida de civis. Ainda mais grave é ver a extrema direita brasileira comemorar a agressão, colocando sua devoção aos interesses estadunidenses acima da paz e da autodeterminação latino-americana.
A mídia corporativa, cúmplice, se recusa a chamar invasão de invasão e sequestro de sequestro, atuando como porta-voz do império. Se outro país fizesse o mesmo com uma potência europeia, a reação seria imediata. Por que o silêncio quando o alvo é a Venezuela?
Bombardeios não levam democracia. Levam caos, crises humanitárias e mais insegurança para toda a região. O que está em jogo não é a defesa da democracia, mas o controle sobre recursos estratégicos, especialmente o petróleo, e o recado a qualquer nação que ouse desafiar os interesses dos Estados Unidos.
Reafirmamos nossa solidariedade ao povo venezuelano. Cada povo tem o direito de decidir seu próprio destino, sem invasões, sanções ou violência. A agressão de Trump deve ser repudiada e a paz defendida.
O bombardeio à Venezuela e o sequestro do presidente Nicolás Maduro escancaram mais uma vez a lógica imperialista de Washington, que se coloca acima do direito internacional, da soberania dos povos e da vida de civis. Ainda mais grave é ver a extrema direita brasileira comemorar a agressão, colocando sua devoção aos interesses estadunidenses acima da paz e da autodeterminação latino-americana.
A mídia corporativa, cúmplice, se recusa a chamar invasão de invasão e sequestro de sequestro, atuando como porta-voz do império. Se outro país fizesse o mesmo com uma potência europeia, a reação seria imediata. Por que o silêncio quando o alvo é a Venezuela?
Bombardeios não levam democracia. Levam caos, crises humanitárias e mais insegurança para toda a região. O que está em jogo não é a defesa da democracia, mas o controle sobre recursos estratégicos, especialmente o petróleo, e o recado a qualquer nação que ouse desafiar os interesses dos Estados Unidos.
Reafirmamos nossa solidariedade ao povo venezuelano. Cada povo tem o direito de decidir seu próprio destino, sem invasões, sanções ou violência. A agressão de Trump deve ser repudiada e a paz defendida.
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Recado do povo venezuelano para Trump e os EUA: "Estamos preparados! Em meu país você não vai intervir!"
Viva a resistência do povo venezuelano.
Fora Trump da América Latina
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Fora Trump da América Latina
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Trump vencerá na Venezuela?
Donald foi brutalmente sincero: “quero o petróleo”. Sem o verniz da "democracia" ou dos "direitos humanos", assumiu que pretende gerir o país como colônia. Mas o chavismo resiste. Embora Maduro esteja sequestrado, o controle real do território exige botas no chão e tanques nas ruas — o caminho para uma guerra total. O povo venezuelano não entregará sua soberania sem luta.
Neste dia 03, Trump enterrou os últimos resquícios da ordem internacional e do respeito às fronteiras. Enquanto a Europa se cala em um consentimento covarde, o ataque bárbaro à Venezuela revela a face mais nua da geopolítica imperialista. O sequestro de um presidente vai além da cobiça por recursos naturais; é a reafirmação violenta da América Latina como o "quintal colonial" dos EUA.
Trump conta com os sabujos da extrema-direita regional, como Milei, os Bolsonaro e Kast. Mas a resistência ao neofascismo é real, a começar pela bravura do povo venezuelano. A postura altiva dos governos de Brasil, México e Colômbia é um pilar crucial nessa defesa. Até nos EUA a oposição cresce: Sanders, Ocasio-Cortez e Zhoran Mandani dão voz a uma maioria popular que rejeita a guerra. A luta está em curso.
Donald foi brutalmente sincero: “quero o petróleo”. Sem o verniz da "democracia" ou dos "direitos humanos", assumiu que pretende gerir o país como colônia. Mas o chavismo resiste. Embora Maduro esteja sequestrado, o controle real do território exige botas no chão e tanques nas ruas — o caminho para uma guerra total. O povo venezuelano não entregará sua soberania sem luta.
Neste dia 03, Trump enterrou os últimos resquícios da ordem internacional e do respeito às fronteiras. Enquanto a Europa se cala em um consentimento covarde, o ataque bárbaro à Venezuela revela a face mais nua da geopolítica imperialista. O sequestro de um presidente vai além da cobiça por recursos naturais; é a reafirmação violenta da América Latina como o "quintal colonial" dos EUA.
Trump conta com os sabujos da extrema-direita regional, como Milei, os Bolsonaro e Kast. Mas a resistência ao neofascismo é real, a começar pela bravura do povo venezuelano. A postura altiva dos governos de Brasil, México e Colômbia é um pilar crucial nessa defesa. Até nos EUA a oposição cresce: Sanders, Ocasio-Cortez e Zhoran Mandani dão voz a uma maioria popular que rejeita a guerra. A luta está em curso.
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🇻🇪 VENEZUELA | Cresce em todo o mundo a solidariedade ao povo venezuelano, cuja soberania vem sendo sistematicamente violada pelas ambições imperiais de Donald Trump. Confira alguns atos que ocorreram ao redor do mundo neste dia 03
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