As organizações Insurgência e Resistência do PSOL realizaram, nesta sexta (21) ato público de unificação em São Paulo. Com a presença de figuras do partido como Manuela d’Ávila, Tarcísio Motta e a presidenta Paula Coradi, a celebração faz parte da programação do Congresso de Unificação que acontece durante todo o final de semana e escolherá o nome da nova organização.
A nova corrente já nasce com um objetivo: seguir o debate com militantes, lideranças, movimentos e outras correntes políticas para que novos processos de convergência possam acontecer. Na contramão da dispersão e fragmentação da esquerda, o objetivo é ser um instrumento útil para a reorganização de revolucionários no Brasil do século XXI.
Outro ponto fundamental é a reafirmação da construção do PSOL como o partido necessário para o enfrentamento da extrema direita. Construindo as lutas em unidade com PT, PCdoB, MST e outros partidos e movimentos de esquerda, ao mesmo tempo que impulsiona novas lideranças políticas.
https://bit.ly/3NCoC3B
A nova corrente já nasce com um objetivo: seguir o debate com militantes, lideranças, movimentos e outras correntes políticas para que novos processos de convergência possam acontecer. Na contramão da dispersão e fragmentação da esquerda, o objetivo é ser um instrumento útil para a reorganização de revolucionários no Brasil do século XXI.
Outro ponto fundamental é a reafirmação da construção do PSOL como o partido necessário para o enfrentamento da extrema direita. Construindo as lutas em unidade com PT, PCdoB, MST e outros partidos e movimentos de esquerda, ao mesmo tempo que impulsiona novas lideranças políticas.
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Confira a fala do deputado estadual do PSOL-RS, Matheus Gomes, no ato de unificação entre Insurgência e Resistência, nesta sexta (20)
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Confira a fala do deputado estadual do PSOL-RS, Matheus Gomes, no ato de unificação entre Insurgência e Resistência, nesta sexta (20)
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Confira a fala da co-deputada estadual do PSOL-SP, Simone Nascimenti, no ato de unificação entre Insurgência e Resistência, nesta sexta (20)
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🌱 Semear - O futuro e um Brasil Socialista
📄 Manifesto de fundação
📲 Leia completo no portal Esquerda Online: https://bit.ly/483ml8C
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O Senado aprovou: misoginia é crime. 🤜
Um passo importante no enfrentamento à violência contra as mulheres, mas a luta não para aqui. Lei precisa sair do papel, virar proteção real, responsabilização e mudança na cultura.
Chega de ódio, chega de violência. Misoginia é crime e tem que ser tratada como tal.
Já o deputado federal da extrema direita. Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou como “aberração” o projeto de lei que criminaliza a misoginia, equiparando-a ao crime de racismo. O PL 896/2023 foi aprovado por unanimidade no Senado na terça-feira (24/3) e agora segue para análise na Câmara dos Deputados.
O parlamentar afirmou que iniciaria, nesta quarta-feira (25/3), os trabalhos para tentar derrubar a proposta na Câmara. O texto define misoginia como conduta de ódio ou aversão às mulheres baseada na crença de supremacia masculina, prevendo penas de 2 a 5 anos de reclusão, além de multa e impossibilidade de fiança.
Estamos de olho!
Um passo importante no enfrentamento à violência contra as mulheres, mas a luta não para aqui. Lei precisa sair do papel, virar proteção real, responsabilização e mudança na cultura.
Chega de ódio, chega de violência. Misoginia é crime e tem que ser tratada como tal.
Já o deputado federal da extrema direita. Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou como “aberração” o projeto de lei que criminaliza a misoginia, equiparando-a ao crime de racismo. O PL 896/2023 foi aprovado por unanimidade no Senado na terça-feira (24/3) e agora segue para análise na Câmara dos Deputados.
O parlamentar afirmou que iniciaria, nesta quarta-feira (25/3), os trabalhos para tentar derrubar a proposta na Câmara. O texto define misoginia como conduta de ódio ou aversão às mulheres baseada na crença de supremacia masculina, prevendo penas de 2 a 5 anos de reclusão, além de multa e impossibilidade de fiança.
Estamos de olho!
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Escravidão no Ceará: a abolição começou pelo porto de Fortaleza e pela vila de Acarape
O Ceará foi a primeira província do país a abolir a escravidão, em 25/03/1884, há 142 anos. Contribuíram para essa luta Chico da Matilde, Preta Simoa, Luceta Pereira, José Napoleão, Negra Esperança e tantos outros
Por Bruno Rodrigues
https://bit.ly/4byWcku
O Ceará foi a primeira província do país a abolir a escravidão, em 25/03/1884, há 142 anos. Contribuíram para essa luta Chico da Matilde, Preta Simoa, Luceta Pereira, José Napoleão, Negra Esperança e tantos outros
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