O desgaste do bolsonarismo e a oportunidade de fortalecer as lutas da classe trabalhadora
Por André Valuche, de São Paulo (SP)
https://esquerdaonline.com.br/2026/05/15/o-desgaste-do-bolsonarismo-e-a-oportunidade-de-fortalecer-as-lutas-da-classe-trabalhadora/
Por André Valuche, de São Paulo (SP)
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Esquerda Online
O desgaste do bolsonarismo e a oportunidade de fortalecer as lutas da classe trabalhadora
O escandaloso áudio envolvendo Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro joga a crise política para dentro da extrema direita e provoca[.....]
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Em 15 de maio de 1948, o líder sionista nascido na Polônia, Davi Ben Gurion, proclamava o Estado de Israel. A fundação de Israel, evento batizado pelos palestinos de Nakba (catástrofe, em Árabe) deu-se no marco de uma ampla campanha de terror, limpeza étnica e roubo de terras palestinas, operadas por três milícias sionistas (Hagannah, Irgun e Lehi).
Naquele momento, os sionistas apoderaram-se de 75% das terras palestinas, expulsando mais de 750 000 árabes. Vilas como Deir Yassin foram palco de massacres terríveis como o liderado pelo terrorista sionista Menachen Begin, cujo resultado foi a eliminação de 254 palestinos, sendo a maioria de mulheres e crianças, um mês antes da fundação de Israel. Na cidade palestina de Haifa 70 mil palestinos sofreram limpeza étnica, restando apenas 5 mil.
Naquele momento, Ben Gurion, em sua sanha colonial e belicista que desde sempre norteou Israel, declarou paras as forças armadas seus planos: “Deveríamos nos preparar para avançar em uma ofensiva. Nosso objetivo é esmagar o Líbano, a Transjordânia e a Síria. O ponto débil é o Líbano, porque o regime muçulmano é artificial e fácil de ser minado. Teremos de implantar um Estado cristão ali e então derrotaremos a Legião Árabe, eliminaremos a Transjordânia; a Síria cairá em nossas mãos. Então nós bombardearemos e ocuparemos Port Said, Alexandria e o Sinai”.
Está cada vez mais claro para o mundo todo que a permanência de Israel 78 anos após a Nakba tem sido um fator decisivo para a instabilidade na região e, de fato, uma ameaça para a humanidade. Quem ousaria duvidar que o atual governo de Israel, o mais violento reacionário de sua história, é fiel continuador dos planos traçados por Ben Gurion para o Oriente Médio, 78 anos atrás?
Ou seja, a Nakba segue em curso e representa uma ameaça não só para palestinos de Gaza e Cisjordânia, mas também para libaneses, sírios, iranianos, egípcios e demais povos da região.
Naquele momento, os sionistas apoderaram-se de 75% das terras palestinas, expulsando mais de 750 000 árabes. Vilas como Deir Yassin foram palco de massacres terríveis como o liderado pelo terrorista sionista Menachen Begin, cujo resultado foi a eliminação de 254 palestinos, sendo a maioria de mulheres e crianças, um mês antes da fundação de Israel. Na cidade palestina de Haifa 70 mil palestinos sofreram limpeza étnica, restando apenas 5 mil.
Naquele momento, Ben Gurion, em sua sanha colonial e belicista que desde sempre norteou Israel, declarou paras as forças armadas seus planos: “Deveríamos nos preparar para avançar em uma ofensiva. Nosso objetivo é esmagar o Líbano, a Transjordânia e a Síria. O ponto débil é o Líbano, porque o regime muçulmano é artificial e fácil de ser minado. Teremos de implantar um Estado cristão ali e então derrotaremos a Legião Árabe, eliminaremos a Transjordânia; a Síria cairá em nossas mãos. Então nós bombardearemos e ocuparemos Port Said, Alexandria e o Sinai”.
Está cada vez mais claro para o mundo todo que a permanência de Israel 78 anos após a Nakba tem sido um fator decisivo para a instabilidade na região e, de fato, uma ameaça para a humanidade. Quem ousaria duvidar que o atual governo de Israel, o mais violento reacionário de sua história, é fiel continuador dos planos traçados por Ben Gurion para o Oriente Médio, 78 anos atrás?
Ou seja, a Nakba segue em curso e representa uma ameaça não só para palestinos de Gaza e Cisjordânia, mas também para libaneses, sírios, iranianos, egípcios e demais povos da região.
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Flávio Bolsonaro é o maior mentiroso do Brasil!
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