MASSACRE NO RIO DE JANEIRO
Basta da política de morte de Castro!
O Rio vive mais uma tragédia anunciada. Já são mais de 60 mortos, entre eles policiais e moradores, nas operações que atingem o Complexo da Penha, do Alemão, o Borel e regiões da Tijuca. É a face brutal de uma política de segurança que só conhece o caminho da morte.
Enquanto o governador Cláudio Castro culpa a ADPF das Favelas e tenta transferir responsabilidades, o Estado mergulha cada vez mais fundo na lógica da guerra em territórios negros e periféricos. Ele estimula o confronto, posa como gestor das promoções por bravura, cortou verba da previdência dos servidores, inclusive dos policiais, e vetou o auxílio saúde dessa categoria. Ao invés de valorização, sua base de apoio na Alerj quer promover uma gratificação faroeste.
Agora, em meio à crise que ele mesmo alimentou, Castro tenta responsabilizar o governo federal, mesmo recebendo apoio da Força Nacional de Segurança, dentre outras medidas. Chega ao absurdo de invocar estado de defesa, instrumento constitucional que não pode ser acionado pelo governador e não se mostra adequado para o quadro.
Cláudio Castro se revela incapaz de proteger a população, entregando o Estado à política da morte que mata pobres, periféricos, policiais e moradores no governo mais letal na história do RJ.
Essa é a marca do seu governo: o espetáculo da violência substituindo o planejamento, a propaganda da morte ocupando o lugar da segurança cidadã. A guerra às drogas fracassou. O que há é uma guerra contra o povo pobre, que também enfrenta a interrupção de serviços essenciais, como saúde, educação e transporte, e sente os impactos de uma gestão que trata as vidas das favelas e periferias como descartáveis.
O PSOL exige o fim imediato das operações letais e a construção de uma política de segurança baseada em direitos, inteligência e investimento social.
O Rio precisa de vida, não de mais corpos sem nome nas favelas.
Diante da gravidade da situação, é urgente que as forças democráticas e populares se levantem. Chamamos os movimentos sociais, partidos de esquerda, sindicatos, organizações de direitos humanos e entidades a construir uma ampla mobilização pelo fim da política de extermínio e pela defesa da vida nas favelas e periferias.
É hora de transformar a indignação em ação coletiva e exigir: Fora Cláudio Castro!
Basta da política de morte de Castro!
O Rio vive mais uma tragédia anunciada. Já são mais de 60 mortos, entre eles policiais e moradores, nas operações que atingem o Complexo da Penha, do Alemão, o Borel e regiões da Tijuca. É a face brutal de uma política de segurança que só conhece o caminho da morte.
Enquanto o governador Cláudio Castro culpa a ADPF das Favelas e tenta transferir responsabilidades, o Estado mergulha cada vez mais fundo na lógica da guerra em territórios negros e periféricos. Ele estimula o confronto, posa como gestor das promoções por bravura, cortou verba da previdência dos servidores, inclusive dos policiais, e vetou o auxílio saúde dessa categoria. Ao invés de valorização, sua base de apoio na Alerj quer promover uma gratificação faroeste.
Agora, em meio à crise que ele mesmo alimentou, Castro tenta responsabilizar o governo federal, mesmo recebendo apoio da Força Nacional de Segurança, dentre outras medidas. Chega ao absurdo de invocar estado de defesa, instrumento constitucional que não pode ser acionado pelo governador e não se mostra adequado para o quadro.
Cláudio Castro se revela incapaz de proteger a população, entregando o Estado à política da morte que mata pobres, periféricos, policiais e moradores no governo mais letal na história do RJ.
Essa é a marca do seu governo: o espetáculo da violência substituindo o planejamento, a propaganda da morte ocupando o lugar da segurança cidadã. A guerra às drogas fracassou. O que há é uma guerra contra o povo pobre, que também enfrenta a interrupção de serviços essenciais, como saúde, educação e transporte, e sente os impactos de uma gestão que trata as vidas das favelas e periferias como descartáveis.
O PSOL exige o fim imediato das operações letais e a construção de uma política de segurança baseada em direitos, inteligência e investimento social.
O Rio precisa de vida, não de mais corpos sem nome nas favelas.
Diante da gravidade da situação, é urgente que as forças democráticas e populares se levantem. Chamamos os movimentos sociais, partidos de esquerda, sindicatos, organizações de direitos humanos e entidades a construir uma ampla mobilização pelo fim da política de extermínio e pela defesa da vida nas favelas e periferias.
É hora de transformar a indignação em ação coletiva e exigir: Fora Cláudio Castro!
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COLUNISTAS | CLÁUDIO CASTRO-PL FAZ POLÍTICA COM SANGUE
Em 2010 cenas vindas do Rio de Janeiro rodaram o mundo. Diante de uma mega operação das Forças policiais do Estado, com direito a uso da GLO, dezenas de traficantes fugiam em uma estrada de terra. A imagem foi vendida como uma prova do avanço do Estado brasileiro no território que era controlado pelo crime organizado, e anunciava tempos de paz. Nesta terça (28), vimos nas ruas do Morro do Alemão e da Penha barricadas, tiros cruzando o ar, e tiroteios entre membros do crime organizado e policiais. A promessa de paz feita anos atrás não foi realizada. As novas imagens que assistimos nesta terça (28) deixam em vista uma lição: a atual política de segurança pública está falida, fadada ao fracasso e coloca os envolvidos em um ciclo sem fim.
🖋️ Coluna Gabriel Santos
🤳🏽 Leia no portal Esquerda Online: https://bit.ly/43JEmGR
📲 Acesse também http://esquerdaonline.com.br
Em 2010 cenas vindas do Rio de Janeiro rodaram o mundo. Diante de uma mega operação das Forças policiais do Estado, com direito a uso da GLO, dezenas de traficantes fugiam em uma estrada de terra. A imagem foi vendida como uma prova do avanço do Estado brasileiro no território que era controlado pelo crime organizado, e anunciava tempos de paz. Nesta terça (28), vimos nas ruas do Morro do Alemão e da Penha barricadas, tiros cruzando o ar, e tiroteios entre membros do crime organizado e policiais. A promessa de paz feita anos atrás não foi realizada. As novas imagens que assistimos nesta terça (28) deixam em vista uma lição: a atual política de segurança pública está falida, fadada ao fracasso e coloca os envolvidos em um ciclo sem fim.
🖋️ Coluna Gabriel Santos
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Esquerda Online
Cláudio Castro-PL faz política com sangue - Esquerda Online
Em 2010 cenas vindas do Rio de Janeiro rodaram o mundo. Diante de uma mega operação das Forças policiais do[.....]
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🩸 Bolsonarismo executa matança no RJ como objetivo político
➡️ Confira os cards e saiba mais
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Media is too big
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Eles podem dissimular, mas sabem muito bem o que estão defendendo. E não é a segurança pública.
Mais Wagner Moura. Menos Nikolas Ferreira.
Cena final do Tropa de Elite 2.
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Cena final do Tropa de Elite 2.
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🗞️ EDITORIAL ESQUERDA ONLINE | MASSACRE DE CLÁUDIO CASTRO-PL: QUANTOS MAIS TÊM QUE MORRER PARA ESSA GUERRA ACABAR?
Uma cidade em caos e pânico. Mais de uma centena de mortos, entres eles: “suspeitos”, policiais e moradores não identificados. Esse é o saldo da operação policial que transformou os complexos da Penha e do Alemão, na Zona Norte do Rio de Janeiro, em campo de guerra.
✍🏽 Resistência-PSOL e Insurgência-PSOL
🤳🏽 Leia no portal Esquerda Online: https://bit.ly/436hy3Y
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Uma cidade em caos e pânico. Mais de uma centena de mortos, entres eles: “suspeitos”, policiais e moradores não identificados. Esse é o saldo da operação policial que transformou os complexos da Penha e do Alemão, na Zona Norte do Rio de Janeiro, em campo de guerra.
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Media is too big
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RIO DE JANEIRO | "Não foi uma operação foi uma chacina", denuncia moradora do complexo do Alemão. Confira.
CLÁUDIO CASTRO CRIMINOSO
CLÁUDIO CASTRO CRIMINOSO
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📒 Cem anos sem Lênin: história, teoria e política
🗂️ Organizado por Felipe Demier
Textos de Luis Felipe Miguel, Valério Arcary , Martin Mosquera, Mauro Luís Iasi, Rebecca de Oliveira Freitas , Marcio Lauria Monteiro , Kevin Murphy, Thaiz senna , Vinicius Machado e Felipe Demier.
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De R$50,00 por R$25,00.
Disponível no site da Usina:
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Cem anos sem Lênin: história, teoria e política. Org( Felipe Demier) - Usina Editorial
Venda e publicação de livros, Usina Editorial.
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CULTURA | ADEUS A LÔ BORGES
Faleceu na noite deste domingo (2/11), aos 73 anos, o cantor e compositor mineiro Lô Borges. Internado desde o dia 17 de outubro, em Belo Horizonte, em decorrência de uma intoxicação medicamentosa, Borges ainda passou por uma traqueostomia, no dia 25 de outubro. Salomão Borges Filho, ou Lô Borges, foi o mais jovem músico e compositor a fazer parte da talentosa geração de artistas que reuniu-se em torno do disco Clube da Esquina, lançado no primeiro trimestre de 1972 pela EMI-Odeon Records, um dos discos de música brasileira mais aclamados em todo o mundo.
✍🏽 Bruno Rodrigues, da redação
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Faleceu na noite deste domingo (2/11), aos 73 anos, o cantor e compositor mineiro Lô Borges. Internado desde o dia 17 de outubro, em Belo Horizonte, em decorrência de uma intoxicação medicamentosa, Borges ainda passou por uma traqueostomia, no dia 25 de outubro. Salomão Borges Filho, ou Lô Borges, foi o mais jovem músico e compositor a fazer parte da talentosa geração de artistas que reuniu-se em torno do disco Clube da Esquina, lançado no primeiro trimestre de 1972 pela EMI-Odeon Records, um dos discos de música brasileira mais aclamados em todo o mundo.
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Adeus a Lô Borges - Esquerda Online
Faleceu na noite deste domingo (2/11), aos 73 anos, o cantor e compositor mineiro Lô Borges. Internado desde o dia[.....]
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