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Em 15 de maio de 1948, o líder sionista nascido na Polônia, Davi Ben Gurion, proclamava o Estado de Israel. A fundação de Israel, evento batizado pelos palestinos de Nakba (catástrofe, em Árabe) deu-se no marco de uma ampla campanha de terror, limpeza étnica e roubo de terras palestinas, operadas por três milícias sionistas (Hagannah, Irgun e Lehi).

Naquele momento, os sionistas apoderaram-se de 75% das terras palestinas, expulsando mais de 750 000 árabes. Vilas como Deir Yassin foram palco de massacres terríveis como o liderado pelo terrorista sionista Menachen Begin, cujo resultado foi a eliminação de 254 palestinos, sendo a maioria de mulheres e crianças, um mês antes da fundação de Israel. Na cidade palestina de Haifa 70 mil palestinos sofreram limpeza étnica, restando apenas 5 mil.

Naquele momento, Ben Gurion, em sua sanha colonial e belicista que desde sempre norteou Israel, declarou paras as forças armadas seus planos: “Deveríamos nos preparar para avançar em uma ofensiva. Nosso objetivo é esmagar o Líbano, a Transjordânia e a Síria. O ponto débil é o Líbano, porque o regime muçulmano é artificial e fácil de ser minado. Teremos de implantar um Estado cristão ali e então derrotaremos a Legião Árabe, eliminaremos a Transjordânia; a Síria cairá em nossas mãos. Então nós bombardearemos e ocuparemos Port Said, Alexandria­ e o Sinai”.

Está cada vez mais claro para o mundo todo que a permanência de Israel 78 anos após a Nakba tem sido um fator decisivo para a instabilidade na região e, de fato, uma ameaça para a humanidade. Quem ousaria duvidar que o atual governo de Israel, o mais violento reacionário de sua história, é fiel continuador dos planos traçados por Ben Gurion para o Oriente Médio, 78 anos atrás?

Ou seja, a Nakba segue em curso e representa uma ameaça não só para palestinos de Gaza e Cisjordânia, mas também para libaneses, sírios, iranianos, egípcios e demais povos da região.
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Flávio Bolsonaro é o maior mentiroso do Brasil!
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10 propostas para um programa antimanicomial
7 h
Nesta segunda-feira, 18 de maio, atos tomaram as ruas de diversas cidades do país marcando o Dia Nacional da Luta Antimanicomial.

Neste ano em que a Lei 10.216 (a lei da Reforma Psiquiátrica) completou 25 anos, as manifestações celebraram os avanços, mas lembraram os retrocessos da contrarreforma psiquiátrica, que tem nas comunidades terapêuticas sua principal expressão.

Manifestantes reafirmaram a atualidade da luta Antimanicomial, da defesa do cuidado em liberdade e da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS).
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