Forwarded from Narração Filosófica
Novo episódio no Narração Filosófica (@narracao)!
Como NÃO justificar a filosofia
Por Desidério Murcho
É importante distinguir cinco ideias bastante diferentes: 1) a justificação fraca da atividade filosófica; 2) a justificação forte dessa atividade; 3) a justificação do ensino da filosofia; 4) a justificação do ensino obrigatório da filosofia; e 5) a justificação do financiamento da filosofia com o dinheiro dos contribuintes. O audiotexto de hoje aborda essas distinções.
Ouça na sua plataforma preferida:
YOUTUBE: https://youtu.be/l3360Pn6ZT4
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Como NÃO justificar a filosofia
Por Desidério Murcho
É importante distinguir cinco ideias bastante diferentes: 1) a justificação fraca da atividade filosófica; 2) a justificação forte dessa atividade; 3) a justificação do ensino da filosofia; 4) a justificação do ensino obrigatório da filosofia; e 5) a justificação do financiamento da filosofia com o dinheiro dos contribuintes. O audiotexto de hoje aborda essas distinções.
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Em que consiste o problema do sentido da vida? Somos nós que construímos o sentido da nossa vida ou esse sentido já é dado? Sem Deus, a vida não tem sentido?
Nesse vídeo, Tiago Carneiro (UFRJ), Vitor Douglas (UFOP) e Matheus Baliú (PUCRJ) debatem sobre essas questões com a mediação de Elan Marinho (PUCRJ).
https://youtu.be/_FRZjLLTJxk
Nesse vídeo, Tiago Carneiro (UFRJ), Vitor Douglas (UFOP) e Matheus Baliú (PUCRJ) debatem sobre essas questões com a mediação de Elan Marinho (PUCRJ).
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Qual é o sentido da vida? | Debates Ao Vivo
Em que consiste o problema do sentido da vida? Somos nós que construímos o sentido da nossa vida ou esse sentido já é dado? Sem Deus, a vida não tem sentido?
Nesse vídeo, Tiago Carneiro (UFRJ), Vitor Douglas (UFOP) e Matheus Baliú (PUCRJ) debatem sobre essas…
Nesse vídeo, Tiago Carneiro (UFRJ), Vitor Douglas (UFOP) e Matheus Baliú (PUCRJ) debatem sobre essas…
ESTEIRA HEDÔNICA
Um indivíduo realiza-se ao conquistar a promoção profissional há muito pretendida. Três meses depois, seu estado de felicidade ou infelicidade volta a ser o mesmo de antes da promoção.
Outro, realiza o antigo desejo de mudar-se da cidade para a montanha, onde constrói a casa dos sonhos com vista para os cânyons. Mais ou menos 3 meses após a mudança, sua felicidade volta a ser a mesma de antes.
Um terceiro indivíduo recebe a aguardada herança de sua família que o torna milionário. Três meses mais tarde, sua felicidade ou infelicidade é a mesma de antes do recebimento da herança.
Esse é um fenômeno conhecido pela ciência e catalogado com o nome de esteira hedônica. A humanidade movimenta-se o tempo todo no sentido de perseguir e realizar novas e mais belas conquistas, materiais ou simbólicas, esperando extrair da conquista uma felicidade duradoura.
No entanto, a felicidade derivada da conquista é fugaz. Isso também vale para os eventos tristes, após um certo tempo a tristeza aguda passa e o sentimento de felicidade de outrora retorna.
Trata-se certamente de um fenômeno humano universal e importante para que o indivíduo tenha uma vida ativa e com vitalidade. Segundo Fiódor Dostoiévski, o ser humano ama construir o prédio, mas não habitá-lo.
Usando a alegoria do escritor russo, após construir o prédio e habitá-lo por um determinado tempo, novos desejos e motivações surgem e, assim, o ser humano mantém-se em movimento.
Como forma de evitar os hiperestímulos sociais para que essa pulsão humana tão vital seja canalizada para objetos fugazes e desprovidos de sentidos nobres, a economia da felicidade oferece alguns conselhos:
• Evitar rotinas diárias desgastantes, como horas no trânsito entre o trabalho e a residência;
• Não depositar grandes expectativas em objetos materiais, eles são úteis, mas não são fontes de sentido para a existência (casa, carro, etc.);
• O mais importante é canalizar as expectativas de felicidade e o tempo livre para experiências dotadas de sentido e significado, em geral, essas experiências estão relacionadas com amizades, natureza, viagens, lazer, família.
@humanas
Um indivíduo realiza-se ao conquistar a promoção profissional há muito pretendida. Três meses depois, seu estado de felicidade ou infelicidade volta a ser o mesmo de antes da promoção.
Outro, realiza o antigo desejo de mudar-se da cidade para a montanha, onde constrói a casa dos sonhos com vista para os cânyons. Mais ou menos 3 meses após a mudança, sua felicidade volta a ser a mesma de antes.
Um terceiro indivíduo recebe a aguardada herança de sua família que o torna milionário. Três meses mais tarde, sua felicidade ou infelicidade é a mesma de antes do recebimento da herança.
Esse é um fenômeno conhecido pela ciência e catalogado com o nome de esteira hedônica. A humanidade movimenta-se o tempo todo no sentido de perseguir e realizar novas e mais belas conquistas, materiais ou simbólicas, esperando extrair da conquista uma felicidade duradoura.
No entanto, a felicidade derivada da conquista é fugaz. Isso também vale para os eventos tristes, após um certo tempo a tristeza aguda passa e o sentimento de felicidade de outrora retorna.
Trata-se certamente de um fenômeno humano universal e importante para que o indivíduo tenha uma vida ativa e com vitalidade. Segundo Fiódor Dostoiévski, o ser humano ama construir o prédio, mas não habitá-lo.
Usando a alegoria do escritor russo, após construir o prédio e habitá-lo por um determinado tempo, novos desejos e motivações surgem e, assim, o ser humano mantém-se em movimento.
Como forma de evitar os hiperestímulos sociais para que essa pulsão humana tão vital seja canalizada para objetos fugazes e desprovidos de sentidos nobres, a economia da felicidade oferece alguns conselhos:
• Evitar rotinas diárias desgastantes, como horas no trânsito entre o trabalho e a residência;
• Não depositar grandes expectativas em objetos materiais, eles são úteis, mas não são fontes de sentido para a existência (casa, carro, etc.);
• O mais importante é canalizar as expectativas de felicidade e o tempo livre para experiências dotadas de sentido e significado, em geral, essas experiências estão relacionadas com amizades, natureza, viagens, lazer, família.
@humanas
Se há verdades morais objetivas, por que discordamos tanto sobre o que é certo ou errado? Tiago Carneiro dá uma resposta sobre como esse questionamento pode ser resolvido por aqueles que defendem que essas verdades existem. https://youtu.be/Ss0Xae1nf-w
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Se a ética é objetiva, por que discordamos tanto?
Uma famosa crítica quanto à tese de que há verdades morais objetivas afirma que há tantas discordâncias sobre o que é certo ou errado que a melhor explicação para isso seria a de que essas verdades não existem. Neste vídeo, eu abordo algumas respostas que…