Ruby Of Security
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Scylla - O Mecanismo simplista de coleta de informaçÔes | Encontre informaçÔes avançadas sobre um nome de usuĂĄrio, site, nĂșmero de telefone, etc...

Scylla Ă© uma ferramenta OSINT desenvolvida em Python 3.6. Scylla permite que os usuĂĄrios realizem pesquisas avançadas em contas do Instagram e Twitter, sites/servidores, nĂșmeros de telefone e nomes. A Scylla tambĂ©m permite que os usuĂĄrios encontrem todos os perfis de mĂ­dia social (principais plataformas) atribuĂ­dos a um determinado nome de usuĂĄrio. Em continuação, a Scylla tem suporte a shodan para que vocĂȘ possa procurar por dispositivos em toda a internet, ele tambĂ©m tem recursos de geolocalização aprofundados. Por fim, a Scylla tem uma seção de finanças que permite que os usuĂĄrios verifiquem se um nĂșmero de cartĂŁo de crĂ©dito/dĂ©bito foi vazado/colado em uma violação e retorna informaçÔes nos cartĂ”es IIN/BIN. Esta Ă© a primeira versĂŁo da ferramenta, entĂŁo entre em contato com o desenvolvedor se vocĂȘ quiser ajudar a contribuir e adicionar mais ao Scylla.

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@RubyOfSec

Fonte: KitPloit
Ronin - Uma plataforma ruby para pesquisa de vulnerabilidade e desenvolvimento de exploração

Ronin é uma plataforma Ruby para pesquisa de vulnerabilidades e desenvolvimento de exploração. Ronin permite o råpido desenvolvimento e distribuição de código, ExploraçÔes, Cargas, Scanners,etc, via Repositórios.

Ronin fornece aos usuĂĄrios um poderoso Console Ruby, prĂ©-carregado com poderosos mĂ©todos de conveniĂȘncia. No Console pode-se trabalhar com dados e automatizar tarefas complexas, com maior facilidade do que a linha de comando.

🌎 @RubyOfSec

Fonte: KitPloit
Android-PIN-Bruteforce - Desbloqueie um telefone Android (ou dispositivo) ao perfurar o PIN de tela de bloqueio

Desbloqueie um telefone Android (ou dispositivo) perfurando o PIN de tela de bloqueio.

Transforme seu telefone Kali Nethunter em um cracker PIN de força bruta para dispositivos Android!

PIN de 4 dígitos Cracking with Masks Configuração para diferentes telefones Popups Teste mensagens de envio de chaves de um aplicativo Como enviar chaves especiais

🌎 @RubyOfSec

Fonte: KitPloit
Forwarded from Hat Security (AmĂ©rico JĂșnior)
XSS Armazenado Via Upload de Foto

Nessa ultima semana (15/05) eu estava estudando por artigos e reports da hackerone, atĂ© que me deparei com uma falha de XSS armazenado por uma imagem, achei muito legal a ideia e quis reproduzir em meus clientes e em uma plataforma de bug bounty, por incrĂ­vel que pareça isso funcionou em ambas! EntĂŁo hoje irei mostrar detalhadamente essa falha para que vocĂȘ possa aprender mais e testar em seu bug bounty.

https://gabrieldkgh.medium.com/xss-armazenado-via-upload-de-foto-dd9877e63fbf

@hatsecurity
Forwarded from Hat Security (AmĂ©rico JĂșnior)
git Exposed

OlĂĄ, recentemente encontrei uma pasta .git exposta em um programa de Bug Bounty pĂșblico, e gostaria de mostrar como vocĂȘ consegue explorar essa falha.

https://leonardoprudenci.medium.com/git-exposed-7edb5fdd532

@hatsecurity
Forwarded from Hat Security (AmĂ©rico JĂșnior)
Unrestricted File Upload — Entendendo o que Ă©, Como explorar, Tipos de Bypass e Como Prevenir a falha

Olå a todos, hoje iremos falar sobre uma falha muito conhecida que é o Unrestricted file upload (Upload de arquivo irrestrito), essa falha pode ser muito perigosa pois conseguimos executar comandos remotos (RCE) no servidor e até mesmo pegar uma shell, então vamos começar!

https://gabrieldkgh.medium.com/unrestricted-file-upload-entendendo-o-que-%C3%A9-como-explorar-tipos-de-bypass-e-como-prevenir-a-a723d845c375

@hatsecurity
Uma palestra sobre InteligĂȘncia Artificial ofertada pelo IGTI

Data do evento: 19 a 22.07

Site: https://t.igti.com.br/click?o=573&a=49768
Um curso de Introdução ao pentest, aulas novas toda semana com certificado.

Execícios pråticos e de fixação.


https://asgsecurity.ead.guru/ead/enroll/introducao-ao-pentest/
Ad-Honeypot-Autodeploy - Implantar um pequeno, intencionalmente inseguro, domĂ­nio vulnerĂĄvel do Windows para o pote de mel RDP totalmente automaticamente


Implante um pequeno, intencionalmente inseguro e vulnerĂĄvel DomĂ­nio do Windows para RDP Honeypot totalmente automaticamente.

É executado em virtualização auto-hospedada usando libvirt com QEMU/KVM (mas pode ser personalizado facilmente para soluçÔes baseadas em nuvem).

Usado para configurar sem dor um pequeno Domínio windows do zero automaticamente (sem interação do usuårio) para fins de teste RDP Honeypot.

Possui um controlador de domínio, um computador de mesa e um servidor Graylog configurado para registrar as açÔes dos bandidos.


🌎
@RubyOfSec

Fonte: KitPloit
um estudo bastante interessante com a analise de varios vetores de ataque em pdfs, desde malware apartir de inteligencia artificial ateh tipos de analisis estaticos e dinamicos entendendo a estrutura que compoe os arquivos

"Nos Ășltimos anos, o Portable Document Format,
comumente conhecido como PDF, tornou-se um padrĂŁo democratizado
para intercĂąmbio e divulgação de documentos. Esta tendĂȘncia tem sido
devido Ă s suas caracterĂ­sticas como flexibilidade e portabilidade
em mĂșltiplas plataformas. O uso generalizado do PDF instalou um
falsa impressão de segurança inerente entre usuårios. No entanto,
as caracterĂ­sticas do PDF motivaram os hackers a exploitar vĂĄrios
tipos de vulnerabilidades, superar nĂșcleos de segurança,
tornando o formato PDF um dos mais eficientes vetores de ataque. Portanto, detectar com eficiĂȘncia arquivos PDF infetados Ă© crucial para a segurança dos usuarios. VĂĄrias tĂ©cnicas de anĂĄlise tĂȘm
tem sido proposto na literatura, seja ela estĂĄtica ou dinĂąmica, para extrair
os principais recursos que permitem a divisĂŁo de arquivos infetados
dos benignos. Como as técnicas clåssicas de anålise podem ser
limitadas em caso de técnicas baseadas em aprendizado de måquina (0day)
surgiram recentemente como uma detecção automåtica de malware em PDF cujo
método é capaz de cirar um paråmetro a partir de um conjunto de amostras de treinamento.
Essas técnicas estão enfrentando o desafio da bypass onde um PDF malicioso é transformado para parecer benigno. Em
Neste trabalho, damos uma visão geral sobre a detecção de malware on PDF. Damos uma perspectiva sobre os novos desafios e
soluçÔes emergentes "

texto original
vou explicar aqui uns trechinhos bem interessantes,ainda to lendo mas algumas coisa merecem alguns comentario
Começo dos Post sobre a Estrutura e Corpo do PDF, seus Vetores de Ataque e seus Exploits Conceituais e Desenvolvidos)
se quiser pular os post's sobre este state of the art acabam aqui

https://t.me/rubyofsec/1972

Antes de tudo, eh necessĂĄrio construir uma visao conceitual da estrutura dos arquivos pdf

pdfs sĂŁo arquivos polimĂłrficos, ou seja, constituĂ­dos de duas estruturas primarias (physical and logical)

alterar a estutura fĂ­sica, nĂŁo alterar necessariamente a estutura logica,
ou seja, o conteudo do pdf

a estutura fĂ­sica Ă© compostra por quatro elementos fundamentais

header
eh a definiçao do arquivo(pdf) e a versao, alem de poder conter metadados, informaçÔes do usuario criador e outras informaçoes referentes aos tags do arquivo

pdf1.x

body
eh a parte interessante em si, jĂĄ que consiste em grupos de objects que constroem o conteudo bruto do arquivos, esses objects podem ser representados como arvores binarias
eles seguem uma ordem inicial de (1..n), essa ordem inicial nao precisa necessariamente ser em ordem sequencial, jah que como falamos, a
alteraçao do corpo esturutural nao modifica o conteudo (obviamente alterar a esturutura que constroi explicitamente o conteudo vai
alterar o conteudo)
vamos ver mais sobre lah na frente


cross-reference
xref
eh composto por um tipo de tabela que aponta a cada inicio de object, assim como seu identificador (1..n), seu tamanho e eh apontado por offset

Trailer
aponta ĂĄ cross-reference, inclui o tamanho de elementos, indica o
cross-reference por offset e o ponto inicial do body (1..n | 1) ou seja o primeiro object do body
cabe dizer que este espaço eh o primeiro a ser posto na fila de
processamento, ou seja, a ser processado durante abertura

por isso contem os apontadores fundamentais do arquivo, que eh o cross-reference, onde podemos localizar os objects por offset ou seja
xref
esses dois Ășltimos elementos (xref & trailer)sĂŁo importantĂ­ssimos
pra o processamento do pdf, jå que definem uma sintaxe rapida de localizaçao do conteudo (body)
jah que o trailer, aponta a quantidades de objects esperada pelo leitor (independente do sistema ou arch) e a tabela de referencia (xref) que permite acceder o conteudo do pdf como parte do pre-processamento, ou seja, o leitor jah sabe qual eh o primeiro item a acceder
alem disso tmb permite que o arquivo seja processado sem encher (alocar) sua memoria com o arquivo inteiro nela, apenas processando o pedaço de body contendo os objects necessario, lendo esse pedaço de bytes
ou seja, apenas os objects necessarios pra a posiçao do usuario no pdf, mais objects podem ser carregados pela interaçao do usuario guiando-se do xref (o offset)
eh interessante lembrar que se um object possui sub-objects dentro de si, seu id vai ser a quantidade dentro dele
lembrando tmb que existem formas mais complexas de encontrar as xref, por exemplo a partir do pdf1.7 que implementou as incrementally ups, os xref possuim subtipos chamado xref streams, essa implementaçao permitiu pdf com mais de 10 gb e que tivesse diversas formas de object
alem dos linearized
outra curiosidade bem interessante, eh que caso o pdf esteja encriptado ele iria conter dois elementos dentro
/encrypt atribui o tipo de diccionario pra o processo de cifra
/info contem o offset que aloca o diccionario


porem, isto eh soh pra criar uma ideia fudamental do corpo estutural
tem bastante conteudo por ai caso algm se interesse em dev estes tipos de arquivos
porem ficou claro as bases que permitem que esse tipo de arquivo seja tao flexivel e tao amplamente utilizado, basta um leitor minimamente bem
trabalhado (ou nem tanto) que sua implementaçao sera bem incorporada por qlqr sistema e arch

caso tenha interesse em saber mais, recomendo pymudf, uma api bem interessante e com bastante docs, alem da iso 32000, tem tmb disponivel uma documentaçao aqui https://www.oreilly.com/library/view/developing-with-pdf/9781449327903/ch01.html e aqui https://blog.didierstevens.com/2008/04/09/quickpost-about-the-physical-and-logical-structure-of-pdf-files/
e Ă© aquilo, basta usar algumas palavras chaves que vocĂȘ acha bastante no duck (physical structure of pdf, reversing on pdf format, pdf syntax, dev docs of pdf files)


bem,agr vamos pra parte mais interessante
body content (tipos de elementos objects)
bem, como jah comentei, o body, eh composto de objects
e como explicar os object??
"eles são os blocos de construção sobre os quais o PDF se sustenta”

os objects sao elementos com os quais podemos criar as propiedades do pdf, alem de escrever o conteudo (logical), existem 8 tipos de dados elementais do tipo object
Boolean, integer, real, name, string, array, dictionary, and stream
cada um deles compartilha suas funçoes e propiedades, mas aqui vamos focar especificamente em dois tipos bem especiais


dictionary
geralmente eh o tipo de object que mais vamos ver presentes numa analise do corpo de um pdf, este tipo de elemento consiste em uma chave e seu valor,
pode ser recursivo e invocar outros tipos de dados, vou explicar melhor
aqui vemos o corpo esturutural e o conteudo de um pdf o qual mostra uma pagina em branco com um hello world (criado como com um tipo stream)em
helvetica e 1 pagina
se vc observou com calma esse code, conseguiu enxergar tdo o que temos comentado ateh agr