Conhecimento do Islã e muçulmanos em português.
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Conhecimento do Islã e muçulmanos em português.
Longe das mentiras da mídia e da distorção da mídia contra o Islã.
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Forwarded from Universidade da Mulher Muçulmana - UMM
Assalam Aleikom wa Rahmat Allah wa Barakatuh!🌹

O Islã pode tornar uma mulher tão forte que ela já não se esforça para ser notada pelos homens, já não precisa do olhar de admiração para se sentir atraente e já não se expõe mesmo que o mundo inteiro esteja a fazer exatamente isso.🪷

As mulheres que se esforçam no caminho de Allah são as mulheres mais lindas!💐🪴😍

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Isso que temos aí é democracia?
Em nome de Deus, O Clemente, O Misericordioso!

Assistimos, no último domingo, dia 21 de abril de 2024, uma grande manifestação popular, na Praia de Copacabana/RJ, convocada pelo ex-presidente Jair Messias Bolsonaro (Bolsonaro). No ato, que reuniu milhares de pessoas, o ex-presidente fez uma declaração digna e nota:
“... elegeram um cara (Luiz Inácio Lula da Silva – ou, simplesmente, Lula), que é amante de ditaduras, ... que venera o ditador Nicolás Maduro, ... e que está, agora, ao lado do Irã nesse conflito no outro lado do mundo. Mais ainda, estiveram ao lado do Hamas. Isso que temos aí é democracia?...”
Muito bem, então vejamos se as palavras de Bolsonaro têm o mínimo de coerência e honestidade.
Ele começa falando que “elegeram um cara”. Ora, qual é o sujeito da frase? Seria, talvez, “o sistema” ou as pessoas que ocupam posição de poder? Se for assim, então, podemos concluir que quem “elegeram” Lula para presidente foi o próprio Bolsonaro e seus assessores considerando que quem ocupava a cúpula do Poder Estatal no Executivo e em boa parte do parlamento por ocasião da eleição de Lula era o próprio Bolsonaro.
Na verdade, o que vimos foi que a estratégia de viabilizar a candidatura de Lula foi, se não desenvolvida, pelo menos aceita pela cúpula bolsonarista como uma forma de unificar a base direitista para que não houvesse outras lideranças além do próprio Bolsonaro e para que as eleições fossem decididas com base do “ou é ele (Lula) ou sou eu (Bolsonaro)”, numa clara estratégia de chantagem com o povo brasileiro.
Nos seus quatro anos de mandato, Bolsonaro mostrou-se traidor não apenas das pautas que prometera defender, mas também das pessoas a ele aliadas. O fato objetivo é que, no mandato de Bolsonaro, as pautas LGBT e feministas avançaram normalmente e a censura atingiu níveis altíssimos. Por outro lado, a flexibilização do porte de armas e a correspondente adequação da legislação para a legítima defesa e o aquecimento da economia não passaram de aspirações. Portanto, quem elegeu o Lula? Foi o próprio povo brasileiro. E de quem foi a responsabilidade por isso? Do próprio Bolsonaro. Ele apostou na chantagem e perdeu, sofreu uma derrota humilhante.
Agora, nos atentemos ao adjetivo que Bolsonaro imputa ao Lula: amante de ditaduras! Muito bem, e o que é Bolsonaro? É o próprio Bolsonaro que admite ter recebido, como presente pessoal para a esposa dele, joias do regime ditatorial da Arábia Saudita avaliadas em cerca de R$ 5 milhões pela Receita Federal. Isso é o que se pode chamar de amor e que nos revela que o ponto principal não é o quanto democrático ou ditador é o regime em sim, mas sim a vantagem pessoal em apoiar, ser contrário ou indiferente a ele.
Não bastasse Bolsonaro ser, ele mesmo, amante ditaduras, ele é também escravo, como do regime sionista de Israel. Temos todos visto com profundo pesar nos corações a marcha genocida que os judeus sionistas têm executado na palestina. Marcha, inclusive, que não começou em resposta à operação de resistência perpetrada pelo Hamas no dia 7 de outubro de 2023. O massacre racista dos judeus sionistas sobre o povo palestino, incluindo milhares de mulheres e crianças, precede, inclusive, o evento que foi conhecido como Nakba (catástrofe) em 1948. É a esse regime judaico sionista que Bolsonaro se mostra, não apenas um mero amante, mas sim um escravo, inclusive em detrimento dos interesses nacionais ou de qualquer valor humanitário ou cristão.
Sendo assim, podemos concluir claramente o que seria democracia para Bolsonaro: é ele estar no Poder, sendo absoluto e insubstituível mesmo dentro do próprio espectro político, ainda que isso custe os bens, a liberdade e até a vida de quem quer que seja. Ainda que seja, para isso, necessário ser conivente com o genocídio de milhares de crianças. Sendo assim, é a minha vez de perguntar: Isso que temos aí é democracia?

Que a paz de Deus esteja com os bem encaminhados!

https://t.me/comunidade_islamica
✨RECUSAR-SE A ACEITAR A VERDADE PORQUE ELA VEM DE ALGUÉM QUE É MENOS QUE VOCÊ EM IDADE, CONHECIMENTO OU POPULARIDADE

Ash-Shawkānī, que Allah tenha misericórdia dele, disse:

Dos males que impedem o retorno à verdade estão aqui:

✨quem fala a verdade pode ser mais jovem do que aquele com quem está em disputa;

✨ou ele tem menos conhecimento que ele;

✨ou ele é menos conhecido entre o povo; enquanto a outra parte é o oposto disso.

Consequentemente, ele carrega a bandeira da ignorância e do partidarismo satânico ao se apegar à falsidade em vez de retornar à afirmação de alguém que é mais jovem que ele, tem menos conhecimento do que ele, ou é menos conhecido do que ele; acreditando que, ao fazer isso, haverá degradação e diminuição de seu status.

Esta é uma suposição pobre.

Pois a degradação e a diminuição do status residem apenas na firmeza sobre a falsidade, enquanto a honra reside no retorno à verdade, não importa por quem ou por quais meios.

✨ Adab At-Talab pág. 90

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Racismo estrutural.

Em nome de Deus, O Clemente, O Misericordioso.

A notícia de que as filhas adolescentes de uma atriz brasileira sofreram injúria racial numa escola de alto padrão na Zona Oeste de São Paulo trouxe de volta a discussão sobre o racismo, a ponto de muitos dizerem que a nossa sociedade sofre de um racismo estrutural.
Racismo estrutural. Essa expressão me chamou a atenção e me levou à reflexão sobre as razões pelas quais a sociedade brasileira, cujo percentual dos que se declaram negros ou pardos ultrapassa os 50%, segundo Censo do IBGE de 2022, pode ser estruturalmente racista. Mais que um dado meramente quantitativo, há diversos grupos que exaltam a raça negra de forma que seria absolutamente inadmissível em ralação à raça branca. Por exemplo: temos os grupos musicais “Só Preto Sem Preconceito” e “Raça Negra”; além disso, temos inúmeras músicas cujas letras exaltam a raça negra, por exemplo: “Branco, se você soubesse o valor que o preto tem, tu tomava um banho de piche, branco, e ficava preto também” (O Rappa).
Sendo assim, como uma sociedade amplamente negra e que vê com naturalidade a exaltação da raça negra nas suas expressões culturais pode ser, ainda assim, estruturalmente racista?
Para o bem e para o mal, esse racismo não é exclusivo de brancos em relação a negros. Há muitos brancos que não são racistas, mas também há muitos negros que são racistas em detrimento da própria raça e isso pode ser explicado, por conta do colonialismo e do cristianismo.
Bem, é natural que uma comunidade desenvolva um sentimento de inferioridade em relação à outra que a conquiste e a domine. Foi justamente isso que ocorreu com grande parte da África, que fora conquistada e se tornara colônia de países europeus como Portugal, Reino Unido e França.
O Brasil também se inclui na lista dos territórios colonizados, no nosso caso, por Portugal (1500-1822), mas, hoje, a população originária destas nossas terras, os índios, segundo o censo do IBGE de 2022, correspondem cerca de 0,83%. Portanto, a população brasileira é formada, majoritariamente, por imigrantes europeus (brancos) e africanos (negros), persistindo, ainda, no imaginário de ambos, os reflexos do choque civilizacional que acarretou a colonização e a escravidão destes por aqueles. Esse sentimento de inferioridade não é exclusivo de alguns negros aqui no Brasil. Mesmo na África, em países cuja população é predominantemente negra, existe uma certa preferência de muitos por casamentos com cônjuge de pele mais clara.
Apesar de a colonização ter tido um impacto enorme, é o cristianismo o elemento estrutural de nossa sociedade que mais contribui para o racismo. Isso porque a teologia predominante do cristianismo teve o disparate de atribuir divindade a um ser humano ou, segundo dizem, Deus, subhan Allah, teria assumido a forma de homem e habitado entre nós, na pessoa de Jesus Cristo (AS). E, daí, temos que, inevitavelmente, os traços raciais desse Cristo serão automaticamente relacionados à divindade, como um ideal a ser alcançado. E quais são os traços atribuídos a Cristo? Branco, rosto fino, de longos cabelos lisos e castanhos claros e olhos azuis.
Portanto, muito mais impactante que a marca deixada pelo colonialismo escravista é a marca de uma ideologia que comete a blasfêmia de atribuir divindade a um ser humano e a soberba de associar determinadas características raciais (sejam elas quais forem) a Deus.
Por essa razão, por maiores que sejam os esforços no combate ao racismo, pouca efetividade teremos sem que as razões estruturais sejam abordadas. Se, por um lado, os reflexos do colonialismo e da escravidão são superáveis pelo tempo e por algumas políticas de reparação; por outro lado, os reflexos da divinização de Cristo pelo Cristianismo, especialmente com o destaque para determinados traços raciais, não são superados senão pela revelação de Deus, O Altíssimo, consubstanciada no Islã, que, ratificando a nobreza de Jesus (AS), esclarece que ele fora apenas um ser humano e que a nobreza decorre de atributos morais e não raciais, Alcorão 4:171 e 49:13.
André Nascimento
💭 VERIFICAI AS VOSSAS INTENÇÕES

Ismāʿīl ibn Kathīr as-Sulaymī relatou:

«Perguntaram a ʿAtāʾ as-Sulaymī: "O que é precaução (taqwā)?" Respondeu: "É precaver-se de que os vossos actos não sejam por Allah"».

Fudayl ibn ʿIyāḍ, explicando as palavras de Allah:

«(...) para testar quem de vós pratica as melhores obras» (Surah Al-Mulk, 2), disse:
«Ou seja: as mais sinceras e as mais correctas».E acrescentou: «Se um acto for sincero mas não correcto, não será aceite. Se for correcto mas não sincero, também não será aceite – até que seja sincero E correcto. Sincero é o feito só por Allah; correcto é o que segue a Sunnah».

Muhammad ibn ʿAlī relatou que ʿAlī ibn Abī Ṭālib 🕋 disse:

«Se os actos exteriores de alguém pesarem mais que o seu estado interior, a sua balança no Dia da Ressurreição será leve. Mas se o seu interior pesar mais que o exterior, a sua balança será pesada».

Sufyān transmitiu que Zubayd afirmou:

«Se o interior de alguém for melhor que o seu exterior, isso é excelência. Se o interior igualar o exterior, é justiça. Mas se o interior for pior que o exterior, isso é iniquidade».

Maʿqil ibn ʿUbaydullāh al-Jazarī narrou:

«Quando os sábios se reuniam, legavam estas palavras uns aos outros; quando distantes, escreviam-nas em cartas:
"Quem rectificar o seu interior, Allah rectificará o seu exterior;
Quem rectificar o que está entre ele e Allah, Allah resolverá o que está entre ele e as pessoas;
Quem se ocupar com a sua Vida Eterna, Allah libertá-lo-á dos assuntos deste mundo"».

Al-Awzāʿī transmitiu que Bilāl ibn Saʿd alertou:

«Não sejais aquele que exteriormente é próximo de Allah, mas interiormente é Seu inimigo!».

ʿUmar ibn ʿAbd al-ʿAzīz advertiu:

«Ó vós que ocultais vossa condição aos homens! Sabei que Allah fará uma interrogação que tudo revelará. O Altíssimo disse: "Pelo teu Senhor! Sem dúvida que os interrogaremos a todos sobre o que fizeram" (Surah Al-Hijr, 92)».

Al-Awzāʿī narrou que Bilāl ibn Saʿd disse:

«Não sejais de duas faces e duas línguas: mostrais bondade aos homens para serdes elogiados, enquanto o vosso coração é pecaminoso».

Ar-Rabīʿ relatou:

«Certo dia, Al-Hasan al-Basri dirigia uma exortação, e um homem chorou. Então Al-Hasan disse-lhe:
"No Dia da Ressurreição, Allah perguntar-te-á: por que choraste?"».

Fudayl ibn ʿIyāḍ declarou:

«As melhores obras são as mais ocultas: são as mais protegidas de Shaytan e as mais distantes da ostentação (Riyāʾ)».

Rakb al-Miṣrī transmitiu que o Mensageiro de Allah 🕋 disse:

«Bem-aventurança (Ṭūbā) para quem teve sustento lícito, rectificou o seu interior, teve um exterior nobre e não prejudicou as pessoas».

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📖 «Sinceridade (Ikhlas) e Intenção (Niyya)»
O universo demonstra tamanha complexidade, não obstante, ordem e harmonia tão sublime, que não é possível ter sido decorrente do mero acaso. Pelo contrário, tudo isso só pode ter sido resultado de uma vontade consciente e de uma força incomparavelmente poderosa. Portanto, a prova material e irrefutável da existência de Deus está em tudo que nos cerca.
Alhamdulillah!