Forwarded from Ciclocidade
O FÓRUM MUNDIAL DA BICICLETA E AS CIDADES: o que hospedar um evento como esses poderia trazer às cidades?
- Artigo de Flávio Soares (Coordenador do projeto GRSP da Ciclocidade) sobre o 8º Fórum Mundial da Bicicleta
- Leia em http://www.uniaodeciclistas.org.br/fmb/bicicleta-cidades/
#FMB #UCB #bicicleta
- Artigo de Flávio Soares (Coordenador do projeto GRSP da Ciclocidade) sobre o 8º Fórum Mundial da Bicicleta
- Leia em http://www.uniaodeciclistas.org.br/fmb/bicicleta-cidades/
#FMB #UCB #bicicleta
Forwarded from BH em Ciclo
A Associação dos Ciclistas Urbanos de Belo Horizonte (BH em Ciclo) manifesta repúdio ao projeto de lei (PL) apresentado ontem (4) pelo governo federal à Câmara dos Deputados, que propõe mudanças no Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
Entre as alterações, está a ampliação, de 20 para 40 pontos, do limite para suspensão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e extensão da validade do documento, de cinco para dez anos. De acordo com o presidente Jair Bolsonaro (PSL), “governo e Congresso [estão] comprometidos nesta pauta, que melhora a vida do brasileiro”.
Para a BH em Ciclo, as medidas representam um afrouxamento na agenda de preservação da vida, das boas práticas no trânsito e do favorecimento aos transportes ativos. Essas alterações significam que o CTB será mais permissivo com relação à direção perigosa, estimulando a insegurança de cidadãs e cidadãos que optam pela mobilidade ativa.
O PL, chamado de PL do Trânsito, e que ainda não tem número definido, representa consentimento para com condutores que desrespeitem as normas já previstas e coloquem suas vidas e de outras pessoas em risco. O projeto ignora estudos técnicos e medidas incorporadas em países comprometidos em reduzir as mortes e acidentes nas ruas e estradas. Na prática, será possível cometer mais infrações até que o condutor ou condutora tenha suspenso o direito de dirigir um veículo motorizado.
Para nós, a solução para esse problema, de saúde pública e de infraestrutura, não passa pelo afrouxamento do CTB, mas pela combinação políticas públicas que favoreçam o deslocamento por modais ativos + medidas de educação, fiscalização e dissuasão eficaz de infrações. Enquanto isso não ocorrer plenamente, no mínimo esperamos que a intolerância do CTB com a conduta de maus motoristas seja um desestímulo.
O PL propõe ainda acabar com a aplicação de multas para motoristas que desrespeitarem regras de transporte de crianças em veículos motorizados, como o uso da cadeirinha, e o fim da exigência de exames toxicológicos regulares para motoristas de caminhões, ônibus e vans.
Há pouco foi feito, também, o anúncio do cancelamento da instalação de 8.015 novos radares eletrônicos em rodovias federais, fundamentais para a redução de acidentes e mortes. Há, portanto, um pacote de medidas perigosas para quem vive e se desloca nas cidades, de forma que as autoridades envolvidas sejam corresponsáveis por cada vítima do trânsito.
Um levantamento do Ministério da Saúde divulgado em 2018 mostra que, entre 2010 e 2016, houve redução de 27,4% no número de mortes no trânsito das capitais brasileiras. Só em Belo Horizonte, a redução foi de (32,2%) de acordo com dados são do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Apesar da diminuição, o número de mortes no trânsito entre 2014 e 2016 foi de 37.345 —muito superior à meta estabelecida pela Organização das Nações Unidas (ONU) de chegar a 2020 com menos de 19 mil mortes.
Sugerimos que haja diálogo com a sociedade civil e especialistas em trânsito e mobilidade, e reavaliação do PL. Não sejamos 20 pontos mais tolerantes à violência!
#PLdoTransitoNao #PlanBiciSim
Entre as alterações, está a ampliação, de 20 para 40 pontos, do limite para suspensão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e extensão da validade do documento, de cinco para dez anos. De acordo com o presidente Jair Bolsonaro (PSL), “governo e Congresso [estão] comprometidos nesta pauta, que melhora a vida do brasileiro”.
Para a BH em Ciclo, as medidas representam um afrouxamento na agenda de preservação da vida, das boas práticas no trânsito e do favorecimento aos transportes ativos. Essas alterações significam que o CTB será mais permissivo com relação à direção perigosa, estimulando a insegurança de cidadãs e cidadãos que optam pela mobilidade ativa.
O PL, chamado de PL do Trânsito, e que ainda não tem número definido, representa consentimento para com condutores que desrespeitem as normas já previstas e coloquem suas vidas e de outras pessoas em risco. O projeto ignora estudos técnicos e medidas incorporadas em países comprometidos em reduzir as mortes e acidentes nas ruas e estradas. Na prática, será possível cometer mais infrações até que o condutor ou condutora tenha suspenso o direito de dirigir um veículo motorizado.
Para nós, a solução para esse problema, de saúde pública e de infraestrutura, não passa pelo afrouxamento do CTB, mas pela combinação políticas públicas que favoreçam o deslocamento por modais ativos + medidas de educação, fiscalização e dissuasão eficaz de infrações. Enquanto isso não ocorrer plenamente, no mínimo esperamos que a intolerância do CTB com a conduta de maus motoristas seja um desestímulo.
O PL propõe ainda acabar com a aplicação de multas para motoristas que desrespeitarem regras de transporte de crianças em veículos motorizados, como o uso da cadeirinha, e o fim da exigência de exames toxicológicos regulares para motoristas de caminhões, ônibus e vans.
Há pouco foi feito, também, o anúncio do cancelamento da instalação de 8.015 novos radares eletrônicos em rodovias federais, fundamentais para a redução de acidentes e mortes. Há, portanto, um pacote de medidas perigosas para quem vive e se desloca nas cidades, de forma que as autoridades envolvidas sejam corresponsáveis por cada vítima do trânsito.
Um levantamento do Ministério da Saúde divulgado em 2018 mostra que, entre 2010 e 2016, houve redução de 27,4% no número de mortes no trânsito das capitais brasileiras. Só em Belo Horizonte, a redução foi de (32,2%) de acordo com dados são do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM). Apesar da diminuição, o número de mortes no trânsito entre 2014 e 2016 foi de 37.345 —muito superior à meta estabelecida pela Organização das Nações Unidas (ONU) de chegar a 2020 com menos de 19 mil mortes.
Sugerimos que haja diálogo com a sociedade civil e especialistas em trânsito e mobilidade, e reavaliação do PL. Não sejamos 20 pontos mais tolerantes à violência!
#PLdoTransitoNao #PlanBiciSim
Sábado dia 2 de junho aconteceu a assembleia geral ordinária da Rodas da Paz, para apresentar as ações feitas nos últimos dois anos e seu balanço fiscal. No encontro também foi eleita a nova coordenação da ONG, que ficará a frente da ong pelos próximos 2 anos!
Raphael Dorneles - coordenador geral
Aline Henning - diretora de comunicação
Hugo Souza - diretor financeiro
Pedro Henrique - diretor administrativo
Conselho fiscal:
Bruno Leite
Beth Davison
Tom Barros
Raphael Dorneles - coordenador geral
Aline Henning - diretora de comunicação
Hugo Souza - diretor financeiro
Pedro Henrique - diretor administrativo
Conselho fiscal:
Bruno Leite
Beth Davison
Tom Barros
Estamos todos descalços nas fotos porque a assembleia foi realizada na escola de yoga do Raphael, a Vitha Baya 🍀
Forwarded from Ameciclo
O presidente Jair Bolsonaro apresentou, no dia 4 de junho, o Projeto de Lei 3267/19, que propõe alterações em artigos do CTB (Código de Trânsito Brasileiro) que podem ter um grande impacto negativo na segurança no trânsito no país. Não se trata de uma pauta política; a segurança viária é um problema de saúde pública.
Segundo o Global Status Report on Road Safety 2018, estudo mais recente da OMS (Organização Mundial de Saúde) sobre o tema, o Brasil atualmente é o terceiro país no mundo com mais mortes no trânsito. Pela base do Datasus, do Ministério da Saúde, foram 35.374 vidas perdidas no trânsito em 2017. O relatório da OMS estimava esse número como superior a 41 mil em 2016.
O custo social dessa tragédia para os cofres públicos é estimado como superior a R$ 40 bilhões ao ano, de acordo com pesquisa realizada pela Polícia Rodoviária Federal em parceria com o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). Esse custo inclui, entre outros, os gastos com internação e reabilitação dos mais de 400 mil feridos anualmente no trânsito. Isso significa uma enorme carga ao sistema público de saúde, a Previdência e a Seguridade Social, sem contar o impacto da perda de produtividade de parte da população. Além disso, estudos do Banco Mundial com a Bloomberg Philanthropies apontam que reduzir os acidentes de trânsito tem benefícios diretos para a economia. Se os acidentes em países de renda média e baixa caíssem pela metade, isso acarretaria num aumento entre 15% e 22% do PIB (Produto Interno Bruto) deles em um prazo de 24 anos.
Mas o que esses dados têm a ver com o projeto de lei em questão? O projeto traz alterações que reduzem a capacidade e a efetividade da fiscalização e punição por descumprimento de regras estabelecidas para tornar o deslocamento das pessoas mais seguro e eficiente e, com isso, a possibilidade de promover prevenção de comportamentos de risco no trânsito.
Uma das principais ferramentas para a efetividade da fiscalização de trânsito é um sistema de pontuação rígido e eficaz. Um sistema nesses moldes é responsável pela redução de 11% a 40% no cometimento de infrações, segundo diversos estudos internacionais. O aumento do número de pontos de 20 para 40, como previsto no projeto de lei, poderá levar a uma imediata redução do poder dissuasório do sistema, incentivando mais infrações, colisões e atropelamentos que levam a lesões e mortes no trânsito.
Já as cadeirinhas e bebês-conforto, quando usados corretamente, reduzem em até 71% o risco de morte de crianças em caso de colisão. Ainda assim, estudo observacional realizado na cidade de São Paulo pela Iniciativa Bloomberg para Segurança Global no Trânsito, Johns Hopkins University e USP (Universidade de São Paulo), mostra que 53% dos motoristas não os utilizam. Fiscalização e penalidade têm papel fundamental na mudança de comportamento das pessoas. Diminuí-las ou eliminá-las resultará em mais tempo para a população incorporar o uso da cadeirinha como algo natural. Consequentemente, isso pode acarretar aumento no número mortes de crianças em todo o país. Segundo a ONG Criança Segura, ocorrências de trânsito são a principal causa de morte de crianças de um a 14 anos no Brasil.
Outra proposta incluída no projeto de lei, a redução da gravidade da infração do uso inadequado de capacetes por motociclistas, de gravíssima para média, é especialmente crítica em um contexto de expansão do uso desse veículo pela população e dada a vulnerabilidade dos motociclistas no trânsito, que devem ter estímulos adequados a estarem sempre adequadamente protegidos. Em São Paulo, motociclistas representam 43% do óbitos em ocorrências de trânsito, segundo dados de 2018 da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego).
Segundo o Global Status Report on Road Safety 2018, estudo mais recente da OMS (Organização Mundial de Saúde) sobre o tema, o Brasil atualmente é o terceiro país no mundo com mais mortes no trânsito. Pela base do Datasus, do Ministério da Saúde, foram 35.374 vidas perdidas no trânsito em 2017. O relatório da OMS estimava esse número como superior a 41 mil em 2016.
O custo social dessa tragédia para os cofres públicos é estimado como superior a R$ 40 bilhões ao ano, de acordo com pesquisa realizada pela Polícia Rodoviária Federal em parceria com o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). Esse custo inclui, entre outros, os gastos com internação e reabilitação dos mais de 400 mil feridos anualmente no trânsito. Isso significa uma enorme carga ao sistema público de saúde, a Previdência e a Seguridade Social, sem contar o impacto da perda de produtividade de parte da população. Além disso, estudos do Banco Mundial com a Bloomberg Philanthropies apontam que reduzir os acidentes de trânsito tem benefícios diretos para a economia. Se os acidentes em países de renda média e baixa caíssem pela metade, isso acarretaria num aumento entre 15% e 22% do PIB (Produto Interno Bruto) deles em um prazo de 24 anos.
Mas o que esses dados têm a ver com o projeto de lei em questão? O projeto traz alterações que reduzem a capacidade e a efetividade da fiscalização e punição por descumprimento de regras estabelecidas para tornar o deslocamento das pessoas mais seguro e eficiente e, com isso, a possibilidade de promover prevenção de comportamentos de risco no trânsito.
Uma das principais ferramentas para a efetividade da fiscalização de trânsito é um sistema de pontuação rígido e eficaz. Um sistema nesses moldes é responsável pela redução de 11% a 40% no cometimento de infrações, segundo diversos estudos internacionais. O aumento do número de pontos de 20 para 40, como previsto no projeto de lei, poderá levar a uma imediata redução do poder dissuasório do sistema, incentivando mais infrações, colisões e atropelamentos que levam a lesões e mortes no trânsito.
Já as cadeirinhas e bebês-conforto, quando usados corretamente, reduzem em até 71% o risco de morte de crianças em caso de colisão. Ainda assim, estudo observacional realizado na cidade de São Paulo pela Iniciativa Bloomberg para Segurança Global no Trânsito, Johns Hopkins University e USP (Universidade de São Paulo), mostra que 53% dos motoristas não os utilizam. Fiscalização e penalidade têm papel fundamental na mudança de comportamento das pessoas. Diminuí-las ou eliminá-las resultará em mais tempo para a população incorporar o uso da cadeirinha como algo natural. Consequentemente, isso pode acarretar aumento no número mortes de crianças em todo o país. Segundo a ONG Criança Segura, ocorrências de trânsito são a principal causa de morte de crianças de um a 14 anos no Brasil.
Outra proposta incluída no projeto de lei, a redução da gravidade da infração do uso inadequado de capacetes por motociclistas, de gravíssima para média, é especialmente crítica em um contexto de expansão do uso desse veículo pela população e dada a vulnerabilidade dos motociclistas no trânsito, que devem ter estímulos adequados a estarem sempre adequadamente protegidos. Em São Paulo, motociclistas representam 43% do óbitos em ocorrências de trânsito, segundo dados de 2018 da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego).
Forwarded from Ameciclo
Diante dessas e de outras evidências, as entidades que assinam esta nota repudiam as alterações com possível impacto no número de mortes e lesões no trânsito propostas no PL 3267/19, por considerar que estas têm o potencial de aumentar significativamente a insegurança no trânsito, a tragédia social por ela gerada e, em última análise, os custos diretos e indiretos à saúde pública impostos pelo aumento de mortes e lesões no trânsito.
Assinam esta nota:
Aliança Bike - Associação Brasileira do Setor de Bicicletas
Ameciclo - Associação Metropolitana de Ciclistas do Recife
APTA - Amazônia Pelo Transporte Ativo
Associação Ciclística Pedala Manaus
Ciclocidade
Ciclovida
Cidade Ativa
Cidadeapé - Associação pela Mobilidade a Pé em São Paulo
Coletivo ParáCiclo
Desvelocidades
IAB-SP - Instituto de Arquitetos do Brasil - Departamento de São Paulo
Idec - Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor
Iniciativa Bloomberg para a Segurança Global no Trânsito
Instituto AromeiaZero
Instituto Corrida Amiga
Instituto Movimento
iRAP - International Road Assessment Programme
ITDP Brasil
Mater Natura - Instituto de Estudos Ambientais
Mobifilm - Festival Brasileiro de Filmes sobre Mobilidade e Segurança de Trânsito
Mobilize Brasil
MobiRio - Associação Carioca pela Mobilidade Ativa
Movimento Nossa BH
Pé de Igualdade
Red OCARA
Rodas da Paz
SampaPé!
UCB - União de Ciclistas do Brasil
Vital Strategies Brasil
WRI Brasil
Assinam esta nota:
Aliança Bike - Associação Brasileira do Setor de Bicicletas
Ameciclo - Associação Metropolitana de Ciclistas do Recife
APTA - Amazônia Pelo Transporte Ativo
Associação Ciclística Pedala Manaus
Ciclocidade
Ciclovida
Cidade Ativa
Cidadeapé - Associação pela Mobilidade a Pé em São Paulo
Coletivo ParáCiclo
Desvelocidades
IAB-SP - Instituto de Arquitetos do Brasil - Departamento de São Paulo
Idec - Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor
Iniciativa Bloomberg para a Segurança Global no Trânsito
Instituto AromeiaZero
Instituto Corrida Amiga
Instituto Movimento
iRAP - International Road Assessment Programme
ITDP Brasil
Mater Natura - Instituto de Estudos Ambientais
Mobifilm - Festival Brasileiro de Filmes sobre Mobilidade e Segurança de Trânsito
Mobilize Brasil
MobiRio - Associação Carioca pela Mobilidade Ativa
Movimento Nossa BH
Pé de Igualdade
Red OCARA
Rodas da Paz
SampaPé!
UCB - União de Ciclistas do Brasil
Vital Strategies Brasil
WRI Brasil
Forwarded from Vá de Bike
"Prejudica o comércio! Atrapalha o trânsito! Onde vou estacionar?"
Quem nunca ouviu esse tipo de coisa? Nesse vídeo a gente traz informações e números pra desmontar essa argumentação, principalmente quando ela é exposta numa Audiência Pública. Esse você vai querer guardar nos favoritos!
https://youtu.be/ISOJgzabGMk
#VaDeBike #CicloviaSim #VaiTerCiclovia #Ciclofaixa #Ciclovia
Quem nunca ouviu esse tipo de coisa? Nesse vídeo a gente traz informações e números pra desmontar essa argumentação, principalmente quando ela é exposta numa Audiência Pública. Esse você vai querer guardar nos favoritos!
https://youtu.be/ISOJgzabGMk
#VaDeBike #CicloviaSim #VaiTerCiclovia #Ciclofaixa #Ciclovia
YouTube
Como destruir os argumentos contra ciclovias | Vá de Bike
"Prejudica o comércio! Atrapalha o trânsito! Onde vou estacionar?" Quem nunca ouviu esse tipo de coisa? Nesse vídeo a gente traz informações e números pra de...
Forwarded from UCB - União de Ciclistas do Brasil
#BicicletaNoticias
Open Cycle Map é um projeto que mostra rede cicloviária do mundo inteiro, com base de dados abertos...conheça um pouco mais dessa ferramenta na matéria.
https://www.archdaily.com.br/br/916333/ciclovias-do-mundo-conheca-o-opencyclemap?fbclid=IwAR0c6hKDNWXtfJS4HAN-pjlag_zVml3ws0ghqMXAIyEw6GBtf3omlaUx-uc
Open Cycle Map é um projeto que mostra rede cicloviária do mundo inteiro, com base de dados abertos...conheça um pouco mais dessa ferramenta na matéria.
https://www.archdaily.com.br/br/916333/ciclovias-do-mundo-conheca-o-opencyclemap?fbclid=IwAR0c6hKDNWXtfJS4HAN-pjlag_zVml3ws0ghqMXAIyEw6GBtf3omlaUx-uc
ArchDaily Brasil
Ciclovias do mundo - Conheça o OpenCycleMap
Há um certo tempo o planejamento cicloviário se tornou um tópico prioritário para diversos países no mundo que buscam seriamente mitigar os problemas...
*São Sebastião Respeita a Faixa de Pedestres?*
O IFB – Campus São Sebastião convida para o lançamento dos resultados da Pesquisa de Respeito à Faixa de Pedestre em São Sebastião nesta *segunda dia 29 de julho, às 9.30h, no auditório do Campus São Sebastião*.
Resultado do programa de PIBIC-EMI (IFB/CNPq), a pesquisa foi coordenada pelo prof. Jonas Bertucci e realizada por 4 estudantes do próprio Campus. Foram analisadas as 56 faixas de pedestres da cidade, totalizando 1119 travessias, 2573 pedestres e 2372 veículos, observando o comportamento de pedestres e motoristas, e comparando com os resultados gerais do DF.
*Lançamento da Pesquisa de Respeito à Faixa de Pedestre em São Sebastião*
Data: 29/07/2019
Local: Auditório do IFB – Campus São Sebastião, Área Especial 2, São Bartolomeu, DF
Horário: 9.30h-12h
https://www.ifb.edu.br/saosebastiao/21451-sao-sebastiao-respeita-a-faixa-de-pedestres
O IFB – Campus São Sebastião convida para o lançamento dos resultados da Pesquisa de Respeito à Faixa de Pedestre em São Sebastião nesta *segunda dia 29 de julho, às 9.30h, no auditório do Campus São Sebastião*.
Resultado do programa de PIBIC-EMI (IFB/CNPq), a pesquisa foi coordenada pelo prof. Jonas Bertucci e realizada por 4 estudantes do próprio Campus. Foram analisadas as 56 faixas de pedestres da cidade, totalizando 1119 travessias, 2573 pedestres e 2372 veículos, observando o comportamento de pedestres e motoristas, e comparando com os resultados gerais do DF.
*Lançamento da Pesquisa de Respeito à Faixa de Pedestre em São Sebastião*
Data: 29/07/2019
Local: Auditório do IFB – Campus São Sebastião, Área Especial 2, São Bartolomeu, DF
Horário: 9.30h-12h
https://www.ifb.edu.br/saosebastiao/21451-sao-sebastiao-respeita-a-faixa-de-pedestres
www.ifb.edu.br
São Sebastião Respeita a Faixa de Pedestre?
Não conseguiu assistir ontem?
Tá aqui o programa pra você: Bikes: novas rotas para a mobilidade http://tvbrasil.ebc.com.br/caminhos-da-reportagem/2019/07/bikes-novas-rotas-para-mobilidade
Tá aqui o programa pra você: Bikes: novas rotas para a mobilidade http://tvbrasil.ebc.com.br/caminhos-da-reportagem/2019/07/bikes-novas-rotas-para-mobilidade
TV Brasil
Bikes: novas rotas para a mobilidade
Forwarded from Ciclovida
"Saio de casa no Capão Redondo [na zona sul de São Paulo] umas 9h, e só volto lá pela meia noite”, conta Gabriel Fagundes Guimarães, 23, enquanto tenta ajustar o freio dianteiro quebrado de sua bicicleta.
As 15 horas trabalhadas diariamente parecem pouco quando chega o final de semana. “De sábado pra domingo já cansei de emendar direto [fazer mais de 24 horas seguidas de entregas]. Aí nem durmo. Tem uns que dormem na praça, mas prefiro ficar ligado”
https://brasil.elpais.com/brasil/2019/08/06/politica/1565115205_330204.amp.html?__twitter_impression=true
As 15 horas trabalhadas diariamente parecem pouco quando chega o final de semana. “De sábado pra domingo já cansei de emendar direto [fazer mais de 24 horas seguidas de entregas]. Aí nem durmo. Tem uns que dormem na praça, mas prefiro ficar ligado”
https://brasil.elpais.com/brasil/2019/08/06/politica/1565115205_330204.amp.html?__twitter_impression=true
EL PAÍS
Jornada maior que 24 horas e um salário menor que o mínimo, a vida dos ciclistas de aplicativo em SP
Estudo inédito traça o perfil dos entregadores e constata que a presença de menores de 18 anos é comum no ramo
Forwarded from UCB - União de Ciclistas do Brasil
Manifestamos nossa indignação e não concordância sobre o despacho publicado hoje no diário oficial da união, onde o presidente solicita o desligamento de radares nas rodovias federais.
Velocidade não é progresso e mata!
Radares salvam vidas e diminuem o risco de rodovias e ruas serem mais perigosas para todo os modais, principalmente os ativos.
"Em 2017, mais de 180 mil pessoas foram internadas nos hospitais brasileiros devido a ocorrências de trânsito, refletindo num custo social de mais de R$ 260 milhões. São milhares de vagas na Saúde Pública que poderiam estar disponíveis para atender a outras demandas urgentes relacionadas às doenças de origem crônica que afetam a população do país. Segundo o IPEA, só as ocorrências nas rodovias federais geraram um custo de R$40 bilhões em 2014."
Segue novamente a nossa nota pública assinada conjuntamente com mais de 40 organizações e coletivos que se dedicam a uma politica de mobilidade urbana mais segura para os modais ativos!
https://www.uniaodeciclistas.org.br/manifestacoes/nota-publica-radares-salvam-vidas/?fbclid=IwAR2Akbjjr9odCuoMdKXj47-9erl6w-7982DnRaFft6Q2u_z_-V1xKhignfg#more-5039
Velocidade não é progresso e mata!
Radares salvam vidas e diminuem o risco de rodovias e ruas serem mais perigosas para todo os modais, principalmente os ativos.
"Em 2017, mais de 180 mil pessoas foram internadas nos hospitais brasileiros devido a ocorrências de trânsito, refletindo num custo social de mais de R$ 260 milhões. São milhares de vagas na Saúde Pública que poderiam estar disponíveis para atender a outras demandas urgentes relacionadas às doenças de origem crônica que afetam a população do país. Segundo o IPEA, só as ocorrências nas rodovias federais geraram um custo de R$40 bilhões em 2014."
Segue novamente a nossa nota pública assinada conjuntamente com mais de 40 organizações e coletivos que se dedicam a uma politica de mobilidade urbana mais segura para os modais ativos!
https://www.uniaodeciclistas.org.br/manifestacoes/nota-publica-radares-salvam-vidas/?fbclid=IwAR2Akbjjr9odCuoMdKXj47-9erl6w-7982DnRaFft6Q2u_z_-V1xKhignfg#more-5039
UCB - União de Ciclistas do Brasil
Nota pública: Radares salvam vidas!
Esta Nota Pública foi elaborada colaborativamente por diversas organizações brasileiras e posteriormente aberta para recolhimento de subscrições. Organizações de que desejam subscrevê-la, podem fazê-lo aqui.É com muita indignação que as organizações signatárias…