《Sense Atividade》
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Espiritualidade, atendimentos em cartomancia, esoterismo, astrologia, mediunidade, quântica, filosofia de vida e etc.

Nascido em 27 de janeiro de 2017.

Postagens por:
Vanessa
Maria T
Filipe Albani

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ESTRUTURA
A Sede Central da Igreja Messiânica Mundial – IMMB está localizada em São Paulo (SP), e em suas instalações estão o Gabinete da Presidência, as Divisões, as Comissões e as Secretarias, a Sede da Fundação Mokiti Okada – FMO e a Sede da Korin Empreendimentos. São realizadas na sede atividades e encontros nacionais, aprimoramentos, congressos, entre outros.

No Brasil, a Área de Expansão da Igreja Messiânica divide-se por meio das seguintes Regiões: Norte, Nordeste Rio – Capital, Grande Rio, Centro-Oeste, Região-Sul, São Paulo Interior, São Paulo Litoral, São Paulo Capital e Grande São Paulo.

Nestas regiões estão mais de 500 unidades religiosas entre Johrei Centers e Centro de Aprimoramentos da IMMB.
MEISHU-SAMA
Mokiti Okada, cujo nome religioso é Meishu-Sama, nasceu no dia 23 de dezembro de 1882, no bairro de Hashiba, na cidade de Tóquio, Japão. Desde criança, dedicou-se às artes e se preocupava com os problemas da humanidade.

Após inúmeras dificuldades na vida familiar e empresarial, foi cada vez mais se aprofundando na filosofia, na religião e no estudo sobre a origem do sofrimento humano.

Em 1926, alcançou o estado de suprema iluminação, em que lhe foi revelado por Deus sua missão e lhe foram concedidos o conhecimento e a força necessária para a construção de uma nova civilização material e espiritualmente desenvolvida.

Meishu-Sama em 1945, iniciou no Japão, a construção de protótipos do Paraíso Terrestre também conhecidos como Solos Sagrados.

Seu objetivo era deixar para a humanidade a base para a construção de um Mundo Ideal, materialização da Verdade, do Bem e do Belo, por intermédio de protótipos do Paraíso nas cidades de Hakone, Atami e Kyoto. Estes representariam a síntese de toda a sua doutrina e a própria missão da Igreja Messiânica Mundial, a construção do Paraíso Terrestre.

Fora do Japão, já existem solos sagrados no Brasil e na Tailândia e há previsão da construção de mais um no continente africano, na cidade de Cacuacu.

Seu maior legado, porém, foi outorgar à humanidade a permissão de qualquer ser humano ser capaz de transmitir a poderosa Luz de Deus, que purifica o corpo e o espírito e elimina a verdadeira causa de todos os sofrimentos humanos, trazendo saúde, paz e prosperidade ao mundo, conhecido pelo nome de Johrei.

Em vida, ele escreveu mais de 300 mil pontos focais, conhecidos pelo nome de “Ohikari” (medalha da luz divina), que permitem a qualquer ser humano ser representante de Deus e manifestar Seu amor e Sua força de salvação a seu semelhante.

Meishu-Sama ainda escreveu milhares de textos a respeito de saúde, alimentação, agricultura, arte, política, educação, entre outros assuntos, todos eles revelados por Deus como norte para a transformação da cultura materialista e egoísta em altruísta e espiritualista.

Ao falecer, em 10 de fevereiro de 1955, o Fundador havia deixado prontas as bases para a construção de um mundo ideal, o Paraíso Terrestre, onde a saúde, a prosperidade e a paz pudessem imperar.
HISTÓRIA
No Brasil, a Igreja Messiânica Mundial começou sua difusão com a vinda dos primeiros missionários em novembro de 1954 e agosto de 1955, sendo esta última data considerada o ano oficial de sua instalação com a formação do primeiro membro messiânico em terras brasileiras.

Em 15 de junho de 1962, dá-se a instalação provisória da Sede da Igreja do Brasil, com a realização do primeiro Culto do Paraíso Terrestre, e estabelece-se a organização do sistema de expansão no Brasil.

Em 1964, foi aceito o pedido de registro legal da Sede da Igreja como pessoa jurídica, sob a denominação Igreja Messiânica Mundial – Sede Central do Brasil.
Em 1982, a Igreja Messiânica inaugura o edifício Mokiti Okada, que é utilizado até hoje como Sede Central da Igreja Messiânica Mundial do Brasil, na Vila Mariana, em São Paulo.

Nos anos que se seguiram, a Igreja obteve grande expansão e, em 1991, teve início as obras de construção do Solo Sagrado às margens da represa de Guarapiranga, em São Paulo. O Solo Sagrado foi inaugurado em 1995 como Protótipo do Paraíso, um local sagrado de elevada vibração espiritual, para ser oferecido à sociedade proporcionando um lugar onde as pessoas pudessem meditar e entrar em sintonia com a natureza, elevando sua espiritualidade.

O Solo Sagrado vem sendo utilizado por diversas instituições públicas, privadas e religiosas, que realizam eventos e cerimônias e aproveitam as modernas instalações e recursos. Em decorrência de sua maravilhosa atmosfera, o espaço tornou-se inter-religioso posto que está aberto à visitação pública de pessoas de todos os credos, sem qualquer restrição ou distinção.

Atualmente, a Igreja Messiânica Mundial do Brasil conta com mais de 370.000 membros espalhados em todo o Brasil, em 550 unidades denominadas Johrei Centers que têm como objetivo a prática do Johrei e o atendimento aos visitantes e frequentadores, transmitindo-lhes as primeiras noções messiânicas e despertando-lhes o interesse e a vontade de ajudar no estabelecimento do Paraíso Terrestre.

Para a realização de atividades não religiosas ligadas ao grandioso objetivo de construção de um mundo melhor, a Igreja Messiânica Mundial do Brasil instituiu a Fundação Mokiti Okada e a Korin Agricultura Natural.
DOUTRINA
“Ao longo de três mil anos, a humanidade veio se afastando cada vez mais da Lei da Natureza, que é a Lei do Universo, a Vontade de Deus, a Verdade.

Movido pelo materialismo, que o faz acreditar apenas naquilo que vê, e pelo egoísmo, que o leva a agir de acordo com sua própria conveniência, o homem tornou-se prisioneiro de uma ambição desmedida e inconsequente. E vem destruindo o equilíbrio do planeta, criando, para si e seus semelhantes, desarmonia e infelicidade.

As graves consequências do desrespeito às leis naturais podem ser verificadas na agricultura, na medicina, na educação, na saúde, na arte, no meio ambiente, na política, na economia e em todos os demais campos da atividade humana. Essa situação já chegou ao seu limite. Se continuar agindo assim, é certo que o homem acabará destruindo o planeta e a si mesmo.

A Filosofia de Mokiti Okada tem o objetivo de despertar a humanidade alertando-a para a triste realidade em que se encontra. Ela cultiva o espiritualismo e o altruísmo, faz o homem crer no invisível e ensina que existem espírito e sentimento não só no ser humano, mas também nos animais, nos vegetais e nos demais seres.

A prática do Johrei, o desenvolvimento da Agricultura Natural e a promoção do Belo são práticas básicas da Filosofia de Mokiti Okada, capazes de transformar as pessoas materialistas em espiritualistas, e as egoístas em altruístas, restituindo ao planeta seu equilíbrio original.

Seu objetivo final é reconduzir a humanidade a uma vida concorde com a Lei da Natureza e construir uma nova civilização, alicerçada na verdadeira saúde, na prosperidade e na paz.”
LITURGIA
Cultos

As celebrações litúrgicas da Igreja Messiânica são divididas em cultos diários, mensais e especiais.

Os cultos diários são realizados nos períodos da manhã e da noite, e denominados de “culto matinal” e “culto vesperal”, respectivamente. Eles são realizados em todas as unidades religiosas: Solo Sagrado, Centro de Aprimoramento e Johrei Center.

Em todos esses ofícios, os messiânicos, voltados para a Imagem do altar, agradecem as bênçãos e a proteção recebidas durante o dia que passou.

O culto mensal é chamado de “Culto Mensal de Agradecimento”. Nesta ocasião, os messiânicos oferecem a Deus sua sincera gratidão pelo mês que findou e renovam seus compromissos para o mês que se inicia. É celebrado no primeiro domingo do mês no Solo Sagrado e, posteriormente, nos Centros de Aprimoramento e Johrei Centers.

Além dos cultos mensais, são celebrados os cultos especiais, que compõem o calendário litúrgico da Igreja Messiânica, na seguinte cronologia: Ano-Novo e Fundação da IMM (janeiro), Paraíso Terrestre (junho), Agricultura Natural (agosto), Antepassados (novembro) e Natalício de Meishu-Sama (dezembro).

O significado de cada culto especial é explicado a seguir:



Culto do Ano-Novo e da Fundação da Igreja

No dia 1º de janeiro de 1935, Meishu-Sama instituiu a Igreja Messiânica Mundial na cidade de Tokyo, Japão. Neste dia, os messiânicos comemoram o culto do ano-novo juntamente com esta importante data. Inicia-se, para os messiânicos, uma vida nova em vários aspectos no que se refere à família, ao trabalho e ao servir à Obra Divina. É o dia em que os fiéis relatam a Deus seus objetivos e prometem esforçar-se ao máximo no transcorrer do ano que se inicia.



Culto do Paraíso Terrestre

No alvorecer do dia 15 de junho de 1931, Meishu-Sama subiu ao monte Nokoguiri no Japão e, voltado para a direção do Sol que começava a nascer, entoou a oração Amatsu-Norito. Posteriormente, explicitou-nos o significado da Revelação Divina que ocorrera naquele momento: a Transição da Noite para o Dia. A Luz, que começou a brilhar no mundo espiritual, iria refletir-se, pouco a pouco, no mundo material, dando início à construção do Paraíso Terrestre.



Culto de Agradecimento pela Agricultura Natural

Nesse culto, os messiânicos agradecem as bênçãos de Deus e da Natureza pela Agricultura Natural, que, segundo Meishu-Sama, é um método agrícola revelado por Deus.

O Mestre diz em seus Ensinamentos:

“Em seu estado original, ela (a Grande Natureza) é a própria Verdade e por isso serve de modelo a todos os projetos do homem […] O Johrei, a Agricultura Natural e outros princípios preconizados por mim […] se baseiam na Lei da Natureza“



Culto às Almas dos Antepassados

No Japão, este culto é realizado em 2 de julho e, no Brasil, em 2 de novembro. É o momento em que os messiânicos oferecem aos espíritos de seus antepassados e amigos orações de gratidão e amor. Nesse dia, a Luz enviada por Deus é muito intensa, correspondendo à atitude do grande número de fiéis que, unindo seus sentimentos, reúnem-se e sufragam seus ancestrais com toda a gratidão.



Culto do Natalício de Meishu-Sama

Meishu-Sama nasceu em 23 de dezembro de 1882. Para os messiânicos, o Culto do Natalício de Meishu-Sama é a oportunidade em que não só prometem realizar a Obra Divina na Terra, mas também oferecem suas orações para que a Luz que ele transmite do céu seja derramada sobre toda a humanidade.
O que é ser messiânico?



“Nós, messiânicos, cremos em Deus, Criador do Universo. Cremos que, desde o início da Criação, Deus objetivou estabelecer o Paraíso na Terra e tem atuado continuamente para a concretização desse objetivo. Com tal propósito, fez do ser humano Seu representante, submetendo a ele todas as demais criaturas e coisas. Cremos, portanto, que a história da humanidade constituiu estágios preparatórios, degraus para se concretizar o Paraíso na Terra. Para cada época, Deus faz surgir as pessoas e as religiões necessárias, cada qual com sua missão.

Cremos que, no presente, quando o mundo vagueia em tão caótica situação, Deus enviou Meishu-Sama, fundador da Igreja Messiânica Mundial, com a suprema missão de realizar a sagrada obra de salvação da humanidade. Por conseguinte, empenhamo-nos de corpo e alma na erradicação da doença, da pobreza e do conflito, os três grandes infortúnios que afligem a humanidade, visando à concretização do mundo ideal, de eterna paz e de perfeita Verdade, Bem e Belo.”

11 de março de 1950



Ensinamento: Doutrina da Igreja Messiânica Mundial – Extraído do Livro Alicerce do Paraíso – Vl. 1
FORMAÇÃO RELIGIOSA
A Igreja Messiânica Mundial acredita que o ser humano possui, além da dimensão material e mental, uma dimensão espiritual. Sendo esta última, a sua verdadeira natureza.

Acreditamos que para realizarmos uma formação integral, é necessário que o desenvolvimento material seja acompanhado pelo desenvolvimento espiritual do ser humano. E que, só assim, a educação será capaz de cumprir o seu objetivo de formar homens íntegros, isto é, homens que tenham a justiça como princípio norteador e se esforcem para aumentar o bem-estar social, contribuindo para o progresso e a elevação da cultura.

Portanto, com este objetivo, a Igreja Messiânica Mundial do Brasil vem desenvolvendo, por intermédio de sua Secretaria de Ensino Religioso diversos programas de formação que aliam conteúdo teórico ministrado em salas de aulas a tarefas práticas acompanhadas pelos missionários e responsáveis de suas respectivas unidades religiosas.

A Secretaria de Ensino Religioso também é responsável por garantir que a formação integral dos messiânicos seja realizada de forma unificada, inspirada e abrangente, por meio do suporte pedagógico e espiritual de sua estrutura funcional e de seus mais de 500 instrutores em todas as regiões do país.

FONTE: http://bit.ly/2vjpZdR
Boa tarde, senses!
◇RELIGIÕES NA TERRA◇
Parte: 10.
Assunto: Xivaísmo.
Xivaísmo

Podendo também ser grafado como Shivaísmo trata-se do culto organizado a terceira pessoa do hinduísmo, Xiva. Os seguidores do Xivaísmo acreditam que Xiva é o Ser Supremo que se encontra em tudo e que é tudo. Para os hindus Xiva é tanto o criador quanto o destruidor e aquele que revela tudo o que existe. A corrente xivaísta é a mais antiga das quatro seitas do Hinduísmo. Atualmente, o Xivaísmo é uma das principais correntes do hinduísmo com grande aceitação na Índia, Sri Lanka e Nepal bem como também em algumas regiões da Ásia como a Malásia e Singapura.

Os Xivaístas

Aqueles que seguem o xivaísmo são conhecidos também como Saivas, Saivarkal, Shaivites e Shaivas. Uma característica interessante em relação aos xivaístas é que esse grupo tem uma tendência maior ao ascetismo que outras seitas hindus. Isso significa que os xivaístas seguem uma doutrina de disciplina para chegar até Deus e realizam rituais em busca da purificação necessária.

Curiosidade – O Nome Xiva

Grafado em muitas partes do mundo Shiva o nome desse deus significa algo como auspicioso e amigável. Seria uma forma de tornar o deus mais próximo das pessoas que o adoram.

A Filosofia do Xivaísmo

No decorrer do tempo a filosofia xivaísta vem sendo transmitida através de três poemas O Vijñâmabaïrava, o Shivasutra e o Spendakarika. Esses poemas têm como objetivo transmitir a importância de Xiva bem como a filosofia que faz parte do seu cerne.

O Histórico do Xivaísmo

Historicamente é muito difícil determinar qual foi o começo do xivaísmo devido ao fato de que essa seita do hinduísmo implica numa unidade de tal maneira que não se pode perceber claramente a prática religiosa ou filosófica. Os estudiosos religiosos acreditam que as tradições xivaístas que conhecemos hoje tiveram início no período entre 200 a.C e 100 d.C.

Tanto em Mahabharata e como em Ramayana são feitas referências a Xiva e a Vishnu. O texto mais antigo de cunho filosófico que descreve a doutrina do Xivaísmo é o Śvetāśvatara Upanishad (400 – 200 a.C). A proposição é a de que Xiva é o ser supremo responsável por criar e destruir tudo o que existe assim como revelar o que não é visto.

As Diferentes Escolas do Xivaísmo

Dentro do Xivaísmo podemos encontrar subdivisões num sentido de abranger variações que acontecem de região para região. As diferentes escolas do Xivaísmo apresentam diferenças filosóficas importantes, em linhas gerais podemos dividir essas escolas em: dualista (bheda), não-dual-com-dualismo (bhedabheda) e não-dualista (abheda).

Xivaísmo Pashupata

Essa seita é a mais antiga do Xivaísmo, acredita-se que data de 4.000 a.C. Os primeiros integrantes dessa seita eram moradores de regiões como Caxemira, Gujarat e Nepal.

Xivaísmo Kashmir ou Xivaísmo de Caxemira

A codificação dessa seita do xivaísmo foi feita por Vasugupta (800 d.C) que consiste em ser uma escola “abheda”. Trata-se de uma seita com fundamentação monista que passou a ser conhecida como Pratyabhijna Darshana. Uma seita que acredita que a criação da alma assim como do mundo todo é o resultado da emissão de centelhas de Xiva quando este teve seu primeiro impulso dinâmico. Nessa crença Xiva adquire um aspecto abstrato.

Xivaísmo Siddhanta

Na crença monista do Rishi Tirumular (200 a.C) Xiva passa a ter um aspecto material e se acredita que a alma que foi por ele criada deverá em algum momento se fundir novamente ao seu criador. Existe uma variação dentro dessa corrente que acredita que embora Xiva seja a causa eficiente da criação da alma não é a causa material. Uma discordância.

Xivaísmo Siddha Siddhanta

O desenvolvimento dessa corrente foi feito por Rishi Gorakshanatha (950 d.C). Para essa crença monista chamada de bhedabheda Xiva seria tanto o responsável eficiente quanto material pela criação da alma. Em relação ao retorno da alma há a alegoria das bolhas que emergem e voltam para a água. Sendo assim as almas teriam emergido de Xiva e a ele retornariam.
Xivaísmo Lingayatismo

A popularização dessa corrente do Xivaísmo se deu através de Basavanna (1105 a 1167). Existe nessa seita a aceitação da diferença e da não-diferença que ocorre entre alma e Deus, seria mais ou menos como os raios são para o sol. Xiva nessa concepção seria uma força cósmica que formaria uma unidade.

Xivaísmo Advaita ou Xiva Vishishtadvaita

A formulação dessa corrente do xivaísmo foi feita por Srikantha (1050 d.C), para quem segue essa crença a alma seria uma espécie de unidade especial com Brahman, contudo, ainda divide com o Supremo Xiva todas as suas qualidades mais importantes. Houve a tentativa de tentar reduzir a união a uma identidade absoluta por parte de Appaya Dikshita (1554 a 1626).

Veneração de Xiva em Casa

Um ponto bastante interessante a respeito do Xivaísmo é que o seu culto é feito em grande parte em casa. Os participantes dessa seita têm em suas casas pedras naturais e instrumentos que são usados em cerimônias especiais para a oferta de oferendas que podem incluir tanto flores como alimentos. Também há veneração a Xiva nos templos e por meio da prática de Yoga que é na verdade uma forma de tentar encontrar o Xiva dentro de si mesmo.

A Cinza Sagrada

Um dos principais sinais do xivaísmo é a cinza sagrada que pode ser usada em qualquer parte do corpo, mas que geralmente é usada na testa.

O Smartismo e o Grupo de Divindades

A forma de hinduísmo que recebe o nome de Smartismo é aquela em que existe uma ênfase num grupo que é formado por cinco ou seis divindades e não apenas por uma. Esse culto de “cinco formas” se tornou popular através de Adi Shankara (788 a 820 d.C). Nessa tradição existe a procura por cinco divindades que são: Xiva, Ganesha, Devi, Surya e Vishnu.

A proposição de tal sistema foi feito por Śaṅkarācārya com especial interesse de fazer a unificação das seitas do hinduísmo por meio de divindades que fossem comuns. Nesse sistema existe a possibilidade de escolher uma das divindades para ter como a principal sem que para isso haja proibição de cultuar as demais. Todas as divindades seriam formas de Brahman que está em tudo.

Influências do Xivaísmo

Essa corrente hinduísta deixou grande marca em algumas partes do mundo como no Camboja e na região sul do Vietnã. Na Índia o Xivaísmo teve grande relevância, no entanto, é apenas no Nepal que se trata da forma mais popular de hinduísmo.
◇RELIGIÕES NA TERRA◇
Parte: 11
Assunto: Samaritanismo.
Samaritanismo
A religião é um dos assuntos mais complexos que existem no mundo atualmente. Isso porque, são várias as entidades e doutrinas que se auto intitulam religiões, que pregam as suas características e fundamentos aos fieis, que costumam ser vários.

Estima-se que o Cristianismo, maior religião do mundo, tenha cerca de 2,2 bilhões de fiéis espalhados pelo planeta, algo em torno de 30% da população mundial. É seguida de perto pelo Islamismo e, um pouco mais longe, pelo Hinduísmo.

O Cristianismo é dividido em várias vertentes, sendo que as três mais importantes são o catolicismo, o protestantismo e a Igreja Ortodoxa, sendo a primeira delas a maior vertente, talvez por ser a primeira a existir, antes das reformas e revoluções luteranas.

Todos os ensinamentos e lições passadas pelo Cristianismo são oriundos da Bíblia, que é o livro mais vendido do planeta. Estima-se que, a cada minuto, 50 bíblias são vendidas mundialmente. E, uma das passagens presentes no livro é sobre o Samaritanismo, mais conhecida como a ação dos bons samaritanos. E é essa a abordagem do nosso artigo de hoje. Aqui, você vai conhecer um pouco mais sobre essa pequena ordem religiosa, bem como algumas informações interessantes sobre ela.
A Passagem do Bom Samaritano
Antes de falarmos sobre a ordem dos samaritanos, vamos abordar um pouco sobre a famosa passagem descrita na bíblia acerca do Bom Samaritano. A parábola foi contada por Jesus, segundo Lucas, para que mostrasse ao povo que a bondade e compaixão deveria sempre prevalecer.

Jesus contou a seus discípulos que, certa vez, um homem estava indo de Jerusalém até a cidade de Jericó, quando encontrou ladrões pelo caminho, que o roubaram e o agrediram, o deixando semiconsciente. Depois dos malfeitores terem fugido, três pessoas passaram pelo corpo desfalecido, jogado no canto da estrada. Primeiro, foi um sacerdote que se aproximou do homem, o olhou, e seguiu viagem. Depois dele, foi a vez do Levita, que teve as mesmas atitudes do sacerdote, e, sem dar a mínima atenção ao homem ferido, continuou sua viagem.

O terceiro homem que passou por ele foi o Samaritano que, ao ver a situação do homem, apiedou-se dele. Utilizando vinho e azeite, o samaritano cuidou das feridas do homem, e o colocou em seu animal, o levando até uma hospedaria. Ao chegar lá, disse á responsável pelo lugar que acolhesse e cuidasse do homem, pagando-lhe pelos seus cuidados e hospedagem. Disse ainda que, depois de retornar de viagem, voltaria à hospedaria para acertar alguma dívida caso o homem tivesse necessidades pelo tempo que o samaritano se ausentou.

Jesus queria mostrar aos discípulos, através dessas palavras, que a compaixão deveria fazer parte da vida daqueles que se predispuseram a seguí-lo. Além disso, fomentou em que o ouvia a solidariedade e a divisão de “pão” , ou seja, usar uma parte dos rendimentos para ajudar a quem precisasse.

Hoje em dia, essa parábola é uma das mais utilizado, visto que o mundo, apesar de alguns focos individuais, vem crescendo cada vez mais a caridade para com quem precisa.
Os Samaritanos
Deixando um pouco a passagem do Bom Samaritano de lado, vamos falar, então, dos Samaritanos, que são o foco desse artigo. Os membros do Samaritanismo se declaram como um pequeno grupo étnico religioso, que tem vertentes parecidas com os judeus, que habitam uma pequena região localizada no estado de Israel. A sua doutrina religiosa adota como base o Pentateuco, além de retirar de Jerusalém a sua importância como cidade histórica, além de simpatizarem com os ideais palestinos. Apesar de serem considerados “parentes” dos judeus, os samaritanos rejeitam tal atribuição, não tendo entre eles, portanto, rabinos. Além disso, o Talmud, típico dos judeus, também não é utilizado pelos samaritanos.

A origem dos Samaritanos remonta até o ano 1000 a.C., onde os israelitas dominavam terras localizadas na porção oeste do rio Jordão. Nessa época, a sociedade israelita era dividida em doze tribos, onde a rivalidade era nutrida, ainda de forma discreta, entre cada uma das aldeias. No mesmo período, as doze tribos foram reunificadas, por ordem do Rei Saul. Depois de Saul, quem assumiu o trono foi Rei Davi e, em seguida, seu filho Salomão.

Logo depois da morte de Salomão, que ocorrera em 930 a.C., dez das doze tribos se separaram do reino, criando outro independente. O novo reino ficou conhecido como o Reino de Israel ou, também, como Reino da Samaria, cujo nome vinha da cidade que, mais tarde, viria a se tornar a capital do reino.

Indícios históricos mostram que as relações entre os samaritanos e os judeus sempre foram negativos, desde a antiguidade. Mas, isso mudou com a ação do Império Romano, que temia que os judeus e samaritanos fizessem uma aliança contra o império. Para evitar tal acontecimento, os romanos passaram a perseguir os samaritanos, os privando de alimentos e água. Apesar de ter oferecido a eles a rendição e, consequentemente, os alimentos, os samaritanos não aceitaram, resistindo bravamente até serem executados pelas tropas romanas.

Logo depois da queda do Império Romano, e a consequente aparição do Império Bizantino, os samaritanos e judeus passaram a ser perseguidos por Zenão I, imperador que tentava, à força, impor a religião oficial bizantina para todos os povos conquistados: o Cristianismo, que até pouco tempo, também era perseguido pelos romanos. Tamanha foi a repreensão contra os judeus e samaritanos que um dos templos de grande importância aos samaritanos foi destruído pelo regime bizantino. Tal construção nunca mais foi posta de pé.

Além das diferenças com os judeus, os samaritanos também se destoam de algumas atividades religiosas próprias do cristianismo, por exemplo. Para eles, o único profeta existente foi Moisés, tirando de Jesus Cristo, o filho de Deus segundo a doutrina cristã, essa responsabilidade. No mais, a crença em Deus segue sendo a mesma, ou seja, Deus é a maior figura da religião samaritana. Além disso, os samaritanos aguardam a vinda de um novo messias, chamado Taheb, que seria semelhante à Moisés. Viveria até 120 anos, fundando um reino que perduraria por séculos no planeta Terra.

Fonte: http://bit.ly/2f0Zlj6
“Nunca tenha medo de desmoronar. Isso te dá a oportunidade de se reconstruir do jeito que você sempre desejou ser” – Rae Smith

Extremamente afortunado é aquele que nunca tropeçou nos próprios erros ao longo da vida. Raro é conhecer alguém que nunca se arrependeu, nunca encarou a angústia depois de um erro e nunca se sentiu em carne viva pelo remorso.

A vida, muitas vezes, pode ser monótona. A gente se acostuma com a rotina e com as nossas atitudes rotineiras. Mas o que realmente nos desafia mentalmente, emocionalmente e fisicamente são os tijolos dos muros pelo caminho.

Eles batem diretamente contra o nosso corpo e preenchem cada espaço da nossa pele com um pesar assustador.

Mas esses são momentos que, apesar de extremamente dolorosos, nos constroem. São esses tijolos que nos completam.

O desespero do erro pode nos fazer sentir que estamos flutuando no espaço. Sem esperanças, presos na imensidão de possibilidades que já não podemos mais alcançar.

Mas saiba que alguns pensamentos podem, sim, te ajudar a enxergar a estação espacial mais próxima e perceber que um tombo, por maior que seja, nunca é mais alto que a sua vida.

SE PERMITA SENTIR

Muitas vezes, quando algo ruim acontece, é quando a gente se sente culpado por isso tentamos ocupar nossa mente e nos distrair. Bom, não faça isso. Não no começo. Você precisa viver o sentimento para que ele possa ir embora, seu corpo precisa processar a dor para que você consiga sucumbir.

Sinta a raiva, sinta a frustração, sinta o luto ou o desapontamento. Chore, chore muito, mas saiba que todos esses sentimentos vão embora. Quando você perceber isso, você vai se encontrar em um lugar melhor e conseguir lidar com situações parecidas no futuro.

TOME TEMPO PARA REFLETIR

A arte de toda mudança é a reflexão. Ter tempo para entender o que a situação significa para você e o que você pode aprender com ela é fundamental para superar os sentimentos ruins e não repetir os mesmos erros no futuro. Racionalizar o problema vai te fazer se distanciar, pelo menos momentaneamente, do sofrimento.

As lições aprendidas durante os momentos mais difíceis são as mais fortes e eternas.

TENHA FÉ

Às vezes, o simples ato de ter fé que algo bom virá depois de algo ruim é o suficiente para aliviar a dor. Você não precisa necessariamente acreditar em algo maior que nós, como Deus ou o destino, mas você deve ter em mente que nada ruim dura pra sempre. Sentimentos e situações são passageiras, o mundo não para em um só problema.

RELEMBRE QUE VOCÊ SE AMA

Quando estamos no fundo do poço é difícil lembrar que somos bons e que merecemos a felicidade. Quando cometemos um erro, é difícil lidar com a culpa, é difícil lembrar que nós também somos dignos de sentimentos bons. Então, para se reerguer, lembre que você se ama.

Use a queda como uma oportunidade para nutrir esse sentimento. Tome banhos longos ou viaje para um lugar novo. Não importa o que você faça, faça para se sentir bem consigo mesmo.

FAÇA ARTE

A arte ajuda muito. Ver arte é excelente. Assistir um filme, ler um livro, ir ao teatro é fundamental. Mas fazer arte é algo capaz de te tirar de qualquer buraco e te fazer transformar uma experiência péssima em algo bonito.

Você vai criar um canal para descarregar suas emoções e, de quebra, produzir algo mágico usando a dor como semente.
PASSE UM TEMPO NA NATUREZA

Pode parecer clichê, mas é impressionante o que uma volta no parque pode fazer. É impressionante o que 30 minutos de contemplação de frente para o mar podem fazer.

Entrar em contato com a natureza é, por alguns minutos ou horas, se cercar de seres vivos que não vão te cobrar nada, não vão te julgar e estão existindo no mesmo mundo que você há muito mais tempo.

Em silêncio, você vai se permitir sentir a calma interior e você vai experienciar uma oportunidade de clarear seus pensamentos que não existia antes.

ESCUTE MÚSICA

Com fones de ouvido, sozinho no quarto, ao caminho do trabalho. Escute música e, se possível, cante. Cante cada palavra no volume mais alto que você conseguir, sinta a letra, sinta a melodia, sinta a vibração e, quando vo
cê menos perceber, a motivação vai surgir e você vai sentir sua criatividade sendo estimulada.

A música tem o poder de nos conectar com o mundo independente do espaço tempo em que estamos. Viva isso.

TENTE COISAS NOVAS

Mude. Experimente sabores, gostos, e sentidos novos. Viaje, leia um livro diferente do que você está acostumado, vá em um restaurante novo, mude o cabelo, conheça gente nova. Descubra um mundo novo daquele em que você errou.

Vivenciar novos pontos de vista vai te ajudar a se redescobrir, e vai te fazer relembrar que cada nova coisa que você encontrar pode mudar a sua vida.

CERQUE-SE DAS PESSOAS CERTAS

Amizade tóxica é algo comum e, quando você se sentir no pior dia da sua vida, ter pessoas negativas por perto é ainda mais desesperador. Palavras de encorajamento são fundamentais, por mais que, em determinado momento, você sinta que não quer ouvir ninguém.

Ouvir de quem se ama que você não é uma pessoa horrível, que você merece ser feliz e que a dor vai passar tem o incrível poder de transformar, nem que seja por pouco tempo, seu sofrimento em arma.

Temporariamente evite qualquer pessoa que possa te fazer sentir pior consigo mesmo. Pode ser um colega de trabalho, o namorado de uma amiga ou o seu vizinho. Fique longe por um tempo. Isso vai te ajudar a ter o seu tempo para processar as coisas e se reconstruir.

LEMBRE-SE QUE VOCÊ MERECE O PERDÃO

O perdão é difícil de dar, principalmente quando precisamos perdoar a nós mesmos. Somos muito mais cruéis e duros conosco do que somos com as pessoas ao nosso redor.

Se você errou, pegue o seu erro e aprenda com ele. Se alguém que você amava faleceu – e você fica imaginando tudo o que poderia ter feito de diferente enquanto essa pessoa era viva – perdoe o seu passado e relembre os gatilhos de felicidade.

Você precisa acreditar que você vale a pena, que coisas maravilhosas vão acontecer, que seus pensamentos negativos são só pensamentos e não podem te machucar. Acredite que você se conhece como ninguém, que você sabe quem você é e ninguém pode te dizer o contrário.

Reconheça que o mundo pode ser um lugar incrível e que as coisas podem mudar mais rápido do que você imagina.

Quantas vezes você já acordou pensando que nada surpreendente aconteceria e, naquele dia, você viveu uma experiência nova completamente incrível? Segure firme nesse sentimento e viva.

O remorso é um peso que pode servir para te fortalecer, mas, quando o exercício acabar, é hora de guardar as caneleiras.
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