A ABERTURA DO PORTAL LIONSGATE AGOSTO.
Todos os anos, o Sol, a Terra e o Sirius se movem para pontos específicos no céu ativando o Portal Lionsgate.
O portal Lionsgate abre de 26 de julho a 12 de agosto, no entanto, é o seu mais poderoso no dia 8 de agosto.
É neste dia que podemos receber toda a abundância da energia mágica e poderosa que está sendo oferecida.
Para entender o que é Lionsgate, é importante entender o que todos os três jogadores cósmicos (Terra, Sol e Sirius) estão fazendo.
Para que o Portal Lionsgate seja ativado, o Sol deve alinhar com a estrela, Sirius, que é maior e mais brilhante que o nosso próprio Sol.
Sirius é conhecido como o Sol espiritual, e acredita-se que tenha conhecimento e sabedoria dos reinos divinos superiores.
Quando o Sol e Sirius se encontram durante este período, suas energias se intensificam e a Terra é capaz de receber “energia luminosa” de ambos os corpos celestes.
Nosso Sol já é caloroso e nutritivo o suficiente e entrega a energia da vida, mas imagine o que acontece quando combina seus poderes com Sirius .
Se pensarmos simbolicamente, é como se o planeta Terra estivesse sendo banhado por duas das luzes mais poderosas do céu.
Essa energia de luz pode melhorar os despertares espirituais, trazer novas idéias ou uma nova consciência e também pode ajudar a aumentar a consciência do planeta.
É esta energia altamente ativada e espiritualmente avançada dessas estrelas que ajudam a ativar o portal e enviar um influxo de energia vibratória superior para que possamos usar.
O Sol, estando na constelação de Leo, que é simbolizado pelo Leão, é por isso que esse portal de estrelas é chamado Lionsgate.
Também é interessante notar que este portal está no seu auge em 8 ou 88 de agosto.
Na numerologia , 8 também é um número poderoso que representa infinito, poder, conexão divina, renascimento e reinos mais elevados.
Então, o que tudo isso significa para você? Aqui está a mensagem para Lionsgate-
Você deve encontrar o prazer por ser simplesmente humano.
Quando nossas almas vieram a Terra, viemos para uma experiência humana, e muitos de nós não estão a viver ao máximo de nossas capacidades humanas.
Como seres humanos, fomos explorar, provar, viajar, viver e experimentar as emoções e as cores da Terra.
Mas muitos de nós ficamos presos e presos na monotonia do dia a dia vivendo e esquecemos o que viemos aqui para realmente experimentar.
Enquanto todos nós temos um núcleo espiritual, precisamos encontrar mais gratidão pelos lados humanos da vida.
Ser humano muitas vezes recebe um invólucro ruim, mas os seres humanos são seres incríveis, apaixonados e compassivos que têm tanto para oferecer ao mundo.
Precisamos abraçar nossa humanidade e descobrir o que nos faz sentir mais vivos.
O que nos faz sentir feliz ou feliz por estar vivo em nossa forma humana? Que experiências nós queremos ter na Terra que tornam a vida essa vida digna de ser vivida?
Estas são as questões que o Lionsgate de 2017 está nos pedindo para explorar – temos que ficar claro sobre o que torna a vida digna de ser vivida e, na verdade, colocar medidas possíveis para fazê-las acontecer.
A mensagem final para a Lionsgate de agosto de 2017 é remover a “poluição” energética de nossos corpos. Este Lionsgate vai ser muito curativo e limpo, desde que permitamos que esta energia seja filtrada.
Um eclipse lunar parcial cai apenas um dia antes do portal Lionsgate no dia 7 de agosto no signo de Aquarius, e todos nós seremos chamados a deixar ir, curar e liberar para que possamos receber o novo.
Todos os anos, o Sol, a Terra e o Sirius se movem para pontos específicos no céu ativando o Portal Lionsgate.
O portal Lionsgate abre de 26 de julho a 12 de agosto, no entanto, é o seu mais poderoso no dia 8 de agosto.
É neste dia que podemos receber toda a abundância da energia mágica e poderosa que está sendo oferecida.
Para entender o que é Lionsgate, é importante entender o que todos os três jogadores cósmicos (Terra, Sol e Sirius) estão fazendo.
Para que o Portal Lionsgate seja ativado, o Sol deve alinhar com a estrela, Sirius, que é maior e mais brilhante que o nosso próprio Sol.
Sirius é conhecido como o Sol espiritual, e acredita-se que tenha conhecimento e sabedoria dos reinos divinos superiores.
Quando o Sol e Sirius se encontram durante este período, suas energias se intensificam e a Terra é capaz de receber “energia luminosa” de ambos os corpos celestes.
Nosso Sol já é caloroso e nutritivo o suficiente e entrega a energia da vida, mas imagine o que acontece quando combina seus poderes com Sirius .
Se pensarmos simbolicamente, é como se o planeta Terra estivesse sendo banhado por duas das luzes mais poderosas do céu.
Essa energia de luz pode melhorar os despertares espirituais, trazer novas idéias ou uma nova consciência e também pode ajudar a aumentar a consciência do planeta.
É esta energia altamente ativada e espiritualmente avançada dessas estrelas que ajudam a ativar o portal e enviar um influxo de energia vibratória superior para que possamos usar.
O Sol, estando na constelação de Leo, que é simbolizado pelo Leão, é por isso que esse portal de estrelas é chamado Lionsgate.
Também é interessante notar que este portal está no seu auge em 8 ou 88 de agosto.
Na numerologia , 8 também é um número poderoso que representa infinito, poder, conexão divina, renascimento e reinos mais elevados.
Então, o que tudo isso significa para você? Aqui está a mensagem para Lionsgate-
Você deve encontrar o prazer por ser simplesmente humano.
Quando nossas almas vieram a Terra, viemos para uma experiência humana, e muitos de nós não estão a viver ao máximo de nossas capacidades humanas.
Como seres humanos, fomos explorar, provar, viajar, viver e experimentar as emoções e as cores da Terra.
Mas muitos de nós ficamos presos e presos na monotonia do dia a dia vivendo e esquecemos o que viemos aqui para realmente experimentar.
Enquanto todos nós temos um núcleo espiritual, precisamos encontrar mais gratidão pelos lados humanos da vida.
Ser humano muitas vezes recebe um invólucro ruim, mas os seres humanos são seres incríveis, apaixonados e compassivos que têm tanto para oferecer ao mundo.
Precisamos abraçar nossa humanidade e descobrir o que nos faz sentir mais vivos.
O que nos faz sentir feliz ou feliz por estar vivo em nossa forma humana? Que experiências nós queremos ter na Terra que tornam a vida essa vida digna de ser vivida?
Estas são as questões que o Lionsgate de 2017 está nos pedindo para explorar – temos que ficar claro sobre o que torna a vida digna de ser vivida e, na verdade, colocar medidas possíveis para fazê-las acontecer.
A mensagem final para a Lionsgate de agosto de 2017 é remover a “poluição” energética de nossos corpos. Este Lionsgate vai ser muito curativo e limpo, desde que permitamos que esta energia seja filtrada.
Um eclipse lunar parcial cai apenas um dia antes do portal Lionsgate no dia 7 de agosto no signo de Aquarius, e todos nós seremos chamados a deixar ir, curar e liberar para que possamos receber o novo.
CIÊNCIA QUÂNTICA COMPROVA LIVRE ARBÍTRIO. TEMOS O PODER DE MUDAR NOSSAS VIDAS E O MUNDO.
Os estudiosos quânticos ficaram pasmos ao perceber o quão fundo vai o chamado “mundo de incertezas”. Descobriram que não podemos obter todas as informações sobre uma partícula (por exemplo elétron). Se medimos a velocidade, perdemos a posição, se calculamos a posição, não sabemos o sentido, quando queremos saber para onde vai, perdemos o tamanho, e daí vai. A isto, chamaram de Princípio da Incerteza.
Uma das consequências deste Princípio é que só podemos ter a certeza sobre um fato quando “atuamos conscientemente” sobre ele, medindo-o e experimentando-o. Só então, ele passa a ser parte do mundo REAL na forma como costumamos chamar. Antes, todos os dados sobre o Universo são IMATERIAIS ou meras probabilidades matemáticas. É como estar em uma sala com infinitas portas e saber que, SE resolvermos nos mover para abrir uma delas, todas as outras automaticamente desaparecerão.
Mas a coisa é ainda um pouco mais estranha do que isso. Vamos voltar ao exemplo da partícula. Quando ela está solta no Universo, não temos como saber sua velocidade. Matematicamente, ela pode estar veloz, lenta ou parada… NUNCA saberemos. Há cientistas que chegam a afirmar que sequer há como falar em “velocidade”, pois esta informação ainda permaneceria oculta dentro de um universo paralelo de infinitas possibilidades (“Universo Quântico”). Porém, quando decidimos medir esta velocidade, conseguimos chegar a uma conclusão “física”, como por exemplo, 8 metros por segundo. Mas o curioso, é que esta exata velocidade só “passou a existir” porque houve a medição. Se não tivesse sido medida, ela continuaria “incerta”. É importante se observar aqui, que “incerta” não significa apenas “desconhecida” (certa, mas ainda não medida), mas sim, literalmente “indefinida”, ou seja, a partícula simplesmente não tem uma velocidade específica, mas sim, um conjunto de infinitas velocidades que existem simultaneamente, uma sobre a outra.
Ou seja, SEM a medição, a velocidade da partícula poderia ser de “9 metros por segundo”, “432 metros por segundo” ou qualquer outra. A velocidade de “8 metros por segundo” foi CRIADA no momento da aferição, foi literalmente MATERIALIZADA. Instantes antes, ela não existia em si como uma verdade absoluta.
Imagine, apenas ilustrativamente, dois átomos de hidrogênio conversando sobre seus próprios destinos. O primeiro diz ao outro: “Veja! Aquele átomo de oxigênio está vindo em nossa direção. Felizmente, vem devagar, de forma que ao colidir conosco, não terá energia suficiente para nos transformar em água (lembrando que uma molécula de água é composta por dois átomos de hidrogênio e um de oxigênio). Estou feliz assim, não quero ser água!”
Observação: este seria, hipoteticamente, o Universo SEM a participação da consciência (humana) – se é que se pode falar de Universo desprovido de consciência – muitos cientistas hoje já entendem que não.
Porém, no instante seguinte, um cientista (consciência) vê aquele mesmo átomo de oxigênio e resolve medir sua velocidade. Perceba-se que até este momento, para o cientista, o átomo de oxigênio pode estar em QUALQUER velocidade (Universo Quântico de infinitas possibilidades). Ao fazer a medição, entretanto, estas infinitas possibilidades desaparecem, e sobra apenas uma, que se materializa: ele lê a velocidade de 137 metros por segundo, o que é muito rápido, contrariando o raciocínio do coitado do átomo de hidrogênio. Nesta nova velocidade “materializada” pelo cientista, o oxigênio tromba com energia suficiente nos átomos de hidrogênio que acabam virando água contra suas supostas vontades (H20).
Ou seja, o Universo foi “modificado” pelo simples fato do cientista (consciência) ter observado o evento.
Os estudiosos quânticos ficaram pasmos ao perceber o quão fundo vai o chamado “mundo de incertezas”. Descobriram que não podemos obter todas as informações sobre uma partícula (por exemplo elétron). Se medimos a velocidade, perdemos a posição, se calculamos a posição, não sabemos o sentido, quando queremos saber para onde vai, perdemos o tamanho, e daí vai. A isto, chamaram de Princípio da Incerteza.
Uma das consequências deste Princípio é que só podemos ter a certeza sobre um fato quando “atuamos conscientemente” sobre ele, medindo-o e experimentando-o. Só então, ele passa a ser parte do mundo REAL na forma como costumamos chamar. Antes, todos os dados sobre o Universo são IMATERIAIS ou meras probabilidades matemáticas. É como estar em uma sala com infinitas portas e saber que, SE resolvermos nos mover para abrir uma delas, todas as outras automaticamente desaparecerão.
Mas a coisa é ainda um pouco mais estranha do que isso. Vamos voltar ao exemplo da partícula. Quando ela está solta no Universo, não temos como saber sua velocidade. Matematicamente, ela pode estar veloz, lenta ou parada… NUNCA saberemos. Há cientistas que chegam a afirmar que sequer há como falar em “velocidade”, pois esta informação ainda permaneceria oculta dentro de um universo paralelo de infinitas possibilidades (“Universo Quântico”). Porém, quando decidimos medir esta velocidade, conseguimos chegar a uma conclusão “física”, como por exemplo, 8 metros por segundo. Mas o curioso, é que esta exata velocidade só “passou a existir” porque houve a medição. Se não tivesse sido medida, ela continuaria “incerta”. É importante se observar aqui, que “incerta” não significa apenas “desconhecida” (certa, mas ainda não medida), mas sim, literalmente “indefinida”, ou seja, a partícula simplesmente não tem uma velocidade específica, mas sim, um conjunto de infinitas velocidades que existem simultaneamente, uma sobre a outra.
Ou seja, SEM a medição, a velocidade da partícula poderia ser de “9 metros por segundo”, “432 metros por segundo” ou qualquer outra. A velocidade de “8 metros por segundo” foi CRIADA no momento da aferição, foi literalmente MATERIALIZADA. Instantes antes, ela não existia em si como uma verdade absoluta.
Imagine, apenas ilustrativamente, dois átomos de hidrogênio conversando sobre seus próprios destinos. O primeiro diz ao outro: “Veja! Aquele átomo de oxigênio está vindo em nossa direção. Felizmente, vem devagar, de forma que ao colidir conosco, não terá energia suficiente para nos transformar em água (lembrando que uma molécula de água é composta por dois átomos de hidrogênio e um de oxigênio). Estou feliz assim, não quero ser água!”
Observação: este seria, hipoteticamente, o Universo SEM a participação da consciência (humana) – se é que se pode falar de Universo desprovido de consciência – muitos cientistas hoje já entendem que não.
Porém, no instante seguinte, um cientista (consciência) vê aquele mesmo átomo de oxigênio e resolve medir sua velocidade. Perceba-se que até este momento, para o cientista, o átomo de oxigênio pode estar em QUALQUER velocidade (Universo Quântico de infinitas possibilidades). Ao fazer a medição, entretanto, estas infinitas possibilidades desaparecem, e sobra apenas uma, que se materializa: ele lê a velocidade de 137 metros por segundo, o que é muito rápido, contrariando o raciocínio do coitado do átomo de hidrogênio. Nesta nova velocidade “materializada” pelo cientista, o oxigênio tromba com energia suficiente nos átomos de hidrogênio que acabam virando água contra suas supostas vontades (H20).
Ou seja, o Universo foi “modificado” pelo simples fato do cientista (consciência) ter observado o evento.
A pergunta que fica no ar é: o que teria acontecido com o Universo se o cientista simplesmente não tivesse feito a medição? Poderia então de fato o átomo de oxigênio estar a meros 8 metros por segundo e não ter energia suficiente para formar água? Ou seja, a REALIDADE FÁTICA poderia ter sido outra dependendo da participação ou não do cientista (homem consciente)?
A ciência quântica afirma que sim. Realidades diferentes surgem toda vez que a “consciência” interage com o Universo.
Claro que a história acima não passa de uma alegoria simplista e fantasiosa, sendo inclusive importante perceber que os elétrons foram considerados como “não tendo consciência” (e portanto, participando passivamente do Universo). Porém, as diretrizes práticas do experimento são válidas. O Universo DEFINE-SE, molda-se, materializa-se, sempre que observado por uma consciência. E assim, todas as consequências práticas de nossas vidas TAMBÉM.
Pois se o Universo Quântico aceita que infinitas possibilidades coexistam, o “mundo material”, a seu turno, parece só aceitar uma realidade por vez!
Mas QUEM ou O QUÊ decide acessar e materializar a realidade “1” ao invés da “2”, da “3”, da “4”, ou de qualquer outra? A resposta é espantosa: nós mesmos. A nossa consciência! Fazemos isto 100% do nosso tempo, 100% do nosso dia. Nossa consciência está interagindo com o Universo Quântico e, assim, CRIANDO realidades e DEFININDO-AS.
Por isso, a ciência hoje (não apenas pelo Princípio da Incerteza mas também por diversos outros princípios e experimentos quânticos) reconhece ser incapaz de PREDIZER os acontecimentos do Universo Quântico de forma determinista. Os cálculos são feitos apenas ao nível de “probabilidades” e não mais de certezas. As características das coisas deixaram de ser absolutas, para serem relativas. E tal fato, sustenta a tese da existência do nosso LIVRE ARBÍTRIO, onde CRIAMOS e DEFINIMOS a realidade ao nosso redor de acordo com nossas vontades.
Saibamos então utilizar o nosso livre arbítrio de forma construtiva, a nosso favor, construindo uma Vida cheia de equilíbrio, paz, felicidade e sucesso, já que influenciamos e modificamos o mundo ao nosso redor, de acordo com nossas decisões e ações.
VOCÊ ESTÁ NO COMANDO! VOCÊ DECIDE COMO SERÁ O MUNDO EM QUE VIVEMOS! NÃO DELEGUE ESTA FUNÇÃO PARA TERCEIROS!
Postado em: @SenseAtividade
fonte:www.danielkaltenbach
A ciência quântica afirma que sim. Realidades diferentes surgem toda vez que a “consciência” interage com o Universo.
Claro que a história acima não passa de uma alegoria simplista e fantasiosa, sendo inclusive importante perceber que os elétrons foram considerados como “não tendo consciência” (e portanto, participando passivamente do Universo). Porém, as diretrizes práticas do experimento são válidas. O Universo DEFINE-SE, molda-se, materializa-se, sempre que observado por uma consciência. E assim, todas as consequências práticas de nossas vidas TAMBÉM.
Pois se o Universo Quântico aceita que infinitas possibilidades coexistam, o “mundo material”, a seu turno, parece só aceitar uma realidade por vez!
Mas QUEM ou O QUÊ decide acessar e materializar a realidade “1” ao invés da “2”, da “3”, da “4”, ou de qualquer outra? A resposta é espantosa: nós mesmos. A nossa consciência! Fazemos isto 100% do nosso tempo, 100% do nosso dia. Nossa consciência está interagindo com o Universo Quântico e, assim, CRIANDO realidades e DEFININDO-AS.
Por isso, a ciência hoje (não apenas pelo Princípio da Incerteza mas também por diversos outros princípios e experimentos quânticos) reconhece ser incapaz de PREDIZER os acontecimentos do Universo Quântico de forma determinista. Os cálculos são feitos apenas ao nível de “probabilidades” e não mais de certezas. As características das coisas deixaram de ser absolutas, para serem relativas. E tal fato, sustenta a tese da existência do nosso LIVRE ARBÍTRIO, onde CRIAMOS e DEFINIMOS a realidade ao nosso redor de acordo com nossas vontades.
Saibamos então utilizar o nosso livre arbítrio de forma construtiva, a nosso favor, construindo uma Vida cheia de equilíbrio, paz, felicidade e sucesso, já que influenciamos e modificamos o mundo ao nosso redor, de acordo com nossas decisões e ações.
VOCÊ ESTÁ NO COMANDO! VOCÊ DECIDE COMO SERÁ O MUNDO EM QUE VIVEMOS! NÃO DELEGUE ESTA FUNÇÃO PARA TERCEIROS!
Postado em: @SenseAtividade
fonte:www.danielkaltenbach
7 DICAS PARA NÃO ABSORVER A "ENERGIA NEGATIVA" DE OUTRAS PESSOAS.
Basta que qualquer matéria sobre empatia seja postada para que dezenas de pessoas (que se identificam como empatas) comentem sobre o lado difícil do excesso de sensibilidade.
Não é novidade, também, o fato de existirem pessoas que são, voluntaria ou involuntariamente, mais reativas ao que acontece no ambiente ao seu redor. Para elas, a dor do outro dói em si, o mau humor de alguém as abala e as deixa mal humoradas, notícias pesadas as fragilizam e muito estímulo – como estar no meio de multidões e grandes grupos -, as consomem.
A questão é: se eu não consigo me desligar da dor ou mesmo das oscilações de humor do outro, logo, eu também sofro com elas e, pouco posso fazer para ajudar, uma vez que estou imerso na mesma fonte de desestabilização emocional.
E, como deixar de sentir não é uma opção das mais viáveis ou indicadas, proponho uma reflexão sobre maneiras de lidar com essa sobrecarga, inclusive quando você identifica pessoas, cujos comportamentos nocivos, realmente afetam o seu equilíbrio diário.
Abaixo, 7 dicas para lidar com pessoas tóxicas e seu impacto em nossas emoções.
1) Lembre-se que ouvir não te obriga a reagir.
Relacionar-se é um dos atos que mais caracteriza a nossa humanidade e, ao mesmo tempo, continua sendo um dos aspectos mais complexos e desafiadores de nossa existência. Viver em sociedade exige que convivamos com pessoas das mais diversas origens, opiniões e valores pessoais. E, nesse emaranhado de vidas, certamente nos encontraremos com pessoas cuja presença e convivência não nos fará bem.
Há duas maneiras de lidar com situações como essas: a primeira é o afastamento por completo. Afastar-se, porém, na maioria das vezes, não é um ato viável porque precisamos estar em diversos lugares, precisamos de nossos empregos e não podemos (pelo menos na maioria das vezes) nos afastar por completo da família e assim por diante.
A sabedoria, nesse aspecto, consiste em diminuir a interação ao mínimo possível para uma coexistência pacífica. Por exemplo, se eu não gosto de assuntos polêmicos, por que eu deveria entrar em uma roda de conversa que fala sobre isso? A neutralidade costuma diminuir as chances de desentendimento e não alimenta conversas infrutíferas. Lembre-se que, se você está confortável na sua certeza, não há necessidade de se desgastar tentando provar ao outro que você está certo.
2) Não se sinta responsável por mudanças que apenas a outra pessoa pode buscar.
Você não pode mudar o outro sem que ele mesmo esteja disposto a mudar. Entretanto, quando você muda, você desperta uma reação em cadeia em todo o ambiente que está ao seu redor e, assim, buscando adaptar-se ao seu novo padrão, os outros mudarão também. Mesmo assim, não há garantias de que essas mudanças provocadas venham diretamente ao encontro de suas expectativas.
3) Estabeleça limites para os outros e para si.
Nesse aspecto é importante lembrar que, mesmo que a companhia de muitos seja imposta em nossas vidas, outras pessoas só estão presentes porque nós permitimos e alimentamos a sua presença. Por que razão convidamos para perto de nós pessoas com as quais não queremos estar? Ou seja, é necessário estabelecer limites para decidir quem queremos que fique próximo mas, acima de tudo, são necessários limites para nós mesmos. Precisamos aprender a utilizar o “não” quando esse “não” for a nossa opção de resposta naquele momento.
Basta que qualquer matéria sobre empatia seja postada para que dezenas de pessoas (que se identificam como empatas) comentem sobre o lado difícil do excesso de sensibilidade.
Não é novidade, também, o fato de existirem pessoas que são, voluntaria ou involuntariamente, mais reativas ao que acontece no ambiente ao seu redor. Para elas, a dor do outro dói em si, o mau humor de alguém as abala e as deixa mal humoradas, notícias pesadas as fragilizam e muito estímulo – como estar no meio de multidões e grandes grupos -, as consomem.
A questão é: se eu não consigo me desligar da dor ou mesmo das oscilações de humor do outro, logo, eu também sofro com elas e, pouco posso fazer para ajudar, uma vez que estou imerso na mesma fonte de desestabilização emocional.
E, como deixar de sentir não é uma opção das mais viáveis ou indicadas, proponho uma reflexão sobre maneiras de lidar com essa sobrecarga, inclusive quando você identifica pessoas, cujos comportamentos nocivos, realmente afetam o seu equilíbrio diário.
Abaixo, 7 dicas para lidar com pessoas tóxicas e seu impacto em nossas emoções.
1) Lembre-se que ouvir não te obriga a reagir.
Relacionar-se é um dos atos que mais caracteriza a nossa humanidade e, ao mesmo tempo, continua sendo um dos aspectos mais complexos e desafiadores de nossa existência. Viver em sociedade exige que convivamos com pessoas das mais diversas origens, opiniões e valores pessoais. E, nesse emaranhado de vidas, certamente nos encontraremos com pessoas cuja presença e convivência não nos fará bem.
Há duas maneiras de lidar com situações como essas: a primeira é o afastamento por completo. Afastar-se, porém, na maioria das vezes, não é um ato viável porque precisamos estar em diversos lugares, precisamos de nossos empregos e não podemos (pelo menos na maioria das vezes) nos afastar por completo da família e assim por diante.
A sabedoria, nesse aspecto, consiste em diminuir a interação ao mínimo possível para uma coexistência pacífica. Por exemplo, se eu não gosto de assuntos polêmicos, por que eu deveria entrar em uma roda de conversa que fala sobre isso? A neutralidade costuma diminuir as chances de desentendimento e não alimenta conversas infrutíferas. Lembre-se que, se você está confortável na sua certeza, não há necessidade de se desgastar tentando provar ao outro que você está certo.
2) Não se sinta responsável por mudanças que apenas a outra pessoa pode buscar.
Você não pode mudar o outro sem que ele mesmo esteja disposto a mudar. Entretanto, quando você muda, você desperta uma reação em cadeia em todo o ambiente que está ao seu redor e, assim, buscando adaptar-se ao seu novo padrão, os outros mudarão também. Mesmo assim, não há garantias de que essas mudanças provocadas venham diretamente ao encontro de suas expectativas.
3) Estabeleça limites para os outros e para si.
Nesse aspecto é importante lembrar que, mesmo que a companhia de muitos seja imposta em nossas vidas, outras pessoas só estão presentes porque nós permitimos e alimentamos a sua presença. Por que razão convidamos para perto de nós pessoas com as quais não queremos estar? Ou seja, é necessário estabelecer limites para decidir quem queremos que fique próximo mas, acima de tudo, são necessários limites para nós mesmos. Precisamos aprender a utilizar o “não” quando esse “não” for a nossa opção de resposta naquele momento.
4) Faça uma manutenção das relações.
Tão ou mais importante que acertar é também, respeitar o direito de errar. As relações são construídas e só evoluem mediante a crença, o investimento emocional e a superação de dificuldades. Entretanto, não é porque hoje alguém está em minha vida que essa pessoa deve continuar presente em meu futuro. Após um tempo de convivência devemos ser capazes de identificar quem fica e quem deve sair da nossa intimidade.
Lembre-se que: “Para todo senhor existe um escravo” e, se você se colocar na posição de escravo fazendo o que não quer, logo haverá um senhor a comandá-lo por caminhos que talvez não sejam sua opção e, o que é pior, causem em sua vida um verdadeiro mal.
5) Não ofereça cuidados se você não está disposto a dar. Não vá a lugares onde você não quer estar.
Executadas suas obrigações de trabalho e observados os direitos mínimos de convivência respeitosa – lembre-se que exercer a tolerância também é necessário -, você deve dizer NÃO até mesmo para as pessoas mais queridas se, em determinado momento, você não tiver forças para doar-se à relação.
Grande parte dos problemas que encontramos pelo caminho – e que acabam com nossa energia vital -, são consequências da falta de respeito próprio e de escolhas equivocadas que são retroalimentadas pela rotina, por carências ou mesmo pelo medo da mudança.
Sabe aquela pessoa que te liga e te segura no telefone por mais de uma hora? Pois é.
6) Assuma total responsabilidade por suas decisões.
Não alimente algozes e nem incremente um altar para torturadores psicológicos; aqueles que tiram muito de você sem oferecer nada em troca além de destrutividade. É necessário que identifiquemos o problema e lutemos pela mudança. E, nesses passos, os pés pertencem apenas a quem escolhe o próprio caminho: até na hora de aceitar ajuda a decisão central é pessoal.
7) Guarde seu tempo para recarregar.
Ao chegar em casa, tome seu banho, faça algo que goste. Esteja com quem ama. Procure lugares que transmitam paz. Guarde um tempo para si. Silencie.
Decisões importantes, limites e mudanças devem ser fruto de escolhas feitas com calma.
Para finalizar, apresento o conceito grego da egrégora:
Egrégora é como se denomina a força espiritual criada a partir da soma de energias coletivas (mentais, emocionais) fruto da congregação de duas ou mais pessoas. O termo pode também ser descrito como sendo um campo de energias extrafísicas criadas no plano astral a partir da energia emitida por um grupo de pessoas através dos seus padrões vibracionais.
Ou seja, se nossa energia e a vibração das pessoas em nosso entorno forem positivas, certamente as pessoas que trazem negatividade não terão forças para nos abalar. Se, entretanto, entrarmos na mesma sintonia de posturas negativas (fofocas, agressões), fortaleceremos um conjunto vibracional negativo.
Sejamos, então, responsáveis pelo que emanamos e pelo que queremos perto de nós.
Postado em: @SenseAtivdade
Por: Josie Conti
#dicas #absorção #energias #negatividade
Tão ou mais importante que acertar é também, respeitar o direito de errar. As relações são construídas e só evoluem mediante a crença, o investimento emocional e a superação de dificuldades. Entretanto, não é porque hoje alguém está em minha vida que essa pessoa deve continuar presente em meu futuro. Após um tempo de convivência devemos ser capazes de identificar quem fica e quem deve sair da nossa intimidade.
Lembre-se que: “Para todo senhor existe um escravo” e, se você se colocar na posição de escravo fazendo o que não quer, logo haverá um senhor a comandá-lo por caminhos que talvez não sejam sua opção e, o que é pior, causem em sua vida um verdadeiro mal.
5) Não ofereça cuidados se você não está disposto a dar. Não vá a lugares onde você não quer estar.
Executadas suas obrigações de trabalho e observados os direitos mínimos de convivência respeitosa – lembre-se que exercer a tolerância também é necessário -, você deve dizer NÃO até mesmo para as pessoas mais queridas se, em determinado momento, você não tiver forças para doar-se à relação.
Grande parte dos problemas que encontramos pelo caminho – e que acabam com nossa energia vital -, são consequências da falta de respeito próprio e de escolhas equivocadas que são retroalimentadas pela rotina, por carências ou mesmo pelo medo da mudança.
Sabe aquela pessoa que te liga e te segura no telefone por mais de uma hora? Pois é.
6) Assuma total responsabilidade por suas decisões.
Não alimente algozes e nem incremente um altar para torturadores psicológicos; aqueles que tiram muito de você sem oferecer nada em troca além de destrutividade. É necessário que identifiquemos o problema e lutemos pela mudança. E, nesses passos, os pés pertencem apenas a quem escolhe o próprio caminho: até na hora de aceitar ajuda a decisão central é pessoal.
7) Guarde seu tempo para recarregar.
Ao chegar em casa, tome seu banho, faça algo que goste. Esteja com quem ama. Procure lugares que transmitam paz. Guarde um tempo para si. Silencie.
Decisões importantes, limites e mudanças devem ser fruto de escolhas feitas com calma.
Para finalizar, apresento o conceito grego da egrégora:
Egrégora é como se denomina a força espiritual criada a partir da soma de energias coletivas (mentais, emocionais) fruto da congregação de duas ou mais pessoas. O termo pode também ser descrito como sendo um campo de energias extrafísicas criadas no plano astral a partir da energia emitida por um grupo de pessoas através dos seus padrões vibracionais.
Ou seja, se nossa energia e a vibração das pessoas em nosso entorno forem positivas, certamente as pessoas que trazem negatividade não terão forças para nos abalar. Se, entretanto, entrarmos na mesma sintonia de posturas negativas (fofocas, agressões), fortaleceremos um conjunto vibracional negativo.
Sejamos, então, responsáveis pelo que emanamos e pelo que queremos perto de nós.
Postado em: @SenseAtivdade
Por: Josie Conti
#dicas #absorção #energias #negatividade
ZOROASTRISMO
O zoroastrismo é uma religião monoteísta fundada na antiga Pérsia pelo profeta Zaratustra, a quem os Gregos chamavam de Zoroastro. É considerada como a primeira manifestação de um monoteísmo ético e de acordo com os historiadores da religião algumas das suas concepções religiosas viriam a influenciar o judaísmo, o cristianismo e o islão.
O nome desta religião vem do seu fundador Zaratustra que viveu na Ásia Central, num território que compreendia o que é hoje a parte oriental do Irão e a região ocidental do Afeganistão. Não existe um consenso em torno do período em que viveu; os académicos têm situado a sua vida entre 1750 e 1000 a.C.. Sobre a sua vida existem poucos dados precisos, sendo as lacunas preenchidas por lendas.
De acordo com os relatos tradicionais zoroastrianos, Zaratustra viveu no século VI a.C.. Pertencia ao clã Spitama, sendo filho de Pourushaspa e de Dugdhova. Zaratustra era o sacerdote do culto dedicado a um determinado ahura. Aos trinta anos, enquanto participava num ritual de purificação num rio, Zaratustra viu um ser de luz que se apresentou como sendo Vohu Manah ("Bom Pensamento") e que o conduziu até à presença de Ahura Mazda (Deus) e de outros cinco seres luminosos, os Amesha Spentas. Este foi o primeiro de uma série de encontros que manteve com Ahura Mazda, que lhe revelou a sua mensagem.
As autoridades civis e religiosas opunham-se às doutrinas de Zaratustra. Após doze anos de pregação Zaratustra abandonou a sua região natal e fixou-se na corte do rei Vishtaspa na Báctria (região que se encontra no actual Afeganistão). Este rei e sua esposa, a rainha Hutosa, converteram-se à doutrina de Zaratustra e o zoroastrismo foi declarado como religião oficial do reino. Zaratustra foi casado duas vezes e teve vários filhos. Faleceu aos setenta e sete anos assassinado por um sacerdote.
O principal documento que nos permite conhecer a vida e o pensamento religioso de Zaratustra são os Gathas, dezessete hinos compostos pelo próprio Zaratustra e que constituem a parte mais importante do Avesta ou livro sagrado do zoroastrismo. A linguagem dos Gathas assemelha-se à que é usada no Rig Veda, o que situaria Zaratustra entre 1500 - 1200 a.C. e não no século VI a.C.. Vivia na Idade do Bronze, numa sociedade dominada por uma aristocracia guerreira.
Para alguns investigadores, muito mais do que o fundador de uma nova religião, Zaratustra foi antes um reformador das práticas religiosas indo-iranianas. Ele propôs uma mudança no panteão dominante que ia no sentido do monoteísmo e do dualismo. Na perspectiva de Zaratustra, os ahuraspassam a ser vistos como seres que escolheram o bem e os daivas o mal. Na Índia, o percurso seria inverso, com os ahuras a representarem o mal e os daevas o bem. O principal texto religioso do zoroastrismo é o Avesta. Julga-se que a actual forma do Avesta corresponde a apenas uma parte de Avesta original, que teria sido destruído em resultado da invasão de Alexandre Magno.
Zaratustra elevaria Ahura Mazda("Senhor Sábio") ao estatuto de divindade suprema, criadora do mundo e única digna de adoração.
Outro conceito religioso por si apresentado foi o dos Amesha Spentas("Imortais Sagrados"), que podem ser descritos como emanações ou aspectos de Ahura Mazda. Nos Gathas os Amesha Spentas são apresentados de uma forma bastante abstracta; séculos depois eles serão transformados e elevados ao estatuto de divindades. Cada Amesha Spenta foi associado a um aspecto da criação divina.
Os Amesha Spentas são:
Vohu Manah ("Bom Pensamento"): os animais;
Asha Vahishta ("Verdade Perfeita"): o fogo;
Spenta Ameraiti - ("Devoção Benfeitora"): a terra;
Khashathra Vairya - ("Governo Desejável"): o céu e os metais;
Hauravatat ("Plenitude"): a água;
Ameretat ("Imortalidade"): as plantas.
Os Gathas revelam também um pensamento dualista, sobretudo no plano ético, entendido como uma livre escolha entre o bem e o mal. Posteriormente, o dualismo torna-se cosmológico, entendido como uma batalha no mundo entre forças benignas e forças maléficas.
Atualmente,
O zoroastrismo é uma religião monoteísta fundada na antiga Pérsia pelo profeta Zaratustra, a quem os Gregos chamavam de Zoroastro. É considerada como a primeira manifestação de um monoteísmo ético e de acordo com os historiadores da religião algumas das suas concepções religiosas viriam a influenciar o judaísmo, o cristianismo e o islão.
O nome desta religião vem do seu fundador Zaratustra que viveu na Ásia Central, num território que compreendia o que é hoje a parte oriental do Irão e a região ocidental do Afeganistão. Não existe um consenso em torno do período em que viveu; os académicos têm situado a sua vida entre 1750 e 1000 a.C.. Sobre a sua vida existem poucos dados precisos, sendo as lacunas preenchidas por lendas.
De acordo com os relatos tradicionais zoroastrianos, Zaratustra viveu no século VI a.C.. Pertencia ao clã Spitama, sendo filho de Pourushaspa e de Dugdhova. Zaratustra era o sacerdote do culto dedicado a um determinado ahura. Aos trinta anos, enquanto participava num ritual de purificação num rio, Zaratustra viu um ser de luz que se apresentou como sendo Vohu Manah ("Bom Pensamento") e que o conduziu até à presença de Ahura Mazda (Deus) e de outros cinco seres luminosos, os Amesha Spentas. Este foi o primeiro de uma série de encontros que manteve com Ahura Mazda, que lhe revelou a sua mensagem.
As autoridades civis e religiosas opunham-se às doutrinas de Zaratustra. Após doze anos de pregação Zaratustra abandonou a sua região natal e fixou-se na corte do rei Vishtaspa na Báctria (região que se encontra no actual Afeganistão). Este rei e sua esposa, a rainha Hutosa, converteram-se à doutrina de Zaratustra e o zoroastrismo foi declarado como religião oficial do reino. Zaratustra foi casado duas vezes e teve vários filhos. Faleceu aos setenta e sete anos assassinado por um sacerdote.
O principal documento que nos permite conhecer a vida e o pensamento religioso de Zaratustra são os Gathas, dezessete hinos compostos pelo próprio Zaratustra e que constituem a parte mais importante do Avesta ou livro sagrado do zoroastrismo. A linguagem dos Gathas assemelha-se à que é usada no Rig Veda, o que situaria Zaratustra entre 1500 - 1200 a.C. e não no século VI a.C.. Vivia na Idade do Bronze, numa sociedade dominada por uma aristocracia guerreira.
Para alguns investigadores, muito mais do que o fundador de uma nova religião, Zaratustra foi antes um reformador das práticas religiosas indo-iranianas. Ele propôs uma mudança no panteão dominante que ia no sentido do monoteísmo e do dualismo. Na perspectiva de Zaratustra, os ahuraspassam a ser vistos como seres que escolheram o bem e os daivas o mal. Na Índia, o percurso seria inverso, com os ahuras a representarem o mal e os daevas o bem. O principal texto religioso do zoroastrismo é o Avesta. Julga-se que a actual forma do Avesta corresponde a apenas uma parte de Avesta original, que teria sido destruído em resultado da invasão de Alexandre Magno.
Zaratustra elevaria Ahura Mazda("Senhor Sábio") ao estatuto de divindade suprema, criadora do mundo e única digna de adoração.
Outro conceito religioso por si apresentado foi o dos Amesha Spentas("Imortais Sagrados"), que podem ser descritos como emanações ou aspectos de Ahura Mazda. Nos Gathas os Amesha Spentas são apresentados de uma forma bastante abstracta; séculos depois eles serão transformados e elevados ao estatuto de divindades. Cada Amesha Spenta foi associado a um aspecto da criação divina.
Os Amesha Spentas são:
Vohu Manah ("Bom Pensamento"): os animais;
Asha Vahishta ("Verdade Perfeita"): o fogo;
Spenta Ameraiti - ("Devoção Benfeitora"): a terra;
Khashathra Vairya - ("Governo Desejável"): o céu e os metais;
Hauravatat ("Plenitude"): a água;
Ameretat ("Imortalidade"): as plantas.
Os Gathas revelam também um pensamento dualista, sobretudo no plano ético, entendido como uma livre escolha entre o bem e o mal. Posteriormente, o dualismo torna-se cosmológico, entendido como uma batalha no mundo entre forças benignas e forças maléficas.
Atualmente,
os zoroastrianos dividem-se entre o dualismo ético ou o dualismo cosmológico, existindo também outros que aceitam os dois conceitos. Alguns acreditam que Ahura Mazda tem um inimigo chamado Angra Mainyu (ou Ahriman), responsável pela doença, pelos desastres naturais, pela morte e por tudo quanto é negativo. Angra Mainyu não deve ser visto como um deus; ele é antes uma energia negativa que se opõe à energia positiva de Ahura Mazda, tentando destruir tudo o que de bom foi feito por ele (a energia positiva de Deus é chamada de Spenta Mainyu). No final Angra Mainyu será destruído e o bem triunfará. Outros zoroastrianos encaram o dualismo no plano interno de cada pessoa, como a escolha que cada um deve fazer entre o bem e o mal, entre uma mentalidade progressista e uma mentalidade retardatária.
Os zoroastrianos acreditam que Zaratustra é um profeta de Deus, mas este não é alvo de particular veneração. Eles acreditam que através dos seus ensinamentos os seres humanos podem aproximar-se de Deus e da ordem natural marcada pelo bem e justiça (asha).
O Avesta divide-se em várias secções, das quais a principal é o Yasna (Sacríficios). O Yasna inclui os Gathas, hinos que se julga terem sido compostos pelo próprio Zaratustra. O Vispered é essencialmente um complemento do Yasna. O Vendidad é a secção que contém as regras de pureza da religião, podendo ser comparado ao Levítico da Bíblia. Os Yashts são hinos dedicados às divindades.
Para além do Avesta, existem os textos em palavi, escritos na sua maior parte no século IX.
A doutrina do zoroastrismo afirma que três dias após a morte a alma chega à Ponte Cinvat. A alma de cada pessoa percepciona então a materialização dos seus actos (daena): uma alma que praticou boas acções vê uma bela virgem de quinze anos, enquanto que a alma de uma pessoa má vê uma megera.
Cada alma será julgada pelos deuses Mithra, Sraosha e Rashnu. As almas boas poderão atravessar a ponte, enquanto que as más serão lançadas para o inferno; as almas praticaram uma quantidade idêntica de boas e más acções são enviadas para o Hamestagan, uma espécie de purgatório.
As almas elevam-se ao céu através de três etapas, as estrelas, a Lua e o Sol, que correspondem, respectivamente, aos bons pensamentos, boas palavras e boas acções. O destino final é o Anagra Raosha, o reino das luzes infinitas.
Existem três graus de sacerdócio no zoroastrismo contemporâneo. O sacerdócio tende a ser hereditário, embora não seja obrigatório que o filho de um sacerdote venha a seguir a profissão do pai.
Os sacerdotes de grau inferior recebem o nome de ervad. Para aceder a este grau inicial é preciso conhecer de cor as escrituras do zoroastrismo, bem como a lei. O ervad desempenha apenas uma função de assistente nas cerimónias mais importantes da religião. Acima de si encontra-se o mobed e por sua vez acima deste o dastur, que é responsável pela administração de um ou vários templos (o dastur é por vezes comparado ao bispo do cristianismo).
Os templos religiosos do zoroastrismo, onde se desenrolam as cerimónias e se celebram os festivais próprios da religião, são conhecidos como templos de fogo.Estes edifícios possuem duas partes principais. A mais importante é a câmara onde se conserva o fogo sagrado, que arde numa pira metálica colocada sobre uma plataforma de pedra. Os sacerdotes zoroastrianos visitam o fogo cinco vezes por dia e procuram mantê-lo acesso, fazendo oferendas e purificando-o através de orações perante o fogo com a boca tapada por um tecido, de modo a não contaminarem o fogo. Este respeito pelo fogo sagrado levou a que os zoroastrianos fossem chamados de "adoradores de fogo", o que constitui um erro, na medida em que o fogo não é adorado em si, mas como um símbolo da sabedoria e luz divina de Ahura Mazda. Os templos de fogo mais importantes do Irão e da Índia mantêm uma chama de fogo sagrado a arder perpetuamente.
O zoroastrismo não determina que os membros devam realizar um número obrigatório de orações por dia.
Os zoroastrianos acreditam que Zaratustra é um profeta de Deus, mas este não é alvo de particular veneração. Eles acreditam que através dos seus ensinamentos os seres humanos podem aproximar-se de Deus e da ordem natural marcada pelo bem e justiça (asha).
O Avesta divide-se em várias secções, das quais a principal é o Yasna (Sacríficios). O Yasna inclui os Gathas, hinos que se julga terem sido compostos pelo próprio Zaratustra. O Vispered é essencialmente um complemento do Yasna. O Vendidad é a secção que contém as regras de pureza da religião, podendo ser comparado ao Levítico da Bíblia. Os Yashts são hinos dedicados às divindades.
Para além do Avesta, existem os textos em palavi, escritos na sua maior parte no século IX.
A doutrina do zoroastrismo afirma que três dias após a morte a alma chega à Ponte Cinvat. A alma de cada pessoa percepciona então a materialização dos seus actos (daena): uma alma que praticou boas acções vê uma bela virgem de quinze anos, enquanto que a alma de uma pessoa má vê uma megera.
Cada alma será julgada pelos deuses Mithra, Sraosha e Rashnu. As almas boas poderão atravessar a ponte, enquanto que as más serão lançadas para o inferno; as almas praticaram uma quantidade idêntica de boas e más acções são enviadas para o Hamestagan, uma espécie de purgatório.
As almas elevam-se ao céu através de três etapas, as estrelas, a Lua e o Sol, que correspondem, respectivamente, aos bons pensamentos, boas palavras e boas acções. O destino final é o Anagra Raosha, o reino das luzes infinitas.
Existem três graus de sacerdócio no zoroastrismo contemporâneo. O sacerdócio tende a ser hereditário, embora não seja obrigatório que o filho de um sacerdote venha a seguir a profissão do pai.
Os sacerdotes de grau inferior recebem o nome de ervad. Para aceder a este grau inicial é preciso conhecer de cor as escrituras do zoroastrismo, bem como a lei. O ervad desempenha apenas uma função de assistente nas cerimónias mais importantes da religião. Acima de si encontra-se o mobed e por sua vez acima deste o dastur, que é responsável pela administração de um ou vários templos (o dastur é por vezes comparado ao bispo do cristianismo).
Os templos religiosos do zoroastrismo, onde se desenrolam as cerimónias e se celebram os festivais próprios da religião, são conhecidos como templos de fogo.Estes edifícios possuem duas partes principais. A mais importante é a câmara onde se conserva o fogo sagrado, que arde numa pira metálica colocada sobre uma plataforma de pedra. Os sacerdotes zoroastrianos visitam o fogo cinco vezes por dia e procuram mantê-lo acesso, fazendo oferendas e purificando-o através de orações perante o fogo com a boca tapada por um tecido, de modo a não contaminarem o fogo. Este respeito pelo fogo sagrado levou a que os zoroastrianos fossem chamados de "adoradores de fogo", o que constitui um erro, na medida em que o fogo não é adorado em si, mas como um símbolo da sabedoria e luz divina de Ahura Mazda. Os templos de fogo mais importantes do Irão e da Índia mantêm uma chama de fogo sagrado a arder perpetuamente.
O zoroastrismo não determina que os membros devam realizar um número obrigatório de orações por dia.
Os zoroastrianos podem decidir quando e onde desejam orar. A maioria dos zoroastrianos reza várias vezes por dia, perante uma chama de fogo.
O Navjote (ou Sedreh-Pushi como é conhecido entre os zoroastrianos do Irão) é uma cerimónia de iniciação obrigatória destinada às crianças zoroastrianas que deve acontecer entre os sete e os quinze anos de idade. É importante que a criança já conheça as principais orações da religião.Antes da cerimónia começar a criança toma uma banho ritual de purificação (Naahn). Durante a cerimónia, conduzida pelo mobed e na qual estão presentes familiares e amigos, a criança recebe o sudreh (ou sedra, uma veste branca de algodão) e o kusti (um cordão feito de lã) que ata na sua cintura. A partir deste momento o zoroastriano deve usar sempre o sudreh e o kusti.
Respostas rápidas sobre o Zoroastrismo
1. Quem fundou o Zoroastrismo?
Zaratustra à quase 3000 anos
2. Quais são as principais características religiosas desta religião?
O monoteísmo, crença no Deus criador de tudo Ahura Mazda, a existência de representações deste deus sob a forma dos imortais sagrados, a crença no céu e no inferno e a liberdade concedida aos membros de rezarem quando, onde e quantas vezes quiserem.
3. Possui textos sagrados?
Sim o livro sagrado chama-se Avesta e divide-se em várias secções, das quais a principal é o Yasna (Sacríficios). O Yasna inclui os Gathas, hinos que se julga terem sido compostos pelo próprio Zaratustra. O Vispered é essencialmente um complemento do Yasna. O Vendidad é a secção que contém as regras de pureza da religião. Os Yashts são hinos dedicados às divindades.
4. O que acontece após a morte segundo esta religião?
A doutrina do zoroastrismo afirma que três dias após a morte a alma chega à Ponte Cinvat. A alma de cada pessoa percepciona então a materialização dos seus actos (daena): uma alma que praticou boas acções vê uma bela virgem de quinze anos, enquanto que a alma de uma pessoa má vê uma megera. Cada alma será julgada pelos deuses Mithra, Sraosha e Rashnu. As almas boas poderão atravessar a ponte, enquanto que as más serão lançadas para o inferno; as almas praticaram uma quantidade idêntica de boas e más acções que são enviadas para o Hamestagan, uma espécie de purgatório. As almas elevam-se ao céu através de três etapas, as estrelas, a Lua e o Sol, que correspondem, respectivamente, aos bons pensamentos, boas palavras e boas acções. O destino final é o Anagra Raosha, o reino das luzes infinitas.
5. Como funciona o sacerdócio?
Existem três graus de sacerdócio no zoroastrismo contemporâneo. O sacerdócio tende a ser hereditário, embora não seja obrigatório que o filho de um sacerdote venha a seguir a profissão do pai. Os sacerdotes de grau inferior recebem o nome de ervad, para aceder a este grau inicial é preciso conhecer de cor as escrituras do zoroastrismo, bem como a lei, o ervaddesempenha apenas uma função de assistente nas cerimónias mais importantes da religião. Acima de si encontra-se o mobed e por sua vez acima deste o dastur, que é responsável pela administração de um ou vários templos (o dastur é por vezes comparado ao bispo do cristianismo).
6. Quais os locais de culto dos Zoroastristas?
Os Templos do Fogo ( mais importantes na Índia e no Irão) onde se encontram a arder perpetuamente uma chama síbolo do poder sagrado que é mantida acesa pelos sacerdotes, além de a manterem acesa fazem ainda oferendas e orações para manterem a chama pura.
7. Como rezam os Zoroastristas?
Rezam perante uma chama de fogo onde através de orações invocam a sabedoria de Ahura Mazda.
O Navjote (ou Sedreh-Pushi como é conhecido entre os zoroastrianos do Irão) é uma cerimónia de iniciação obrigatória destinada às crianças zoroastrianas que deve acontecer entre os sete e os quinze anos de idade. É importante que a criança já conheça as principais orações da religião.Antes da cerimónia começar a criança toma uma banho ritual de purificação (Naahn). Durante a cerimónia, conduzida pelo mobed e na qual estão presentes familiares e amigos, a criança recebe o sudreh (ou sedra, uma veste branca de algodão) e o kusti (um cordão feito de lã) que ata na sua cintura. A partir deste momento o zoroastriano deve usar sempre o sudreh e o kusti.
Respostas rápidas sobre o Zoroastrismo
1. Quem fundou o Zoroastrismo?
Zaratustra à quase 3000 anos
2. Quais são as principais características religiosas desta religião?
O monoteísmo, crença no Deus criador de tudo Ahura Mazda, a existência de representações deste deus sob a forma dos imortais sagrados, a crença no céu e no inferno e a liberdade concedida aos membros de rezarem quando, onde e quantas vezes quiserem.
3. Possui textos sagrados?
Sim o livro sagrado chama-se Avesta e divide-se em várias secções, das quais a principal é o Yasna (Sacríficios). O Yasna inclui os Gathas, hinos que se julga terem sido compostos pelo próprio Zaratustra. O Vispered é essencialmente um complemento do Yasna. O Vendidad é a secção que contém as regras de pureza da religião. Os Yashts são hinos dedicados às divindades.
4. O que acontece após a morte segundo esta religião?
A doutrina do zoroastrismo afirma que três dias após a morte a alma chega à Ponte Cinvat. A alma de cada pessoa percepciona então a materialização dos seus actos (daena): uma alma que praticou boas acções vê uma bela virgem de quinze anos, enquanto que a alma de uma pessoa má vê uma megera. Cada alma será julgada pelos deuses Mithra, Sraosha e Rashnu. As almas boas poderão atravessar a ponte, enquanto que as más serão lançadas para o inferno; as almas praticaram uma quantidade idêntica de boas e más acções que são enviadas para o Hamestagan, uma espécie de purgatório. As almas elevam-se ao céu através de três etapas, as estrelas, a Lua e o Sol, que correspondem, respectivamente, aos bons pensamentos, boas palavras e boas acções. O destino final é o Anagra Raosha, o reino das luzes infinitas.
5. Como funciona o sacerdócio?
Existem três graus de sacerdócio no zoroastrismo contemporâneo. O sacerdócio tende a ser hereditário, embora não seja obrigatório que o filho de um sacerdote venha a seguir a profissão do pai. Os sacerdotes de grau inferior recebem o nome de ervad, para aceder a este grau inicial é preciso conhecer de cor as escrituras do zoroastrismo, bem como a lei, o ervaddesempenha apenas uma função de assistente nas cerimónias mais importantes da religião. Acima de si encontra-se o mobed e por sua vez acima deste o dastur, que é responsável pela administração de um ou vários templos (o dastur é por vezes comparado ao bispo do cristianismo).
6. Quais os locais de culto dos Zoroastristas?
Os Templos do Fogo ( mais importantes na Índia e no Irão) onde se encontram a arder perpetuamente uma chama síbolo do poder sagrado que é mantida acesa pelos sacerdotes, além de a manterem acesa fazem ainda oferendas e orações para manterem a chama pura.
7. Como rezam os Zoroastristas?
Rezam perante uma chama de fogo onde através de orações invocam a sabedoria de Ahura Mazda.
Embora haja vários picos de energia astronômica/astrológica em 2017, nenhum será tão grande ou tão significativo quanto a fase de eclipses de agosto. Por isto, este aspecto astrológico será o nosso foco nesta conversa.
Curiosamente, o Eclipse Lunar de 7 de agosto será talvez aquele a oferecer o período mais significativo em termos de reflexão interior e reajuste, pois esse Eclipse ocorrerá numa lua cheia muito poderosa, perto do Portal 8-8.
Será um momento auspicioso para viagens de cunho sagrado e introspecção. Nessa ocasião, as energias telúricas estarão num ápice e serão abertos portais de tempo que possibilitarão belas paisagens oníricas e visão psíquica.
O Eclipse Solar Total da Lua Nova em 21 de agosto será um dos mais visíveis em décadas, especialmente na América do Norte.
Entretanto, a fase lunar minguante, de 14 a 20 de agosto, será um período de extremos emocionais e perturbações na comunicação, com Mercúrio retrógrado. Pode ser uma fase na qual a estabilidade seja bastante difícil de se alcançar.
Eclipses são aberturas que combinam luz, frequência planetária, gravidades terrestres e pensamento coletivo. Os Eclipses oferecem uma paleta única para a impressão do Pensamento Divino e as vibrações superiores do Pensamento Humano Coletivo.
Um eclipse lunar só pode ocorrer numa lua cheia, assim como um eclipse solar só pode ocorrer numa lua nova. Ambas fornecem uma potência adicional ao eclipse.
Geralmente os eclipses são vistos pela humanidade como eventos singulares, mas gostaríamos de lhes dizer o contrário… quando um eclipse lunar e um solar estão em sequência linear direta, como ocorrerá em agosto de 2017, forma-se um campo muito mais ampliado numa concentração maior de energia.
Em agosto de 2017, ocorrerá um entrelaçamento simbiótico entre as características vibracionais lunares e solares, de efeito sinergético… ambas serão amplificadas.
Neste tipo de colaboração, qualquer forma de eclipse solar – seja parcial, anual ou total – é amplificada para um mega-efeito em conjunto, com todos os efeitos de um eclipse lunar total, e vice-versa.
Isto significa que se o eclipse lunar é total e está em sequência linear com um eclipse solar parcial, o conjunto dos dois resulta numa mega-energia que amplifica ambos, num efeito de “Totalidade Dual”.
Os eclipses eram conhecidos por sociedades mais avançadas como eventos extremamente significativos que permeavam a estrutura dimensional da realidade no plano terreno.
Os atlantes se referiam a eles como pontos infinitos, porque durante o período de um eclipse, o tempo linear para por um breve intervalo do infinito. (A palavra “eclipse” vem do idioma atlante e foi incorporada à linguagem da Grécia Antiga, querendo dizer “esconder” ou “deixar de existir”).
Os eclipses alteram de forma singular os comprimentos de ondas da luz e afetam a gravidade. Durante os eclipses ocorrem anomalias gravitacionais, bem como efeitos de torção. Estes são analisados na sua ciência atual como efeitos “Allias” e “Saxi”.
Os eclipses emitem uma onda de energia “percussiva” de coerência codificada que permeia a Terra e afeta a humanidade. A coerência abre a pineal e provoca uma resposta específica, tanto das células do corpo físico humano quanto da estrutura energética do corpo etérico.
De certo modo, o tempo, como vocês o conhecem, é alterado durante a fase de eclipses. E ao mesmo tempo em que isso cria intensidades, também abre extraordinários “portais dimensionais” de consciência.
Os estados oníricos são mais lúcidos nestas fases raras e os estados alterados nos períodos de consciência desperta também são diferenciados. A cadência do pensamento, da força vital varia de forma sutil, mas muito significativa.
Janelas de realidade se abrem, horizontes de existência se estendem. Tempo-espaço muda ligeiramente. Estados superiores de tempo simultâneo do “Eterno Agora” se intensificam, possibilitando uma fase verdadeiramente bela de clareza multidimensional.
Vocês sabem que “locais sagrados” são pontos de poder planetários em vetores da Terra enriquecidos com uma concentração maior de unida
Curiosamente, o Eclipse Lunar de 7 de agosto será talvez aquele a oferecer o período mais significativo em termos de reflexão interior e reajuste, pois esse Eclipse ocorrerá numa lua cheia muito poderosa, perto do Portal 8-8.
Será um momento auspicioso para viagens de cunho sagrado e introspecção. Nessa ocasião, as energias telúricas estarão num ápice e serão abertos portais de tempo que possibilitarão belas paisagens oníricas e visão psíquica.
O Eclipse Solar Total da Lua Nova em 21 de agosto será um dos mais visíveis em décadas, especialmente na América do Norte.
Entretanto, a fase lunar minguante, de 14 a 20 de agosto, será um período de extremos emocionais e perturbações na comunicação, com Mercúrio retrógrado. Pode ser uma fase na qual a estabilidade seja bastante difícil de se alcançar.
Eclipses são aberturas que combinam luz, frequência planetária, gravidades terrestres e pensamento coletivo. Os Eclipses oferecem uma paleta única para a impressão do Pensamento Divino e as vibrações superiores do Pensamento Humano Coletivo.
Um eclipse lunar só pode ocorrer numa lua cheia, assim como um eclipse solar só pode ocorrer numa lua nova. Ambas fornecem uma potência adicional ao eclipse.
Geralmente os eclipses são vistos pela humanidade como eventos singulares, mas gostaríamos de lhes dizer o contrário… quando um eclipse lunar e um solar estão em sequência linear direta, como ocorrerá em agosto de 2017, forma-se um campo muito mais ampliado numa concentração maior de energia.
Em agosto de 2017, ocorrerá um entrelaçamento simbiótico entre as características vibracionais lunares e solares, de efeito sinergético… ambas serão amplificadas.
Neste tipo de colaboração, qualquer forma de eclipse solar – seja parcial, anual ou total – é amplificada para um mega-efeito em conjunto, com todos os efeitos de um eclipse lunar total, e vice-versa.
Isto significa que se o eclipse lunar é total e está em sequência linear com um eclipse solar parcial, o conjunto dos dois resulta numa mega-energia que amplifica ambos, num efeito de “Totalidade Dual”.
Os eclipses eram conhecidos por sociedades mais avançadas como eventos extremamente significativos que permeavam a estrutura dimensional da realidade no plano terreno.
Os atlantes se referiam a eles como pontos infinitos, porque durante o período de um eclipse, o tempo linear para por um breve intervalo do infinito. (A palavra “eclipse” vem do idioma atlante e foi incorporada à linguagem da Grécia Antiga, querendo dizer “esconder” ou “deixar de existir”).
Os eclipses alteram de forma singular os comprimentos de ondas da luz e afetam a gravidade. Durante os eclipses ocorrem anomalias gravitacionais, bem como efeitos de torção. Estes são analisados na sua ciência atual como efeitos “Allias” e “Saxi”.
Os eclipses emitem uma onda de energia “percussiva” de coerência codificada que permeia a Terra e afeta a humanidade. A coerência abre a pineal e provoca uma resposta específica, tanto das células do corpo físico humano quanto da estrutura energética do corpo etérico.
De certo modo, o tempo, como vocês o conhecem, é alterado durante a fase de eclipses. E ao mesmo tempo em que isso cria intensidades, também abre extraordinários “portais dimensionais” de consciência.
Os estados oníricos são mais lúcidos nestas fases raras e os estados alterados nos períodos de consciência desperta também são diferenciados. A cadência do pensamento, da força vital varia de forma sutil, mas muito significativa.
Janelas de realidade se abrem, horizontes de existência se estendem. Tempo-espaço muda ligeiramente. Estados superiores de tempo simultâneo do “Eterno Agora” se intensificam, possibilitando uma fase verdadeiramente bela de clareza multidimensional.
Vocês sabem que “locais sagrados” são pontos de poder planetários em vetores da Terra enriquecidos com uma concentração maior de unida
des de força vital (também chamadas de Essência Adamantina ou Akáshica).
Os eclipses emitem, por um tempo, um fluxo concentrado de partículas de força vital criativa. Este bombardeamento de energia pode ser semeado com inserções de padrão de pensamento Divino, bem como com a intenção mais elevada da humanidade, tanto no nível consciente quanto inconsciente.
Esta energia afetará todos vocês em algum nível, em graus variados, quer o percebam ou não. Mas o modo com que cada um a utilizará – consciente ou inconscientemente – vai depender do seu foco e coeficiente de luz.
Uma das coisas que está acontecendo agora, e que poderá ocorrer na energia conjunta da dupla de mega-eclipses de agosto 2017, será a liberação espontânea involuntária dos estados emocionais excessivamente tensos que ora se manifestam.
O Eclipse Solar Total de 2017 ocorrerá na fase retrógrada de Mercúrio e isto realmente amplificará o efeito das características dessa fase (e dos movimentos de todos os outros planetas).
Qualidades singulares e características de sentimentos são incorporadas pela humanidade no campo vibratório ressonante de um eclipse.
Tensões emocionais, como os extremos provocados pelo atual “coquetel de energias” do planeta, podem ser levadas de volta ao nível mais normal com maior facilidade.
Os eclipses carregam uma energia que pode estabilizar desequilíbrios hormonais, do mesmo modo que o eletromagnetismo de certas latitudes e longitudes pode oferecer equilíbrio para o corpo e emoções dos seres humanos.
Os eclipses emitem, por um tempo, um fluxo concentrado de partículas de força vital criativa. Este bombardeamento de energia pode ser semeado com inserções de padrão de pensamento Divino, bem como com a intenção mais elevada da humanidade, tanto no nível consciente quanto inconsciente.
Esta energia afetará todos vocês em algum nível, em graus variados, quer o percebam ou não. Mas o modo com que cada um a utilizará – consciente ou inconscientemente – vai depender do seu foco e coeficiente de luz.
Uma das coisas que está acontecendo agora, e que poderá ocorrer na energia conjunta da dupla de mega-eclipses de agosto 2017, será a liberação espontânea involuntária dos estados emocionais excessivamente tensos que ora se manifestam.
O Eclipse Solar Total de 2017 ocorrerá na fase retrógrada de Mercúrio e isto realmente amplificará o efeito das características dessa fase (e dos movimentos de todos os outros planetas).
Qualidades singulares e características de sentimentos são incorporadas pela humanidade no campo vibratório ressonante de um eclipse.
Tensões emocionais, como os extremos provocados pelo atual “coquetel de energias” do planeta, podem ser levadas de volta ao nível mais normal com maior facilidade.
Os eclipses carregam uma energia que pode estabilizar desequilíbrios hormonais, do mesmo modo que o eletromagnetismo de certas latitudes e longitudes pode oferecer equilíbrio para o corpo e emoções dos seres humanos.
8 de Agosto de 2017 – O PORTAL DE LEÃO
Hoje (dia 8) é o clímax do Portal de Leão, um Portal Estelar anual que se abre para permitir que a Nova Luz e os Códigos do Tempo entrem nas redes de Luz da Terra e em nossos corpos de Luz. Estes códigos que chegam iniciam uma nova espiral do Tempo e da Evolução na Terra.
Após o Eclipse Lunar parcial do dia 7, o caminho está agora preparado para que novas e poderosas energias comecem a manifestar uma nova expressão de comunidade na Nova Terra.
Este é um momento para se concentrar em permitir que estas novas energias direcionem as suas criações e manifestações na nova espiral do tempo.
21 de Agosto de 2017 – LUA NOVA EM LEÃO E O ECLIPSE SOLAR TOTAL
A Lua Nova em Leão, juntamente com um Eclipse Solar Total é o ápice e a conclusão de uma poderosa onda de energia que foi iniciada no Novo Ano Planetário, no dia 26 de Julho. Ela também encerra um ciclo de Eclipses que começou em Fevereiro de 2017.
Este Eclipse Solar Total será visível, e, portanto, mais poderoso, em relação aos Estados Unidos. É realmente um tempo poderoso para o início dos Novos Códigos de Luz que serão a base para a manifestação da vida em Comunidade na Nova Terra.
Este é um bom momento para estar em paz e se interiorizar para permitir que a sua Presença Eu Sou se alinhe com a sua Assinatura Energética, de modo que você possa auxiliar na transmissão da energia da Nova Terra. Permita que a Harmonia, a Abundância, a Paixão e o Amor sejam a Luz e o Fogo de sua vida.
Hoje (dia 8) é o clímax do Portal de Leão, um Portal Estelar anual que se abre para permitir que a Nova Luz e os Códigos do Tempo entrem nas redes de Luz da Terra e em nossos corpos de Luz. Estes códigos que chegam iniciam uma nova espiral do Tempo e da Evolução na Terra.
Após o Eclipse Lunar parcial do dia 7, o caminho está agora preparado para que novas e poderosas energias comecem a manifestar uma nova expressão de comunidade na Nova Terra.
Este é um momento para se concentrar em permitir que estas novas energias direcionem as suas criações e manifestações na nova espiral do tempo.
21 de Agosto de 2017 – LUA NOVA EM LEÃO E O ECLIPSE SOLAR TOTAL
A Lua Nova em Leão, juntamente com um Eclipse Solar Total é o ápice e a conclusão de uma poderosa onda de energia que foi iniciada no Novo Ano Planetário, no dia 26 de Julho. Ela também encerra um ciclo de Eclipses que começou em Fevereiro de 2017.
Este Eclipse Solar Total será visível, e, portanto, mais poderoso, em relação aos Estados Unidos. É realmente um tempo poderoso para o início dos Novos Códigos de Luz que serão a base para a manifestação da vida em Comunidade na Nova Terra.
Este é um bom momento para estar em paz e se interiorizar para permitir que a sua Presença Eu Sou se alinhe com a sua Assinatura Energética, de modo que você possa auxiliar na transmissão da energia da Nova Terra. Permita que a Harmonia, a Abundância, a Paixão e o Amor sejam a Luz e o Fogo de sua vida.
Nesta segunda-feira, dia regido pela Lua 07/08/17 aconteceu um Eclipse Penumbral (ou Parcial) da Lua em Aquário,não foi visível por nós aqui no Brasil.
Mas Astrologicamente o que isso significa para nós? O certo é que esse fenômeno tanto o nível psíquico pessoal como no coletivo afeta a Casa onde estão o eixoLeão-/Aquário do nosso Mapa Natal assim como é normal acontecer com as Lunações (Luas cheias e Novas). Além disso, o Eclipse afeta também o campo magnético da Terra e os nossos corpos físicos, que por conseqüência afeta o nosso sistema nervoso e circulatório – é assim que os astros nos influenciam, através das alterações de vibração. Os eclipses também geram uma tensão inconsciente, até por juntar Sol e Lua, dois “planetas” essenciais na Astrologia. O importante de se observar, são as casas envolvidas na leitura geral e mais especialmente as questões relacionadas aos signos..
Um Eclipse lunar implica em uma oposição entre o Sol e a Lua. Por tanto não significaria oscilar entre os opostos, mas sim melhor manter a tensão entre eles de forma amigável – compreender está dualidade de forma real – acima das ilusões materiais. Esse Eclipse foca o eixo C2 Lua em Aquário – C8 Sol em Leão que são signos fixos, são mais rígidos, que implica em uma Lunação que traz a tona preocupações a questões econômicas e de ordem pratica. A Lua C2 em Aquário evoca a criatividade financeira e entradas e saídas de valores inesperados; o apoio grupal é importante (mas como se torna eclipsada pode haver problemas). O Sol em Leão na C8 evoca a necessidade de controlar os valores em conjunto (com sócio ou parceiro), aqui o orgulho e a vaidade podem impedir a transformação. A área dos relacionamentos não é um bom local para querer brilhar.. O Ego está inflado.
O eclipse também gera uma tensão inconsciente, até por juntar Sol e Lua, dois “planetas” essenciais na Astrologia.
É mais difícil manter a razão clara (Sol) e o balanço emocional (Lua) neste período, que requer um esforço muito maior para se obter equilíbrio e raciocinar em um relacionamento já com problemas por exemplo, na época do eclipse pode ocorrer uma crise mais séria. Sol e Lua precisam encontrar um ponto em comum para se harmonizar através de um processo amigável, sendo o ponto comum o eixo de mesma oposição! Aqui temos um mix dos valores onde deve haver desapego e transmutação
Mas Astrologicamente o que isso significa para nós? O certo é que esse fenômeno tanto o nível psíquico pessoal como no coletivo afeta a Casa onde estão o eixoLeão-/Aquário do nosso Mapa Natal assim como é normal acontecer com as Lunações (Luas cheias e Novas). Além disso, o Eclipse afeta também o campo magnético da Terra e os nossos corpos físicos, que por conseqüência afeta o nosso sistema nervoso e circulatório – é assim que os astros nos influenciam, através das alterações de vibração. Os eclipses também geram uma tensão inconsciente, até por juntar Sol e Lua, dois “planetas” essenciais na Astrologia. O importante de se observar, são as casas envolvidas na leitura geral e mais especialmente as questões relacionadas aos signos..
Um Eclipse lunar implica em uma oposição entre o Sol e a Lua. Por tanto não significaria oscilar entre os opostos, mas sim melhor manter a tensão entre eles de forma amigável – compreender está dualidade de forma real – acima das ilusões materiais. Esse Eclipse foca o eixo C2 Lua em Aquário – C8 Sol em Leão que são signos fixos, são mais rígidos, que implica em uma Lunação que traz a tona preocupações a questões econômicas e de ordem pratica. A Lua C2 em Aquário evoca a criatividade financeira e entradas e saídas de valores inesperados; o apoio grupal é importante (mas como se torna eclipsada pode haver problemas). O Sol em Leão na C8 evoca a necessidade de controlar os valores em conjunto (com sócio ou parceiro), aqui o orgulho e a vaidade podem impedir a transformação. A área dos relacionamentos não é um bom local para querer brilhar.. O Ego está inflado.
O eclipse também gera uma tensão inconsciente, até por juntar Sol e Lua, dois “planetas” essenciais na Astrologia.
É mais difícil manter a razão clara (Sol) e o balanço emocional (Lua) neste período, que requer um esforço muito maior para se obter equilíbrio e raciocinar em um relacionamento já com problemas por exemplo, na época do eclipse pode ocorrer uma crise mais séria. Sol e Lua precisam encontrar um ponto em comum para se harmonizar através de um processo amigável, sendo o ponto comum o eixo de mesma oposição! Aqui temos um mix dos valores onde deve haver desapego e transmutação
O Sol em Leão na C8 o recado é claro: “Na companhia daqueles que buscam a verdade, nasce o desapego. Com o desapego a ilusão se vai.. Quando a ilusão se vai, a realidade imutável se torna clara e a pessoa torna-se livre ainda em vida. Tudo é ilusório. Aqui nada e ninguém pertence a ninguém. É incorreto considerar qualquer coisa como nossa!
(Ahisa – Sri S Tilak)
Temos de observar a conexão de: Lua em oposição a Marte – aqui ha a chave do compromisso, as ações são comprometidas pelas reações emocionais de violentas explosões; também pode ocorrer das ações serem mal planejadas trazendo resultados mórbidos. Observemos aqui que morbidez é um estado de enfermidade que pode atingir a Lua – excessos e sensibilidade emocionais. Mercúrio C9 em oposição a Netuno na C3 traz uma dificuldade na área mental (no campo da comunicação mais especificamente), é uma inspiração criativa inclinada a ilusão. Para muitos que trabalham com marketing é um toque espetacular que faltava; mas para quem trabalha a razão, a informação clara com discernimento é um aspecto que induz ao erro.. Júpiter na C10 em quadratura com Plutão na C1 surgem uma enorme necessidade de controlar os relacionamentos na área profissional provocadas por sombras mal resolvidas de traumas de infância. Pode haver uma confusão entre o pessoal e o profissional, pedindo que se substitua o medo de ser controlado por uma saudável mentoria.Saturno em Sagitário na C12 mostra indicação clara de que nós somos nosso próprio inimigo sempre que nos deixamos possuir pelo medo, por acharmo-nos ameaçados e nos entregando a insegurança. Em Sagitário, Saturno pede estudos elevados para abrir as portas do conhecimento e da liberdade.
Temos muito a refletir sobre este Eclipse.. Nosso trabalho interior de Consciência é de suma importância. Que a luz seja o nosso guia!
(Ahisa – Sri S Tilak)
Temos de observar a conexão de: Lua em oposição a Marte – aqui ha a chave do compromisso, as ações são comprometidas pelas reações emocionais de violentas explosões; também pode ocorrer das ações serem mal planejadas trazendo resultados mórbidos. Observemos aqui que morbidez é um estado de enfermidade que pode atingir a Lua – excessos e sensibilidade emocionais. Mercúrio C9 em oposição a Netuno na C3 traz uma dificuldade na área mental (no campo da comunicação mais especificamente), é uma inspiração criativa inclinada a ilusão. Para muitos que trabalham com marketing é um toque espetacular que faltava; mas para quem trabalha a razão, a informação clara com discernimento é um aspecto que induz ao erro.. Júpiter na C10 em quadratura com Plutão na C1 surgem uma enorme necessidade de controlar os relacionamentos na área profissional provocadas por sombras mal resolvidas de traumas de infância. Pode haver uma confusão entre o pessoal e o profissional, pedindo que se substitua o medo de ser controlado por uma saudável mentoria.Saturno em Sagitário na C12 mostra indicação clara de que nós somos nosso próprio inimigo sempre que nos deixamos possuir pelo medo, por acharmo-nos ameaçados e nos entregando a insegurança. Em Sagitário, Saturno pede estudos elevados para abrir as portas do conhecimento e da liberdade.
Temos muito a refletir sobre este Eclipse.. Nosso trabalho interior de Consciência é de suma importância. Que a luz seja o nosso guia!
Alguns a chamam de sexto sentido. Outros de pressentimento ou ainda de premonição. Algumas pessoas falam que as mulheres sentem mais, outras juram de pé juntos que não são nem um pouco intuitivas.
Mas para o médico psiquiatra Mario Louzã, graduado pela Universidade de São Paulo e especialista em sono, a intuição é uma habilidade presente em todos nós.Trata-se de conseguir chegar a um conhecimento que está implícito em alguma situação, sem que isso seja feito de forma consciente.
E
isso não tem nada de tão místico assim, segundo ele. “Longe de ser algo “mágico”, [a intuição] é fruto de um conhecimento que já foi adquirido e que pode ser recuperado a qualquer momento”, explica o doutor.
Isso explica porque ela acontece no campo do inconsciente: a maior parte da nossa atividade cerebral se dá fora do campo da percepção consciente. Ou seja, o cérebro adquire um conhecimento no consciente e depois coloca para fora, no inconsciente.
Assim, ele tem mais espaço para adquirir outros conhecimentos. Isso acontece porque “nossa capacidade de processamento consciente é limitada, e o cérebro precisa “deixar de lado” alguns conhecimento adquirido para poder processar a nova informação”, aponta Louzã.
De acordo com ele, o cérebro “vai buscar” esse conhecimento na nossa “biblioteca mental”, para utilizá-lo quando necessário. Todo esse processo utiliza várias habilidades, incluindo, especialmente, atenção e memória.
A intuição é uma ferramenta do cérebro.
ser humano possui várias artimanhas para interagir socialmente. Isso porque, para conviver em sociedade, ele precisa entender as mensagens que são transmitidas pelas outras pessoas, e a sua imensa maioria é a partir de uma linguagem não verbal.
“A leitura correta de sinais sutis de expressão emocional ou mesmo a capacidade de “intuir” o que o outro está pensando é fundamental para se oferecer a resposta adequada à situação”, conta o psiquiatra.
Segundo ele, uma criança com poucos meses de idade já é capaz de reconhecer expressões faciais, por exemplo, “intuir” o que elas significam e reagir a parte disso, por exemplo. E, à medida que cresce, ela desenvolve e aprimora essa capacidade interativa.
A intuição é ativada pelo nosso cérebro quase que automaticamente. Mas Louzã explica que ela precisa ser verificada na realidade cotidiana, de modo lógico-racional para que possa ser utilizada adequadamente.
“Senão corremos o risco de olhar o mundo exclusivamente pelo viés da nossa percepção, o que frequentemente leva a distorções e incompreensões na interação com os outros”, afirma. Por isso, os pressentimentos precisam ser vistos sempre com muita cautela.
Mas para o médico psiquiatra Mario Louzã, graduado pela Universidade de São Paulo e especialista em sono, a intuição é uma habilidade presente em todos nós.Trata-se de conseguir chegar a um conhecimento que está implícito em alguma situação, sem que isso seja feito de forma consciente.
E
isso não tem nada de tão místico assim, segundo ele. “Longe de ser algo “mágico”, [a intuição] é fruto de um conhecimento que já foi adquirido e que pode ser recuperado a qualquer momento”, explica o doutor.
Isso explica porque ela acontece no campo do inconsciente: a maior parte da nossa atividade cerebral se dá fora do campo da percepção consciente. Ou seja, o cérebro adquire um conhecimento no consciente e depois coloca para fora, no inconsciente.
Assim, ele tem mais espaço para adquirir outros conhecimentos. Isso acontece porque “nossa capacidade de processamento consciente é limitada, e o cérebro precisa “deixar de lado” alguns conhecimento adquirido para poder processar a nova informação”, aponta Louzã.
De acordo com ele, o cérebro “vai buscar” esse conhecimento na nossa “biblioteca mental”, para utilizá-lo quando necessário. Todo esse processo utiliza várias habilidades, incluindo, especialmente, atenção e memória.
A intuição é uma ferramenta do cérebro.
ser humano possui várias artimanhas para interagir socialmente. Isso porque, para conviver em sociedade, ele precisa entender as mensagens que são transmitidas pelas outras pessoas, e a sua imensa maioria é a partir de uma linguagem não verbal.
“A leitura correta de sinais sutis de expressão emocional ou mesmo a capacidade de “intuir” o que o outro está pensando é fundamental para se oferecer a resposta adequada à situação”, conta o psiquiatra.
Segundo ele, uma criança com poucos meses de idade já é capaz de reconhecer expressões faciais, por exemplo, “intuir” o que elas significam e reagir a parte disso, por exemplo. E, à medida que cresce, ela desenvolve e aprimora essa capacidade interativa.
A intuição é ativada pelo nosso cérebro quase que automaticamente. Mas Louzã explica que ela precisa ser verificada na realidade cotidiana, de modo lógico-racional para que possa ser utilizada adequadamente.
“Senão corremos o risco de olhar o mundo exclusivamente pelo viés da nossa percepção, o que frequentemente leva a distorções e incompreensões na interação com os outros”, afirma. Por isso, os pressentimentos precisam ser vistos sempre com muita cautela.
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" O ser é o ser, e a razão de ser é o próprio ser"!