Livre-se de todos os obstáculos que impedem a recepção de amor. Devido à sua independência e liberdade, muitas pessoas fortes não deixam as pessoas entrarem emocionalmente. Isso minimiza a probabilidade de ser vulnerável e se machucar, mas também minimiza suas chances de encontrar o verdadeiro amor.
Permita que todas as suas experiências venham para fortalecê-lo, como uma pessoa e como um amante. Permitir que estas experiências aconteçam para nutri-lo, para ensiná-lo e para ajudá-lo a crescer.
Continue concentrado em si mesmo. Se você se ama verdadeiramente, você alcançará todos seus objetivos no relacionamento, com muito mais facilidade.
Se o seu relacionamento é difícil, apenas abrace-o e siga firme. Às vezes, as relações mais difíceis na vida também provam ser as mais úteis.
Postado em: @SenseAtividade
Por: Luiza Fletcher
Tradução: O Segredo
Fonte: Mystical Raven
#atração #PessoasFortes #relações
Permita que todas as suas experiências venham para fortalecê-lo, como uma pessoa e como um amante. Permitir que estas experiências aconteçam para nutri-lo, para ensiná-lo e para ajudá-lo a crescer.
Continue concentrado em si mesmo. Se você se ama verdadeiramente, você alcançará todos seus objetivos no relacionamento, com muito mais facilidade.
Se o seu relacionamento é difícil, apenas abrace-o e siga firme. Às vezes, as relações mais difíceis na vida também provam ser as mais úteis.
Postado em: @SenseAtividade
Por: Luiza Fletcher
Tradução: O Segredo
Fonte: Mystical Raven
#atração #PessoasFortes #relações
Forwarded from BLOC MÍDIA
NÃO EXISTE PIOR PRISÃO DO QUE UMA MENTE FECHADA.
Carl Jung disse certa vez que “Todos nós nascemos originais e morremos cópias”. Ao analisar a frase de Jung à luz da contemporaneidade, poderíamos encontrar um enorme problema, uma vez que vivemos em um mundo regido sumariamente pela liberdade. Isto é, o fundamento maior da nossa sociedade é a liberdade, que se ramifica em diversos aspectos, desde o econômico até o comportamental.
Entretanto, se olharmos com profundidade, perceberemos que essa estrutura de mundo “livre” existe tão somente no plano teórico e, assim, somos só reprodutores da ordem vigente ou simplesmente cópias, como argumenta Jung.
Obviamente, a nossa cosmovisão sofre influências externas, esse é um processo natural. Da mesma maneira que a vida em sociedade necessita de regras a fim de manter o convívio social dentro de certos limites éticos. Sendo assim, pensar no exercício da liberdade como algo ilimitado é impossível, já que todas as coisas possuem o seu contraponto e limitações. Apesar disso, a existência de pontos limitadores não implica a inexistência da liberdade e o condicionamento irrestrito a valores passados por uma ordem “superior”.
Todavia, é isso que tem acontecido, temos sido escravizados ou, lembrando o João Neto Pitta, “colonizados pelo pensamento alheio”. E pior, por uma ideologia extremamente nociva para nós enquanto seres humanos.
Fomos reduzidos a estatística, na qual somos divididos entres os condicionados e os condicionáveis. Ou seja, não existe nessa estrutura a concepção de um ser livre, que exerce a capacidade deraciocínio e afeto para discernir sobre o que quer e deseja. Todos são domesticáveis em potencial.
Esse controle é feito por meio da conversão à sociedade de consumo e seus valores fundamentais, que reduz tudo a um valor mercadológico precário, rotativo e obsoleto. A mídia com todos os seus tentáculos está a serviço do grande capital, que não visa outra coisa a não ser a conversão de mais pessoas, contemplando o Deus consumo em seu templo maior: os shoppings centers. Lugar de alegria, satisfação, preenchimento de vazios e liberdade irrestrita, pelo menos teoricamente ou midiaticamente.
Mas, em um mundo regido também pelas aparências, pelo espetáculo, o importante não é o que é, e sim, o que aparenta ser, sobretudo, aos olhos dos outros.
Aliás, nesse esquema, não basta ter, é necessário parecer que tenha, expor, mostrar, iludir, ganhar aplausos, tapinhas nas costas, sorrisos falsos e olhar invejosos.
Em outras palavras, é preciso confessar ao mundo que você é um vencedor, que é um bom filho de “Deus”, que é recompensado por seguir os seus preceitos, ir ao seu templo e contemplá-lo 24 horas por dia. E existem ferramentas muito úteis para isso, as redes sociais que o digam.
Toda essa teatralidade da vida cotidiana, montada com cortinas que nunca se fecham, é apresentada como verdade e nós — com nossa psique altamente fragilizada — a compramos com extrema facilidade. Para os mais duros na queda, nada que mil repetições não sejam capazes de construir, afinal, como disse Joseph Goebbels, ministro da propaganda na Alemanha Nazista: “Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade”.
Apesar disso, a grande maioria de nós não está revoltada com a sua condição, pelo contrário, aceitamos o jugo de bom grado. Ou pior, o buscamos. É claro que não possuímos o domínio das relações de força na sociedade, não controlamos as leis, o sistema jurídico, tampouco, a mídia.
Somos “apenas” espectadores vorazes de uma batalha desigual e opressora. Entretanto, será que não há o que ser feito? Será que não existem alguns pontos de luz que tentam nos iluminar? Eu sei o quanto é difícil se libertar e quão alto é o preço que se paga pela liberdade. Mas de que adianta ter o conforto de uma vida “segura”, se é por meio dessa “segurança” que a servidão e os males decorrentes desta se tornam possíveis?
Carl Jung disse certa vez que “Todos nós nascemos originais e morremos cópias”. Ao analisar a frase de Jung à luz da contemporaneidade, poderíamos encontrar um enorme problema, uma vez que vivemos em um mundo regido sumariamente pela liberdade. Isto é, o fundamento maior da nossa sociedade é a liberdade, que se ramifica em diversos aspectos, desde o econômico até o comportamental.
Entretanto, se olharmos com profundidade, perceberemos que essa estrutura de mundo “livre” existe tão somente no plano teórico e, assim, somos só reprodutores da ordem vigente ou simplesmente cópias, como argumenta Jung.
Obviamente, a nossa cosmovisão sofre influências externas, esse é um processo natural. Da mesma maneira que a vida em sociedade necessita de regras a fim de manter o convívio social dentro de certos limites éticos. Sendo assim, pensar no exercício da liberdade como algo ilimitado é impossível, já que todas as coisas possuem o seu contraponto e limitações. Apesar disso, a existência de pontos limitadores não implica a inexistência da liberdade e o condicionamento irrestrito a valores passados por uma ordem “superior”.
Todavia, é isso que tem acontecido, temos sido escravizados ou, lembrando o João Neto Pitta, “colonizados pelo pensamento alheio”. E pior, por uma ideologia extremamente nociva para nós enquanto seres humanos.
Fomos reduzidos a estatística, na qual somos divididos entres os condicionados e os condicionáveis. Ou seja, não existe nessa estrutura a concepção de um ser livre, que exerce a capacidade deraciocínio e afeto para discernir sobre o que quer e deseja. Todos são domesticáveis em potencial.
Esse controle é feito por meio da conversão à sociedade de consumo e seus valores fundamentais, que reduz tudo a um valor mercadológico precário, rotativo e obsoleto. A mídia com todos os seus tentáculos está a serviço do grande capital, que não visa outra coisa a não ser a conversão de mais pessoas, contemplando o Deus consumo em seu templo maior: os shoppings centers. Lugar de alegria, satisfação, preenchimento de vazios e liberdade irrestrita, pelo menos teoricamente ou midiaticamente.
Mas, em um mundo regido também pelas aparências, pelo espetáculo, o importante não é o que é, e sim, o que aparenta ser, sobretudo, aos olhos dos outros.
Aliás, nesse esquema, não basta ter, é necessário parecer que tenha, expor, mostrar, iludir, ganhar aplausos, tapinhas nas costas, sorrisos falsos e olhar invejosos.
Em outras palavras, é preciso confessar ao mundo que você é um vencedor, que é um bom filho de “Deus”, que é recompensado por seguir os seus preceitos, ir ao seu templo e contemplá-lo 24 horas por dia. E existem ferramentas muito úteis para isso, as redes sociais que o digam.
Toda essa teatralidade da vida cotidiana, montada com cortinas que nunca se fecham, é apresentada como verdade e nós — com nossa psique altamente fragilizada — a compramos com extrema facilidade. Para os mais duros na queda, nada que mil repetições não sejam capazes de construir, afinal, como disse Joseph Goebbels, ministro da propaganda na Alemanha Nazista: “Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade”.
Apesar disso, a grande maioria de nós não está revoltada com a sua condição, pelo contrário, aceitamos o jugo de bom grado. Ou pior, o buscamos. É claro que não possuímos o domínio das relações de força na sociedade, não controlamos as leis, o sistema jurídico, tampouco, a mídia.
Somos “apenas” espectadores vorazes de uma batalha desigual e opressora. Entretanto, será que não há o que ser feito? Será que não existem alguns pontos de luz que tentam nos iluminar? Eu sei o quanto é difícil se libertar e quão alto é o preço que se paga pela liberdade. Mas de que adianta ter o conforto de uma vida “segura”, se é por meio dessa “segurança” que a servidão e os males decorrentes desta se tornam possíveis?
Forwarded from BLOC MÍDIA
Como disse Rosa Luxemburgo: “Quem não se movimenta, não sente as correntes que o prendem”. É preciso, então, se movimentar, correr, gesticular, falar, até que o som das correntes seja insuportável e nós consigamos despertar de um sonho ridículo que apresenta um espetáculo celestial em meio a um inferno cercado de grades manchadas com sangue, suor e sofrimento.
Se uma mente que se abre jamais volta ao tamanho original, a que se liberta jamais aceita retornar à prisão; porque por mais que as condições sejam adversas, o princípio da autonomia está dentro de nós, quando decidimos romper o medo de abrir os olhos e passamos a enxergar.
Sendo assim, o cárcere não é criado do lado de fora, é criado do lado de dentro, já que a chave que prende é a mesma que liberta, pois não existe pior prisão do que uma mente fechada.
Postado em: @Psiquenaltas
Autor: Erick Morais
Fonte: genialmentelouco
#MentesFechadas #aprisionamento #estagnação
Se uma mente que se abre jamais volta ao tamanho original, a que se liberta jamais aceita retornar à prisão; porque por mais que as condições sejam adversas, o princípio da autonomia está dentro de nós, quando decidimos romper o medo de abrir os olhos e passamos a enxergar.
Sendo assim, o cárcere não é criado do lado de fora, é criado do lado de dentro, já que a chave que prende é a mesma que liberta, pois não existe pior prisão do que uma mente fechada.
Postado em: @Psiquenaltas
Autor: Erick Morais
Fonte: genialmentelouco
#MentesFechadas #aprisionamento #estagnação
BLOC MÍDIA
NÃO EXISTE PIOR PRISÃO DO QUE UMA MENTE FECHADA. Carl Jung disse certa vez que “Todos nós nascemos originais e morremos cópias”. Ao analisar a frase de Jung à luz da contemporaneidade, poderíamos encontrar um enorme problema, uma vez que vivemos em um mundo…
Um ótimo texto vindo do Psicologias(@Psiquenaltas).
Introdução ao Budismo. Tentarei ser o mais sucinta possível, para não ser cansativa. Há distinções em sua história de acordo com a escola ou autor, mas repassarei conforme me foi ensinado.
Origem de Buda:
Siddhartha Gautama era um príncipe de uma tribo em Lumbini, atual Nepal. Viveu na riqueza do palácio, sem conhecer a miséria que havia no restante da tribo, pois seu pai não queria que ele testemunhasse a pobreza, dor e sofrimento. Casou-se aos 16 anos conforme as tradições da época e viveu no palácio até os 29 anos.
Aos 29, saiu do palácio escondido e chocou-se com o que viu. Acreditando não poder viver no luxo enquanto seus semelhantes padeciam na miséria, abandonou o palácio. Em sua jornada presenciou a doença, o envelhecimento, a morte e conheceu os ascetas. Vislumbrado pela visão dos ascetas, seguiu sua jornada com eles, e virou o líder de um grupo de 5 ascetas, almejando a iluminação.
Iluminação:
Há variações, como a história de uma menina lhe oferecendo arroz enquanto meditava, mas apresentarei a versão do músico no barco.
Siddhartha, após 6 anos com os ascetas, meditava debaixo de uma árvore boddhi há 40 dias, sobrevivendo apenas do que a natureza lhe provia (folhas caídas, fezes de animais, gotas de orvalho,etc). Estava decidido a permanecer desta maneira até atingir a iluminação. Então, reparou que no rio a sua frente passava um barco com um velho músico e seu jovem aprendiz com seu instrumento, ouvindo o velho dizer: "se você não esticar a corda, o som não sairá; mas se esticar demais, a corda arrebentará. Precisa haver equilíbrio".
Neste momento, Siddhartha Gautama passou ao estado de Buda, O Iluminado. Saindo de baixo da árvore, fraco, magro e com fome, entrou no rio para se lavar. Os outros integrantes do grupo, ao verem aquilo, o abandonaram, falando que ele havia sucumbido aos prazeres da carne. Buda lhes disse: o segredo é equilíbrio, há um caminho do meio.
Após atingir a Iluminação, Buda reuniu milhares de seguidores, espalhando seus ensinamentos.
Há outra versão na qual aparece Mara, a personificação do mal, que diz ao Buda que ele não é o iluminado. Buds, então, toca o solo e diz para a terra ser testemunha de que ele é iluminado. A terra, então, baniu Mara, provando a iluminação do Buda.
Buda ensinou, então, as 4 nobre verdades:
1- a vida é dukkha (em Pali, língua da época, pode ser traduzido por diversas palavras, como sofrimento, dor, angústia, equilíbrio, centro da roda, entre outros)
2- a causa do sofrimento é o desejo
3- findando o desejo, cessa o sofrimento
4- o caminho para a cessação do sofrimento é o caminho octuplo.
O caminho octuplo consiste em: compreensão correta, pensamento correto, linguagem Correta, ação correta, modo de vida correto, esforço, correto, atenção correta e concentração correta.
Os pergaminhos originais estão escritos em sânscrito ou em páli, duas línguas mortas. As diferentes escolas do budismo vem de diferentes interpretaçoes destes textos, além de outros textos de diferentes Budas. Cada escola tb tem suas ramificações, tendo diferencas entre elas (foco na meditação, base nos textos originais, adaptações de outros monges, etc).
Origem de Buda:
Siddhartha Gautama era um príncipe de uma tribo em Lumbini, atual Nepal. Viveu na riqueza do palácio, sem conhecer a miséria que havia no restante da tribo, pois seu pai não queria que ele testemunhasse a pobreza, dor e sofrimento. Casou-se aos 16 anos conforme as tradições da época e viveu no palácio até os 29 anos.
Aos 29, saiu do palácio escondido e chocou-se com o que viu. Acreditando não poder viver no luxo enquanto seus semelhantes padeciam na miséria, abandonou o palácio. Em sua jornada presenciou a doença, o envelhecimento, a morte e conheceu os ascetas. Vislumbrado pela visão dos ascetas, seguiu sua jornada com eles, e virou o líder de um grupo de 5 ascetas, almejando a iluminação.
Iluminação:
Há variações, como a história de uma menina lhe oferecendo arroz enquanto meditava, mas apresentarei a versão do músico no barco.
Siddhartha, após 6 anos com os ascetas, meditava debaixo de uma árvore boddhi há 40 dias, sobrevivendo apenas do que a natureza lhe provia (folhas caídas, fezes de animais, gotas de orvalho,etc). Estava decidido a permanecer desta maneira até atingir a iluminação. Então, reparou que no rio a sua frente passava um barco com um velho músico e seu jovem aprendiz com seu instrumento, ouvindo o velho dizer: "se você não esticar a corda, o som não sairá; mas se esticar demais, a corda arrebentará. Precisa haver equilíbrio".
Neste momento, Siddhartha Gautama passou ao estado de Buda, O Iluminado. Saindo de baixo da árvore, fraco, magro e com fome, entrou no rio para se lavar. Os outros integrantes do grupo, ao verem aquilo, o abandonaram, falando que ele havia sucumbido aos prazeres da carne. Buda lhes disse: o segredo é equilíbrio, há um caminho do meio.
Após atingir a Iluminação, Buda reuniu milhares de seguidores, espalhando seus ensinamentos.
Há outra versão na qual aparece Mara, a personificação do mal, que diz ao Buda que ele não é o iluminado. Buds, então, toca o solo e diz para a terra ser testemunha de que ele é iluminado. A terra, então, baniu Mara, provando a iluminação do Buda.
Buda ensinou, então, as 4 nobre verdades:
1- a vida é dukkha (em Pali, língua da época, pode ser traduzido por diversas palavras, como sofrimento, dor, angústia, equilíbrio, centro da roda, entre outros)
2- a causa do sofrimento é o desejo
3- findando o desejo, cessa o sofrimento
4- o caminho para a cessação do sofrimento é o caminho octuplo.
O caminho octuplo consiste em: compreensão correta, pensamento correto, linguagem Correta, ação correta, modo de vida correto, esforço, correto, atenção correta e concentração correta.
Os pergaminhos originais estão escritos em sânscrito ou em páli, duas línguas mortas. As diferentes escolas do budismo vem de diferentes interpretaçoes destes textos, além de outros textos de diferentes Budas. Cada escola tb tem suas ramificações, tendo diferencas entre elas (foco na meditação, base nos textos originais, adaptações de outros monges, etc).
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