◇RELIGIÕES NA TERRA◇
Parte: 15
Assunto: Catolicismo.
Parte: 15
Assunto: Catolicismo.
Catolicismo (em grego: καθολικος; transl.: katolikos; com o significado de "geral" ou "universal") é um termo amplo para o corpo da fé católica, a sua teologia, doutrinas, liturgia, princípios éticos, e características comportamentais, bem como um povo religioso como um todo.
O termo catolicismo é usado geralmente para uma experiência específica do cristianismo compartilhada por cristãos que vivem em comunhão com a Igreja de Roma." Muitos dos principais credos (definições de fé semelhantes a preces) cristãos, nomeadamente o Credo dos Apóstolos e o Credo niceno-constantinopolitano, utilizam este termo.
No seu sentido mais estreito, o termo é usado para referir-se à Igreja Católica de Roma, formada por 23 igrejas sui iuris que estão em comunhão total com o Papa, e possui mais de um bilhão de fiéis (ou seja, mais de um sexto da população mundial e mais da metade de todos os cristãos).
As suas características distintivas são a aceitação da autoridade e primado do Papa, o Bispo de Roma. No entanto, outras igrejas também afirmam ser "católicas", como a ortodoxa bizantina, e as igrejas ortodoxas orientais, a Igreja Assíria do Oriente, a Velha Igreja Católica, e as igrejas da Comunhão Anglicana. Existem ainda as igrejas nacionais, principalmente no continente americano, do Norte, Central e Sul, que não estão vinculadas a Roma, são em sua maioria descendentes da Igreja Católica Apostólica Brasileira, uma dissidência da Igreja de Roma surgida em 1945 e que hoje está presente em muitos países, inclusive na Ásia e África.
O termo catolicismo é usado geralmente para uma experiência específica do cristianismo compartilhada por cristãos que vivem em comunhão com a Igreja de Roma." Muitos dos principais credos (definições de fé semelhantes a preces) cristãos, nomeadamente o Credo dos Apóstolos e o Credo niceno-constantinopolitano, utilizam este termo.
No seu sentido mais estreito, o termo é usado para referir-se à Igreja Católica de Roma, formada por 23 igrejas sui iuris que estão em comunhão total com o Papa, e possui mais de um bilhão de fiéis (ou seja, mais de um sexto da população mundial e mais da metade de todos os cristãos).
As suas características distintivas são a aceitação da autoridade e primado do Papa, o Bispo de Roma. No entanto, outras igrejas também afirmam ser "católicas", como a ortodoxa bizantina, e as igrejas ortodoxas orientais, a Igreja Assíria do Oriente, a Velha Igreja Católica, e as igrejas da Comunhão Anglicana. Existem ainda as igrejas nacionais, principalmente no continente americano, do Norte, Central e Sul, que não estão vinculadas a Roma, são em sua maioria descendentes da Igreja Católica Apostólica Brasileira, uma dissidência da Igreja de Roma surgida em 1945 e que hoje está presente em muitos países, inclusive na Ásia e África.
História
A palavra Igreja Católica ou catolicismo para referir-se à "Igreja universal" é utilizada desde o século I, alguns historiadores sugerem que os próprios apóstolos poderiam ter utilizado o termo para descrever a religião ou igreja. Registros escritos da utilização do termo constam nas cartas de Inácio, Bispo de Antioquia, discípulo do apóstolo João, que provavelmente foi ordenado pelo próprio Pedro.
Em diversas situações nos primeiros três séculos do cristianismo, o Bispo de Roma, considerado sucessor do Apóstolo Pedro, interveio em outras comunidades para ajudar a resolver conflitos, tais como fizeram os papas Clemente I, Vitor I e Calixto I. Nos três primeiros séculos, a Igreja foi organizada sob três patriarcas, os bispos de Antioquia, de jurisdição sobre a Síria e posteriormente estendeu seu domínio sobre a Ásia Menor e a Grécia, Alexandria, de jurisdição sobre o Egito, e Roma, de jurisdição sobre o Ocidente. Posteriormente os bispos de Constantinopla e Jerusalém foram adicionados aos patriarcas por razões administrativas. O Primeiro Concílio de Niceia no ano 325, considera o Bispo de Roma como o "primus" (primeiro) entre os patriarcas, afirmando em seus quarto, quinto e sexto cânones que está "seguindo a tradição antiquíssima",embora muitos interpretem esse título como o "primus inter pares" (primeiro entre iguais). Considerava-se que Roma possuía uma autoridade especial devido à sua ligação com São Pedro.
Uma série de dificuldades complexas (disputas doutrinárias, concílios disputados, a evolução de ritos separados e se a posição do papa de Roma era ou não de real autoridade ou apenas de respeito) levaram à divisão em 1054 da Igreja entre a Igreja Católica no Ocidente e a Igreja Ortodoxa no Leste (Grécia, Rússia e muitos países eslavos, Anatólia, Síria, Egito, etc.). A esta divisão chama-se o Cisma do Oriente.
A grande divisão seguinte da Igreja Católica ocorreu no século XVI com a Reforma Protestante, durante a qual se formaram muitas das igrejas protestantes.
A palavra Igreja Católica ou catolicismo para referir-se à "Igreja universal" é utilizada desde o século I, alguns historiadores sugerem que os próprios apóstolos poderiam ter utilizado o termo para descrever a religião ou igreja. Registros escritos da utilização do termo constam nas cartas de Inácio, Bispo de Antioquia, discípulo do apóstolo João, que provavelmente foi ordenado pelo próprio Pedro.
Em diversas situações nos primeiros três séculos do cristianismo, o Bispo de Roma, considerado sucessor do Apóstolo Pedro, interveio em outras comunidades para ajudar a resolver conflitos, tais como fizeram os papas Clemente I, Vitor I e Calixto I. Nos três primeiros séculos, a Igreja foi organizada sob três patriarcas, os bispos de Antioquia, de jurisdição sobre a Síria e posteriormente estendeu seu domínio sobre a Ásia Menor e a Grécia, Alexandria, de jurisdição sobre o Egito, e Roma, de jurisdição sobre o Ocidente. Posteriormente os bispos de Constantinopla e Jerusalém foram adicionados aos patriarcas por razões administrativas. O Primeiro Concílio de Niceia no ano 325, considera o Bispo de Roma como o "primus" (primeiro) entre os patriarcas, afirmando em seus quarto, quinto e sexto cânones que está "seguindo a tradição antiquíssima",embora muitos interpretem esse título como o "primus inter pares" (primeiro entre iguais). Considerava-se que Roma possuía uma autoridade especial devido à sua ligação com São Pedro.
Uma série de dificuldades complexas (disputas doutrinárias, concílios disputados, a evolução de ritos separados e se a posição do papa de Roma era ou não de real autoridade ou apenas de respeito) levaram à divisão em 1054 da Igreja entre a Igreja Católica no Ocidente e a Igreja Ortodoxa no Leste (Grécia, Rússia e muitos países eslavos, Anatólia, Síria, Egito, etc.). A esta divisão chama-se o Cisma do Oriente.
A grande divisão seguinte da Igreja Católica ocorreu no século XVI com a Reforma Protestante, durante a qual se formaram muitas das igrejas protestantes.
Mundo católico
No cristianismo ocidental, as principais fés a se considerarem "católicas", para além da Igreja Católica de Roma, são a Velha Igreja Católica, a Igreja Católica Apostólica Carismática, a Igreja Católica Liberal, a Associação Patriótica Católica Chinesa, as igrejas católicas brasileiras dissidentes e alguns elementos anglicanos (os "Anglicanos da Alta Igreja", ou os "anglo-católicos"). Estes grupos têm crenças e praticam rituais religiosos semelhantes aos do catolicismo romano, mas diferem substancialmente destes no que diz respeito ao estatuto, poder e influência do Bispo de Roma.
As Igrejas ortodoxas orientais e ortodoxas bizantinas pensam em si próprias como Igrejas Católicas no sentido de serem a "Igreja universal". A Igreja Católica e as igrejas ortodoxas acusavam-se mutuamente de cismáticas e heréticas (ver Grande Cisma do Oriente), embora recentemente devido a esforços ecumênicos estas acusações e excomunhões tenham sido retiradas e tenha-se chegado a uma aceitação básica das prerrogativas do papa. Os Patriarcas ortodoxos são hierarcas autocéfalos, o que significa, grosso modo, que cada um deles é independente da supervisão direta de outro bispo (embora ainda estejam sujeitos ao todo do seu sínodo de bispos). Não estão em comunhão plena com o papa.
Mas nem todas as Igrejas orientais estão fora da comunhão católica. Existem também os chamados Católicos de rito oriental, cuja liturgia e estrutura hierárquica se assemelham à dos ortodoxos, e que também permitem a ordenação de homens casados, mas que reconhecem o papa como chefe da sua Igreja. Estes católicos orientais formam as chamadas Igrejas Orientais Católicas sui iuris.
Alguns grupos chamam a si próprios católicos, mas esse qualificativo é questionável: por exemplo, a Igreja Católica Liberal, que se originou como uma dissensão da Velha Igreja Católica mas que incorporou tanta teosofia na sua doutrina que já pouco tem em comum com o catolicismo romano.
Fonte: http://bit.ly/2wzSvps
No cristianismo ocidental, as principais fés a se considerarem "católicas", para além da Igreja Católica de Roma, são a Velha Igreja Católica, a Igreja Católica Apostólica Carismática, a Igreja Católica Liberal, a Associação Patriótica Católica Chinesa, as igrejas católicas brasileiras dissidentes e alguns elementos anglicanos (os "Anglicanos da Alta Igreja", ou os "anglo-católicos"). Estes grupos têm crenças e praticam rituais religiosos semelhantes aos do catolicismo romano, mas diferem substancialmente destes no que diz respeito ao estatuto, poder e influência do Bispo de Roma.
As Igrejas ortodoxas orientais e ortodoxas bizantinas pensam em si próprias como Igrejas Católicas no sentido de serem a "Igreja universal". A Igreja Católica e as igrejas ortodoxas acusavam-se mutuamente de cismáticas e heréticas (ver Grande Cisma do Oriente), embora recentemente devido a esforços ecumênicos estas acusações e excomunhões tenham sido retiradas e tenha-se chegado a uma aceitação básica das prerrogativas do papa. Os Patriarcas ortodoxos são hierarcas autocéfalos, o que significa, grosso modo, que cada um deles é independente da supervisão direta de outro bispo (embora ainda estejam sujeitos ao todo do seu sínodo de bispos). Não estão em comunhão plena com o papa.
Mas nem todas as Igrejas orientais estão fora da comunhão católica. Existem também os chamados Católicos de rito oriental, cuja liturgia e estrutura hierárquica se assemelham à dos ortodoxos, e que também permitem a ordenação de homens casados, mas que reconhecem o papa como chefe da sua Igreja. Estes católicos orientais formam as chamadas Igrejas Orientais Católicas sui iuris.
Alguns grupos chamam a si próprios católicos, mas esse qualificativo é questionável: por exemplo, a Igreja Católica Liberal, que se originou como uma dissensão da Velha Igreja Católica mas que incorporou tanta teosofia na sua doutrina que já pouco tem em comum com o catolicismo romano.
Fonte: http://bit.ly/2wzSvps
Wikipedia
Catolicismo
Catolicismo (em grego: καθολικος; transl.: katolikos; com o significado de "geral" ou "universal") é um termo amplo para o corpo da fé católica, a sua teologia, doutrinas, liturgia, princípios éticos, e características comportamentais, bem como um povo religioso…
Significado das doenças
por Helena Gerenstadt
Segundo a psicóloga Americana Louise L. Hay, todas as doenças que temos
são criadas por nós. Afirma ela, que somos 100% responsáveis por tudo de
ruim que acontece no nosso organismo.
Todas as doenças têm origem num estado de não-perdão, diz a psicóloga
Americana Louise L. Hay.
Sempre que estamos doentes, necessitamos descobrir a quem precisamos
perdoar.
Quando estamos empacados num certo ponto, significa que precisamos perdoar
mais.
Pesar, tristeza, raiva e vingança são sentimentos que vieram de um espaço
onde não houve perdão. Perdoar dissolve o ressentimento.
A seguir, você vai conhecer uma relação de algumas doenças e suas
prováveis causas, elaboradas pela psicóloga Louise. Reflita, vale a pena
tentar evitá-las:
DOENÇAS/CAUSAS:
AMIDALITE: Emoções reprimidas, criatividade sufocada.
ANOREXIA: Ódio ao externo de si mesmo.
APENDICITE: Medo da vida. Bloqueio do fluxo do que é bom.
ARTERIOSCLEROSE: Resistência. Recusa em ver o bem.
ARTRITE: Crítica conservada por longo tempo.
ASMA: Sentimento contido, choro reprimido.
BRONQUITE: Ambiente familiar inflamado. Gritos, discussões.
CÂNCER: Mágoa profunda, tristezas mantidas por muito tempo.
COLESTEROL: Medo de aceitar a alegria.
DERRAME: Resistência. Rejeição à vida.
DIABETES: Tristeza profunda.
DIARRÉIA: Medo, rejeição, fuga.
DOR DE CABEÇA: Autocrítica, falta de auto-valorização.
DOR NOS JOELHOS: medo de recomeçar, medo de seguir em frente. Pessoas que
procuram se apoiar nos outros.
ENXAQUECA: Raiva reprimida. Pessoa perfeccionista.
FIBROMAS: Alimentar mágoas causadas pelo parceiro(a).
FRIGIDEZ: Medo. Negação do prazer.
GASTRITE: Incerteza profunda. Sensação de condenação.
HEMORRÓIDAS: Medo de prazos determinados. Raiva do passado.
HEPATITE: Raiva, ódio. Resistência a mudanças.
INSÔNIA: Medo, culpa.
LABIRINTITE: Medo de não estar no controle.
MENINGITE: Tumulto interior. Falta de apoio.
NÓDULOS: Ressentimento, frustração. Ego ferido.
PELE (ACNE): Individualidade ameaçada. Não aceitar a si mesmo.
PNEUMONIA: Desespero. Cansaço da vida.
PRESSÃO ALTA: Problema emocional duradouro não resolvido.
PRESSÃO BAIXA: Falta de amor quando criança. Derrotismo.
PRISÃO DE VENTRE: Preso ao passado. Medo de não ter dinheiro suficiente.
PULMÕES: Medo de absorver a vida.
QUISTOS: Alimentar mágoa. Falsa evolução.
RESFRIADOS: Confusão mental, desordem, mágoas.
REUMATISMO: Sentir-se vitima. Falta de amor. Amargura.
RINITE ALÉRGICA: Congestão emocional. Culpa, crença em perseguição.
RINS: medo da crítica, do fracasso, desapontamento.
SINUSITE: Irritação com pessoa próxima.
TIRÓIDE: Humilhação.
TUMORES: Alimentar mágoas. Acumular remorsos.
ÚLCERAS: Medo. Crença de não ser bom o bastante.
VARIZES: Desencorajamento. Sentir-se sobrecarregado.
Curioso não?
Por isso vamos tomar cuidado com os nossos sentimentos. .. Principalmente
daqueles, que escondemos de nós mesmos.
Quem esconde os sentimentos, retarda o crescimento da Alma.
Remédios indicados: Auto-estima, Perdão, Amor
De todos os homens que conheço o mais sensato é o meu alfaiate.
Cada vez que vou a ele, toma novamente as minhas medidas.
Quanto aos outros, tomam a medida apenas uma vez e pensam que seu
julgamento é sempre do meu tamanho
George Bernard Shaw
Publicado em 12/04/2009
por Helena Gerenstadt
Segundo a psicóloga Americana Louise L. Hay, todas as doenças que temos
são criadas por nós. Afirma ela, que somos 100% responsáveis por tudo de
ruim que acontece no nosso organismo.
Todas as doenças têm origem num estado de não-perdão, diz a psicóloga
Americana Louise L. Hay.
Sempre que estamos doentes, necessitamos descobrir a quem precisamos
perdoar.
Quando estamos empacados num certo ponto, significa que precisamos perdoar
mais.
Pesar, tristeza, raiva e vingança são sentimentos que vieram de um espaço
onde não houve perdão. Perdoar dissolve o ressentimento.
A seguir, você vai conhecer uma relação de algumas doenças e suas
prováveis causas, elaboradas pela psicóloga Louise. Reflita, vale a pena
tentar evitá-las:
DOENÇAS/CAUSAS:
AMIDALITE: Emoções reprimidas, criatividade sufocada.
ANOREXIA: Ódio ao externo de si mesmo.
APENDICITE: Medo da vida. Bloqueio do fluxo do que é bom.
ARTERIOSCLEROSE: Resistência. Recusa em ver o bem.
ARTRITE: Crítica conservada por longo tempo.
ASMA: Sentimento contido, choro reprimido.
BRONQUITE: Ambiente familiar inflamado. Gritos, discussões.
CÂNCER: Mágoa profunda, tristezas mantidas por muito tempo.
COLESTEROL: Medo de aceitar a alegria.
DERRAME: Resistência. Rejeição à vida.
DIABETES: Tristeza profunda.
DIARRÉIA: Medo, rejeição, fuga.
DOR DE CABEÇA: Autocrítica, falta de auto-valorização.
DOR NOS JOELHOS: medo de recomeçar, medo de seguir em frente. Pessoas que
procuram se apoiar nos outros.
ENXAQUECA: Raiva reprimida. Pessoa perfeccionista.
FIBROMAS: Alimentar mágoas causadas pelo parceiro(a).
FRIGIDEZ: Medo. Negação do prazer.
GASTRITE: Incerteza profunda. Sensação de condenação.
HEMORRÓIDAS: Medo de prazos determinados. Raiva do passado.
HEPATITE: Raiva, ódio. Resistência a mudanças.
INSÔNIA: Medo, culpa.
LABIRINTITE: Medo de não estar no controle.
MENINGITE: Tumulto interior. Falta de apoio.
NÓDULOS: Ressentimento, frustração. Ego ferido.
PELE (ACNE): Individualidade ameaçada. Não aceitar a si mesmo.
PNEUMONIA: Desespero. Cansaço da vida.
PRESSÃO ALTA: Problema emocional duradouro não resolvido.
PRESSÃO BAIXA: Falta de amor quando criança. Derrotismo.
PRISÃO DE VENTRE: Preso ao passado. Medo de não ter dinheiro suficiente.
PULMÕES: Medo de absorver a vida.
QUISTOS: Alimentar mágoa. Falsa evolução.
RESFRIADOS: Confusão mental, desordem, mágoas.
REUMATISMO: Sentir-se vitima. Falta de amor. Amargura.
RINITE ALÉRGICA: Congestão emocional. Culpa, crença em perseguição.
RINS: medo da crítica, do fracasso, desapontamento.
SINUSITE: Irritação com pessoa próxima.
TIRÓIDE: Humilhação.
TUMORES: Alimentar mágoas. Acumular remorsos.
ÚLCERAS: Medo. Crença de não ser bom o bastante.
VARIZES: Desencorajamento. Sentir-se sobrecarregado.
Curioso não?
Por isso vamos tomar cuidado com os nossos sentimentos. .. Principalmente
daqueles, que escondemos de nós mesmos.
Quem esconde os sentimentos, retarda o crescimento da Alma.
Remédios indicados: Auto-estima, Perdão, Amor
De todos os homens que conheço o mais sensato é o meu alfaiate.
Cada vez que vou a ele, toma novamente as minhas medidas.
Quanto aos outros, tomam a medida apenas uma vez e pensam que seu
julgamento é sempre do meu tamanho
George Bernard Shaw
Publicado em 12/04/2009
Tudo em nosso universo é formado por energia. A matéria física, os pensamentos, os sentimentos, a eletricidade, os microorganismos, o calor. Absolutamente tudo é energia, em diferentes estados vibracionais. Sendo assim, tudo representa uma gotinha do oceano de energia. Uma gota individual, ainda assim é parte do oceano, ligada e mesclada a todas as outras gotas que também dele fazem parte, assim como as células que formam nosso corpo.
O conceito de Sincronicidade foi desenvolvido por Carl Gustav Jung, para explicar que tudo no universo está interligado num tipo de vibração em que duas energias uma física e uma não física, estariam em sintonia, dando a ideia de que certos eventos isolados parecem repetidos, só que em perspectivas diferentes. O que define a Sincronicidade não são as coincidências e seus significados e sim a conclusão de que tudo no universo está unificado por tipos de vibrações e de dimensões.
O conceito de Sincronicidade foi desenvolvido por Carl Gustav Jung, para explicar que tudo no universo está interligado num tipo de vibração em que duas energias uma física e uma não física, estariam em sintonia, dando a ideia de que certos eventos isolados parecem repetidos, só que em perspectivas diferentes. O que define a Sincronicidade não são as coincidências e seus significados e sim a conclusão de que tudo no universo está unificado por tipos de vibrações e de dimensões.
Estamos todos interligados nesse oceano de energia, mas não estamos acostumados com a sua "linguagem". Através da natureza, de acontecimentos, de situações, de pessoas, ou seja, através de tudo que faz parte do universo essa linguagem se manifesta. Aquilo que consideramos aleatório representa nossa incompreensão diante dessa linguagem tão ampla. Ao estar mais atento à sua vida, a essas coincidências e sinais, é possível utilizar esses conhecimentos para viver de maneira mais leve, fluida e harmoniosa.
O universo sinaliza de diversas maneiras o fluxo de nossa vida. Alguns sinais são mais visíveis e perceptíveis, outros mais sutis e mais difíceis de serem captados. Uma simples mudança na maneira como nos posicionamos diante dos acontecimentos de nossas vidas, podem transformar nossa história.
O maior insight de Jung foi contextualizar a sincronicidade como algo abrangente do TODO, e não de um mero evento. Segundo ele, os pensamentos vêm-nos à consciência; as intuições e pensamentos que surgem do inconsciente não são produtos de esforços deliberados para pensar, mas objetos internos, parcelas do inconsciente que pousam ocasionalmente na superfície do ego.
Jung gostava de dizer, por vezes, que os pensamentos são como pássaros: eles chegam e fazem ninho nas árvores da consciência por algum tempo, e depois alçam vôo de novo. São esquecidos e desaparecem.
O universo sinaliza de diversas maneiras o fluxo de nossa vida. Alguns sinais são mais visíveis e perceptíveis, outros mais sutis e mais difíceis de serem captados. Uma simples mudança na maneira como nos posicionamos diante dos acontecimentos de nossas vidas, podem transformar nossa história.
O maior insight de Jung foi contextualizar a sincronicidade como algo abrangente do TODO, e não de um mero evento. Segundo ele, os pensamentos vêm-nos à consciência; as intuições e pensamentos que surgem do inconsciente não são produtos de esforços deliberados para pensar, mas objetos internos, parcelas do inconsciente que pousam ocasionalmente na superfície do ego.
Jung gostava de dizer, por vezes, que os pensamentos são como pássaros: eles chegam e fazem ninho nas árvores da consciência por algum tempo, e depois alçam vôo de novo. São esquecidos e desaparecem.
As sincronicidades nos fazem perceber que existe uma ordem subjacente ao fluxo da vida. Momentos em que o físico e o psíquico demonstram sua inseparabilidade favorecendo a percepção de que estamos todos interligados e que o mundo externo é um reflexo do mundo interno. É a percepção do atemporal no tempo, a manifestação de um ato criativo trazendo o desconhecido para o conhecido revelando o novo na psique, no corpo e na Natureza.
A grande novidade da ciência contemporânea - da era das incertezas - é demonstrar, matematicamente, que a Vida também propicia o próximo lance criativo do jogo e, com isso, nos desperta para potenciais que podem facilitar a escolha pelo melhor caminho. Esta proposta embasa a teoria de Jung sobre as sincronicidades, que as chamava também de “atos criativos no tempo”.
A grande novidade da ciência contemporânea - da era das incertezas - é demonstrar, matematicamente, que a Vida também propicia o próximo lance criativo do jogo e, com isso, nos desperta para potenciais que podem facilitar a escolha pelo melhor caminho. Esta proposta embasa a teoria de Jung sobre as sincronicidades, que as chamava também de “atos criativos no tempo”.
O conhecimento humano, atualmente, liberta-se dos limites da lógica e projeta-se no transcendente através de um profundo mergulho que revela uma realidade plena de sentido. Um universo com significado ressurge das cinzas de uma participação que a ciência clássica ajudou a enterrar, mas que sempre permaneceu viva na obra de Jung.
Estabelecer um nível de confiança no invisível, nas forças que regem a vida e a natureza e permanecer no agora, sem deixar que o passado e o futuro nos tirem o foco, pode constelar a capacidade de acessar inúmeras possibilidades criativas que existem em todas as situações. Situações em que transições de fase ocorrem, mudando o nível da consciência e acarretando mudanças tanto psíquicas como físicas.
Quanto mais ficarmos no tempo presente, com o mínimo de controle necessário para nossa existência cotidiana no tempo linear, entregando à Vida e ao Invisível nossas dúvidas, aflições e medos, mais teremos a oportunidade de constatar e observar as sincronicidades, os sinais que nos indicarão o melhor caminho a seguir. Perceber a rede de coincidências na nossa vida é apenas o primeiro estágio que nos permite entender e viver o sincronismo.
Estabelecer um nível de confiança no invisível, nas forças que regem a vida e a natureza e permanecer no agora, sem deixar que o passado e o futuro nos tirem o foco, pode constelar a capacidade de acessar inúmeras possibilidades criativas que existem em todas as situações. Situações em que transições de fase ocorrem, mudando o nível da consciência e acarretando mudanças tanto psíquicas como físicas.
Quanto mais ficarmos no tempo presente, com o mínimo de controle necessário para nossa existência cotidiana no tempo linear, entregando à Vida e ao Invisível nossas dúvidas, aflições e medos, mais teremos a oportunidade de constatar e observar as sincronicidades, os sinais que nos indicarão o melhor caminho a seguir. Perceber a rede de coincidências na nossa vida é apenas o primeiro estágio que nos permite entender e viver o sincronismo.
Quando você percebe essa “nova realidade”, tudo à sua volta começa a fazer sentido para você. Você não está sozinho nessa engrenagem, toda a natureza, o mundo, as pessoas, os acontecimentos e o universo estão interconectados a você. As suas coordenadas internas irão, passo a passo, identificando, restaurando, alimentando e delineando os detalhes da sua nova realidade e tudo à sua volta vai captando cada sinal emitido. É daí que surge o processo da sincronicidade que muito se assemelha a uma coincidência milagrosa.
Quanto mais atenção você der às supostas coincidências, mais provável é que elas apareçam, o que significa que você começa a ter cada vez mais acesso às mensagens que lhe estão sendo enviadas a respeito do caminho e da direção de sua vida.
"Jung afirmava que temos quatro funções básicas: razão, emoção, sensação e intuição. Cada um de nós tem uma dessas funções mais predominantes, mas quando trabalhamos internamente estas quatro funções de forma equilibrada, contribuiremos com a manifestação de uma quinta função, ou seja, uma nova função chamada sincronicidade. Isso é possível quando estamos sincronizados com a nossa essência interna, enfim, quando nossos passos desenham os anseios de nossa verdadeira natureza.
"Jung afirmava que temos quatro funções básicas: razão, emoção, sensação e intuição. Cada um de nós tem uma dessas funções mais predominantes, mas quando trabalhamos internamente estas quatro funções de forma equilibrada, contribuiremos com a manifestação de uma quinta função, ou seja, uma nova função chamada sincronicidade. Isso é possível quando estamos sincronizados com a nossa essência interna, enfim, quando nossos passos desenham os anseios de nossa verdadeira natureza.