《Sense Atividade》
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Espiritualidade, atendimentos em cartomancia, esoterismo, astrologia, mediunidade, quântica, filosofia de vida e etc.

Nascido em 27 de janeiro de 2017.

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Vanessa
Maria T
Filipe Albani

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História

Quando Mohammad Ibn Abdul Wahhab deu início às suas pregações, começou a sofrer oposição dos líderes religiosos locais, e por isso, em 1744, dirigiu-se para Wahhab Deraiya, onde o governante do lugar, Mohammad Ibn Saud, o fundador da dinastia que hoje governa a Arábia Saudita, aderiu às suas concepções religiosas.

De acordo com Maomé ibne Abdal Uaabe, um muçulmano deve fazer bayah (um juramento de fidelidade) ao governante muçulmano durante sua vida, enquanto o mesmo governar, segundo a shariah (jurisprudência) islâmica, para assegurar sua redenção depois da morte. E este governante deve governar, segundo a shariah e jurar fidelidade ao seu povo. Sendo assim, o objetivo deste movimento era de que o povo e o governante exercessem a shariah, assegurando que o povo conhecesse estas leis divinas.

Muhammad ibn Saud transformou seu reduto, Ad Diriyah, em um centro de estudos religiosos, sob a orientação de Maomé ibne Abdal Uaabe, enviando após o assentamento deste centro, milhares de fiéis com conhecimento dos princípios fundamentais da religião por toda a península arábica, golfo pérsico, Síria e Mesopotâmia.

Mesmo após o vice-rei do Egito Maomé Ali Paxá ter esmagado a autoridade política wahhabbi e ter destruído Ad Diriyah, em 1818, os estudos e as novas práticas permaneceram firmemente plantadas nas províncias do sul do Néjede e ao norte de Jabal Shammar.

Em 1902, a família de Al Saud chega ao poder novamente, com a captura de Riade por Abdul Aziz Ibn Saud, tornando-se o wahhabismo a ideologia da península.

A mensagem básica de Maomé ibne Abdal Uaabe foi o resgate dos princípios básicos do monoteísmo, baseados na Chahada (testemunho de fé) e na unicidade essencial de Alá (tawhid), que foi nada mais do que os princípios fundamentais do monoteísmo contidos no Alcorão.

O foco de Maomé ibne Abdal Uaabe na tawhid foi usada em contrapartida ao shirk (politeísmo), definido como um ato de associar qualquer pessoa ou objeto a poderes que devem ser atribuídos somente a Allah.

Partindo destes princípios, certos festivais religiosos foram proibidos (inclusive a comemoração do aniversário do profeta Maomé), velórios xiitas e rituais sufis. No início do século XIX , os wahhabbis destruíram túmulos em cemitério de homens considerados santos por aqueles muçulmanos daquela época, em Medina, onde era um local de oferendas e preces para os supostos homens santos (adorados como divindades).

Seguindo a escola jurídica de Amade ibne Hambal., os wahhabbi só aceitam o Alcorão e da Suna do profeta Maomé como princípios e ideologia.

Pela sua exclusiva interpretação do Alcorão e da Suna, a doutrina wahhabi descartou todas as interpretações que as escolas de jurisprudencia islâmica desenvolveram durante séculos de estudo para modelar a confusa e conflitante série de revelações enviadas no VII século por Deus à Maomé para aqueles tempos difíceis, interpretações estas que modelaram um modo de vida teocrático harmonioso e civilizado. Pela sua leitura seletiva nas passagens do Alcorão, que permitem perseguir e matar sem piedade, o wahhabismo efetivamente deixou de lado a central messagem de caridade, tolerancia, perdão e piedade do Alcorão.

O rei Fahd da Arábia Saudita, constantemente tem chamado os renegados (xiitas, sufis, etc) para se reorientarem-se na ijtihad (estudo dos princípios islâmicos, advindos do Alcorão e Suna), para tratar das novas situações que desafiam a modernização do reino.

Maomé ibne Abdal Uaabe dizia que havia três objetivos para o governo islâmico e sua sociedade: "crer em Allah, ordenar o bom comportamento e proibir o ilícito." Estes princípios foram realçados nos dois séculos seguintes perante a sociedade islâmica.

Com isto, foram criados os "mutaween", os quais são incentivadores morais da sociedade, estes, também servem como missionários e como "ministros da religião", que pregam nas mesquitas às sexta-feiras.

Além de obrigarem os homens à prática da oração pública, os "mutaween" também são responsáveis pelo fechamento das lojas nos horários das orações, pela busca das infrações da moralidade pública como
drogas (incluindo o álcool), música, dança, cabelo longo para os homens ou cabeças descobertas para as mulheres, e pela forma de vestir.

No início do século XX, com o crescimento do movimento wahhabismo, este foi um fator decisivo para Abd al Aziz criar uma união entre as tribos e províncias da península arábica, sob a liderança de Al Saud, que foi a base para a legitimização do estado da Arábia Saudita.

A divulgação e crescimento do Islam em grande parte foi a responsável pelo sucesso do movimento wahhabbi ao inspirar os ideais do movimento "Irmandade Muçulmana" (Ikhwan), a Al-Qaeda e o Estado Islâmico do Iraque e do Levante.

Em 1990, a liderança saudita não mais salientava sua identidade como herdeira do legado wahhabbi e nem os descendentes de Maomé ibne Abdal Uaabe, continuaram a ocupar os mais elevados postos na burocracia religiosa (vide vida da família Al-Saud). A influência wahhabbi na Arábia Saudita, no entanto, permaneceu materializada nas roupas, no comportamento público e na oração pública, as quais podem ser percebidas até hoje.
Qatar

A família Al-Thani, que governa o país desde 1878, emergiu graças ao wahhabismo, tendo também sido ajudada pela presença do Império Otomano. Deu-se a instauração da Charia segundo interpretação wahhabista e o poder foi centralizado.

Fonte: http://bit.ly/2ELnu4p
◇ RELIGIÕES NA TERRA ◇
Parte: 30
Assunto: Ismaelismo.
A corrente do islã chamada Ismaelismo é uma dissidência do xiismo, subdivisão do islã. Pode parecer um pouco confuso, mas conhecendo a história de como o islã foi dividido em xiita e sunita fica mais compreender como surgiu o grupo conhecido como Ismaelismo. Por ser uma corrente minoritária dentre os xiitas não é muito conhecida. Algumas vezes essa corrente é grafada erroneamente como “ismailismo”.
O Islã

Trata-se de uma religião monoteísta que tem como sua base o Alcorão, livro sagrado em que estaria o texto que seria a palavra literal de Deus. Os adeptos do Islã são chamados de muçulmanos e entendem que Maomé foi o último profeta.
A Divisão do Islã em Xiita e Sunita

Para que seja possível compreender a divisão dos xiitas que deu origem ao Ismaelismo é importante compreender como o islã se subdividiu em suas duas correntes principais: xiita e sunita. Tudo começou com o falecimento do profeta Maomé em 632, nesse momento o comando religioso passou para o seu sogro chamado Abu Bakr que passou a ser conhecido então como Khalifat rasul Allah que significa o sucessor do mensageiro de Deus.

Porém, o sogro de Maomé veio a falecer logo em seguida de maneira que foi necessário eleger um segundo califa para o comando religioso. O escolhido foi Omar, mas como sua aceitação não foi completa pelo grupo ele acabou sendo assassinado no ano de 644. Antes de falecer Omar havia escolhido um grupo de eleitores que foi responsável por escolher seu sucessor, Uthman (também grafado como Otman).
Ali – Primo e Genro de Maomé

A escolha de Uthman não se mostrou satisfatória para quem já não havia aceitado bem Omar. Isso porque parte dos seguidores do Islã acreditavam que já no lugar de Omar quem deveria ser o califa era Ali que era genro e primo de Maomé. Essa insatisfação com a escolha do califa gerou o grande cisma no Islã alguns anos após a morte do grande profeta.
Os Xiitas e os Sunitas

Aqueles que eram partidários de Ali como sucessor de Maomé passaram a ser chamados de xiitas. Para esse grupo o califa devia ter descendência direta com o profeta. O restante dos seguidores do Islã que não concordavam com essa questão da descendência recebeu o nome de sunitas.

Como argumento os xiitas usavam a última mensagem que Deus havia transmitido através de Maomé. No Ghadir-e-Khum, que significa “Vale do Lago”, Maomé reuniu o povo e disse que a mensagem de Deus era a seguinte: MAN KUTUM MOWLAHU FA-ALI MOWLA que significa “Para aqueles para quem eu sou senhor, Ali também será senhor”.
Imãs

Os xiitas reconheceram nos descendentes de Ali os seus imãs, guias espirituais. Porém, foi exatamente na questão de reconhecimentos dos imãs que surgiu a segunda divisão que deu origem aos Ismaelitas. Tudo ia bem até que chegou o sexto imã chamado Jafar as-Sadiq que teve dois filhos cujos nomes eram Ismael e Mussa. Para os ismaelitas Sadiq nomeou Ismael como o seu sucessor. Porém, Ismael morreu em 762, três anos antes de seu pai.


A grande discussão que surgiu é que alguns xiitas começaram a pensar que na verdade Ismael se escondeu a mando do seu pai. Assim surgiu a discussão a respeito de quem deveria ser o sétimo imã. Parte dos xiitas consideravam que Mussa deveria então ser nomeado enquanto outros – que passariam então a ser conhecidos como ismaelitas – acreditavam que a honra deveria ser de Ismael e na falta deste ser passada então a seu filho, Maomé.
A Subdivisão dos Xiitas

Sendo assim fica claro que aconteceu uma subdivisão entre os xiitas, todos acreditavam que o imã deveria ser descendente de Ali, porém, não chegavam a um acordo de quem seria tal pessoa. O grupo de ismaelitas foi rejeitado e perseguido não somente pelos sunitas como pelos próprios xiitas. Durante algum tempo o grupo não chamou muita atenção sendo que somente no século IX voltaria a pauta.
Os Ismaelitas e suas Conquistas

Foi durante o século IX que o grupo de ismaelitas se concentrou na Síria se tornando um grupo mais consolidado. Na Síria faziam oposição aos abássidas – califado fundado pelo tio de Maomé, o profeta Abbas ibn Abd al-Muttalib. No ano de 909 o grupo teve maior destaque através da figura de um ismaelita chamado Ubayd Allah al-Mahdi Billah que foi o fundador de um estado no norte da África, região que hoje conhecemos como Tunísia.
Dinastia Fatímida

O nome da dinastia passou a ser Fatímidas pelo fato de serem descendentes da filha de Maomé, Fátima e de Ali. Não demorou muito para que essa dinastia conquistasse o Egito e então fundaram a cidade do Cairo no ano de 969 que passou então a ser a capital da dinastia. Na história desse grupo houve um dos califas que foi denominado como sendo divino, al.Hakim que veio a falecer no ano de 1021.

Uma das ordens de Hakim foi que destruíssem a Basílica do Santo Sepulcro localizada em Jerusalém. Essa atitude foi uma das que contribuíram para as cruzadas. O ano de 1094 foi marcado por uma crise na sucessão do califado fatímida. O falecimento de califa al-Mustansir abriu uma discussão sobre quem deveria ficar em seu lugar. A disputa era entre os irmãos al-Musta’li e Nizar.

O apoio dos governantes ficou com al-Musta’li e os demais ficaram conhecidos como Nizaritas. O grupo que apoiava Nizar se refugiou em montanhas do Irã e da Síria. Foi na Síria que esse grupo criou uma seita que recebeu a denominação de hashashin que significa assassinos.
Semelhanças Entre os Grupos do Islã

A grande pergunta que fica quando o assunto é os diferentes grupos dentro do islã é se existem semelhanças entre eles uma vez que a relação é marcada por guerras e conflitos. Tanto xiitas como sunitas acreditam que existe apenas um Deus e que Maomé era o seu profeta. Os xiitas – inclusive os ismaelitas – acreditam que Ali foi o escolhido por Maomé para ser o seu sucessor. Para eles Ali recebeu o dom de interpretar as mensagens de Deus assim como Maomé.

Os ismaelitas assim como o restante dos xiitas acredita que a história do islã está dividida em sete eras sendo que em cada uma existe um profeta que traz uma escritura sagrada. Os profetas teriam um companheiro silencioso que está lá para revelar alguns aspectos das escrituras que podem ser esotéricos. Os primeiros seis profetas seriam Adão, Noé, Abraão, Moisés, Jesus e Maomé. O último teria em Ismael seu companheiro silencioso que regressaria como o profeta do último ciclo.

O sétimo ciclo é o último porque com ele viria o fim do mundo, até esse momento deveriam ser guardados segredos a respeito do conhecimento de maneira que somente os iniciados poderiam conhecer tais segredos.

Fonte: http://bit.ly/2HJhXkn
◇ RELIGIÕES NA TERRA ◇
Parte: 31
Assunto: Sufismo.
O sufismo (em árabe: تصوف; transl.: tasawwuf; em persa: صوفی‌گری; transl.: Sufi gari) é conhecida como a corrente mística e contemplativa do Islão. Os praticantes do sufismo, conhecidos como sufis, procuram desenvolver uma relação íntima, direta e contínua com Deus, utilizando-se das práticas espirituais transmitidas pelo profeta Maomé, com destaque para o zikr (a lembrança de Deus), orações e jejuns. Também incorpora práticas, como cânticos, música e movimentos, cuja legalidade é objeto de divergência de opinião entre teólogos e jurisprudentes islâmicos, de diversos países islâmicos, na interpretação da sharia, a lei divina.

O Tasawwuf, palavra árabe que designa o misticismo e esoterismo islâmicos, é conhecido no Ocidente como sufismo. Há duas correntes principais de entendimento islâmico: o sunismo e o xiismo, sendo que o sufismo é observado com mais vigor na corrente sunita. As ordens sufis (turuq) podem estar associadas ao Islão sunita ou xiita, pois não se trata de uma divisão dentro do Islão, mas sim a uma visão interior (esotérica) da vida e do ser. O pensamento sufi se fortaleceu no Médio Oriente no século VIII e hoje encontra-se por todo o mundo. Na Indonésia, assim como muitos outros países da Ásia, Oriente Médio e África, o islamismo foi introduzido através das ordens sufis. Segundo a Filosofia Perene de René Guénon e Frithjof Schuon, toda grande religião possui duas dimensões, a exotérica e a esotérica. A primeira diz respeito à "ação" e a segunda à "contemplação"; a primeira às leis e ordenamentos exteriores; a segunda, à interioridade e à mística.

Em resumo, o sufismo é um ramo do conhecimento no Islão, que trata dos aspectos internos da prática e da ética religiosa. Por aspectos internos, entenda-se o que se refere não somente às intenções, sentimentos e consciência, mas também aos aspectos mais intensos e profundos da espiritualidade, e em última instância ao coração.
Etimologia

Uma das teorias para alguns autores é que a palavra sufi é oriunda de suf, que significa "lã" em árabe. Aparentemente, seus primeiros praticantes tinham por hábito vestir-se com lã, como forma de demonstrar a sua simplicidade, sendo provavelmente influenciados pelos ascetas cristãos da Síria e da Palestina. A lã possuía também uma conotação espiritual nos tempos pré-islâmicos.

Para outros autores a origem deve ser procurada na palavra árabe safa, que significa "pureza".

Seja como for, para os grandes estudiosos de linguística, estas palavras têm origem no egípcio antigo, já que o árabe é um idioma substancialmente de influência egípcia, onde o radical "SF" tem como significado "pureza". Portanto, a palavra SUFI é de origem substancialmente egípcia, mas isto não quer dizer que o sufismo seja egípcio, e sim que teve sua base lá, pois o sufismo é atemporal, embora tenha conexões profundas com a sabedoria de todas as grandes culturas do passado, tais como: a egípcia, a celta, a persa e afins. A forma como se conhece hoje mais divulgada é a da ortodoxia muçulmana e foi dada pela revelação recebida pelo profeta Maomé e estruturado no século XI depois de Cristo. Sabemos que existem vários santos sufis muito anteriores a esta data, entretanto foi a partir do século XI que as escolas sufis começaram a se organizar como se apresentam nos modelos atuais.
Sufi: a flor do Oriente

Conhecido por muitos como o misticismo do Islão, o sufismo é uma filosofia de autoconhecimento e contato com o divino através de certas práticas as quais nem sempre seguem um padrão fixo e frequentemente parecem incompreensíveis a um observador que esteja fora do contexto de trabalho. Estas práticas devem ser aplicadas por um professor.

Os sufis acreditam que Deus é amoroso e o contato com ele pode ser alcançado pelos homens através de uma união mística, independente da religião praticada. Por este conceito de Deus, foram, muitas vezes, acusados de blasfêmia e perseguidos pelos próprios muçulmanos esotéricos, pois contrariavam a ideia convencional de Deus.

Hallaj (século X), um dos grandes representantes do sufismo, foi executado, pois ensinou, em estado de êxtase, que Deus e ele eram um; que havia atingido a identidade suprema. Como o ideal do sufismo era ascético, acreditavam que Jesus era tão importante quanto Maomé, que o Alcorão era tão essencial quanto a Bíblia ou a Torá. Quase um século e meio depois, Ghazali, um dos maiores pensadores do mundo e seguidor sufi, disseminava a ideia de que a verdade mística não pode ser aprendida, mas sim experimentada por meio do êxtase.

Para os sufis muçulmanos, a origem histórica da sua religiosidade pode ser encontrada nas práticas meditativas do profeta Maomé. Este tinha por hábito refugiar-se nas cavernas das montanhas de Meca onde se dedicava à meditação e ao jejum. Foi durante um desses retiros que Maomé recebeu a visita do anjo Gabriel, que lhe comunicou a primeira revelação de Deus.

Encontramos seguidores desta corrente em todos os segmentos sociais: camponeses, donas de casa, advogados, comerciantes, professores. Sua filosofia básica é: "Estar no mundo, mas não ser dele", livre da ambição, da cobiça, do orgulho intelectual, da cega obediência ao costume ou do respeitoso temor às pessoas de posição mais elevada.
O caminho sufi na história do homem

O sufismo ortodoxo de influência muçulmana pode ser dividido historicamente nos períodos antigo, clássico, medieval e moderno. Um dos fatos marcantes do período clássico foi à crucificação de Husayn ibn Mansur al-Hallaj, acusado de heresia, em 922, após declarar "Eu sou a verdade".

Foi na época medieval, entretanto, que os sufis aprenderam a disfarçar em poesias complexas qualquer afirmação que pudesse ser considerada um desafio à crença do "Deus Único". Assim, só mesmo os esclarecidos podiam decifrá-las.

Durante a Idade Média, Abu Hamid al-Ghazzali (1059-1111) afastou-se da vida mundana para empreender uma busca por Deus. Seus escritos ajudaram a combinar os aspectos heréticos do sufismo com o islamismo ortodoxo. Em números, os sufis atingiram o auge na era moderna, entre 1550 e 1800. Hoje o sufismo é, muitas vezes, praticado em segredo nos países muçulmanos, enquanto na Índia e em muitos países do ocidente ele comanda um fiel grupo de seguidores.

Fonte: http://bit.ly/2HF4IxG
◇ RELIGIÕES NA TERRA ◇
Parte: 32
Assunto: Ibadismo