O público
Local onde se pode beber e fumar e onde se serve o Ajeum (refeição, comida), sendo um lugar que se é permitido maior descontração. Quintal.
Local onde se pode beber e fumar e onde se serve o Ajeum (refeição, comida), sendo um lugar que se é permitido maior descontração. Quintal.
O sagrado
Onde se encontram os atabaques e onde é executado o xirê do santo, saídas e obrigações - Sala.
Onde se guardam todos os apetrechos e vestimentas dos Orixás - Peji.
Onde estão guardados parte dos segredos da Roça-de-santo e onde são realizadas as iniciações - Roncó.
Onde se preparam todas as comidas de santo - Cozinha-de-santo.
Onde ficam os igbás e os objetos mais sagrados dos Orixás - Quartos-de-santo.
Fonte: tinyurl.com/yxaranhe
Onde se encontram os atabaques e onde é executado o xirê do santo, saídas e obrigações - Sala.
Onde se guardam todos os apetrechos e vestimentas dos Orixás - Peji.
Onde estão guardados parte dos segredos da Roça-de-santo e onde são realizadas as iniciações - Roncó.
Onde se preparam todas as comidas de santo - Cozinha-de-santo.
Onde ficam os igbás e os objetos mais sagrados dos Orixás - Quartos-de-santo.
Fonte: tinyurl.com/yxaranhe
Wikipedia
Omolokô
Omolokô é uma religião sincrética praticada no Brasil tendo como base elementos africanistas, espíritas e ameríndios.
◇ RELIGIÕES NA TERRA ◇
Parte: 69
Assunto: Terecô
Parte: 69
Assunto: Terecô
Terecô é a denominação de uma das religiões afro-brasileiras da cidades de Codó no Maranhão, Teresina no Piauí , Porto Alegre no Rio Grande do Sul ,e Bacabal no Maranhão. Também é chamado de Encantaria de Maria Bárbara Soeira, Tambor da Mata ou simplesmente Mata.
Embora alguns de seus elementos identificados como jejes e nagôs, o Terecô possui sua identidade mais atrelada à cultura banto (Angola e Cambinda), tendo como língua ritual é o português. Encontra-se integrado ao Tambor de Mina e à Umbanda, absorvendo os elementos da Encantaria ("encantados da linha da mata").
A origem do termo poderia ser banta, derivando a de “intelêkô” e teria o mesmo significado que Candomblé. Já se acreditou que poderia ter se originado da imitação do som dos tambores da Mata.
Segundo Freire(2018), no estado do Maranhão é possível encontrar diversos terreiros de Terecô: Açailândia (MA), Codó (MA), Pedreiras (MA), Bela Vista do Maranhão (MA), Bom Jardim (MA), Bom Jesus das Selvas (MA), São Luís Gonzaga do Maranhão (MA), Coroatá (MA), São Mateus (MA), Santa Inês (MA), Caxias (MA), Conceição do Lago-Açu (MA), Dom Pedro (MA), Esperantinópolis (MA), Lago da Pedra (MA), Presidente Dutra (MA), Trizidela do Vale (MA), Lago Verde (MA), Alto Alegre do Maranhão (MA), Peritoró (MA), Imperatriz (MA), São Luís do Maranhão (MA), Lima Campos (MA), Bom Lugar (MA), Brejo (MA), Pindaré-Mirim (MA), Pio XII (MA), Bela Vista (MA), Tufilândia (MA) e Timom (MA).
O Terecô teria se originado de práticas religiosas de antigos escravizados que viviam nas fazendas de algodão de Codó e em suas redondezas, nas matas de coco (babaçu), na bacia do rio Itapecuru, ate o início da prática na zona urbana às margens da Lagoa do Pajeleiro, nas primeiras década do século XX.
Os sacerdotes desempenham funções de rezadores e curandeiros, tipificados de origem indígena, cultuam cablocos,e integram elementos de tradição religiosas africanas.
Muitos terecozeiros ficaram famosos por trabalhos de magia, inclusive tendo políticos como clientes, como pai-de-santo Bita do Barão. Estima-se que Codó tenha cerca de 300 terreiros de Terecô e Umbanda, o que lhe rendeu a fama nacional de capital da magia.
O terreiro é o espaço (privado) aberto em frente ou ao lado da casa, destinado a realização de danças ao ar livre, em oposição a rua e salão. Algumas das entidades são a Seu Légua Boji, Pedro Angassu, Rei Cacamador, Tói Averequête, Tói Jagorobossú, Nochê Sobô Babadi, Tói Zomadônu, Seu João da Mata, e Colimaneiro de Amaceda. Embora no Terecô sejam cultuados voduns africanos jeje-nagô do Tambor de Mina da capital, os transes ocorrem principalmente com “voduns da Mata”.
Fonte: tinyurl.com/y6maa34e
Embora alguns de seus elementos identificados como jejes e nagôs, o Terecô possui sua identidade mais atrelada à cultura banto (Angola e Cambinda), tendo como língua ritual é o português. Encontra-se integrado ao Tambor de Mina e à Umbanda, absorvendo os elementos da Encantaria ("encantados da linha da mata").
A origem do termo poderia ser banta, derivando a de “intelêkô” e teria o mesmo significado que Candomblé. Já se acreditou que poderia ter se originado da imitação do som dos tambores da Mata.
Segundo Freire(2018), no estado do Maranhão é possível encontrar diversos terreiros de Terecô: Açailândia (MA), Codó (MA), Pedreiras (MA), Bela Vista do Maranhão (MA), Bom Jardim (MA), Bom Jesus das Selvas (MA), São Luís Gonzaga do Maranhão (MA), Coroatá (MA), São Mateus (MA), Santa Inês (MA), Caxias (MA), Conceição do Lago-Açu (MA), Dom Pedro (MA), Esperantinópolis (MA), Lago da Pedra (MA), Presidente Dutra (MA), Trizidela do Vale (MA), Lago Verde (MA), Alto Alegre do Maranhão (MA), Peritoró (MA), Imperatriz (MA), São Luís do Maranhão (MA), Lima Campos (MA), Bom Lugar (MA), Brejo (MA), Pindaré-Mirim (MA), Pio XII (MA), Bela Vista (MA), Tufilândia (MA) e Timom (MA).
O Terecô teria se originado de práticas religiosas de antigos escravizados que viviam nas fazendas de algodão de Codó e em suas redondezas, nas matas de coco (babaçu), na bacia do rio Itapecuru, ate o início da prática na zona urbana às margens da Lagoa do Pajeleiro, nas primeiras década do século XX.
Os sacerdotes desempenham funções de rezadores e curandeiros, tipificados de origem indígena, cultuam cablocos,e integram elementos de tradição religiosas africanas.
Muitos terecozeiros ficaram famosos por trabalhos de magia, inclusive tendo políticos como clientes, como pai-de-santo Bita do Barão. Estima-se que Codó tenha cerca de 300 terreiros de Terecô e Umbanda, o que lhe rendeu a fama nacional de capital da magia.
O terreiro é o espaço (privado) aberto em frente ou ao lado da casa, destinado a realização de danças ao ar livre, em oposição a rua e salão. Algumas das entidades são a Seu Légua Boji, Pedro Angassu, Rei Cacamador, Tói Averequête, Tói Jagorobossú, Nochê Sobô Babadi, Tói Zomadônu, Seu João da Mata, e Colimaneiro de Amaceda. Embora no Terecô sejam cultuados voduns africanos jeje-nagô do Tambor de Mina da capital, os transes ocorrem principalmente com “voduns da Mata”.
Fonte: tinyurl.com/y6maa34e
Wikipedia
Terecô
Terecô é a denominação de uma das religiões afro-brasileiras da cidades de Codó no Maranhão, Teresina no Piauí , Porto Alegre no Rio Grande do Sul ,e Bacabal no Maranhão. Também é chamado de Encantaria de Maria Bárbara Soeira, Tambor da Mata ou simplesmente…
◇ RELIGIÕES NA TERRA ◇
Parte: 70
Assunto: Santeria
Parte: 70
Assunto: Santeria
De acordo com a autora Kristine Wirtz (2007), Santería é vinda da religião iorubá trazida para o Novo Mundo pelo povo Yoruba escravizado, juntamente com o cristianismo e as religiões dos povos indígenas das Américas . O povo iorubá carregava consigo vários costumes religiosos, incluindo um sistema de transe e adivinhação para se comunicar com seus ancestrais e divindades, sacrifícios de animais, e tambores e danças sagrados. Com a necessidade de preservar suas tradições e em um ambiente cultural, levou os escravizados em Cuba a fundirem seus custumes com aspectos do catolicismo, sendo isso a partir do ano de 1515. (WIRTZ, 2007). A população “santérica” tem como adoração entidades, que por sua vez são exemplificadas através da oralidade.
História
A Santería tem uma visão de mundo homogênea, discreta, completamente explícita e coerente centrada em um "apunhado" de deidades iorubás e informada por um conjunto fixo de textos orais conhecidos como patakines que transmitem histórias parecidas com as parábolas da bíblia e outros personagens fixos. Sua lista de rituais, canções, orações e saberes herbais são frequentemente apresentados em termos prescritivos e livros como manuais de instruções. Essa maneira de definir a Santería, que certamente é verdadeira para muitos santeros, claramente se refere à metaculturalidade. Não há indícios de debate sobre rótulos como “religião”, nenhum indício de sobreposição com outras religiões cubanas, e nenhum indício de desacordos ou lutas sobre o significado e a filiação dentro das fileiras de praticantes. Para entender completamente tais retratos da Santeria seria necessário traçar suas origens em gêneros, tais como manuais religiosos escritos por praticantes, estudos folclóricos cubanos e relatos antropológicos estruturalistas de religiões não-ocidentais, e pensar sobre como os autores e consumidores de religiões não-ocidentais pensam. (WIRTZ, 2007, p. 25).
Tendo como forma principal de transferência de conhecimento a oralidade, pode ser destacado os meios de aprendizagem santerica, como constituido por ideias e historias ao logo de gerações.
A Santería tem uma visão de mundo homogênea, discreta, completamente explícita e coerente centrada em um "apunhado" de deidades iorubás e informada por um conjunto fixo de textos orais conhecidos como patakines que transmitem histórias parecidas com as parábolas da bíblia e outros personagens fixos. Sua lista de rituais, canções, orações e saberes herbais são frequentemente apresentados em termos prescritivos e livros como manuais de instruções. Essa maneira de definir a Santería, que certamente é verdadeira para muitos santeros, claramente se refere à metaculturalidade. Não há indícios de debate sobre rótulos como “religião”, nenhum indício de sobreposição com outras religiões cubanas, e nenhum indício de desacordos ou lutas sobre o significado e a filiação dentro das fileiras de praticantes. Para entender completamente tais retratos da Santeria seria necessário traçar suas origens em gêneros, tais como manuais religiosos escritos por praticantes, estudos folclóricos cubanos e relatos antropológicos estruturalistas de religiões não-ocidentais, e pensar sobre como os autores e consumidores de religiões não-ocidentais pensam. (WIRTZ, 2007, p. 25).
Tendo como forma principal de transferência de conhecimento a oralidade, pode ser destacado os meios de aprendizagem santerica, como constituido por ideias e historias ao logo de gerações.
Transferência de Costumes
Os Santeros falam sobre a sua história e a importância do passado no presente mais frequentemente através do idioma do parentesco ritual. Relacionamentos de padrodelação ligam os iniciados de Santería a linhagens rituais que remontam a várias gerações e unem praticantes vivos a “casas de rituais”. As requisitadas invocações rituais que abrem todo tipo de atividade ritual, conhecida como moyubá, exigem que os santeros recitem os nomes dos rituais. aqueles que eles consideram fazer parte de sua linhagem ritual. Outras seções da lista de invocação falecidas e vínculos vivos na linhagem ritual do santero, cuja cooperação é necessária para que ocorra uma comunicação adequada com os orichas. (WIRTZ, 2007, p. 53).
Muitos ativistas de direitos dos animais atacam a prática da Santeria de sacrifício animal, declarando que é cruel. Os seguidores de Santeria alegam que as matanças são conduzidas da mesma maneira que animais são abatidos para consumo e isto não é necessariamente sádico.
Em 1993, a Corte Suprema dos Estados Unidos estabeleceu que leis de crueldade contra animais dirigidas especificamente contra a Santeria eram inconstitucionais e a prática não viu nenhum desafio legal significativo desde então.
Os Santeros falam sobre a sua história e a importância do passado no presente mais frequentemente através do idioma do parentesco ritual. Relacionamentos de padrodelação ligam os iniciados de Santería a linhagens rituais que remontam a várias gerações e unem praticantes vivos a “casas de rituais”. As requisitadas invocações rituais que abrem todo tipo de atividade ritual, conhecida como moyubá, exigem que os santeros recitem os nomes dos rituais. aqueles que eles consideram fazer parte de sua linhagem ritual. Outras seções da lista de invocação falecidas e vínculos vivos na linhagem ritual do santero, cuja cooperação é necessária para que ocorra uma comunicação adequada com os orichas. (WIRTZ, 2007, p. 53).
Muitos ativistas de direitos dos animais atacam a prática da Santeria de sacrifício animal, declarando que é cruel. Os seguidores de Santeria alegam que as matanças são conduzidas da mesma maneira que animais são abatidos para consumo e isto não é necessariamente sádico.
Em 1993, a Corte Suprema dos Estados Unidos estabeleceu que leis de crueldade contra animais dirigidas especificamente contra a Santeria eram inconstitucionais e a prática não viu nenhum desafio legal significativo desde então.
Wikipedia
Sacrifício
Sacrifício (do Latim: Sacrificium; literalmente: "ofício sagrado"), também conhecido como imolação, oblação, oblata, oferenda ou oferta, é a prática de oferecer aos deuses, na qualidade de alimento, a vida (designada como "vítima") de animais, humanos, colheitas…
Costumes
A distinção dos adeptos pode ser reparada através de vestimentas e formas de convívio em sociedade, sendo muito bem representada na cidade de Habana, Cuba.
Os santeros não se preocupam apenas com a linhagem ritual durante as cerimônias. Eles também se referem frequentemente a laços de parentesco ritual ou diferenças entre linhagens rituais na conversa cotidiana. Os santeros às vezes reconheciam tacitamente as responsabilidades do parentesco ritual quando pediam favores, exigiam respeito ou atenção, pediam ajuda ou conselhos para uma cerimônia ou decidiam ensinar algo a alguém. Frequentemente os ouvi mencionar explicitamente tais ligações, como quando um padrinho lembrava a sua afilhada que o respeitasse como padrinho ou quando um santero disse a um santerista sênior que ele a chamou em sua invocação porque ela estava presente para a iniciação dele. (WIRTZ, 2007, p. 53).
A distinção dos adeptos pode ser reparada através de vestimentas e formas de convívio em sociedade, sendo muito bem representada na cidade de Habana, Cuba.
Os santeros não se preocupam apenas com a linhagem ritual durante as cerimônias. Eles também se referem frequentemente a laços de parentesco ritual ou diferenças entre linhagens rituais na conversa cotidiana. Os santeros às vezes reconheciam tacitamente as responsabilidades do parentesco ritual quando pediam favores, exigiam respeito ou atenção, pediam ajuda ou conselhos para uma cerimônia ou decidiam ensinar algo a alguém. Frequentemente os ouvi mencionar explicitamente tais ligações, como quando um padrinho lembrava a sua afilhada que o respeitasse como padrinho ou quando um santero disse a um santerista sênior que ele a chamou em sua invocação porque ela estava presente para a iniciação dele. (WIRTZ, 2007, p. 53).
Práticas
A forma de prática religiosa apresentada na santeria pode ser encontrada em livros e principalmente através da oralidade, encontrada por sua vez em casas de encontros.
A santería não usa um credo central para suas práticas religiosas; embora seja entendido em termos de seus rituais e cerimônias. Esses rituais e cerimônias acontecem no que é conhecido como uma casa-templo ou casa de santos (casa dos santos), também conhecida como ilé . A maioria dos iléss está nas casas dos sacerdotes e sacerdotisas iniciados. Ossantuários Ilé são construídos, pelos sacerdotes e sacerdotisas, para os orichás diferentes, o que cria um espaço para o culto, chamado de igbodu (altar). Em um igbodu há uma exibição de três tronos distintos (cobertos com cetim azul royal, branco e vermelho) que representam os assentos das rainhas, reis e os guerreiros deificados. (Obtendo os ilekes, médio asiento, los guerreiros, assento, pós-iniciação, clero, são exemplos de rituais que serão melhores exemplificados ao longo do trabalho). (WIRTZ, 2007, p. 85).
Fonte: tinyurl.com/yydzvr4n
A forma de prática religiosa apresentada na santeria pode ser encontrada em livros e principalmente através da oralidade, encontrada por sua vez em casas de encontros.
A santería não usa um credo central para suas práticas religiosas; embora seja entendido em termos de seus rituais e cerimônias. Esses rituais e cerimônias acontecem no que é conhecido como uma casa-templo ou casa de santos (casa dos santos), também conhecida como ilé . A maioria dos iléss está nas casas dos sacerdotes e sacerdotisas iniciados. Ossantuários Ilé são construídos, pelos sacerdotes e sacerdotisas, para os orichás diferentes, o que cria um espaço para o culto, chamado de igbodu (altar). Em um igbodu há uma exibição de três tronos distintos (cobertos com cetim azul royal, branco e vermelho) que representam os assentos das rainhas, reis e os guerreiros deificados. (Obtendo os ilekes, médio asiento, los guerreiros, assento, pós-iniciação, clero, são exemplos de rituais que serão melhores exemplificados ao longo do trabalho). (WIRTZ, 2007, p. 85).
Fonte: tinyurl.com/yydzvr4n
Wikipedia
Santeria
De acordo com a autora Kristine Wirtz (2007), Santería é vinda da religião iorubá trazida para o Novo Mundo pelo povo Yoruba escravizado, juntamente com o cristianismo e as religiões dos povos indígenas das Américas . O povo iorubá carregava consigo vários…
◇ RELIGIÕES NA TERRA ◇
Parte: 71
Assunto: Palo
Parte: 71
Assunto: Palo
Palo ou Las Reglas de Congo são grupos de denominações estreitamente relacionadas, de origem bantu, desenvolvidas em Cuba por escravos oriundos da África Central. Outros nomes associados aos diversos ramos desta religião incluem: Palo Monte, Palo Mayombe, Brillumba e Kimbisa.
A palavra palo foi aplicada a esse culto devido ao uso de estátuas entalhadas em madeira (ou palo; em português, 'pau') no altar. Outra hipótese, mais próxima da religião, aponta a equivalência entre as palavras "palo" e 'árvore', sendo as árvores os locais onde habitam os espíritos, segundo as religiões africanas.
Os seguidores do Palo' são denominados paleros ou Nganguleros. A participação nestes grupos é precedida de uma cerimônia de iniciação, realizada em uma "casa" ou templo.
A estrutura hierárquica segue o modelado de uma família, o que é especialmente significativo, dado que, durante a escravidão africana, as famílias de sangue foram separadas, e as linhagens, quebradas.
No universo Bantu, Deus é conhecido como Nsambi ou Nsambia. Os espíritos cultuados no Palo são os Mpungos. Cada Mpungo controla um determinado aspecto ou domínio da vida e da natureza.
O Palo tem suas raízes na bacia do Congo, na África Central, de onde muitos africanos foram levados, como escravos, para Cuba. Assim, grande parte dos cantos litúrgicos Palo Monte e invocações é formulada em uma mistura de espanhol e línguas Kikongo. Outras influências foram introduzidas em razão da presença do culto em outros países da América Latina. Durante meados do século XX, o Palo começou a difundir-se fora das comunidades cubanas, nos Estados Unidos, na Venezuela, Colômbia e Porto Rico. Afro-latinos e anglo-americanos aderiram a essa tradição. A religião permanece completamente cubana quanto ao caráter, no entanto, é assim que é praticado em sua forma tradicional.
O número de seguidores de Palo em Cuba não é conhecido, presume-se que um baixo índice de cubanos, especialmente nas zonas de Havana, Matanzas e nas zonas orientais da ilha, acredita em todos ou na maioria de seus princípios.
A palavra palo foi aplicada a esse culto devido ao uso de estátuas entalhadas em madeira (ou palo; em português, 'pau') no altar. Outra hipótese, mais próxima da religião, aponta a equivalência entre as palavras "palo" e 'árvore', sendo as árvores os locais onde habitam os espíritos, segundo as religiões africanas.
Os seguidores do Palo' são denominados paleros ou Nganguleros. A participação nestes grupos é precedida de uma cerimônia de iniciação, realizada em uma "casa" ou templo.
A estrutura hierárquica segue o modelado de uma família, o que é especialmente significativo, dado que, durante a escravidão africana, as famílias de sangue foram separadas, e as linhagens, quebradas.
No universo Bantu, Deus é conhecido como Nsambi ou Nsambia. Os espíritos cultuados no Palo são os Mpungos. Cada Mpungo controla um determinado aspecto ou domínio da vida e da natureza.
O Palo tem suas raízes na bacia do Congo, na África Central, de onde muitos africanos foram levados, como escravos, para Cuba. Assim, grande parte dos cantos litúrgicos Palo Monte e invocações é formulada em uma mistura de espanhol e línguas Kikongo. Outras influências foram introduzidas em razão da presença do culto em outros países da América Latina. Durante meados do século XX, o Palo começou a difundir-se fora das comunidades cubanas, nos Estados Unidos, na Venezuela, Colômbia e Porto Rico. Afro-latinos e anglo-americanos aderiram a essa tradição. A religião permanece completamente cubana quanto ao caráter, no entanto, é assim que é praticado em sua forma tradicional.
O número de seguidores de Palo em Cuba não é conhecido, presume-se que um baixo índice de cubanos, especialmente nas zonas de Havana, Matanzas e nas zonas orientais da ilha, acredita em todos ou na maioria de seus princípios.
Sistema de crenças e rituais
O sistema de crenças em "Palo" reside em dois pilares: A crença nos poderes naturais e a veneração dos espíritos de seus ancestrais. Os objetos naturais e especialmente os bastões, são considerados com poderes frequentemente ligados aos poderes infundidos pelos espíritos. Esses objetos são conhecidos como "nganga" e são o objeto central dos rituais mágicos e da prática religiosa de Palo. Um certo número de espíritos chamados "Mpungu" habitam dentro de Nkisi (Medicina sagrada). Os Mpungu são bem conhecidos no nome e ritual e são reverenciados como deuses. Eles são as entidades poderosas, mas localizadas abaixo do Deus Zambi, o Alto ou Nzambi.
O culto e a prática de Palo estão centrados no altar ou receptáculo conhecido como Nganga ou Prenda. É um espaço consagrado, cheio de terra sagrada, gravetos, restos humanos e outros objetos. Cada prenda esta dedicada a um espírito Nkisi especifico. Este espaço religioso esta também habitado por uma pessoa morta ou o espírito de uma pessoa morta (em raras ocasiões, o ancestral direto do dono do objeto), que serve de guia para todas as atividades religiosas relacionadas ao Nganga.
Os métodos de adivinhação usados em Palo são vários. Um chamado Chamalongo utiliza conchas ou discos de vários materiais, frequentemente cascas duras de Coco. Um método mais tradicional, chamado Vititi Mensu para "ver ou adivinhar" é usando o chifre de um animal santificado coberto com um espelho.
O sistema de crenças em "Palo" reside em dois pilares: A crença nos poderes naturais e a veneração dos espíritos de seus ancestrais. Os objetos naturais e especialmente os bastões, são considerados com poderes frequentemente ligados aos poderes infundidos pelos espíritos. Esses objetos são conhecidos como "nganga" e são o objeto central dos rituais mágicos e da prática religiosa de Palo. Um certo número de espíritos chamados "Mpungu" habitam dentro de Nkisi (Medicina sagrada). Os Mpungu são bem conhecidos no nome e ritual e são reverenciados como deuses. Eles são as entidades poderosas, mas localizadas abaixo do Deus Zambi, o Alto ou Nzambi.
O culto e a prática de Palo estão centrados no altar ou receptáculo conhecido como Nganga ou Prenda. É um espaço consagrado, cheio de terra sagrada, gravetos, restos humanos e outros objetos. Cada prenda esta dedicada a um espírito Nkisi especifico. Este espaço religioso esta também habitado por uma pessoa morta ou o espírito de uma pessoa morta (em raras ocasiões, o ancestral direto do dono do objeto), que serve de guia para todas as atividades religiosas relacionadas ao Nganga.
Os métodos de adivinhação usados em Palo são vários. Um chamado Chamalongo utiliza conchas ou discos de vários materiais, frequentemente cascas duras de Coco. Um método mais tradicional, chamado Vititi Mensu para "ver ou adivinhar" é usando o chifre de um animal santificado coberto com um espelho.
Sincretismo
O sincretismo religioso, em particular o uso da cruz cristã e imagens de Santos Católicos como representações de Nkisi, podem ser vistas em algumas casas Palo chamadas Palo Cristiano, mas em outras casas chamadas Palo Judío (sem qualquer relação com a religião judaica), não há combinação com imagens católicas. O termo "judeu" é antes uma espécie de abreviatura metafórica para se referir àqueles que se recusam a se tornar cristãos, é o caso do Congo puramente africano.
O Reino do Congo tinha se convertido oficialmente ao catolicismo, enquanto era uma nação independente durante os anos 1400 e que o movimento sincrético afro-católico se estendeu durante a era da escravidão. Atingindo maior altura sob a liderança de Kimpa Vita (Um profeta congolês, 1684-1706), que promoveu Santo Antonio de Pádua como "um segundo Deus". Portanto, é evidente que muito do sincretismo dado em Palo Cristiano, em oposição ao Palo Judío, teve suas origens na África e não em Cuba.
A identidade de Nkisi é nebulosa porque os autores, por outro lado, consideram intrusos da religião ou das casas de Palo Cristiano tentaram associar Nkisi com os Orishas da Santería, que é uma religião diferente. Assim, a entidade "Nsambi Munalembe" (também conhecida como "Nsasi" senhor dos "7 raios" e outros nomes diferentes) foi equiparada a Santa Barbara (no catolicismo) ou Chango (Shango) na Santería.
A causa do sincretismo com o espiritismo de Allan Kardec, em muitas Casas Palo se oficia uma Missa espiritual, em razão de identificar aos espíritos principais que ajudarão a desenvolver uma vida. Esses guias geralmente falam por possessão e podem dar conselhos diretos.
O sincretismo religioso, em particular o uso da cruz cristã e imagens de Santos Católicos como representações de Nkisi, podem ser vistas em algumas casas Palo chamadas Palo Cristiano, mas em outras casas chamadas Palo Judío (sem qualquer relação com a religião judaica), não há combinação com imagens católicas. O termo "judeu" é antes uma espécie de abreviatura metafórica para se referir àqueles que se recusam a se tornar cristãos, é o caso do Congo puramente africano.
O Reino do Congo tinha se convertido oficialmente ao catolicismo, enquanto era uma nação independente durante os anos 1400 e que o movimento sincrético afro-católico se estendeu durante a era da escravidão. Atingindo maior altura sob a liderança de Kimpa Vita (Um profeta congolês, 1684-1706), que promoveu Santo Antonio de Pádua como "um segundo Deus". Portanto, é evidente que muito do sincretismo dado em Palo Cristiano, em oposição ao Palo Judío, teve suas origens na África e não em Cuba.
A identidade de Nkisi é nebulosa porque os autores, por outro lado, consideram intrusos da religião ou das casas de Palo Cristiano tentaram associar Nkisi com os Orishas da Santería, que é uma religião diferente. Assim, a entidade "Nsambi Munalembe" (também conhecida como "Nsasi" senhor dos "7 raios" e outros nomes diferentes) foi equiparada a Santa Barbara (no catolicismo) ou Chango (Shango) na Santería.
A causa do sincretismo com o espiritismo de Allan Kardec, em muitas Casas Palo se oficia uma Missa espiritual, em razão de identificar aos espíritos principais que ajudarão a desenvolver uma vida. Esses guias geralmente falam por possessão e podem dar conselhos diretos.
Religiões relacionadas
As religiões do Congo vieram para a América através de diferentes rotas além de Cuba. No Brasil as religiões do Congo são conhecidas como Umbanda, Quimbanda Candomblé do Congo ou do Condomblé de Angola. O mais próximo da tradição de Palo Cubano é a Quimbanda.
Na Jamaica, Bahamas e Ilhas Virgens as religiões baseadas no rito do Congo são chamadas Kumina ou quando são vistas como formas mágicas sem o ritual litúrgico que são chamados Obeah .
Intimamente relacionado a Palo na prática mas, como Obeah que deixa de lado os aspectos teológicos e litúrgicos, é a forma de magia popular conhecida como hoodoo (azar), conjuração ou trabalho com raízes. A notável semelhança entre essas tradições é que o centro dessas crenças está no rito do Congo.
As religiões do Congo vieram para a América através de diferentes rotas além de Cuba. No Brasil as religiões do Congo são conhecidas como Umbanda, Quimbanda Candomblé do Congo ou do Condomblé de Angola. O mais próximo da tradição de Palo Cubano é a Quimbanda.
Na Jamaica, Bahamas e Ilhas Virgens as religiões baseadas no rito do Congo são chamadas Kumina ou quando são vistas como formas mágicas sem o ritual litúrgico que são chamados Obeah .
Intimamente relacionado a Palo na prática mas, como Obeah que deixa de lado os aspectos teológicos e litúrgicos, é a forma de magia popular conhecida como hoodoo (azar), conjuração ou trabalho com raízes. A notável semelhança entre essas tradições é que o centro dessas crenças está no rito do Congo.
Panteão
O nível mais alto do panteão da religião Palo é ocupado pelo Deus criador, Nzambi. Os Mpungu (ou kimpungulu -no plural-) são espíritos ou divindades encapsulados em navios ou centros (Nkisi) representando aspectos da natureza, como trovão, agricultura, vento. Outros espíritos habitam nos Nkisi são os Nfuri(espíritos vagabundos ou fantasmas), Bakalu (espíritos ancestrais) e Nfumbe (espíritos anônimos)
O nível mais alto do panteão da religião Palo é ocupado pelo Deus criador, Nzambi. Os Mpungu (ou kimpungulu -no plural-) são espíritos ou divindades encapsulados em navios ou centros (Nkisi) representando aspectos da natureza, como trovão, agricultura, vento. Outros espíritos habitam nos Nkisi são os Nfuri(espíritos vagabundos ou fantasmas), Bakalu (espíritos ancestrais) e Nfumbe (espíritos anônimos)
Deuses mais altos
Nzambi (Nsambi, Sambia, Nsambiampungo, Pungun Sambia, Sambia Liri, Sambia Surukuru, Sambi Bilongo) - Ele não é atualmente considerado um Mpungu, mas um deus alto, criador do universo. Equivalente a Olorun da mitologia Yoruba .
Lungombe (Lukankanse, Kadiampembe) - Entidade negativa Nzambi, em muitos aspectos semelhante ao demônio cristão.
Nzambi (Nsambi, Sambia, Nsambiampungo, Pungun Sambia, Sambia Liri, Sambia Surukuru, Sambi Bilongo) - Ele não é atualmente considerado um Mpungu, mas um deus alto, criador do universo. Equivalente a Olorun da mitologia Yoruba .
Lungombe (Lukankanse, Kadiampembe) - Entidade negativa Nzambi, em muitos aspectos semelhante ao demônio cristão.
Mpungu
Kobayende (Cobayende, Pata Llaga, Tata Pansua, Tata Nfumbe, Tata Funde, Tata Fumbe, Pungun Futila, Tata Kañeñe) - deus da morte, deus das doenças associadas com São Lázaro, equivalente a Babalu Aye.
Mariguanda (Pungu Mama Wanga, Centella Ndoki, Yaya Kengue, Mariwanga, Mama Linda, Campo Santo) - guardião da porta entre a vida e a morte. Associado com Santa Teresa e Oya Yansa
Gurunfinda - deus da floresta e ervas. Associado com San Noberto No-Nato ou San Silvestre.
Nkuyu (Nkuyo, Mañunga, Lubaniba, Lucero) - Divindade de florestas e estradas, orientação e equilíbrio. Associado com San Antonio, equivalente a Eshu.
Má Lango (Madre de Agua, Kalunga, Mama Kalunga, Pungo Kasimba, Mama Umba, Mbumba Mamba, Nkita Kiamasa, Nkita Kuna Mamba, Baluande) - deusa da água e fertilidade. Também conhecida como a Virgen de Regla, padroeira do porto de Havana, equivalente a Yemanjá.
Chola Wengue (Mama Chola, Chola nengue) - Deusa da riqueza e prazeres. Associado com La Virgen de la Caridad del Cobre, santa padroeira de Cuba, eq. Oshun.
Kimbabula (Kabanga, Madioma, Mpungo Lomboan Fula, Nsambia Munalembe, Tonde, Daday, Munalendo, Padre Tiempo) - Deus da adivinhação e dos ventos. Associado a San Francisco, eq. Orunmila.
Watariamba (Watariamba, Nkuyo Lufo, Nguatariamba Enfumba Bata, Saca Empeño, Cabo Rondo, Vence Bataya) - dios de la caza y la guerra. Asociado con San Juan Bautista, eq. Oxossi
Nsasi (Nsambi Munalembe, Siete Rayos, Mukiamamuilo, Nsasi) - deus do trovão e fogo, equivalente a Santa Bárbara, e a Shango.
Ma Kengue (Yola, Tiembla Tierra, Pandilanga, Mama Kengue) - espírito de sabedoria e justiça. Este mpungo está associado com a Virgen de las Mercedes e Obatala.
Sarabanda (Zarabanda, Rompe Monte) - divindade do trabalho e força. Associado com San Pedro, equivalente a Ogoun.
Fonte: tinyurl.com/sf998a7
Kobayende (Cobayende, Pata Llaga, Tata Pansua, Tata Nfumbe, Tata Funde, Tata Fumbe, Pungun Futila, Tata Kañeñe) - deus da morte, deus das doenças associadas com São Lázaro, equivalente a Babalu Aye.
Mariguanda (Pungu Mama Wanga, Centella Ndoki, Yaya Kengue, Mariwanga, Mama Linda, Campo Santo) - guardião da porta entre a vida e a morte. Associado com Santa Teresa e Oya Yansa
Gurunfinda - deus da floresta e ervas. Associado com San Noberto No-Nato ou San Silvestre.
Nkuyu (Nkuyo, Mañunga, Lubaniba, Lucero) - Divindade de florestas e estradas, orientação e equilíbrio. Associado com San Antonio, equivalente a Eshu.
Má Lango (Madre de Agua, Kalunga, Mama Kalunga, Pungo Kasimba, Mama Umba, Mbumba Mamba, Nkita Kiamasa, Nkita Kuna Mamba, Baluande) - deusa da água e fertilidade. Também conhecida como a Virgen de Regla, padroeira do porto de Havana, equivalente a Yemanjá.
Chola Wengue (Mama Chola, Chola nengue) - Deusa da riqueza e prazeres. Associado com La Virgen de la Caridad del Cobre, santa padroeira de Cuba, eq. Oshun.
Kimbabula (Kabanga, Madioma, Mpungo Lomboan Fula, Nsambia Munalembe, Tonde, Daday, Munalendo, Padre Tiempo) - Deus da adivinhação e dos ventos. Associado a San Francisco, eq. Orunmila.
Watariamba (Watariamba, Nkuyo Lufo, Nguatariamba Enfumba Bata, Saca Empeño, Cabo Rondo, Vence Bataya) - dios de la caza y la guerra. Asociado con San Juan Bautista, eq. Oxossi
Nsasi (Nsambi Munalembe, Siete Rayos, Mukiamamuilo, Nsasi) - deus do trovão e fogo, equivalente a Santa Bárbara, e a Shango.
Ma Kengue (Yola, Tiembla Tierra, Pandilanga, Mama Kengue) - espírito de sabedoria e justiça. Este mpungo está associado com a Virgen de las Mercedes e Obatala.
Sarabanda (Zarabanda, Rompe Monte) - divindade do trabalho e força. Associado com San Pedro, equivalente a Ogoun.
Fonte: tinyurl.com/sf998a7
Wikipedia
Palo (religião)
Palo ou Las Reglas de Congo são grupos de denominações estreitamente relacionadas, de origem bantu, desenvolvidas em Cuba por escravos oriundos da África Central. Outros nomes associados aos diversos ramos desta religião incluem: Palo Monte, Palo Mayombe…
◇ RELIGIÕES NA TERRA ◇
Parte: 72
Assunto: Winti
Parte: 72
Assunto: Winti
Winti é a tradicional religião Afro-Surinamesa que resultou da junção de diferentes elementos do patrimônio religioso da bagagem dos escravos que foram levados para o Suriname de diferentes tribos da África Ocidental (países atualmente). Desenvolvimentos religiosos semelhantes podem ser vistos em outros lugares das Américas e das Caraíbas (por exemplo no Candomblé do Brasil, Santeria de Cuba, Vudou do Haiti, Orisa de Trinidad e Tobago, etc.
Winti pode ser ainda descrito de acordo com C. Wooding (um perito Winti), como::
"...uma das religiões afro-americanas, dentro do qual a crença em seres sobrenaturais personificados ocupa uma posição central. Estes seres sobrenaturais personificados podem tomar posse de um ser humano, desligar sua consciência, por assim dizer, e, assim, revelar coisas relativas ao passado, presente e futuro, bem como causa e/ou curar uma doença de natureza sobrenatural."
De acordo com outro especialista Winti, S. Wolf, Winti é:
"... a maneira do afro surinamês (Creole) de olhar a vida, uma colorida coleção de idéias e práticas que vivamente difere de acordo com as regiões e períodos históricos mas cujos elementos fundamentais que são a crença num Criador Deus Superior, a veneração dos parentes ancestrais e um panteão de deuses/espíritos, quem afetam a vida quotidiana, para que por meio disso uma existência harmoniosa possa surgir. Existe aqui um claro empenho na realidade da existência (salvação), e um esforço em busca da terra prometida, do reino de Deus, onde reina justiça."
Winti pode ser ainda descrito de acordo com C. Wooding (um perito Winti), como::
"...uma das religiões afro-americanas, dentro do qual a crença em seres sobrenaturais personificados ocupa uma posição central. Estes seres sobrenaturais personificados podem tomar posse de um ser humano, desligar sua consciência, por assim dizer, e, assim, revelar coisas relativas ao passado, presente e futuro, bem como causa e/ou curar uma doença de natureza sobrenatural."
De acordo com outro especialista Winti, S. Wolf, Winti é:
"... a maneira do afro surinamês (Creole) de olhar a vida, uma colorida coleção de idéias e práticas que vivamente difere de acordo com as regiões e períodos históricos mas cujos elementos fundamentais que são a crença num Criador Deus Superior, a veneração dos parentes ancestrais e um panteão de deuses/espíritos, quem afetam a vida quotidiana, para que por meio disso uma existência harmoniosa possa surgir. Existe aqui um claro empenho na realidade da existência (salvação), e um esforço em busca da terra prometida, do reino de Deus, onde reina justiça."