En el nuevo post de Ártica proponemos ideas para pensar y defender la cultura libre en un momento en que la idea de libertad está siendo tomada por las derechas para proponer un individualismo extremo. https://www.articaonline.com/2024/05/la-cultura-libre-como-libertad-positiva/
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La cultura libre como libertad positiva
¿Cómo definimos la libertad cuando hablamos de cultura libre? Hace un tiempo escribí que la cultura libre no es una filosofía, y que se manfiesta en prácticas concretas por las cuales hacemos libres nuestras obras cuando compartimos nuestro trabajo. Esto…
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¡Nuevo post en Ártica! Les contamos de qué se trata Paulina, el proyecto de datos para el dominio público que estamos presentando junto con Data Uruguay, Creative Commons Uruguay y Wikimedistas de Uruguay.
https://www.articaonline.com/2024/07/paulina-datos-para-el-dominio-publico/
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Paulina: Datos para el dominio público
En este post les vamos a contar sobre Paulina, un proyecto web que estamos presentando en colaboración con otras organizaciones y que busca facilitar el conocimiento y la colaboración en torno al patrimonio cultural en dominio público.
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Hoy las 16 hs de Agentina/Uruguay (UTC -3) vamos a participar en la conversación sobre "Cultura, arte y propiedad intelectual en la era de la #IA" que organiza ILDA.
Pueden participar en: https://us02web.zoom.us/webinar/register/WN_uhQU19vtRPiobGG6nrq7cw#/registration
¡Nos vemos en unos minutos!
Pueden participar en: https://us02web.zoom.us/webinar/register/WN_uhQU19vtRPiobGG6nrq7cw#/registration
¡Nos vemos en unos minutos!
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Forwarded from BaixaCultura
Como definimos liberdade quando falamos de cultura livre? Não é uma pergunta fácil, mas que precisa ser feita em tempos de uso & abuso da palavra liberdade por parte de extremistas à direita. Críticos à esquerda acusam aqueles que defendem a cultura livre de serem liberais, ou associam “cultura livre” a “mercado livre”. Durante muito tempo estas associações soavam tão grosseiras que nem pareciam precisar de respostas. Hoje, porém, a noção de liberdade precisa ser reapropriada pelos movimentos de defesa dos direitos, para assim nos diferenciarmos claramente dos movimentos de direita autodenominados “libertários”.
Mariana Fossati, socióloga uruguaia e ativista da cultura livre, parte do @articaonline, parceiro deste espaço já há muitos anos, escreveu um potente e curto texto em que discute o “livre” da cultura livre como uma liberdade positiva. O primeiro argumento é de que as quatro liberdades da cultura e do software livre não podem ser vistas somente na perspectiva de liberdades negativas, a partir da diferenciação entre liberdade positiva e negativa trabalhada no texto. Isso ocorre por duas razões principais: a primeira é porque, na prática, ao libertar a cultura do direito autoral, geramos um bem comum e, normalmente, uma comunidade à sua volta, passando então para o nível do coletivo.
A segunda é porque entendemos que “compartilhar é bom” não só para os indivíduos, mas para a comunidade, já que o acesso ao conhecimento é um direito básico para se poder exercer qualquer liberdade criativa - e há necessidades humanas, de ligação e de cultivo da uma cultura comum que são de ordem coletiva, e que são condicionantes para a autorrealização das pessoas. É uma visão que reitera a necessidade do progresso técnico e científico não ser exclusivo para poucos, mas sim generalizado.
Ao final, deixamos alguns comentários a respeito de pontos do texto, para poder seguir o debate. Por exemplo: Como criar e pôr em prática protocolos de cuidado dentro das comunidades de bens comuns livres para que estes bens não sejam apropriados sem critérios, desrespeitando as indicações das licenças (livres) e usados para o enriquecimento de ainda menos pessoas, como no caso do uso de dados sem consentimento para treinamento e sistemas de Inteligência Artificial Generativa de empresas como Meta e Open IA?
https://baixacultura.org/2024/08/29/cultura-livre-como-liberdade-positiva/
Mariana Fossati, socióloga uruguaia e ativista da cultura livre, parte do @articaonline, parceiro deste espaço já há muitos anos, escreveu um potente e curto texto em que discute o “livre” da cultura livre como uma liberdade positiva. O primeiro argumento é de que as quatro liberdades da cultura e do software livre não podem ser vistas somente na perspectiva de liberdades negativas, a partir da diferenciação entre liberdade positiva e negativa trabalhada no texto. Isso ocorre por duas razões principais: a primeira é porque, na prática, ao libertar a cultura do direito autoral, geramos um bem comum e, normalmente, uma comunidade à sua volta, passando então para o nível do coletivo.
A segunda é porque entendemos que “compartilhar é bom” não só para os indivíduos, mas para a comunidade, já que o acesso ao conhecimento é um direito básico para se poder exercer qualquer liberdade criativa - e há necessidades humanas, de ligação e de cultivo da uma cultura comum que são de ordem coletiva, e que são condicionantes para a autorrealização das pessoas. É uma visão que reitera a necessidade do progresso técnico e científico não ser exclusivo para poucos, mas sim generalizado.
Ao final, deixamos alguns comentários a respeito de pontos do texto, para poder seguir o debate. Por exemplo: Como criar e pôr em prática protocolos de cuidado dentro das comunidades de bens comuns livres para que estes bens não sejam apropriados sem critérios, desrespeitando as indicações das licenças (livres) e usados para o enriquecimento de ainda menos pessoas, como no caso do uso de dados sem consentimento para treinamento e sistemas de Inteligência Artificial Generativa de empresas como Meta e Open IA?
https://baixacultura.org/2024/08/29/cultura-livre-como-liberdade-positiva/
BaixaCultura
Cultura livre como liberdade positiva
Traduzimos um texto que nos convida a refletir sobre um tema sempre importante por aqui: a cultura livre. Foi publicado em maio de 2024 por Mariana Fossati, socióloga[...]
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En el nuevo post de Ártica explicamos en qué consiste la internacionalización de una aplicación web. Es ideal para quienes estén pensando en hacer proyectos web culturales que se conecten con otros idiomas y culturas locales. https://www.articaonline.com/2024/09/i18n-como-crear-un-sitio-web-cultural-global-y-multilingue/
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i18n: cómo crear un sitio web cultural global y multilingüe
i18n es un numerónimo que significa "internacionalización". La internacionalización es el proceso por el cual una aplicación es diseñada para que pueda ser traducida a múltiples idiomas y adaptada a contextos locales y regionales.
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El 28 de agosto participamos en el conversatorio «Cultura, arte y propiedad intelectual en la era de la IA», organizado por ILDA (Iniciativa Latinoamericana por los Datos Abiertos). Les compartimos la grabación de la charla. https://www.articaonline.com/2024/09/cultura-arte-y-propiedad-intelectual-en-la-era-de-la-ia/
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Cultura, arte y propiedad intelectual en la era de la IA
El 28 de agosto participamos en el conversatorio "Cultura, arte y propiedad intelectual en la era de la IA", organizado por ILDA (Iniciativa Latinoamericana por los Datos Abiertos). En la charla participaron Patricia Díaz Charquero, Micaela Mantegna y Mariana…
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Se termina 2024 y, como cada año, compartimos un repaso de las actividades, proyectos y reflexiones en Ártica. Este año hubo de todo: desde una aplicación web nueva para el patrimonio cultural hasta debates en torno a la IA generativa y la cultura libre. ¡Abrazos y buen comienzo de 2025! https://www.articaonline.com/2024/12/de-2024-a-2025-construyendo-proyectos-profundizando-reflexiones/
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De 2024 a 2025: construyendo proyectos, profundizando reflexiones
Termina 2024, empieza 2025, y como cada año, compartimos un repaso de las actividades, proyectos y reflexiones en Ártica.
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Buenas! En el nuevo post de Ártica presentamos el libro digital "Experiencias en educación popular y tecnologías libres". Con descarga libre en el enlace: https://www.articaonline.com/2025/03/experiencias-en-educacion-popular-y-tecnologias-libres/
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Buenas! Cómo andan? Les compartimos un nuevo post de Ártica.
Últimamente encontramos, de manera recurrente y desde los más variados sectores del espectro político, un discurso de alarma cada vez más unánime: Internet se ha convertido en una cloaca. En un vertedero. En un lugar repugnante y peligroso donde las conductas humanas son moldeadas siempre para peor. Donde acechan la violencia, la difamación y el odio. Donde se pone en jaque a la democracia. Donde hay malas influencias para la juventud.
En este post les invitamos a bucear por esta Internet gore 😱 para cuestionar el diagnóstico terminal y, como activistas de los derechos humanos en la red, reflexionar sobre la relevancia de nuestro discurso y nuestra práctica en el contexto actual. https://www.articaonline.com/2025/05/internet-gore/
Últimamente encontramos, de manera recurrente y desde los más variados sectores del espectro político, un discurso de alarma cada vez más unánime: Internet se ha convertido en una cloaca. En un vertedero. En un lugar repugnante y peligroso donde las conductas humanas son moldeadas siempre para peor. Donde acechan la violencia, la difamación y el odio. Donde se pone en jaque a la democracia. Donde hay malas influencias para la juventud.
En este post les invitamos a bucear por esta Internet gore 😱 para cuestionar el diagnóstico terminal y, como activistas de los derechos humanos en la red, reflexionar sobre la relevancia de nuestro discurso y nuestra práctica en el contexto actual. https://www.articaonline.com/2025/05/internet-gore/
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Internet gore
Internet ha sido, desde sus comienzos, una tecnología propicia para despertar tanto ilusiones y utopías como miedos y mitos. Una red muy vasta, descentralizada, con múltiples capas y tecnologías que interoperan, cuyo funcionamiento es difícil de entender.…
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¿Cómo habitamos nuestras redes? ¿Qué dilemas éticos y políticos atraviesan nuestras decisiones? Estas fueron algunas de las preguntas disparadoras del panel en línea "Migraciones en territorios digitales" al que nos invitó la Red Latinoamericana Antropología Digital. Ponemos a disposición la grabación del evento, que se emitió el 29 de mayo, en el canal de la Red. https://www.articaonline.com/2025/06/migraciones-en-territorios-digitales/
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Migraciones en territorios digitales
https://www.youtube.com/watch?v=VM8kz6o-a_o
¿Cómo habitamos nuestras redes? ¿Qué dilemas éticos y políticos atraviesan nuestras decisiones? Estas fueron algunas de las preguntas disparadoras de este panel en línea, organizado por la Red Latinoamericana…
¿Cómo habitamos nuestras redes? ¿Qué dilemas éticos y políticos atraviesan nuestras decisiones? Estas fueron algunas de las preguntas disparadoras de este panel en línea, organizado por la Red Latinoamericana…
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Hay nuevo post en Ártica, en el que les contamos sobre nuestra participación en el encuentro de medios digitales independientes Latina. https://www.articaonline.com/2025/09/latina-medios-independientes-tecnologias-digitales-y-politica/
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Latina: medios independientes, tecnologías digitales y política
Del 11 al 13 de septiembre se realizó en San Pablo el encuentro internacional de medios independientes Latina. Organizado por la red de comunicación independiente Mídia Ninja, el encuentro retomó las conexiones y los debates de los encuentros de mediactivismo…
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La Semana de la Cultura Libre es un festival que promueve la cultura libre y las licencias abiertas en el ámbito artístico, cultural, educativo y de la investigación. Es un espacio de celebración de la cultura compartida.
Del 18 al 22 de noviembre de 2025, en diferentes sedes montevideanas, compartiremos una semana cargada de actividades que buscan generar difusión y debate en torno al licenciamiento de las obras, los modelos alternativos de producción cultural y el acceso a la cultura. Participarán artistas, investigadores y activistas de Uruguay y del exterior.
El festival es organizado por Creative Commons Uruguay. Cuenta con el auspicio de Creative Commons y con el apoyo de Andrómeda Bar Cooperativo, Ánima Espacio Cultural, Fantástico 1490 y el Municipio B de la Intendencia de Montevideo.
El calendario completo se puede ver en
https://festival.creativecommons.uy/
Del 18 al 22 de noviembre de 2025, en diferentes sedes montevideanas, compartiremos una semana cargada de actividades que buscan generar difusión y debate en torno al licenciamiento de las obras, los modelos alternativos de producción cultural y el acceso a la cultura. Participarán artistas, investigadores y activistas de Uruguay y del exterior.
El festival es organizado por Creative Commons Uruguay. Cuenta con el auspicio de Creative Commons y con el apoyo de Andrómeda Bar Cooperativo, Ánima Espacio Cultural, Fantástico 1490 y el Municipio B de la Intendencia de Montevideo.
El calendario completo se puede ver en
https://festival.creativecommons.uy/
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Esta semana es una semana para celebrar la cultura libre. En el nuevo post de Ártica les contamos sobre este festival hermoso que va a tener lugar en Montevideo: https://www.articaonline.com/2025/11/una-semana-para-celebrar-la-cultura-libre/
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Buenas! En Ártica les traemos un nuevo videotutorial sobre cómo subir libros a Internet Archive, una biblioteca digital sin fines de lucro cuyo fin es la preservación de materiales culturales y que puede ayudar a poner a disposición colecciones.
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Nuevo post en Ártica, donde les contamos acerca del trabajo conjunto entre grupos y capítulos Wikimedia y organizaciones de América Latina para mejorar la información disponible sobre el dominio público https://www.articaonline.com/2025/12/celebrando-el-dominio-publico-latinoamericano-en-2026/
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Celebrando el dominio público latinoamericano en 2026
Como todos los años, este 1 de enero se celebra el Día del Dominio Público. Con el año nuevo, miles de obras cuyo plazo de derecho de autor se cumplió a lo largo del año anterior, pasan a ser parte del patrimonio cultural común.
Con el ingreso en dominio…
Con el ingreso en dominio…
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Buenas! Les compartimos nuestro resumen del año con muchísimos links para disfrutar. Abrazos y que tengan un gran comienzo de 2026! https://www.articaonline.com/2025/12/de-2025-a-2026-mas-comunidad-y-mas-dominio-publico-para-la-internet-que-queremos/
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De 2025 a 2026: más comunidad y más dominio público para la Internet que queremos
Como en años recientes, el trabajo de 2025 en Ártica se dividió en dos objetivos centrales: por un lado, compartir ideas y debatir sobre los desafíos actuales de la cultura en Internet; por otro, poner en práctica acciones concretas para fortalecer comunidades…
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Forwarded from Creative Commons Uruguay
🎉¡Feliz día del dominio público!
😊Como cada 1 de enero, quienes trabajamos para promover el acceso a la cultura difundimos la celebración del Día del Dominio Público.
📆 El Día del Dominio Público es la fecha en que cada año se celebra el ingreso de las obras intelectuales al dominio público. Es el día en que, según el Convenio de Berna, vence cada año el plazo de derecho de autor de las obras.
😭 A fines de 2019 el Parlamento uruguayo extendió el plazo de derecho de autor de 50 a 70 años después de la muerte de los autores.
⚡Esta ley incluyó además una disposición que devuelve retroactivamente a dominio privado las obras, interpretaciones, fonogramas y emisiones de radiodifusión que ingresaron en dominio público en los 20 años previos.
💻Para continuar trabajando sobre difusión del dominio público, en un trabajo en conjunto con Wikimedistas de Uruguay, Data Uruguay y @articaonline, en 2024 lanzamos la aplicación web Paulina y, hace unos meses, el sitio Dominio Público Uruguay.
📚En Uruguay, el 1 de enero de 2026 vuelven al dominio público, entre otras, obras de autores como el compositor Telémaco Morales, el escritor Víctor Dotti, el dibujante Emilio Cortinas, el poeta Líber Falco y el artista plástico Carlos Prevosti. La lista completa de obras, autores y autoras que vuelven al Dominio Público puede verse aquí.
🙌 El dominio público es el patrimonio cultural común de la humanidad, el sedimento de bienes comunes culturales que sirven de base y de inspiración para seguir creando.
🌿 Todas las sociedades necesitan proteger estos bienes comunes para garantizar el acceso y el disfrute del arte y las ciencias, evitando que el patrimonio cultural se privatice.
😊Como cada 1 de enero, quienes trabajamos para promover el acceso a la cultura difundimos la celebración del Día del Dominio Público.
📆 El Día del Dominio Público es la fecha en que cada año se celebra el ingreso de las obras intelectuales al dominio público. Es el día en que, según el Convenio de Berna, vence cada año el plazo de derecho de autor de las obras.
😭 A fines de 2019 el Parlamento uruguayo extendió el plazo de derecho de autor de 50 a 70 años después de la muerte de los autores.
⚡Esta ley incluyó además una disposición que devuelve retroactivamente a dominio privado las obras, interpretaciones, fonogramas y emisiones de radiodifusión que ingresaron en dominio público en los 20 años previos.
💻Para continuar trabajando sobre difusión del dominio público, en un trabajo en conjunto con Wikimedistas de Uruguay, Data Uruguay y @articaonline, en 2024 lanzamos la aplicación web Paulina y, hace unos meses, el sitio Dominio Público Uruguay.
📚En Uruguay, el 1 de enero de 2026 vuelven al dominio público, entre otras, obras de autores como el compositor Telémaco Morales, el escritor Víctor Dotti, el dibujante Emilio Cortinas, el poeta Líber Falco y el artista plástico Carlos Prevosti. La lista completa de obras, autores y autoras que vuelven al Dominio Público puede verse aquí.
🙌 El dominio público es el patrimonio cultural común de la humanidad, el sedimento de bienes comunes culturales que sirven de base y de inspiración para seguir creando.
🌿 Todas las sociedades necesitan proteger estos bienes comunes para garantizar el acceso y el disfrute del arte y las ciencias, evitando que el patrimonio cultural se privatice.
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Hace poco terminamos de leer el nuevo libro de Margarita Padilla, "Inteligencia artificial: jugar o romper la baraja", publicado por la editorial Traficantes de Sueños. Una obra en español, disponible bajo una licencia libre, que se puede descargar gratuitamente desde el sitio web de la editorial, y que fue escrita por una referente de la cultura libre y de la defensa de Internet, no nos podía pasar inadvertida. En este post hacemos una reseña, esperando que propicie la lectura del libro. https://www.articaonline.com/2026/02/resena-de-inteligencia-artificial-jugar-o-romper-la-baraja-de-margarita-padilla/
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¡Nuevo post en Ártica! Hoy hablamos sobre Tainacan, un software creado en América Latina para la gestión de repositorios y bibliotecas digitales: https://www.articaonline.com/2026/06/tainacan-convirtiendo-a-wordpress-en-una-biblioteca-digital/
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