🍌 | Meta trata Brasil como "bananistão" ao usar dados de BRs para treinar IA.
A Meta (dona do Facebook e Instagram) quer usar os dados de brasileiros das duas redes sociais para treinar sua ferramenta de inteligência artificial. Para isso, fez uma atualização (quase secreta) em sua política de privacidade, onde incluiu a IA e anunciou que passaria a acessar os dados dos usuários.
Há, porém, problemas legais no texto: a Meta ignorou a Lei Geral de Proteção de Dados do Brasil, em vigor desde 2020. E tem mais: enquanto suspendeu a coleta dos dados na União Europeia e na Inglaterra após reclamações de uma ONG, a Meta manteve a coleta no Brasil — mesmo com a Autoridade Nacional de Proteção de Dados, vinculada ao Ministério da Justiça, se opondo à mudança nas políticas da big tech.
A Meta (dona do Facebook e Instagram) quer usar os dados de brasileiros das duas redes sociais para treinar sua ferramenta de inteligência artificial. Para isso, fez uma atualização (quase secreta) em sua política de privacidade, onde incluiu a IA e anunciou que passaria a acessar os dados dos usuários.
Há, porém, problemas legais no texto: a Meta ignorou a Lei Geral de Proteção de Dados do Brasil, em vigor desde 2020. E tem mais: enquanto suspendeu a coleta dos dados na União Europeia e na Inglaterra após reclamações de uma ONG, a Meta manteve a coleta no Brasil — mesmo com a Autoridade Nacional de Proteção de Dados, vinculada ao Ministério da Justiça, se opondo à mudança nas políticas da big tech.
Poder360 | #Tecnologia #Brasil #Meta #Instagram
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🚨 | Governo manda a Meta suspender uso de dados para treinar inteligência artificial no Brasil
A Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) determinou que a Meta, responsável pelo Facebook, Instagram e WhatsApp, suspenda no Brasil a nova política de privacidade da empresa sobre o uso dos dados pessoais dos brasileiros.
A decisão atinge especificamente a intenção da Meta de usar dados de usuários para "treinar" sistemas de inteligência artificial generativa, ou seja, para compor o banco de dados usado pelas IAs para gerar respostas automatizadas.
A empresa tem cinco dias para apresentar ao governo um documento que ateste que as práticas foram suspensas e que houve alteração na sua política de privacidade, sob pena de R$50 mil por dia de descumprimento.
A Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) determinou que a Meta, responsável pelo Facebook, Instagram e WhatsApp, suspenda no Brasil a nova política de privacidade da empresa sobre o uso dos dados pessoais dos brasileiros.
A decisão atinge especificamente a intenção da Meta de usar dados de usuários para "treinar" sistemas de inteligência artificial generativa, ou seja, para compor o banco de dados usado pelas IAs para gerar respostas automatizadas.
A empresa tem cinco dias para apresentar ao governo um documento que ateste que as práticas foram suspensas e que houve alteração na sua política de privacidade, sob pena de R$50 mil por dia de descumprimento.
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📲 | Meta vai remover postagens anti-sionistas.
A Meta informou que removerá do Instagram e do Facebook as publicações que possuírem o termo "sionista" usado de forma desumanizadora ou com esteriótipos antissemita.
"Vamos agora remover mensagens que visam sionistas em vários contextos onde nossa investigação mostrou que o termo tende a ser usado para se referir a judeus e israelenses, com comparações desumanizadoras, chamados à violência ou negações de existência", disse em comunicado.
Entre os exemplos citados pela Meta, estão "afirmações de que eles controlam o mundo ou a mídia", "comparações desumanizadoras" e "chamadas à violência física".
ℹ️ Sionismo é um movimento político que surgiu na Europa e visava a criação do Estado de Israel, que viria a ser feito na Palestina.
A Meta informou que removerá do Instagram e do Facebook as publicações que possuírem o termo "sionista" usado de forma desumanizadora ou com esteriótipos antissemita.
"Vamos agora remover mensagens que visam sionistas em vários contextos onde nossa investigação mostrou que o termo tende a ser usado para se referir a judeus e israelenses, com comparações desumanizadoras, chamados à violência ou negações de existência", disse em comunicado.
Entre os exemplos citados pela Meta, estão "afirmações de que eles controlam o mundo ou a mídia", "comparações desumanizadoras" e "chamadas à violência física".
ℹ️ Sionismo é um movimento político que surgiu na Europa e visava a criação do Estado de Israel, que viria a ser feito na Palestina.
Brasil247 | #Tecnologia #Meta #Instagram #Facebook
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💰 | WhatsApp é alvo de ação que pede R$1,7 bilhão em indenização.
O Ministério Público Federal (MPF) de São Paulo e o Instituto de Defesa de Consumidores (Indec) entraram em uma ação contra o WhatsApp por violação de direitos em política de privacidade. As entidades querem que o mensageiro pague R$1,7 bilhão em indenizações por danos morais coletivos.
Segundo a ação, o WhatsApp fez uma alterações em suas políticas de privacidade em 2021 sem explicar de forma clara aos usuários, praticamente os forçou a aceitar as mudanças e, além disso, coletou uma quantidade de informações dos usuários superior ao permitido por lei.
Caso a Justiça Federal aceite o pedido de condenação, o valor da indenização será destinado ao Fundo de Defesa dos Direitos Difusos (FDD).
O Ministério Público Federal (MPF) de São Paulo e o Instituto de Defesa de Consumidores (Indec) entraram em uma ação contra o WhatsApp por violação de direitos em política de privacidade. As entidades querem que o mensageiro pague R$1,7 bilhão em indenizações por danos morais coletivos.
Segundo a ação, o WhatsApp fez uma alterações em suas políticas de privacidade em 2021 sem explicar de forma clara aos usuários, praticamente os forçou a aceitar as mudanças e, além disso, coletou uma quantidade de informações dos usuários superior ao permitido por lei.
Caso a Justiça Federal aceite o pedido de condenação, o valor da indenização será destinado ao Fundo de Defesa dos Direitos Difusos (FDD).
g1 | #Tecnologia #WhatsApp #Meta
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O presidente autoritário da Venezuela, Nicolás Maduro, afirmou que o WhatsApp está sendo usado para ameaçar o país. Ele também pediu para que a população desinstale o aplicativo e migre para serviços como o Telegram, criado na Rússia, e o WeChat, da China.
"Eu vou romper relações com o WhatsApp, porque está sendo utilizado para ameaçar a Venezuela. Então, eu vou eliminar o WhatsApp do meu telefone para sempre. Pouco a pouco, vou passando meus contatos para o Telegram e o WeChat", afirmou Maduro.
Apostando no velho discurso de divisão e nos ideais “anti-imperialistas”, Maduro defendeu a retirada "voluntária, progressiva e radical" do aplicativo de mensagens dos celulares dos venezuelanos. "Ou está com a violência ou com a paz, ou se está com os fascistas ou com a pátria, ou se está com o imperialismo ou com a Venezuela", disse o líder chavista.
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❓️ | Saiba como impedir a Meta de usar seus dados para treinar IA.
Suas mensagens no WhatsApp com o "Meta IA" estão sendo usadas para treinar a inteligência artificial da Meta, bem como suas postagens e stories no Instagram. Confira abaixo como impedir isso.
> WhatsApp:
> Instagram:
Este procedimento é importante pois, quase em todos os casos, não sabemos como nossos dados são usados. Por isso, o melhor é prevenir a partir da raíz.
⭐ Feed
📰 Por @j8tta
#️⃣ #WhatsApp #Instagram #Meta
Suas mensagens no WhatsApp com o "Meta IA" estão sendo usadas para treinar a inteligência artificial da Meta, bem como suas postagens e stories no Instagram. Confira abaixo como impedir isso.
> WhatsApp:
- Acesse este link oficial da Meta;
- Preencha o formulário;
- Confirme com o código recebido no e-mail e pronto, você já impediu a Meta de continuar usando suas mensagens no WhatsApp.
> Instagram:
- Abra o app Instagram, vá nas configurações > centro de privacidade;
- Já no centro de privacidade, haverá um texto onde, no final, terá um trecho com link anexado. Clique neste trecho para ser redirecionado(a) a uma nova aba;
- Preencha o formulário e envie. Após isso, você já impediu a Meta de continuar usando suas publicações no Instagram.
Este procedimento é importante pois, quase em todos os casos, não sabemos como nossos dados são usados. Por isso, o melhor é prevenir a partir da raíz.
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📰 Por @j8tta
#️⃣ #WhatsApp #Instagram #Meta
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📲 | Novo reduto extremista (Meta) remove termos LGBT+ de temas do Messenger.
A Meta, que agora busca se assimilar ao X de Elon Musk no que se refere a ser um reduto da extrema-direita, alterou o nome dos temas dos chats no Facebook Messenger para remover menções a termos ligados a comunidade LGBT+.
Pelo menos três nomes de temas de chats foram alterados. "Orgulho" passou a se chamar genericamente "Arco-íris", "Transgênero" passou a "Algodão doce" e o "Não-binário" foi nomeado de "Pôr do sol dourado" pela empresa de Mark Zuckerberg.
Os referidos temas relacionados à comunidade LGBT+ foram introduzidos ao Messenger em junho de 2022 como parte de ações de marketing do Mês do Orgulho.
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📰 Núcleo Jornalismo
#️⃣ #Meta #MarkZuckerberg #Facebook #Messenger
A Meta, que agora busca se assimilar ao X de Elon Musk no que se refere a ser um reduto da extrema-direita, alterou o nome dos temas dos chats no Facebook Messenger para remover menções a termos ligados a comunidade LGBT+.
Pelo menos três nomes de temas de chats foram alterados. "Orgulho" passou a se chamar genericamente "Arco-íris", "Transgênero" passou a "Algodão doce" e o "Não-binário" foi nomeado de "Pôr do sol dourado" pela empresa de Mark Zuckerberg.
Os referidos temas relacionados à comunidade LGBT+ foram introduzidos ao Messenger em junho de 2022 como parte de ações de marketing do Mês do Orgulho.
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🇧🇷 | MPF dá 30 dias para Meta dizer se eliminará checagem no Brasil, como fará nos EUA
O Ministério Público Federal acionou a Meta e deu 30 dias para a empresa explicar se vai eliminar a checagem de fatos das plataformas no Brasil, assim como anunciou que vai fazer nos Estados Unidos.
À jornalista Daniela Lima, o ministro-chefe da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias, disse que o Brasil "não é terra sem lei" e que "não ficaremos de braços cruzados".
A Meta anunciou na terça (7) que vai adotar as "notas de comunidade", um modelo em que os próprios usuários fazem correções.
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📰 Globo News
#️⃣ #Brasil #Meta
O Ministério Público Federal acionou a Meta e deu 30 dias para a empresa explicar se vai eliminar a checagem de fatos das plataformas no Brasil, assim como anunciou que vai fazer nos Estados Unidos.
À jornalista Daniela Lima, o ministro-chefe da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias, disse que o Brasil "não é terra sem lei" e que "não ficaremos de braços cruzados".
A Meta anunciou na terça (7) que vai adotar as "notas de comunidade", um modelo em que os próprios usuários fazem correções.
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📰 Globo News
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🇧🇷 | THE GOAT: Moraes "responde" Zuckerberg e reafirma soberania brasileira.
Ele falou durante a cerimônia que relembra os ataques golpistas de 8 de janeiro em Brasília. Para Moraes, as redes sociais contribuíram para disseminar os discursos de ódio e as movimentações golpistas que culminaram nas depredações terroristas em Brasília.
Recentemente, a Meta (dona do Facebook, Instagram e WhatsApp) anunciou mudanças em suas políticas e disse que iria trabalhar para ter "menos censura", com o CEO até soltando indiretas ao STF.
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📰 g1
#️⃣ #AlexandreDeMoraes #STF #Meta #MarkZuckerberg #Instagram #Facebook
Aqui no Brasil, a nossa Justiça Eleitoral e o nosso STF, ambos já demonstraram que aqui é uma terra que tem lei. As redes sociais não são terra sem lei. No Brasil, [as redes sociais] só continuarão a operar se respeitarem a legislação brasileira. Independentemente de bravatas de dirigentes irresponsáveis das big techs,disse Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).
Ele falou durante a cerimônia que relembra os ataques golpistas de 8 de janeiro em Brasília. Para Moraes, as redes sociais contribuíram para disseminar os discursos de ódio e as movimentações golpistas que culminaram nas depredações terroristas em Brasília.
Recentemente, a Meta (dona do Facebook, Instagram e WhatsApp) anunciou mudanças em suas políticas e disse que iria trabalhar para ter "menos censura", com o CEO até soltando indiretas ao STF.
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📰 g1
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📲 | Meta dissolve equipe de diversidade.
A Meta está abandonando imediatamente suas políticas de contratação e treinamento de diversidade, equidade e inclusão (DEI) em um movimento que parte de uma estratégia mais ampla da empresa para se adequar com a administração Trump que está chegando. O anúncio foi feito em um memorando interno da vice-presidente de recursos humanos da empresa, Janelle Gale.
De acordo com o memorando, a decisão foi tomada porque o “ cenário legal e político em torno dos esforços de diversidade, equidade e inclusão nos Estados Unidos está mudando”. O memorando de Gale também descreveu as mudanças específicas que ocorreriam na empresa. Agora, a Meta deixará de usar a “abordagem de lista diversificada” na contratação e encerrará as metas de representação, que Gale disse que “podem criar a impressão de que as decisões estão sendo tomadas com base em raça ou gênero”.
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📰 The Daily Wired
#️⃣ #Meta #MarkZuckerberg #Instagram
A Meta está abandonando imediatamente suas políticas de contratação e treinamento de diversidade, equidade e inclusão (DEI) em um movimento que parte de uma estratégia mais ampla da empresa para se adequar com a administração Trump que está chegando. O anúncio foi feito em um memorando interno da vice-presidente de recursos humanos da empresa, Janelle Gale.
De acordo com o memorando, a decisão foi tomada porque o “ cenário legal e político em torno dos esforços de diversidade, equidade e inclusão nos Estados Unidos está mudando”. O memorando de Gale também descreveu as mudanças específicas que ocorreriam na empresa. Agora, a Meta deixará de usar a “abordagem de lista diversificada” na contratação e encerrará as metas de representação, que Gale disse que “podem criar a impressão de que as decisões estão sendo tomadas com base em raça ou gênero”.
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📰 The Daily Wired
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📲 | Meta anuncia app cópia do CapCut.
A Meta (dona de Facebook, WhatsApp, Threads e Instagram) anunciou neste domingo (19) um novo aplicativo de edição de vídeo chamado Edits, depois que a ferramenta de edição de vídeo CapCut, da ByteDance (dona do TikTok), foi removida da App Store e da Play Store como parte da proibição do TikTok.
O Edits deve ser lançado em fevereiro para iOS, com a versão Android ficando para depois. "Hoje estamos anunciando um novo aplicativo chamado 'Edits', para aqueles que são apaixonados por fazer vídeos no seu telefone. Há muita coisa acontecendo agora, mas não importa o que aconteça, é nosso trabalho fornecer as melhores ferramentas possíveis para os criadores”, disse Adam Mosseri, chefe do Instagram.
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📰 Época Negócios
#️⃣ #Meta #CapCut #Edits
A Meta (dona de Facebook, WhatsApp, Threads e Instagram) anunciou neste domingo (19) um novo aplicativo de edição de vídeo chamado Edits, depois que a ferramenta de edição de vídeo CapCut, da ByteDance (dona do TikTok), foi removida da App Store e da Play Store como parte da proibição do TikTok.
O Edits deve ser lançado em fevereiro para iOS, com a versão Android ficando para depois. "Hoje estamos anunciando um novo aplicativo chamado 'Edits', para aqueles que são apaixonados por fazer vídeos no seu telefone. Há muita coisa acontecendo agora, mas não importa o que aconteça, é nosso trabalho fornecer as melhores ferramentas possíveis para os criadores”, disse Adam Mosseri, chefe do Instagram.
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🇧🇷 | Emenda apresentada por deputado bolsonarista foi feita por um lobista da Meta.
O Intercept Brasil revelou que a emenda apresentada pelo deputado federal Fernando Máximo (União Brasil-RO), que tenta afrouxar o projeto de lei que visa proteger crianças e adolescentes na Internet, foi criada, na verdade, por um lobista da Meta (empresa dona do Facebook, Instagram e WhatsApp).
Os metadatos dos arquivos das emendas disponibilizados no site da Câmara dos Deputados elucidam que, das quatro emendas apresentadas por Máximo (todas em prol de interesses das big techs), duas foram criadas diretamente por Marconi Borges Machado, executivo que ocupa desde 2017 o cargo de gerente de políticas públicas da Meta.
O deputado bolsonarista do União Brasil não se apresenta como um parlamentar de atuação expressiva na área de tecnologia. Nas redes sociais, ele se concentra na área de pessoas com deficiência e em fazer posts intercalados em apoio a Israel e Bolsonaro.
Já Marconi Borges Machado, conforme afirma no LinkedIn, conduz pesquisas e monitora legislações e acontecimentos no governo federal que podem afetar a Meta, além de coordenar "esforços legislativos".
Em uma das duas emendas feitas pelo lobista da Meta, haveria a exclusão da possibilidade de aplicar multas e sanções criminais às plataformas. Já a outra tentou livrar as big techs da obrigação de disponibilizar relatórios sobre moderação de conteúdo.
Leia mais no Intercept Brasil: clique aqui.
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O Intercept Brasil revelou que a emenda apresentada pelo deputado federal Fernando Máximo (União Brasil-RO), que tenta afrouxar o projeto de lei que visa proteger crianças e adolescentes na Internet, foi criada, na verdade, por um lobista da Meta (empresa dona do Facebook, Instagram e WhatsApp).
Os metadatos dos arquivos das emendas disponibilizados no site da Câmara dos Deputados elucidam que, das quatro emendas apresentadas por Máximo (todas em prol de interesses das big techs), duas foram criadas diretamente por Marconi Borges Machado, executivo que ocupa desde 2017 o cargo de gerente de políticas públicas da Meta.
O deputado bolsonarista do União Brasil não se apresenta como um parlamentar de atuação expressiva na área de tecnologia. Nas redes sociais, ele se concentra na área de pessoas com deficiência e em fazer posts intercalados em apoio a Israel e Bolsonaro.
Já Marconi Borges Machado, conforme afirma no LinkedIn, conduz pesquisas e monitora legislações e acontecimentos no governo federal que podem afetar a Meta, além de coordenar "esforços legislativos".
Em uma das duas emendas feitas pelo lobista da Meta, haveria a exclusão da possibilidade de aplicar multas e sanções criminais às plataformas. Já a outra tentou livrar as big techs da obrigação de disponibilizar relatórios sobre moderação de conteúdo.
Leia mais no Intercept Brasil: clique aqui.
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📌 Meta é acusada de usar fotos de meninas em uniformes escolares para promover Threads
Pais no Reino Unido denunciaram que a Meta usou imagens de adolescentes, algumas com apenas 13 anos, postadas no Instagram para anúncios que incentivavam um homem de 37 anos a aderir ao Threads. As fotos, muitas em trajes escolares, foram reutilizadas sem consentimento explícito, gerando indignação por parte das famílias, que classificaram a prática como “exploratória” e “sexualmente sugestiva”.
Um pai disse ter ficado enojados ao descobrir que a foto da filha foi usada para atrair usuários adultos. Algumas das publicações, originalmente de contas privadas ou de baixo alcance, passaram a ter milhares de visualizações, majoritariamente de homens mais velhos.
A Meta afirmou que as imagens não violam suas políticas e que o sistema apenas recomenda posts públicos de acordo com as diretrizes da comunidade. Porém, especialistas em segurança online acusaram a empresa de colocar lucro acima da proteção infantil e pediram investigação do órgão regulador britânico Ofcom, que já estuda medidas para restringir riscos de exploração e assédio online.
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Pais no Reino Unido denunciaram que a Meta usou imagens de adolescentes, algumas com apenas 13 anos, postadas no Instagram para anúncios que incentivavam um homem de 37 anos a aderir ao Threads. As fotos, muitas em trajes escolares, foram reutilizadas sem consentimento explícito, gerando indignação por parte das famílias, que classificaram a prática como “exploratória” e “sexualmente sugestiva”.
Um pai disse ter ficado enojados ao descobrir que a foto da filha foi usada para atrair usuários adultos. Algumas das publicações, originalmente de contas privadas ou de baixo alcance, passaram a ter milhares de visualizações, majoritariamente de homens mais velhos.
A Meta afirmou que as imagens não violam suas políticas e que o sistema apenas recomenda posts públicos de acordo com as diretrizes da comunidade. Porém, especialistas em segurança online acusaram a empresa de colocar lucro acima da proteção infantil e pediram investigação do órgão regulador britânico Ofcom, que já estuda medidas para restringir riscos de exploração e assédio online.
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🔍 | Meta lança modo de busca com IA que usa publicações do Facebook
A partir de hoje, o Facebook oferece a opção “AI Mode” nas buscas, exibindo respostas geradas por IA a partir de conteúdo público postado nas plataformas da Meta.
O recurso, baseado no modelo Muse Spark, permite perguntas de acompanhamento e promete expandir recomendações usando dados do Instagram, Facebook e Threads.
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#️⃣ #meta #inteligenciaartificial #buscaonline
A partir de hoje, o Facebook oferece a opção “AI Mode” nas buscas, exibindo respostas geradas por IA a partir de conteúdo público postado nas plataformas da Meta.
O recurso, baseado no modelo Muse Spark, permite perguntas de acompanhamento e promete expandir recomendações usando dados do Instagram, Facebook e Threads.
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🇧🇷 | Meta nega favorecimento a Flávio Bolsonaro e atribui falhas no perfil de Lula a problemas técnicos
A empresa responsável pelo Instagram e Facebook afirmou ao TSE que uma instabilidade global afetou a contagem de visualizações de vídeos de Lula, atingindo usuários de mais de 100 países.
A campanha do presidente, porém, denuncia restrições ao impulsionamento de publicações e suspeita de interferência eleitoral. O caso está sob análise da Justiça Eleitoral, mas ainda não há comprovação de favorecimento deliberado a Flávio Bolsonaro.
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A empresa responsável pelo Instagram e Facebook afirmou ao TSE que uma instabilidade global afetou a contagem de visualizações de vídeos de Lula, atingindo usuários de mais de 100 países.
A campanha do presidente, porém, denuncia restrições ao impulsionamento de publicações e suspeita de interferência eleitoral. O caso está sob análise da Justiça Eleitoral, mas ainda não há comprovação de favorecimento deliberado a Flávio Bolsonaro.
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🇧🇷 | Brasileiros invadem comentários de Mark Zuckerberg após denúncias de interferência nas eleições
A última publicação do CEO da Meta ultrapassou 150 mil comentários, com brasileiros pedindo que a empresa pare de interferir nas eleições brasileiras.
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A última publicação do CEO da Meta ultrapassou 150 mil comentários, com brasileiros pedindo que a empresa pare de interferir nas eleições brasileiras.
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🇧🇷| Meta recebeu quase R$ 290 milhões em anúncios eleitorais
O PL foi o partido que mais direcionou recursos à empresa dona do Facebook, Instagram e WhatsApp nas eleições, liderando os gastos com publicidade nas plataformas.
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O PL foi o partido que mais direcionou recursos à empresa dona do Facebook, Instagram e WhatsApp nas eleições, liderando os gastos com publicidade nas plataformas.
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