Forwarded from Compliance Brasil
Dados da @PwCBrasil revelam que nove em cada dez #Startups morrem. Marcelo Hoffmann, coordenador da comissão de startups do #IBGC, recomenda que os sócios façam um acordo no início do negócio, "quando a relação está saudável". Acesse a reportagem da @folha https://t.co/6skuEGcfqv— IBGC (@IBGC_Brasil) December 18, 2019
December 18, 2019 at 04:45PM
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75% das startups que recebem investimento de venture capital vão falhar. Mas quase nenhuma vai à falência formal. Como isso é possível?Neste episódio do Hipótese Zero, investigamos um paper fascinante de Elizabeth Pollman, professora de direito na Universidade da Pensilvânia, que revela como o Vale do Silício criou um sistema paralelo para lidar com o fracasso empresarial.Você vai descobrir:Por que é "tabu" falar em Chapter 11 no Vale do SilícioO conceito de "melting ice cubes" e por que startups perdem valor tão rápidoComo soft-landing acquisitions, acqui-hires e ABCs funcionam como válvula de escapePor que a estrutura de capital das startups foi DESENHADA para evitar falênciaO paradoxo: melhorar o caminho para o fracasso está ligado ao sucesso do ecossistemaO que descobrimos muda completamente como você entende startups. Não é sobre sucesso. É sobre como o sistema lida com o fracasso.📄 Paper: "Startup Failure" - Elizabeth Pollman (University of Pennsylvania Carey Law School & ECGI, 2023)
🔗 Download PDF: https://www.ecgi.global/sites/default/files/working_papers/documents/startupfailure.pdf🎙️ Hipótese Zero | Ciência traduzida para linguagem humana#Startups #Empreendedorismo #VentureCapital #SiliconValley #Falência #Negócios
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75% das startups que recebem investimento de venture capital vão falhar. Mas quase nenhuma vai à falência formal. Como isso é possível?Neste episódio do Hipótese Zero, investigamos um paper fascinante de Elizabeth Pollman, professora de direito na Universidade da Pensilvânia, que revela como o Vale do Silício criou um sistema paralelo para lidar com o fracasso empresarial.Você vai descobrir:Por que é "tabu" falar em Chapter 11 no Vale do SilícioO conceito de "melting ice cubes" e por que startups perdem valor tão rápidoComo soft-landing acquisitions, acqui-hires e ABCs funcionam como válvula de escapePor que a estrutura de capital das startups foi DESENHADA para evitar falênciaO paradoxo: melhorar o caminho para o fracasso está ligado ao sucesso do ecossistemaO que descobrimos muda completamente como você entende startups. Não é sobre sucesso. É sobre como o sistema lida com o fracasso.📄 Paper: "Startup Failure" - Elizabeth Pollman (University of Pennsylvania Carey Law School & ECGI, 2023)
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Como a IA passou de copiloto conversacional para colaborador autônomo — e o que isso muda para empreendedores que querem criar software.Há cinco anos, programar era escrever código linha por linha. Hoje, você conversa com o ChatGPT e ele escreve pra você. Mas essa era já está sendo superada. A nova fronteira não é você pedir e a IA escrever — é você dar um objetivo e a IA planejar, executar, testar, corrigir e entregar código funcionando, sem supervisão contínua.Neste episódio do Hipótese Zero, analisamos o paper "Vibe Coding vs. Agentic Coding", dos pesquisadores da Cornell University e da University of the Peloponnese, que mapeia essa transição e suas implicações práticas para quem cria software.O que você vai descobrir:• Vibe coding é interação conversacional com IA (GitHub Copilot, ChatGPT) — você dirige, a IA auxilia. Ideal para prototipagem rápida, exploração criativa e validação de ideias.
• Agentic coding é execução autônoma com supervisão humana — você define metas, a IA executa tudo sozinha (planejamento, testes, debugging, deploy). Ideal para escala, automação enterprise, refatoração de código legado.
• Não é sobre escolher um ou outro. É sobre harmonizar ambos: vibe para explorar, agentic para escalar. Empresas como Cisco e Kodiak Robotics já usam sistemas agentic para regression testing e verificação safety-critical em carros autônomos.
• Democratização real: você não precisa mais ser programador expert para criar software. Com vibe coding, você protótipa em dias. Com agentic coding, você escala sem contratar proporcionalmente.
• Novos modelos de negócio: software houses escalando sem crescimento linear de equipe, consultorias de migração automatizada (Python 2→3, Angular→React), SaaS de compliance com auditorias de segurança contínuas.Mas também tem riscos: atrofia de habilidades, propagação silenciosa de erros, vulnerabilidades de segurança (prompt injection, vazamento de secrets). O paper detalha as soluções — sandboxing rigoroso, políticas zero-trust, logs explicáveis, rollback automático.A mensagem central: essa mudança está abrindo portas para empreendedores que veem problemas reais e querem criar soluções. As barreiras técnicas estão caindo. O custo de desenvolvimento está despencando. E o mundo está cheio de problemas esperando software pra resolver.📄 Paper Original (Download Gratuito)
Vibe Coding vs. Agentic Coding: Fundamentals and Practical Implications of Agentic AI
Autores: Ranjan Sapkota, Konstantinos I. Roumeliotis, Manoj Karkee
Instituição: Cornell University, University of the Peloponnese
📥 Baixar PDF
🔗 DOI: 10.48550/arXiv.2505.19443Siga o Hipótese Zero para mais episódios que traduzem ciência em aplicação prática.🎙️ Hipótese Zero | Ciência traduzida para quem transforma#VibeCoding #AgenticCoding #IA #InteligenciaArtificial #Empreendedorismo #DesenvolvimentoDeSoftware #Startups #Inovacao
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• Agentic coding é execução autônoma com supervisão humana — você define metas, a IA executa tudo sozinha (planejamento, testes, debugging, deploy). Ideal para escala, automação enterprise, refatoração de código legado.
• Não é sobre escolher um ou outro. É sobre harmonizar ambos: vibe para explorar, agentic para escalar. Empresas como Cisco e Kodiak Robotics já usam sistemas agentic para regression testing e verificação safety-critical em carros autônomos.
• Democratização real: você não precisa mais ser programador expert para criar software. Com vibe coding, você protótipa em dias. Com agentic coding, você escala sem contratar proporcionalmente.
• Novos modelos de negócio: software houses escalando sem crescimento linear de equipe, consultorias de migração automatizada (Python 2→3, Angular→React), SaaS de compliance com auditorias de segurança contínuas.Mas também tem riscos: atrofia de habilidades, propagação silenciosa de erros, vulnerabilidades de segurança (prompt injection, vazamento de secrets). O paper detalha as soluções — sandboxing rigoroso, políticas zero-trust, logs explicáveis, rollback automático.A mensagem central: essa mudança está abrindo portas para empreendedores que veem problemas reais e querem criar soluções. As barreiras técnicas estão caindo. O custo de desenvolvimento está despencando. E o mundo está cheio de problemas esperando software pra resolver.📄 Paper Original (Download Gratuito)
Vibe Coding vs. Agentic Coding: Fundamentals and Practical Implications of Agentic AI
Autores: Ranjan Sapkota, Konstantinos I. Roumeliotis, Manoj Karkee
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