Forwarded from BLOC MÍDIA
Não caia na cilada de relacionar-se por carência, a reciprocidade é indispensável para uma relação feliz
Hei, moço(a), acalme-se. Entenda, você não é obrigado(a) a abandonar os seus sonhos só porque as pessoas ao seu redor estão cada vez mais práticas e incrédulas. Não caia na esparrela de se relacionar com alguém apenas por conveniência, sua alma é diferente, você é intenso(a) e transborda amor. Você não nasceu para amores sem sal, você não suportaria um amor meia boca, você é profundo(a) demais para entregar-se a um amor raso.
Pare com essa bobagem de sentir-se inadequado(a) por ser intenso(a). Aceite que a sua essência é assim e tire proveito disso. Não é possível alguém deixar de ser intenso e adotar outra personalidade. Eu entendo que às vezes ser intenso é desgastante. O intenso sonha com a alma e nem sempre as circunstâncias respondem favoravelmente. Eu sei que é meio complicado, o tempo vai passando e você não sabe o que fazer com aqueles sonhos de adolescentes que insistem em te seguir. Ah, sabe de uma coisa? Se esse sonho nunca te abandonou é porque ele tem tudo para ser vivido e materializado.
Que tal ter mais paciência e acreditar nisso? Sim, eu me refiro ao sonho de ter um grande amor mesmo! Que mal há nisso? Amores bons e gostosos existem, são reais. Ah, e daí que você já sofreu horrores? Pare de contabilizar as frustrações na sua vida sentimental, acredite que o melhor está por vir. Talvez você esteja assim tão desanimado(a) de tanto ouvir gente amargurada. Cuidado, viu?! Pense bem antes de expor o seu sagrado, escolha bem os ouvidos para acolher os seus sonhos. Nem todos estão preparados, uns por amargura, outros por maldade, outros por imaturidade mesmo.
Você, desde muito jovem, cultiva na alma um ideal de amor. Obviamente, você tornou-se maduro(a) e fez algumas adequações, afinal, compreendeu que contos de fadas não existem, mas você faz questão de um amor, isso é fato. Você quer que seja um sentimento intenso e recíproco, você sonha com alguém que combine contigo, você entende que sem sintonia não é possível um casal feliz. Ocorre que, de uns tempos pra cá você tem tentado reformular esse ideal de amor, talvez alguma pessoa muito ferida tenha tentado te convencer de que essas coisas não existem e que você precisa abandonar esse sonho adolescente.
E aí? Você acha que vale a pena abandonar sua essência para se encaixar nos moldes de alguém? Está disposto(a) a ter uma companhia que não te desperte saudades? Está disposto(a) a ferver por dentro ao lado de um(a) parceiro(a) apático(a)? Acha mesmo que uma pessoa tão intensa e efervescente como você vai conseguir se encaixar num relacionamento de conveniência só para não ficar sozinho(a) e prestar contas ao seu meio social? Já parou para pensar na tortura que deve ser compartilhar uma cama com alguém sem cumplicidade, sem química?
Olha aqui, tenha calma, o amor não anda muito preocupado com calendário. Uma hora dessas esse amor acontece, sim, e aí sua alma vai gritar eufórica: “era esse beijo que eu sempre quis”… “era desse abraço que eu estava falando”… “era esse cheiro que me faltava”…e por aí vai.
Agora, se você ocupar sua vida com um alguém que não tem a ver contigo, como isso vai acontecer? Vai complicar, não é? Ok, tudo bem, eu compreendo que a carência às vezes maltrata e que o tempo parece voar, mas se você se comprometer com uma companhia que não te completa, você vai continuar carente e frustrado(a). Existem infinitas possibilidades de você encontrar um amor bacana, do jeito que você espera. Não negocie os seus sonhos.
Postado em: @Psiquenaltas
Por: Ivonete Rosa
#relações #felicidade #plenitude
Hei, moço(a), acalme-se. Entenda, você não é obrigado(a) a abandonar os seus sonhos só porque as pessoas ao seu redor estão cada vez mais práticas e incrédulas. Não caia na esparrela de se relacionar com alguém apenas por conveniência, sua alma é diferente, você é intenso(a) e transborda amor. Você não nasceu para amores sem sal, você não suportaria um amor meia boca, você é profundo(a) demais para entregar-se a um amor raso.
Pare com essa bobagem de sentir-se inadequado(a) por ser intenso(a). Aceite que a sua essência é assim e tire proveito disso. Não é possível alguém deixar de ser intenso e adotar outra personalidade. Eu entendo que às vezes ser intenso é desgastante. O intenso sonha com a alma e nem sempre as circunstâncias respondem favoravelmente. Eu sei que é meio complicado, o tempo vai passando e você não sabe o que fazer com aqueles sonhos de adolescentes que insistem em te seguir. Ah, sabe de uma coisa? Se esse sonho nunca te abandonou é porque ele tem tudo para ser vivido e materializado.
Que tal ter mais paciência e acreditar nisso? Sim, eu me refiro ao sonho de ter um grande amor mesmo! Que mal há nisso? Amores bons e gostosos existem, são reais. Ah, e daí que você já sofreu horrores? Pare de contabilizar as frustrações na sua vida sentimental, acredite que o melhor está por vir. Talvez você esteja assim tão desanimado(a) de tanto ouvir gente amargurada. Cuidado, viu?! Pense bem antes de expor o seu sagrado, escolha bem os ouvidos para acolher os seus sonhos. Nem todos estão preparados, uns por amargura, outros por maldade, outros por imaturidade mesmo.
Você, desde muito jovem, cultiva na alma um ideal de amor. Obviamente, você tornou-se maduro(a) e fez algumas adequações, afinal, compreendeu que contos de fadas não existem, mas você faz questão de um amor, isso é fato. Você quer que seja um sentimento intenso e recíproco, você sonha com alguém que combine contigo, você entende que sem sintonia não é possível um casal feliz. Ocorre que, de uns tempos pra cá você tem tentado reformular esse ideal de amor, talvez alguma pessoa muito ferida tenha tentado te convencer de que essas coisas não existem e que você precisa abandonar esse sonho adolescente.
E aí? Você acha que vale a pena abandonar sua essência para se encaixar nos moldes de alguém? Está disposto(a) a ter uma companhia que não te desperte saudades? Está disposto(a) a ferver por dentro ao lado de um(a) parceiro(a) apático(a)? Acha mesmo que uma pessoa tão intensa e efervescente como você vai conseguir se encaixar num relacionamento de conveniência só para não ficar sozinho(a) e prestar contas ao seu meio social? Já parou para pensar na tortura que deve ser compartilhar uma cama com alguém sem cumplicidade, sem química?
Olha aqui, tenha calma, o amor não anda muito preocupado com calendário. Uma hora dessas esse amor acontece, sim, e aí sua alma vai gritar eufórica: “era esse beijo que eu sempre quis”… “era desse abraço que eu estava falando”… “era esse cheiro que me faltava”…e por aí vai.
Agora, se você ocupar sua vida com um alguém que não tem a ver contigo, como isso vai acontecer? Vai complicar, não é? Ok, tudo bem, eu compreendo que a carência às vezes maltrata e que o tempo parece voar, mas se você se comprometer com uma companhia que não te completa, você vai continuar carente e frustrado(a). Existem infinitas possibilidades de você encontrar um amor bacana, do jeito que você espera. Não negocie os seus sonhos.
Postado em: @Psiquenaltas
Por: Ivonete Rosa
#relações #felicidade #plenitude
◇RELIGIÕES NA TERRA◇
Parte: 22
Assunto: Restauracionismo.
Parte: 22
Assunto: Restauracionismo.
Restauracionismo ou Primitivismo Cristão é a postura histórico-teológica presente em algumas denominações religiosas que creem que o cristianismo histórico apostatou em algum ponto de sua existência, sendo necessário restaurar o cristianismo primitivo da era apostólica.
Movimentos primitivistas incluem os hussitas, anabatistas, insertos no contexto da Reforma Radical e os puritanos. Outros movimentos como o Adventismo, o Mormonismo e as Testemunhas de Jeová (oriundas do Movimento dos Estudantes da Bíblia) procuravam restabelecer uma igreja visível e restaurada conforme os princípios bíblicos.
Embora a presença do restauracionismo seja prevalente no seio protestante, há instâncias católicas de restauracionismo, como a Igreja Vétero-Católica e o Sedevacantismo.
Movimentos primitivistas incluem os hussitas, anabatistas, insertos no contexto da Reforma Radical e os puritanos. Outros movimentos como o Adventismo, o Mormonismo e as Testemunhas de Jeová (oriundas do Movimento dos Estudantes da Bíblia) procuravam restabelecer uma igreja visível e restaurada conforme os princípios bíblicos.
Embora a presença do restauracionismo seja prevalente no seio protestante, há instâncias católicas de restauracionismo, como a Igreja Vétero-Católica e o Sedevacantismo.
Pressuposto histórico-teológico
A perspectiva de restauração procura restaurar tudo que Jesus Cristo havia estabelecido porém fora perdido com a Grande Apostasia, diferente do Protestantismo magisterial oriundo da tentativa de reforma da Igreja Católica Romana.
O historiador de teologia Steven L. Ware define "restauracionismo é um complexo de ideias que, implícito e comum a todo o Protestantismo (...) é essencialmente sinônimo de primitivismo." Algum tipo de corrupção teria acontecido no cristianismo e os ensinos dos apóstolos teriam sido influenciados por práticas pagãs.
Também o restauracionismo é chamado de primitivismo cristão. "O primitivismo persiste em um envolvimento mínimo da ação de Deus na história (que se restringiria à vida de Cristo e geralmente ao I século da atividade apostólica) e assim coloca a Igreja do Novo Testamento no I século como modelo para a prática contemporânea."
Adicionalmente, igrejas de origem norte-americana referem-se a si mesmas especificamente como Restauracionista ou Movimento Restauracionista Stone-Campbell, sendo as principais denominações a Igrejas de Cristo, os Discípulos de Cristo e os Cristadelfianos.
Todavia, muitos adeptos da doutrina restauracionista não se identificam como protestantes, católicos ou ortodoxos, mas sim com a igreja primitiva. Em contrapartida, vários protestantes se veem como continuidade ininterrupta, histórica ou marginal (como os batistas adeptos do Landmarkismo), do cristianismo primitivo.
A perspectiva de restauração procura restaurar tudo que Jesus Cristo havia estabelecido porém fora perdido com a Grande Apostasia, diferente do Protestantismo magisterial oriundo da tentativa de reforma da Igreja Católica Romana.
O historiador de teologia Steven L. Ware define "restauracionismo é um complexo de ideias que, implícito e comum a todo o Protestantismo (...) é essencialmente sinônimo de primitivismo." Algum tipo de corrupção teria acontecido no cristianismo e os ensinos dos apóstolos teriam sido influenciados por práticas pagãs.
Também o restauracionismo é chamado de primitivismo cristão. "O primitivismo persiste em um envolvimento mínimo da ação de Deus na história (que se restringiria à vida de Cristo e geralmente ao I século da atividade apostólica) e assim coloca a Igreja do Novo Testamento no I século como modelo para a prática contemporânea."
Adicionalmente, igrejas de origem norte-americana referem-se a si mesmas especificamente como Restauracionista ou Movimento Restauracionista Stone-Campbell, sendo as principais denominações a Igrejas de Cristo, os Discípulos de Cristo e os Cristadelfianos.
Todavia, muitos adeptos da doutrina restauracionista não se identificam como protestantes, católicos ou ortodoxos, mas sim com a igreja primitiva. Em contrapartida, vários protestantes se veem como continuidade ininterrupta, histórica ou marginal (como os batistas adeptos do Landmarkismo), do cristianismo primitivo.
Contraste com outras doutrinas
Outras doutrinas sobre a história da Igreja são a doutrina da sucessão apostólica e o Sucessionismo Marginal. Na doutrina da sucessão apostólica, adotada pela Igreja Católica Romana, Igreja Anglicana e Igreja Ortodoxa, a legitimidade denominacional é fundada na sucessão do clero. Enquanto no Sucessionismo Marginal, defendido pelo Landmarkismo, o cristinismo puro teria sobrevivido à história através de grupos pequenos e marginais, normalmente tidos como hereges.
Outras doutrinas sobre a história da Igreja são a doutrina da sucessão apostólica e o Sucessionismo Marginal. Na doutrina da sucessão apostólica, adotada pela Igreja Católica Romana, Igreja Anglicana e Igreja Ortodoxa, a legitimidade denominacional é fundada na sucessão do clero. Enquanto no Sucessionismo Marginal, defendido pelo Landmarkismo, o cristinismo puro teria sobrevivido à história através de grupos pequenos e marginais, normalmente tidos como hereges.
Grande Apostasia
A doutrina restauracionista prega que durante a história houve uma Grande Apostasia no Cristianismo. Para alguns, ocorreu em um período específico, como após a morte do último apóstolo de Cristo, ou o reinado de Constantino, enquanto para outros, como protestantes em geral, a apostasia se implantou gradativamente e a longo prazo durante os séculos da era cristã.
A doutrina restauracionista prega que durante a história houve uma Grande Apostasia no Cristianismo. Para alguns, ocorreu em um período específico, como após a morte do último apóstolo de Cristo, ou o reinado de Constantino, enquanto para outros, como protestantes em geral, a apostasia se implantou gradativamente e a longo prazo durante os séculos da era cristã.
História da doutrina Restauracionista
Restauracionismo na Europa Continental
Durante a Idade Média movimentos populares como os valdenses, franciscanos, hussitas pretendiam restaurar a simplicidade do cristianismo original, vontade expressa nas profecias de Joaquim de Fiori.
A própria Reforma foi baseada em uma ideologia restauracionista. Lutero proclamava em seu O cativeiro babilônico da Igreja o fim de uma era de corrupção e retorno ao cristianismo neo-testamentário. Heinrich Bullinger defendia que as ideias dos reformadores não eram novidade, mas sim doutrinas olvidadas ou corrompidas. Todavia, a reforma magisterial (Luteranismo, Calvinismo e Anglicanismo) via-se uma continuação do cristianismo histórico, aceitando a validade dos cânones dos primeiros concílios ecumênicos e a literatura patrística desde que estivessem de acordo com as Escrituras. O ideal era reformar a Igreja, rejeitando práticas e doutrinas corrompidas, mas manter práticas que, mesmo não estando presente na Bíblia, não estivesse em oposição a ela.
Diferente dos reformadores magisteriais e partindo a uma postura que primou ser chamada de Reforma Radical os anabatistas, socinianos e schwelkenfelders rejeitaram qualquer necessidade de continuação histórica, mas sim restaurar suas perspectivas do cristianismo primitivo. Para eles o ideal seria reconstruir a igreja primitiva, praticar somente o que fosse mencionado nas Escrituras, sem necessidade de aderir aos preceitos históricos dos concílios ou da literatura patrística.
Mesmo entre os reformadores radicais a doutrina restauracionista não foi muito popular, a partir do século XVII a perspectiva histórico-teológico preferida foi a da sucessão secreta ou marginal. Essa doutrina emergiu baseada em escritos de Thieleman que retratava os mártires do cristianismo e a perseguição dos anabatistas, e Gottfried Arnold que argumentava que ao longo da história do cristianismo houve grupos marginais tão legítimos quanto as igrejas estabelecidas.
Restauracionismo na Europa Continental
Durante a Idade Média movimentos populares como os valdenses, franciscanos, hussitas pretendiam restaurar a simplicidade do cristianismo original, vontade expressa nas profecias de Joaquim de Fiori.
A própria Reforma foi baseada em uma ideologia restauracionista. Lutero proclamava em seu O cativeiro babilônico da Igreja o fim de uma era de corrupção e retorno ao cristianismo neo-testamentário. Heinrich Bullinger defendia que as ideias dos reformadores não eram novidade, mas sim doutrinas olvidadas ou corrompidas. Todavia, a reforma magisterial (Luteranismo, Calvinismo e Anglicanismo) via-se uma continuação do cristianismo histórico, aceitando a validade dos cânones dos primeiros concílios ecumênicos e a literatura patrística desde que estivessem de acordo com as Escrituras. O ideal era reformar a Igreja, rejeitando práticas e doutrinas corrompidas, mas manter práticas que, mesmo não estando presente na Bíblia, não estivesse em oposição a ela.
Diferente dos reformadores magisteriais e partindo a uma postura que primou ser chamada de Reforma Radical os anabatistas, socinianos e schwelkenfelders rejeitaram qualquer necessidade de continuação histórica, mas sim restaurar suas perspectivas do cristianismo primitivo. Para eles o ideal seria reconstruir a igreja primitiva, praticar somente o que fosse mencionado nas Escrituras, sem necessidade de aderir aos preceitos históricos dos concílios ou da literatura patrística.
Mesmo entre os reformadores radicais a doutrina restauracionista não foi muito popular, a partir do século XVII a perspectiva histórico-teológico preferida foi a da sucessão secreta ou marginal. Essa doutrina emergiu baseada em escritos de Thieleman que retratava os mártires do cristianismo e a perseguição dos anabatistas, e Gottfried Arnold que argumentava que ao longo da história do cristianismo houve grupos marginais tão legítimos quanto as igrejas estabelecidas.
Restauracionismo Anglo-Americano
No século XIX houve a ressurgência da doutrina restauracionista nos Estados Unidos e Inglaterra. Nesse último país o pastor presbiteriano Edward Irving proclamava uma restauração espiritual do cristianismo primitivo, enquanto John Nelson Darby e outros irmãos de Plymouth pretendiam restaurar um cristianismo simples e adenominacional, usando uma interpretação dispensacionalista da história.
Nessa época, durante o Segundo Grande Despertar nos Estados Unidos emergiram movimentos restauracionistas, primeiro na fronteira agrícola na região dos Apalaches, onde os Campbell e Barton Stone pregavam um cristianismo não-credal e sem barreiras denominacionais. Posteriormente, nesse mesmo contexto e região, movimentos como o Mormonismo, o Adventismo e as Testemunhas de Jeová procuravam restabelecer uma igreja visível e restaurada conforme os princípios bíblicos.
No século XIX houve a ressurgência da doutrina restauracionista nos Estados Unidos e Inglaterra. Nesse último país o pastor presbiteriano Edward Irving proclamava uma restauração espiritual do cristianismo primitivo, enquanto John Nelson Darby e outros irmãos de Plymouth pretendiam restaurar um cristianismo simples e adenominacional, usando uma interpretação dispensacionalista da história.
Nessa época, durante o Segundo Grande Despertar nos Estados Unidos emergiram movimentos restauracionistas, primeiro na fronteira agrícola na região dos Apalaches, onde os Campbell e Barton Stone pregavam um cristianismo não-credal e sem barreiras denominacionais. Posteriormente, nesse mesmo contexto e região, movimentos como o Mormonismo, o Adventismo e as Testemunhas de Jeová procuravam restabelecer uma igreja visível e restaurada conforme os princípios bíblicos.
Adventistas do Sétimo Dia
s Adventistas do Sétimo Dia que surgiram a partir do Segundo Grande Reavivamento começado por Guilherme Miller, creem que são a Igreja Remanescente a partir da Igreja Cristã do Primeiro Século, creem nos escritos de Ellen Gould White como a revelação de Deus para o retorno a ensinos bíblicos como: a guarda do Sábado (que segundo eles é uma restauração do verdadeiro cristianismo), além disso pregam o estado inconsciente dos mortos (Eclesiastes 9:10), a regulação dietética do Antigo Testamento, e a interpretação do santuário de Daniel 8.
s Adventistas do Sétimo Dia que surgiram a partir do Segundo Grande Reavivamento começado por Guilherme Miller, creem que são a Igreja Remanescente a partir da Igreja Cristã do Primeiro Século, creem nos escritos de Ellen Gould White como a revelação de Deus para o retorno a ensinos bíblicos como: a guarda do Sábado (que segundo eles é uma restauração do verdadeiro cristianismo), além disso pregam o estado inconsciente dos mortos (Eclesiastes 9:10), a regulação dietética do Antigo Testamento, e a interpretação do santuário de Daniel 8.
Testemunhas de Jeová
As Testemunhas de Jeová, o maior grupo oriundo do Movimento dos Estudantes da Bíblia, creem que a sua organização foi prevista na Bíblia como restauração da igreja primitiva para proclamar a mensagem original do cristianismo (Daniel 12:4 e Isaías 11:9).
As Testemunhas de Jeová acreditam que algumas denominações cristãs surgiram a partir de uma Grande Apostasia (1 Timóteo 4:1), sendo essas 'igrejas' parte de Babilônia, a Grande do livro de Apocalipse, e que a fé original pode ser restaurada através do estudo intensivo da Bíblia abençoado por Deus e do entendimento que seu Corpo Governante ou "Escravo Fiel e Prudente" promove. (Mateus 24:45). Elas continuaram a desenvolver doutrinas que consideram ser uma restauração da Igreja primitiva. Concentraram-se em diversos pontos-chave doutrinários que consideram um retorno ao cristianismo primitivo, derivados da Bíblia, incluindo a ênfase maior sobre o uso do nome de Deus (YHWH) que usualmente chamam de Jeová (Salmos 83:18); a rejeição do trinitarianismo (1 Coríntios 15:28), acreditam que Jesus não faz parte de uma trindade, mas que atualmente é um ser divino que está direita de Deus, o Pai; a rejeição do conceito atual de inferno de fogo (Atos 2:31 e Jó 14:13) como um lugar de tormento eterno (Romanos 6:23 e 2 Tessalonicenses 1:9); estrita neutralidade nos assuntos políticos, elas não votam (João 17:16); abstinência de guerra, pois acreditam que um cristão não deve pegar em armas e nem matar o seu próximo (João 13:34,35 e Mateus 16:52), e a crença na manifestação iminente do Reino de Deus, algo que falam bastante em seu serviço de pregação de casa em casa (Daniel 2:44); na Terra com a transformação desta num futuro restabelecido Paraíso (Salmos 37:29). Normalmente comemoram festas de casamento, mas não comemoram nenhum outro tipo de festividade comemorativa comum, podendo-se citar como exemplos: Aniversários, Natal, Páscoa etc, pois consideram como de origem pagã. O nome atual do grupo só surgiu em 1931, quatorze anos após a grande cisma de 1917. Suas origens remontam ao grupo de estudo independente da Bíblia liderado por Charles Taze Russell nos anos 1870.
As Testemunhas de Jeová, o maior grupo oriundo do Movimento dos Estudantes da Bíblia, creem que a sua organização foi prevista na Bíblia como restauração da igreja primitiva para proclamar a mensagem original do cristianismo (Daniel 12:4 e Isaías 11:9).
As Testemunhas de Jeová acreditam que algumas denominações cristãs surgiram a partir de uma Grande Apostasia (1 Timóteo 4:1), sendo essas 'igrejas' parte de Babilônia, a Grande do livro de Apocalipse, e que a fé original pode ser restaurada através do estudo intensivo da Bíblia abençoado por Deus e do entendimento que seu Corpo Governante ou "Escravo Fiel e Prudente" promove. (Mateus 24:45). Elas continuaram a desenvolver doutrinas que consideram ser uma restauração da Igreja primitiva. Concentraram-se em diversos pontos-chave doutrinários que consideram um retorno ao cristianismo primitivo, derivados da Bíblia, incluindo a ênfase maior sobre o uso do nome de Deus (YHWH) que usualmente chamam de Jeová (Salmos 83:18); a rejeição do trinitarianismo (1 Coríntios 15:28), acreditam que Jesus não faz parte de uma trindade, mas que atualmente é um ser divino que está direita de Deus, o Pai; a rejeição do conceito atual de inferno de fogo (Atos 2:31 e Jó 14:13) como um lugar de tormento eterno (Romanos 6:23 e 2 Tessalonicenses 1:9); estrita neutralidade nos assuntos políticos, elas não votam (João 17:16); abstinência de guerra, pois acreditam que um cristão não deve pegar em armas e nem matar o seu próximo (João 13:34,35 e Mateus 16:52), e a crença na manifestação iminente do Reino de Deus, algo que falam bastante em seu serviço de pregação de casa em casa (Daniel 2:44); na Terra com a transformação desta num futuro restabelecido Paraíso (Salmos 37:29). Normalmente comemoram festas de casamento, mas não comemoram nenhum outro tipo de festividade comemorativa comum, podendo-se citar como exemplos: Aniversários, Natal, Páscoa etc, pois consideram como de origem pagã. O nome atual do grupo só surgiu em 1931, quatorze anos após a grande cisma de 1917. Suas origens remontam ao grupo de estudo independente da Bíblia liderado por Charles Taze Russell nos anos 1870.
Santos dos Últimos Dias (Mórmons)
No entendimento dos mórmons, ou seja, dos membros de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, a Bíblia Sagrada não se constitui como o único volume de escrituras preparado pelos servos de Deus, de modo que o Pai Celestial pode se revelar continuamente através de profetas (homens divinamente autorizados e designados como testemunhas especiais de Cristo) e revelar novas escrituras a qualquer momento, se assim o desejar. Assim, à Bíblia Sagrada adicionam-se outros livros de escritura, tão inspirados quanto ela e sem a finalidade de substituí-la, mas de complementá-la. Em especial, um volume de escrituras que relata os acontecimentos dos cristãos que viveram na América pré-colombiana, denominado O Livro de Mórmon: Outro Testamento de Jesus Cristo, se mostra como obra de relevante consideração entre os mórmons, a ponto de serem denominados dessa forma graças à sua crença nesta outra escritura sagrada, em conjunto com a Bíblia. Para os Santos dos Últimos Dias a restauração abrange dois princípios básicos: primeiramente, a restauração do sacerdócio, ou seja, da autoridade eclesiástica advinda diretamente de Jesus Cristo, seguindo o tipo de organização que Cristo usara quando estava na Terra em seu próprio ministério mortal, isto é, profetas, apóstolos e outros oficiais autorizados. Outro aspecto importante da restauração é a construção de templos sagrados e a qualificação de ordenanças (rituais sagrados), realizados através da autoridade do sacerdócio acima explicado, de modo a permitir que as famílias possam estar unidas por toda a eternidade. Segundo os Mórmons, no início do século XIX, Moisés, Elias, João Batista, Pedro, Tiago, João e vários outros profetas, apóstolos e seres celestiais teriam vindo direto do céu e entregado o Sacerdócio Aarônico e o Sacerdócio de Melquisedeque ao seu primeiro líder, o profeta Joseph Smith, restaurando assim a ordem eclesiástica da Igreja primitiva, a autoridade necessária para oficiar as ordenanças sagradas e e a possibilidade do recebimento de novas revelações através de profetas e apóstolos divinamente inspirados.
No entendimento dos mórmons, ou seja, dos membros de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, a Bíblia Sagrada não se constitui como o único volume de escrituras preparado pelos servos de Deus, de modo que o Pai Celestial pode se revelar continuamente através de profetas (homens divinamente autorizados e designados como testemunhas especiais de Cristo) e revelar novas escrituras a qualquer momento, se assim o desejar. Assim, à Bíblia Sagrada adicionam-se outros livros de escritura, tão inspirados quanto ela e sem a finalidade de substituí-la, mas de complementá-la. Em especial, um volume de escrituras que relata os acontecimentos dos cristãos que viveram na América pré-colombiana, denominado O Livro de Mórmon: Outro Testamento de Jesus Cristo, se mostra como obra de relevante consideração entre os mórmons, a ponto de serem denominados dessa forma graças à sua crença nesta outra escritura sagrada, em conjunto com a Bíblia. Para os Santos dos Últimos Dias a restauração abrange dois princípios básicos: primeiramente, a restauração do sacerdócio, ou seja, da autoridade eclesiástica advinda diretamente de Jesus Cristo, seguindo o tipo de organização que Cristo usara quando estava na Terra em seu próprio ministério mortal, isto é, profetas, apóstolos e outros oficiais autorizados. Outro aspecto importante da restauração é a construção de templos sagrados e a qualificação de ordenanças (rituais sagrados), realizados através da autoridade do sacerdócio acima explicado, de modo a permitir que as famílias possam estar unidas por toda a eternidade. Segundo os Mórmons, no início do século XIX, Moisés, Elias, João Batista, Pedro, Tiago, João e vários outros profetas, apóstolos e seres celestiais teriam vindo direto do céu e entregado o Sacerdócio Aarônico e o Sacerdócio de Melquisedeque ao seu primeiro líder, o profeta Joseph Smith, restaurando assim a ordem eclesiástica da Igreja primitiva, a autoridade necessária para oficiar as ordenanças sagradas e e a possibilidade do recebimento de novas revelações através de profetas e apóstolos divinamente inspirados.
Pentecostalismo
Quanto ao movimento pentecostal, possuía uma concepção restauracionista em sua origem e via o batismo no Espírito Santo, manifesto na glossolalia, como prova da restauração do cristianismo primitivo.
Ambrose J. Tomlison, pioneiro pentecostal e fundador da Igreja de Deus, Cleveland e da Igreja de Deus da Profecia, via a história do cristianismo como um desenrolar de restaurações movidas por Deus: a justificação pela fé de influência Luterana, a conversão pessoal e/ou pietismo Wesleyano, o movimento de Santidade metodista que culminaram no estabelecimento de suas igrejas em 1903, com a manifestação das novas línguas.
A pregadora Aimee McPherson pregou um sermão alegórico em 1917 cuja função do pentecostalismo seria restaurar o poder carismático do cristianismo primitivo.
Nos anos 1950 surgiu o movimento de "chuva tardia" que se via como uma última dispensação restauracionista de dons e cura divina. Um dos expoentes desse movimento foi William Marrion Branham.
Dentro do pentecostalismo surgiu o movimento apostólico, pregando a restauração do ofício do apóstolo no cristianismo contemporâneo. O termo também é utilizado por grupos mais recentes, descrevendo o objetivo de restabelecer o cristianismo na sua forma original, como alguns Restauracionistas Carismáticos antidenominacionais, que surgiram na década de 1970 no Reino Unido e em outros lugares.
Quanto ao movimento pentecostal, possuía uma concepção restauracionista em sua origem e via o batismo no Espírito Santo, manifesto na glossolalia, como prova da restauração do cristianismo primitivo.
Ambrose J. Tomlison, pioneiro pentecostal e fundador da Igreja de Deus, Cleveland e da Igreja de Deus da Profecia, via a história do cristianismo como um desenrolar de restaurações movidas por Deus: a justificação pela fé de influência Luterana, a conversão pessoal e/ou pietismo Wesleyano, o movimento de Santidade metodista que culminaram no estabelecimento de suas igrejas em 1903, com a manifestação das novas línguas.
A pregadora Aimee McPherson pregou um sermão alegórico em 1917 cuja função do pentecostalismo seria restaurar o poder carismático do cristianismo primitivo.
Nos anos 1950 surgiu o movimento de "chuva tardia" que se via como uma última dispensação restauracionista de dons e cura divina. Um dos expoentes desse movimento foi William Marrion Branham.
Dentro do pentecostalismo surgiu o movimento apostólico, pregando a restauração do ofício do apóstolo no cristianismo contemporâneo. O termo também é utilizado por grupos mais recentes, descrevendo o objetivo de restabelecer o cristianismo na sua forma original, como alguns Restauracionistas Carismáticos antidenominacionais, que surgiram na década de 1970 no Reino Unido e em outros lugares.
Outros
A descoberta da biblioteca de Nag Hammadi no Egito fez com que vários textos gnósticos se tornassem públicos e movimentos neognósticos surgiram pregando que o cristianismo neotestamentário tenha sido uma forma corrupta que reprimiu o cristianismo gnóstico.
Entre grupos teosóficos e místicos há duas correntes principais quanto à história teológica. Uns acreditam em um conhecimento transmitido secretamente através dos séculos, enquanto outros veem uma restauração de um conhecimento perdido há tempos, como o caso da Igreja Cristã Primitiva.
A descoberta da biblioteca de Nag Hammadi no Egito fez com que vários textos gnósticos se tornassem públicos e movimentos neognósticos surgiram pregando que o cristianismo neotestamentário tenha sido uma forma corrupta que reprimiu o cristianismo gnóstico.
Entre grupos teosóficos e místicos há duas correntes principais quanto à história teológica. Uns acreditam em um conhecimento transmitido secretamente através dos séculos, enquanto outros veem uma restauração de um conhecimento perdido há tempos, como o caso da Igreja Cristã Primitiva.
Doutrinas e Práxis
Os diversos movimentos restauracionistas visam objetivos distintos para restauração:
Escrituras perdidas ou não corrompidas no caso dos(mórmons, neognósticos, movimento do Nome Sagrado;
Eclesiologia (movimento de Stone-Campbell, Irmãos de Plymouth, pentecostalismo apostólico, Igreja Nova Apostólica);
Rito (anabatismo, Zwinglianos);
Espiritualidade, como a Glossolalia religiosa no Pentecostalismo e Irvinismo;
A Igreja como instituição remanescente de um plano divino Igreja Adventista do Sétimo Dia, Igreja de Deus da Profecia.
Fonte: http://bit.ly/2j12gKw
Os diversos movimentos restauracionistas visam objetivos distintos para restauração:
Escrituras perdidas ou não corrompidas no caso dos(mórmons, neognósticos, movimento do Nome Sagrado;
Eclesiologia (movimento de Stone-Campbell, Irmãos de Plymouth, pentecostalismo apostólico, Igreja Nova Apostólica);
Rito (anabatismo, Zwinglianos);
Espiritualidade, como a Glossolalia religiosa no Pentecostalismo e Irvinismo;
A Igreja como instituição remanescente de um plano divino Igreja Adventista do Sétimo Dia, Igreja de Deus da Profecia.
Fonte: http://bit.ly/2j12gKw
OS SIGNOS MAIS E MENOS AMIGOS DO SEU SIGNO.
Todo o signo tem uma tendência a si dar melhor com certos outros signos.
Isso muito tem a ver com o encaixe energético entre eles e com o temperamento individual que pode ser mais, ou menos, recepcionado pelos outros membros do zodíaco.
O mais interessante é que, mesmo que as tendências sejam reais, o livre-arbítrio, o nível de maturidade e idade da alma, sobrepõem essas tendências.
Porém, como estamos em um planeta com o nível vibracional ainda muito materialista, na maioria dos casos as tendências zodiacais tem uma influência maior e um caráter de desafio mais dificultoso.
Acompanhem agora uma breve listagem das tendências de melhores amigos e menos amigos de cada signo.
♈ÁRIES:
Melhores amigos-> LEÃO, SAGITÁRIO, gêmeos, aquário, libra, escorpião.
Menos amigos-> virgem, capricórnio, câncer.
♉TOURO:
Melhores amigos-> VIRGEM, CAPRICÓRNIO, câncer, escorpião, peixes.
Menos amigos-> aquário, gêmeos, sagitário, áries.
♊GÊMEOS:
Melhores amigos-> AQUÁRIO, LIBRA, leão, áries, sagitário.
Menos amigos-> virgem, capricórnio, touro.
♋CÂNCER:
Melhores amigos-> TOURO, VIRGEM, capricórnio, peixes, escorpião.
Menos amigos-> aquário, sagitário, áries.
♌LEÃO:
Melhores amigos: LIBRA, LEÃO, AQUÁRIO, ÁRIES, sagitário, gêmeos.
Menos amigos: escorpião, touro, capricórnio.
♍VIRGEM:
Melhores amigos-> TOURO, CAPRICÓRNIO, escorpião, peixes, câncer.
Menos amigos-> gêmeos, aquário, sagitário.
♎LIBRA:
Melhores amigos-> LEÃO, SAGITÁRIO, áries, gêmeos, aquário.
Menos amigos: câncer, peixes, capricórnio.
♏ESCORPIÃO:
Melhores amigos-> CAPRICÓRNIO, VIRGEM, touro, áries, câncer, peixes.
Menos amigos-> leão, libra, aquário.
♐SAGITÁRIO:
Melhores amigos-> ÁRIES, AQUÁRIO, libra, gêmeos, leão.
Menos amigos-> câncer, virgem, peixes.
♑CAPRICÓRNIO:
Melhores amigos-> TOURO, VIRGEM, escorpião, câncer, peixes.
Menos amigos-> gêmeos, libra, aquário.
♒AQUÁRIO:
Melhores amigos-> GÊMEOS, LEÃO, SAGITÁRIO, áries, libra.
Menos amigos-> câncer, escorpião, peixes.
♓PEIXES:
Melhores amigos-> TOURO, CÂNCER, escorpião, capricórnio, virgem.
Menos amigos-> aquário, áries, libra.
Postado em: @SenseAtividade
Por: Tess
#signos #amigos #desamizade
Todo o signo tem uma tendência a si dar melhor com certos outros signos.
Isso muito tem a ver com o encaixe energético entre eles e com o temperamento individual que pode ser mais, ou menos, recepcionado pelos outros membros do zodíaco.
O mais interessante é que, mesmo que as tendências sejam reais, o livre-arbítrio, o nível de maturidade e idade da alma, sobrepõem essas tendências.
Porém, como estamos em um planeta com o nível vibracional ainda muito materialista, na maioria dos casos as tendências zodiacais tem uma influência maior e um caráter de desafio mais dificultoso.
Acompanhem agora uma breve listagem das tendências de melhores amigos e menos amigos de cada signo.
♈ÁRIES:
Melhores amigos-> LEÃO, SAGITÁRIO, gêmeos, aquário, libra, escorpião.
Menos amigos-> virgem, capricórnio, câncer.
♉TOURO:
Melhores amigos-> VIRGEM, CAPRICÓRNIO, câncer, escorpião, peixes.
Menos amigos-> aquário, gêmeos, sagitário, áries.
♊GÊMEOS:
Melhores amigos-> AQUÁRIO, LIBRA, leão, áries, sagitário.
Menos amigos-> virgem, capricórnio, touro.
♋CÂNCER:
Melhores amigos-> TOURO, VIRGEM, capricórnio, peixes, escorpião.
Menos amigos-> aquário, sagitário, áries.
♌LEÃO:
Melhores amigos: LIBRA, LEÃO, AQUÁRIO, ÁRIES, sagitário, gêmeos.
Menos amigos: escorpião, touro, capricórnio.
♍VIRGEM:
Melhores amigos-> TOURO, CAPRICÓRNIO, escorpião, peixes, câncer.
Menos amigos-> gêmeos, aquário, sagitário.
♎LIBRA:
Melhores amigos-> LEÃO, SAGITÁRIO, áries, gêmeos, aquário.
Menos amigos: câncer, peixes, capricórnio.
♏ESCORPIÃO:
Melhores amigos-> CAPRICÓRNIO, VIRGEM, touro, áries, câncer, peixes.
Menos amigos-> leão, libra, aquário.
♐SAGITÁRIO:
Melhores amigos-> ÁRIES, AQUÁRIO, libra, gêmeos, leão.
Menos amigos-> câncer, virgem, peixes.
♑CAPRICÓRNIO:
Melhores amigos-> TOURO, VIRGEM, escorpião, câncer, peixes.
Menos amigos-> gêmeos, libra, aquário.
♒AQUÁRIO:
Melhores amigos-> GÊMEOS, LEÃO, SAGITÁRIO, áries, libra.
Menos amigos-> câncer, escorpião, peixes.
♓PEIXES:
Melhores amigos-> TOURO, CÂNCER, escorpião, capricórnio, virgem.
Menos amigos-> aquário, áries, libra.
Postado em: @SenseAtividade
Por: Tess
#signos #amigos #desamizade
XINTOÍSMO
O Xintoísmo é a única religião que pode ser considerada genuinamente japonesa, tendo origens mesclando-se com a do próprio povo japonês. Há dois milênios percebe-se sua predominância no misticismo do país. A denominação adaptada do chinês xin-tao, que significa "via dos deuses", só foi aceita por volta do século XI, embora muitos utilizem o termo kami-no-michi, com a mesma significação.
Ao contrário do Budismo, de origem indiana e influência chinesa, o Xintoísmo é dominante apenas no Japão, embora sua prática não exija o abandono ou recusa de outras formas de manifestação de crença religiosa. Não se trata de uma crença exclusivista, pois convive pacificamente e até complementa-se com outras religiões.
Muitos estudiosos nem consideram o Xintoísmo uma religião, devido ao fato de não terem sido criados códigos de leis explícitas, filosofia escrita e definida, profetas ou um livro sagrado, que contivesse os dogmas para quem a segue. Entretanto, a forma ostensiva com que o xintoísmo comanda a vida de seus praticantes, é perceptível não só em seus rituais, mas nos demais aspectos da vida, o que garante a posição de uma das grandes religiões do mundo.
Sua base é de origem panteísta, com inúmeras divindades, as quais atribuem valor sagrado a todos os elementos da natureza. Em sua concepção, tudo no universo é divino, interligado e interdependente. Assim, não só os seres vivos, mas todos os elementos, visíveis e invisíveis da natureza, coexistem em harmonia tendo se originado da mesma fonte.
O Xintoísmo diz que tudo é regido por forças de pureza hare, impureza ke, e a fusão de ambos kegare, formando uma das mais importantes características de seus rituais, a purificação de corpo e da alma, assim como a harmonia com a natureza. O praticante se familiariza e se integra à natureza, num relacionamento de intimidade, de reciprocidade, sabendo que dela ele tira seu sustento e, portanto, deve retribuir de alguma forma. Assim, sua sobrevivência depende do seu entendimento de toda a estrutura vital da natureza, considerando-a uma parceira e uma guia.
Contrária à visão ocidental de que o homem é adversário da natureza, tentando dominá-la e subjugá-la, na concepção Xintoísta considera-se que o ser humano não pode viver em luta com a natureza, o que é interessante perceber, considerando as condições geográficas e climáticas do Japão que são, sem dúvida, uma das mais implacáveis do mundo, com vulcões ativos, intensos terremotos e furacões arrasadores.
Ao estudar o Xintoísmo, tem-se um bom entendimento da cultura japonesa, com sua visão de mundo que determina boa parte do comportamento do seu povo, sua capacidade de adaptação e aceitação de novas idéias, preservando as antigas, sua recepção a novas culturas, seu comportamento valorizador da higiene e da saúde e seu nacionalismo sempre presente.
Mesmo mesclando-se com outras religiões e com vários desdobramentos, o Xintoísmo deixa uma herança que, com certeza, auxilia a receptividade do povo nipônico, fazendo com que o exclusivismo, principalmente no campo religioso, seja anulado ou ao menos, pouco praticado no Japão.
Postado em: @SenseAtividade
Por: Geraldo Magela Machado
Fonte:www.xr.pro.br/monografias/xinto.html
#Xintoísmo #religiões
O Xintoísmo é a única religião que pode ser considerada genuinamente japonesa, tendo origens mesclando-se com a do próprio povo japonês. Há dois milênios percebe-se sua predominância no misticismo do país. A denominação adaptada do chinês xin-tao, que significa "via dos deuses", só foi aceita por volta do século XI, embora muitos utilizem o termo kami-no-michi, com a mesma significação.
Ao contrário do Budismo, de origem indiana e influência chinesa, o Xintoísmo é dominante apenas no Japão, embora sua prática não exija o abandono ou recusa de outras formas de manifestação de crença religiosa. Não se trata de uma crença exclusivista, pois convive pacificamente e até complementa-se com outras religiões.
Muitos estudiosos nem consideram o Xintoísmo uma religião, devido ao fato de não terem sido criados códigos de leis explícitas, filosofia escrita e definida, profetas ou um livro sagrado, que contivesse os dogmas para quem a segue. Entretanto, a forma ostensiva com que o xintoísmo comanda a vida de seus praticantes, é perceptível não só em seus rituais, mas nos demais aspectos da vida, o que garante a posição de uma das grandes religiões do mundo.
Sua base é de origem panteísta, com inúmeras divindades, as quais atribuem valor sagrado a todos os elementos da natureza. Em sua concepção, tudo no universo é divino, interligado e interdependente. Assim, não só os seres vivos, mas todos os elementos, visíveis e invisíveis da natureza, coexistem em harmonia tendo se originado da mesma fonte.
O Xintoísmo diz que tudo é regido por forças de pureza hare, impureza ke, e a fusão de ambos kegare, formando uma das mais importantes características de seus rituais, a purificação de corpo e da alma, assim como a harmonia com a natureza. O praticante se familiariza e se integra à natureza, num relacionamento de intimidade, de reciprocidade, sabendo que dela ele tira seu sustento e, portanto, deve retribuir de alguma forma. Assim, sua sobrevivência depende do seu entendimento de toda a estrutura vital da natureza, considerando-a uma parceira e uma guia.
Contrária à visão ocidental de que o homem é adversário da natureza, tentando dominá-la e subjugá-la, na concepção Xintoísta considera-se que o ser humano não pode viver em luta com a natureza, o que é interessante perceber, considerando as condições geográficas e climáticas do Japão que são, sem dúvida, uma das mais implacáveis do mundo, com vulcões ativos, intensos terremotos e furacões arrasadores.
Ao estudar o Xintoísmo, tem-se um bom entendimento da cultura japonesa, com sua visão de mundo que determina boa parte do comportamento do seu povo, sua capacidade de adaptação e aceitação de novas idéias, preservando as antigas, sua recepção a novas culturas, seu comportamento valorizador da higiene e da saúde e seu nacionalismo sempre presente.
Mesmo mesclando-se com outras religiões e com vários desdobramentos, o Xintoísmo deixa uma herança que, com certeza, auxilia a receptividade do povo nipônico, fazendo com que o exclusivismo, principalmente no campo religioso, seja anulado ou ao menos, pouco praticado no Japão.
Postado em: @SenseAtividade
Por: Geraldo Magela Machado
Fonte:www.xr.pro.br/monografias/xinto.html
#Xintoísmo #religiões