《Sense Atividade》
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Espiritualidade, atendimentos em cartomancia, esoterismo, astrologia, mediunidade, quântica, filosofia de vida e etc.

Nascido em 27 de janeiro de 2017.

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Vanessa
Maria T
Filipe Albani

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Cultura megalítica

Santo Agostinho mencionou que os africanos politeístas davam culto às pedras. Apuleioafirmou também que se dava culto às rochas no século II a.C.. A cultura megalítica pôde ter sido parte do culto aos mortos ou às estrelas.

O monumento de Mzora é o monumento megalítico mais conhecido do noroeste africano. Compõe-se de um círculo de megálitos que rodeiam um túmulo. O megálito mais alto excede os 5 metros. Segundo a lenda, trata-se do sepulcro do mítico rei líbio Anteu. 

Em 1926 outro monumento megalítico foi descoberto a sul de Casablanca; apresentava inscrições funerárias talhadas em escrita líbico-berbere, chamada tifinague.

Heródoto mencionou que os antigos berberes (que ele conhecia como líbios) davam culto ao sol e à lua, e faziam-lhes sacrifícios. Escreveu:

Começaram pela orelha da vítima, que cortaram e arrojaram sobre a sua casa: feito isto, mataram o animal, torcendo-lhe o pescoço. Sacrificam apenas em culto ao sol e à lua, a nenhum outro deus. Este culto é comum a todos os líbios.

Cícero (105-43 a.C.) também menciona o mesmo culto em Da República (Sono de Cipião):

Quando fui apresentado a ele, o ancião (Massinissa, rei da Numídia) abraçou-me, verteu lágrimas, e então, olhando para o céu, exclamou: Agradeço-vos, oh supremo Sol, bem como a vós, seres celestiais, que antes de partir desta vida, tenha alojado no meu reino, e no meu palácio, a Públio Cornélio Cipião....

Outras inscrições latinas achadas na África do Nordeste são dedicadas ao deus Sol. Um exemplo é a inscrição achada em Souk Ahras(o local no que nasceu Santo Agostinho); ou a de Tagaste, na Argélia) que reza: Solo Deo Invicto.

Samuel, o Confessor parece ter sofrido os adoradores berberes do sol, que trataram, sem sucesso, de voltar ao seu culto.

Entre os Tuaregues Awelimmiden, acredita-se que o nome Amanai tem o significado de "Deus". A Líbia, na Antiguidade poderia dar culto ao sol poente, personificado em Ámon, que aparecia representado por um chifre de cabra.

Dava-se culto ao sol nas zonas de montanha (e.g. Atlas), bem como às rochas, às cavernas e aos rios.
Crenças egípcio-berberes

Na Antiguidade, os egípcios eram vizinhos dos berberes. Poderiam ter tido uma antiga origem comum no Saara central. Assim, às vezes supõe-se que compartiam o culto de algumas deidades.
Deidades egípcias

Os antigos berberes do leste davam culto a Ísis e a Seti. Isto foi mencionado por Heródoto:

Nenhuma destas tribos (líbias) comiam carne de vaca, mas abstinham-se dela pela mesma razão que os egípcios (…) Até mesmo em Cirene, as mulheres acreditam que não é correto tomar carne de vaca, pois nisto honram a Ísis, a deusa egípcia, à qual dão culto (…).

Osíris era uma das deidades egípcias veneradas na Líbia. Contudo, o Dr. Budge (com outros estudiosos) acredita que Osíris era uma deidade de origem líbia: "Tudo o que os textos revelam em relação a ele mostram que era um deus da África do nordeste e que a sua origem era possivelmente líbia”."
Deidades berberes

Os egípcios consideravam que alguns dos seus deuses tinham origem líbia, como Neith, que teria emigrado da Líbia para estabelecer o seu templo em Sais, no delta do Nilo. Alguns mitos situam o nascimento de Neith no território da atual Tunísia.

É preciso salientar também que alguns deuses egípcios apresentavam características berberes próprias da antiga Líbia, como "Ament", que portava duas canetas, que eram adornos habituais dos líbios na Antiguidade.
O deus Ámon

Ámon era o deus mais importante que tinham em comum berberes e egípcios. Resulta difícil adscrever este deus a um único panteão.

Apesar de a maioria das fontes modernas ignorarem a existência de Ámon na mitologia berbere, este talvez fosse a maior das antigas deidades berberes. 

Foi honrado pelos gregos na Cirenaica, e foi fusionado com o deus fenício Baal, devido ao influxo líbio. 

O mais famoso templo dedicado a Ámon na antiga Líbia foi o templo do oásis de Siwa.

Alguns estudiosos acreditam que os nomes das antigas tribos berberes, os Garamantes e os Nasamônios, estão relacionados ao nome de Ámon.
Crenças fenício-berberes

Os fenícios foram um povo semítico que nas suas origens morava nas costas do atual Líbano. Era um povo de navegantes, que fundaram Cartago em 814 a.C. Mais tarde alumbraram a cultura púnica, que tinha as suas raízes nas culturas berbere e fenícia.

Alguns estudiosos distinguiam duas fases nas relações entre fenícios e berberes:
Antes da Batalha de Hímera (480 a.C.)

Quando os fenícios se estabeleceram a noroeste da África, permaneceram nas zonas costeiras para evitar a guerra com os berberes. Conservaram os deuses que trouxeram das suas terras de origem. Os primitivos cartagineses tinham dois deuses importantes: Baal e Astarte.
Depois da Batalha de Hímera

Cartago começou as suas alianças com as tribos berberes após a batalha de Hímera, na qual os cartagineses foram derrotados pelos gregos. Além das mudanças políticas subsequentes, os cartagineses importaram algumas deidades berberes.

Baal foi o primeiro dos deuses ao qual se deu culto em Cartago. Mais tarde, Baal foi fusionado com o deus líbio Ámon, para se tornar Baal-Ámon. No noroeste africano encontram-se diversas imagens deste deus. A deusa Astarte foi substituída por uma deusa nativa, Tanit, que se pensa ser de origem berbere. Mesmo o seu nome, “Tanit”, tem estrutura linguística berbere (tamaziguete ou amazigue), pois os nomes femininos começam e terminam com "t" na língua berbere. Alguns estudiosos pensam que a deusa egípcia Neith está relacionada à deusa líbia Tanit (Ta-neith). Também há nomes fenícios e númidas que, ao parecer, contêm raízes relacionadas ao nome do deus Baal, como “Adherbal” e “Aníbal”.
Crenças greco-berberes

Os antigos gregos estabeleceram colônias na Cirenaica. Os gregos tiveram influência no panteão berbere oriental, mas também experimentaram o influxo da cultura e das crenças berberes.

No geral, nas relações entre a Grécia e a Líbia antigas podem ser diferenciados dois períodos diferentes. No primeiro deles, os gregos mantiveram relações pacíficas com os líbios. Depois entraram em guerra.

Estas relações sociais tiveram um reflexo nas suas crenças.
Antes da Batalha de Irassa (570 a.C.)

A primeira influência que se observa nas crenças greco-cirenaicas é o mesmo nome de “Cirenaica”, cuja etimologia está relacionada ao nome “Cyre”, antropônimo duma legendária guerreira berbere, corajosa na caça do leão. Os gregos emigrados convertiram-na na sua protetora, junto ao seu deus Apolo.

Parece que os gregos de Cirenaica também adotaram alguns costumes berberes, desposando mulheres berberes. Heródoto menciona que os líbios ensinaram aos gregos como jungir quatro cavalos a um carro.

Os gregos cirenaicos construíram templos para o deus líbio Ámon em lugar de para Zeus, e depois identificaram o seu deus supremo com o deus líbio Ámon.

Alguns deles continuaram adorando Ámon. O culto de Ámon era tão estendido entre os gregos que até mesmo Alexandre, o Grande decidiu ser declarado filho de Zeus no templo de Siwa, pelos sacerdotes líbios de Ámon.

Os historiadores antigos mencionaram que algumas deidades gregas eram de origem líbia, como a filha de Zeus, Atena. Assim o menciona Heródoto.

Estes historiadores afirmam que, em sua origem, foi honrada pelos berberes em torno do lago Tritonis, onde nascera do deus Posídon, segundo um mito líbio. Heródoto escreveu que o égide e as roupas de Atena eram as que acostumava usar uma mulher líbia.

Heródoto, assim mesmo, afirmou que Posídon (uma importante deidade marinha grega) foi adotado pelos líbios do panteão grego. Também sublinhou que nenhum outro povo dava culto a Posídon desde havia muito tempo exceto os líbios, que estenderam esse culto:

(..)acredito que estes receberam os seus nomes dos pelasgos, exceto Posídon; pois, enquanto a este deus, os helenos aprenderam o seu culto dos líbios, porque nenhum povo, exceto o povo líbio teve o nome de Posídon desde o princípio nem honrou sempre a este deus.

Outras deidades gregas eram relacionadas à antiga Líbia, como a deusa Lámia, que teria a sua origem ali, como Medusa e as Górgonas. Os gregos parecem achar ali Tritão. Os gregos talvez acreditassem que as Hespérides se localizavam no território do atual Marrocos. Alguns estudiosos situam a sua morada em Tânger, onde vivia Anteu, segundo alguns mitos. Acreditava-se que as Hespérides eram as filhas de Atlas, um deus que Heródoto associou à cordilheira do Atlas, à que os berberes davam culto.
Depois da Batalha de Irassa

Os gregos e os líbios deixaram de conviver em harmonia à época de Battus II.

Battus II começou a convidar em segredo outras facções gregas para que acudissem à Líbia. Os líbios consideraram isto como um perigo que devia ser neutralizado, de modo que os berberes começassem a lutar contra os gregos, por vezes em aliança com os egípcios e, em outras ocasiões, com os cartagineses. Contudo, os gregos venceram.

Alguns historiadores acreditam que o mito deAnteu reflete aquelas guerras entre líbios e gregos. 

O mito narra que Anteu foi o invito protetor do povo líbio. Era o filho do deus Posídon e de Gaia. Era também o esposo da deusa berbere Tinjis. Acostumava proteger as terras dos berberes, até ser morto pelo heroi grego Heracles (ou Hércules), que se desposou com Tingis e foi o pai de Sufax, o seu filho greco-berbere. Alguns reis líbios, como Juba I, reivindicavam serem descendentes de Sufax. Enquanto algumas fontes mencionam Anteu como o rei de Irassa, Plutarco afirmou que os líbios enterraram-no em Tânger:

…dizem os líbios que Anteu foi enterrado nesta cidade (Tânger), e Sertorius mandou abrir o seu túmulo, cujas grandes dimensões lhe fizeram duvidar dos bárbaros...(Plutarco, Vidas Paralelas)

Na iconografia grega, Anteu distinguiu-se pelo seu aspecto diferente do dos gregos. Era representado com longa cabeleira e barba, aparência comum entre os líbios orientais.
Crenças romano-berberes

Os romanos aliaram-se em primeiro lugar com os númidas contra Cartago. Cartago caiu em 146 a.C., e depois também Numídia viria ser anexada ao Império Romano.
Antes da romanização

Os berberes lutaram contra romanos e bizantinos. Tinham deidades guerreiras, comoGurzil e Ifri. Honrava a deusa da guerra, Ifri or Ifru, que consideravam a sua protetora e que aparecia representada nas moedas berberes; parece ter sido uma deusa com grande influxo ao norte da África. 

Plínio o Velho mencionou que ninguém na África decidia nada antes de invocar “África” (o nome latino de Ifri). Esta deusa aparece representada de diferentes maneiras nas moedas númidas desde o século I a.C. Quando os romanos conquistaram o noroeste da África, também começou a aparecer representada nas moedas das províncias romanas norte-africanas.


Gurzil era um deus da Guerra, com figura de touro, identificado com o filho de Ámon. Os berberes levavam-no à batalha quando lutavam contra os romanos. Flávio Crescônio Coripo mencionou que o chefe laguatan(conhecido pelos árabes com o nome de Luwata) Iarna levou o seu deus Gurzil à batalha contra os bizantinos. Iarna era um governante mauro e sumo sacerdote de Gurzil. Quando os mauros foram derrotados, ele fugiu com a imagem de Gurzil, mas foi capturado e assassinado e a imagem destruída.

Havia entre as ruínas de Ghirza, na Líbia, um templo, que poderia estar dedicado a Gurzil, e o nome da cidade poderia também derivar desta etimologia.
Influência romana

Quando a África do nordeste foi anexada ao Império Romano, os berberes começaram a dar culto a deidades romanas como Júpiter, conhecido por eles como Mastiman. Júpiter também foi identificado com o deus líbio Ámon.

Outra deidade muito temida era Saturno. Dizia-se que se comunicava com os crentes em sonhos, e os africanos da zona nordeste dedicavam-lhe sacrifícios humano. 

Tertuliano escreveu que se oferecia a crianças em sacrifício a Saturno na África. Os historiadores pensam que este culto estava mais próximo do de Baal-Ámon que ao do Saturno romano.

Quando Septímio Severo, naural de Líbia, chegou a ser imperador, introduziu-se em Roma o culto a Tanit.

Fonte: http://bit.ly/2S8mazB
◇ RELIGIÕES NA TERRA ◇
Parte: 46
Assunto: Mitologia Akan
Os povos Akan são um grupo étnico elinguístico da África Ocidental.

Este grupo inclui os Akuapem, o Akyem, o Ashanti, do Baoulé, a Anyi, o Brong, o Fante e os povos Nzema de ambos Gana e Costa do Marfim. Do século XV ao século XIX, os povos Akan dominaram a mineração de ouro e comércio de ouro na região.
A arte Akan é muito abrangente e de renome, especialmente para a tradição de elaboração de objetos pesados de bronze dourado, que foram feitas utilizando o método Lost-wax casting de fundição. Ramos do akan inclui o Abron e os Afutu.
A cultura Akan é a mais dominante e evidente nos dias de hoje, em Gana. Algumas de suas mais importantes histórias mitológicas são chamadas anansesem. Anansesem significa literalmente "a história da aranha", mas pode, num sentido figurativo também significar "histórias do viajante". Estas "histórias de aranha" são, por vezes também referidas como nyankomsem; 'palavras de um deus do céu'. As histórias geralmente, mas nem sempre, giram em torno Kwaku Ananse, um espírito Trickster, muitas vezes descrita como uma aranha, humana, ou uma combinação dos dois.
Religião Akan; Introdução

por Phil Bartle, PhD

traduzido por Fátima Gouveia

As crenças e rituais dos Akan têm várias origens e vários elementos. Missionários europeus do início do século dezenove pregaram não só o Evangelho, mas também se esforçaram muito para mudar a cultura Akan de tal modo que se assemelhasse a uma organização social européia. Como muitos africanos, os Akan são sincréticos, adicionando o novo ao antigo sem descartar este último, para a frustração de vários missionários.
O Chefe dos Obo, como chefe, apesar de sua posição estar baseada em respeito ancestral, é considerado o líder de todos os cultos religiosos em Obo e ele tem um enorme prazer em dizer “Meus irmãos e irmãs em Cristo” aos missionários sendo que eles sabem perfeitamente que ele está em tal posição por causa dos deuses e ancestrais
Esta seção está concentrada em crenças e rituais tradicionais, ou pré-cristãos, muitos existentes até hoje apesar de não serem vistos pelos europeus. Embora haja várias forças, espíritos, remédios e seres, os dois mais importantes são os Deuses e os Ancestrais.
O Espírito em Nós; Visão geral  Esta página introduz a descrição da religião Akan, com menção ao aparecimento cristão e vários espíritos e seres, incluindo matadores de bruxa. 
Deuses I; Divindades Protetoras;  Os deuses são personificações de objetos da natureza, rios, cavernas, montanhas. Eles estiveram na terra entre os patrilineares Guan que precederam os matrilineares Akan. Os Guan tinham simultaneamente papel de chefe e pregadores. Os Akan mantiveram os deuses porém designaram pessoas diferentes para serem pregadores ou chefes. 
Deuses II; Nansing;  Um deus local poderoso é descrito detalhadamente, um rio que corre dentro de uma caverna
Deuses III; Saúde e Fertilidade;  A maior preocupação dos deuses é a saúde e o bem estar. Ervas locais são apresentadas, e o método de melhorar a fertilidade das mulheres.
Deuses IV; Ohantrase;  Quando o chefe pede uma celebração, ela é feita embaixo da árvore Ohantra ao lado de fora do palácio do chefe. Quando os deuses incorporam seus sacerdotes e sacerdotisas, eles caminham em sentido oposto ao relógio em volta do circulo de participantes, cumprimentado e dançando enquanto seus vários grupos de tambores tocam para que todos ouçam. 
Ancestrais I; A Morte e o Além;  É explicado que estar morto não é suficiente para ser um ancestral. Quando um chefe ou ancião conquista um alto nível de prestigio e poder, então ela ou ele provavelmente será chamado de ancestral
Ancestrais II; Afahye;  Os britânicos trouxeram a palavra “Durbar” da Índia para designar estas celebrações públicas. 
Gyenyame;  São muitos os selos negros adinkra usados na estamparia de roupas, porém o mais famoso é o Gyenyame (“A exceção de Deus). 
Geografia de Tabus Alimentícios;  A sacerdotisa do deus Nansing não pode comer milho no vale drenado ao longo do rio Nansing, porém pode fazê-lo quando está fora do vale. 
Veja também Três Almas que se encontra no conjunto Organização Social. Ainda é usada na atualidade para instruir missionários a tornarem-se mais sensíveis a cosmologia (visão de mundo) dos Akan. 
E veja Apoma Negro que está também no conjunto Organização social. Este descreve um ritual anterior ao da libação do tamborete negro mantido pelos sete lingüistas de Obo, na primeira hora da manhã a cada seis semanas em Akwasidae. 

Fontes:
http://bit.ly/2G4FrAC
http://bit.ly/2FS6X4t
◇ RELIGIÕES NA TERRA ◇
Parte: 47
Assunto: Mitologia ashanti
O povo ashanti (também axântis ou achântis) de Gana, na África Ocidental, é conhecido por suas coloridas lendas populares e sua mitologia.
O Deus mais importante no panteão do povo ashanti de Gana é Nyame (também Nyankopon), o onisciente, onipotente Deus Céu. Sua esposa é Asase Yaa e eles têm dois filhos, Bia e Tano. Asase Yaa é uma deusa da terra, da fertilidade. O criador do Universo na mitologia Ashanti é Odomankoma.[1]
Os ashantis acreditam que deuses menores, mais parecidos com espíritos, ajudam os seres humanos na terra. Onyametradicionalmente era suposto como indiferente e distante da Terra. Como os Ashantis adotaram o cristianismo, a palavra para Deus é onyame.
Anansi é um herói do povo que não desempenha nenhum papel na mitologia ashanti. Ele é, no entanto, destaque no folclore daquele povo, onde ele é descrito como um trickster.

Fonte: http://bit.ly/2ruWfXG
◇ RELIGIÕES NA TERRA ◇
Parte: 48
Assunto: Mitologia fon